Molécula presente na saliva humana é resposta a uma grande dúvida

Um estudo publicado no The FASEB Journal investiga o fato misterioso de que as feridas na cavidade bucal se curam mais rapidamente e com mais eficiência do que as aquelas localizadas em outros lugares do corpo humano. Até agora, se pensava que a saliva desempenhava um papel no processo de cicatrização de ferimentos, embora a extensão de seu papel fosse desconhecida. O estudo examinou os efeitos do peptídeo salivar histamina-1 na angiogênese (formação de vasos sanguíneos), que é fundamental para a eficiência da cicatrização de feridas. Os pesquisadores descobriram que a histamina-1 promove a angiogênese, bem como adesão celular e migração.

“Essas descobertas abrem novas perspectivas para entender melhor a biologia subjacente às diferenças entre a cicatrização oral e cutânea”, disse Vicente A. Torres, Ph.D., professor associado do Instituto de Pesquisa em Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade do Chile em Santiago. “Acreditamos que o estudo poderia ajudar na concepção de melhores abordagens para melhorar a cicatrização de feridas em outros tecidos além da boca.”

Metodologia do estudo

O estudo envolveu experimentos em três níveis: (1) células endoteliais, ou formadoras de vasos sanguíneos, em cultura, (2) embriões de galinha como modelos animais, e (3) amostras de saliva obtidas de doadores saudáveis. Usando estes três modelos, histamina-1 e saliva foram combinados para aumentar a formação de vasos sanguíneos. Os pesquisadores agora estão dando o próximo passo nesta linha de estudo – usando essas moléculas para gerar materiais e implantes para ajudar na cicatrização de feridas.

Avanço terapêutico à vista

“Os evidentes resultados do presente estudo abrem uma ampla caminho para um avanço terapêutico. Eles também trazem à mente o possível significado de animais, e muitas vezes crianças, ‘lambendo suas feridas'”, disse Thoru Pederson, Ph.D., Editor- chefe do The FASEB Journal.​

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Quais as marcas de vacina contra a gripe são confiáveis

Todo ano, as vacinas contra gripe devem ser atualizadas. Isso porque os subtipos do vírus influenza sofrem mutações constantes – se o imunizante não é ajustado para acompanhar essas alterações, acaba não ajudando muito o corpo a desenvolver anticorpos contra os inimigos da saúde que estão circulando em 2018.

Daí porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulga anualmente quais marcas de vacina contra essa infecção poderão ser distribuídas ou comercializadas no Brasil. E em 2018 não foi diferente.

“Os produtos autorizados são os que fizeram as atualizações das cepas dos vírus da doença conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS)”, destaca a Anvisa, em nota.

Em 2018, os imunizantes autorizados são:

• Fluarix Tetra – GlaxoSmithKline Brasil Ltda
• Fluquadri – Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda
• Influvac – Abbott Laboratórios do Brasil Ltda
• Vacina influenza trivalente (fragmentada e inativada) – Instituto Butantan
• Vacina influenza (inativada, subunitária, adjuvada) e Vacina Influenza Trivalente (subunitária, inativada) – Medstar Importação e Exportação Ltda;
• Vaxigrip – Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

Ficar de olho nesses nomes é importante principalmente se você for buscar sua dose em uma clínica particular. Você pode, por exemplo, pedir para quem for aplicar a injeção mostrar a bula ou a embalagem da vacina.

Vacinas trivalentes ou quadrivalentes

A diferença é a abrangência da proteção. A versão trivalente – que estará disponível na campanha de vacinação de 2018 – contará com vírus inativados das cepas H1N1, H3N2 (grande responsável pelo surto de gripe nos Estados Unidos) e do tipo B Yamagata.

Já a quadrivalente ainda protege contra o tipo B Victoria. Essa vacina, entretanto, só está disponível no setor privado.

Medidas preventivas

A desinfeção das mãos – seja por lavação ou uso de álcool gel – e uma boa higiene bucal parece ser uma forma eficaz de redução da transmissão do vírus da gripe.

Uma meta-análise recente indica que fazer gargarejo com chá ou ingredientes do chá (verde e preto) poderá ter um efeito benéfico na prevenção da gripe em comparação com gargarejo com água ou nenhuma atitude. No entanto, os resultados são preliminares.

O exercício físico antes da vacinação para a gripe não parece ter qualquer impacto na probabilidade de adoecer. Mas quem faz exercício regularmente e de forma moderada apresenta menores índices de mortalidade quando comparado a quem não faz nenhuma atividade física.

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Porque o vírus da gripe H3N2 preocupa

O número de mortes pelo vírus influenza, causador da gripe, quase dobrou em 20 dias no estado de São Paulo, conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde. Desde o início de 2018 e até o dia 22 de março, tinham sido registrados 42 casos graves da doença e seis óbitos. Na última terça-feira (10/04), o número de casos graves tinha subido para 65, mas o de mortes chegou a 11.

Mortalidade

Os casos relacionados ao vírus A (H3N2) passaram de 14, com um óbito, para 19, com três mortes. Em todo o ano de 2017, foram 1.021 casos e 200 óbitos, cerca da metade relacionados ao H3N2 – 562 casos e 99 mortes.

A diretora de imunização da pasta estadual, Helena Sato, disse que não há razão para alarme, pois a circulação do vírus no estado está sendo monitorada e controlada com vacinação. No próximo dia 23/04, São Paulo entra na 20ª Campanha Nacional de Vacinação Contra o Vírus Influenza, programada pelo Ministério da Saúde (MS).

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Descoberta que pode levar a uma nova forma de tratar a periodontite

Pesquisadores do Reino Unido descobriram que o conjunto de micro-organismos que habitam a saliva humana é amplamente determinada pelas características do ambiente. O estudo, publicado recentemente no mBio®, uma revista de acesso aberto da Sociedade Americana de Microbiologia, mostra que influências ambientais precoces desempenham um papel muito maior do que a genética humana na formação do microbioma salivar – o grupo de organismos que desempenham um papel crucial na saúde bucal de outras partes do organismo humano.

“Está se tornando cada vez mais conhecida a relação existente entre nossos microbiomas e nossa saúde e isso é razão suficiente para se aprofundar no seu estudo, como esses micro-organismos chegaram lá e o papel que desempenham”, diz Adam P. Roberts, professor sênior em quimioterapia antimicrobiana na Escola de Medicina Tropical de Liverpool. Roberts liderou o estudo no UCL Eastman Dental Institute. Liam Shaw, estudante de pós-graduação do UCL Genetics Institute, acrescenta: “A cavidade bucal é naturalmente colonizada por centenas de espécies bacterianas, que impedem os agentes patogênicos externos de estabelecer um ponto de apoio, mas também podem vir a causar doenças orais”.

A equipe de pesquisa queria saber como o microbioma salivar se estabelece e quais são os principais responsáveis pelo mix de bactérias encontrado lá. O colega de Roberts, o imunologista da UCL Andrew M. Smith, teve acesso a um conjunto único de amostras – DNA e saliva de uma família judaica que vivia em vários lares espalhados por quatro cidades em três continentes. Isso permitiu que a equipe calculasse o quanto da variação observada nos microbiomas salivares é devida à genética do hospedeiro e quanto é devido ao meio ambiente.

Como os membros da família são judeus ultraortodoxos, eles compartilham dietas culturais e estilos de vida que controlam muitos fatores aleatórios. Além disso, como o DNA dos membros da família já havia sido sequenciado para o nível de mudanças únicas no código do DNA, a equipe de pesquisa tinha uma medida única e precisa de sua relação genética.

Em seguida, Shaw e a equipe sequenciaram as assinaturas de DNA bacteriano presentes em amostras de saliva de 157 membros da família e 27 controles judaicos não relacionados. Em todas as amostras, eles encontraram o núcleo do microbioma salivar formado por bactérias dos gêneros Streptococcus, Rothia, Neisseria e Prevotella.

Para descobrir o que poderia estar gerando diferenças nas espécies bacterianas, Shaw e a equipe usaram métodos estatísticos adotados da ecologia para determinar quais fatores são os responsáveis pela maior variação. Ao comparar fatores como o domicílio, a cidade, a idade e o parentesco genético, o fator que determinou quem compartilhava os micróbios de saliva mais semelhantes era predominantemente doméstico.

Conclusão

“O que isso nos diz é que o contato e o compartilhamento de micróbios que ocorrem no próprio ambiente local é o que determina as diferenças entre os indivíduos”, diz Shaw.

Cônjuges e pais e filhos menores de 10 anos que moram juntos tinham os microbiomas de saliva mais semelhantes. “O contato nem precisa ser íntimo, como beijar”, diz Roberts. “As mãos dos indivíduos estão cobertas de saliva e estão tocando tudo na casa.” Crianças menores de 10 anos tiveram mais bactérias semelhantes aos seus pais do que crianças mais velhas, talvez refletindo que as crianças mais velhas estão se tornando “indivíduos mais independentes”, diz Roberts.

A equipe também analisou cuidadosamente se o parentesco genético impulsionou a composição do microbioma da saliva. Quando usaram uma medida de parentesco baseada apenas nas relações entre as árvores genealógicas, viram um efeito pequeno, mas estatisticamente significativo. No entanto, quando usaram a informação da sequência genética, uma medida mais precisa do parentesco, o efeito desapareceu. Em outras palavras, a genética de uma pessoa praticamente não desempenhou nenhum papel na formação de seus micróbios salivares.

Este estudo mostra que os ambientes compartilhados durante a educação desempenham um papel importante na determinação de qual comunidade de bactérias é estabelecida. E a partir do conhecimento de que o ambiente compartilhado determina o microbioma, diz Roberts, pode nos dar a capacidade de modulá-lo um dia.

Tratamento da periodontite numa perspectiva futura

Ele aponta para o exemplo da periodontite, uma doença infecciosa incrivelmente comum e frequentemente debilitante associada a um microbioma alterado. “Uma vez que conhecidos os membros do microbioma que são responsáveis pela saúde, nosso comportamento cotidiano pode mudar para mudar nosso microbioma favoravelmente.”

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Os efeitos psicológicos dos analgésicos

Analgésicos como o Paracetamol e Ibuprofeno podem influenciar a forma como as pessoas processam informações, como elas experienciam sentimentos de perda e como reagem a imagens emocionalmente evocativas.

Essa conexão inesperada entre analgésicos e comportamentos negativos e efeitos psicológicos foi revelada por Kyle Ratner, Amanda Kaczmarek e Youngki Hong, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara (EUA), e está descrita em um artigo publicado na revista científica Policy Insights das Behavioral and Brain Sciences.

A conclusão veio depois que a equipe revisou todas as pesquisas anteriores sobre o assunto. Os dados sugerem que os analgésicos podem influenciar os indivíduos de várias maneiras.

Aumento da sensibilidade a experiências emocionalmente dolorosas

Em comparação com aquelas que tomaram placebos, mulheres que tomaram uma dose de ibuprofeno relataram menos sentimentos de dor emocional ante experiências emocionalmente dolorosas, como serem excluídas de um jogo ou quando escreviam sobre um episódio passado em que foram traídas. Os homens mostraram o padrão oposto.

Capacidade de simpatizar com a dor dos outros

Em comparação com aqueles que tomaram placebos, indivíduos que tomaram uma dose de Paracetamol ficaram menos emocionados quando leram sobre uma pessoa com dor física ou emocional, e relataram menos consideração pela pessoa em sofrimento.

Capacidade de processar informações

Em comparação com aqueles que tomaram placebos, indivíduos que tomaram uma dose de Paracetamol cometeram mais erros de omissão em um jogo no qual deviam, em várias ocasiões, realizar ou não realizar uma tarefa.

O aumento no número de erros cometidos também foi verificado com o paracetamol.

Reações a objetos emocionais

Indivíduos que tomaram uma dose de Paracetamol avaliaram fotografias agradáveis e desagradáveis de forma menos extrema do que aqueles que tomaram placebos.

Desconforto de se separar de bens materiais

Quando solicitados a definir um preço de venda de um objeto que possuíam, indivíduos que tomaram uma dose de Paracetamol colocaram preços que eram mais baratos do que os preços estabelecidos por indivíduos que tomaram placebos.

Resultados alarmantes

“De muitas maneiras, os resultados revisados são alarmantes,” escreveu a equipe. “Os consumidores assumem que, quando tomam uma medicação para dor sem exigência de receita médica, aliviarão seus sintomas físicos, mas não preveem efeitos psicológicos mais amplos”.

A equipe também afirma que, embora esses medicamentos possam ter um novo potencial para ajudar as pessoas a lidar com sentimentos feridos, é necessário realizar mais pesquisas para examinar a eficácia e determinar se haveria efeitos negativos quando combinados com outros medicamentos ou para pessoas com depressão e que têm dificuldade em sentir prazer.​

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O poder da nanotecnologia aplicada à odontologia

A nanotecnologia tem o potencial de reduzir a dor e o tempo de recuperação após uma cirurgia bucal, de acordo com um estudo recentemente publicado pela American Chemical Society.

De acordo com a FDI – World Dental Federation “a nanotecnologia é um ramo da tecnologia que lida com dimensões de menos de 100 nanômeros, especialmente a manipulação de átomos e moléculas individuais”. No caso da odontologia, em particular, “a nanotecnologia pode disponibilizar avanços e inovações em diagnósticos e métodos terapêuticos”.

Adoção da nova tecnologia

Além disso, as nanopartículas, presentes na natureza e usadas em muitos produtos, podem ser utilizadas para melhorar as propriedades de alguns materiais. Nesse sentido, o Comitê Científico da FDI prepara uma declaração com políticas para a adoção desta tecnologia, que deverá ser apresentada no seu próximo congresso, que ocorre em Buenos Aires, na Argentina.​

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Algo simples que pode reduzir o nível da dor do paciente

Segurar a mão de um paciente favorece a sincronização das ondas cerebrais e pode ajudar a aliviar a dor. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, e da Universidade de Haifa, em Israel, e mostra que segurar a mão de um paciente permite sincronizar a respiração, o ritmo cardíaco e as ondas cerebrais do paciente.

Resultados

Os resultados do estudo mostram também que quanto maior a afinidade com as pessoas maior a sincronização das suas atividades elétricas e maior o alívio da dor, o que, de acordo com os pesquisadores, “demonstra o poder e a importância do contato humano”.

Este é o primeiro estudo que consegue demonstrar a sincronização das ondas cerebrais em contexto de dor e a revelar um possível efeito analgésico decorrente do contato físico. Conheça o estudo em detalhe aqui.

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Toxina botulínica: surge como possibilidade no tratamento do bruxismo

Toxina botulínica: surge como possibilidade no tratamento do bruxismo

Um novo estudo piloto sugere que o uso de toxina botulínica pode ser um meio confiável para tratar pacientes que sofrem de bruxismo. Em um estudo duplo-cego, os pesquisadores testaram a segurança e eficácia da onabotulinum toxina-A (BoNT-A) quando injetada no músculo masseter e temporal em pacientes com bruxismo do sono sintomático. De acordo com os resultados, os que receberam a injeção relataram diminuição do ranger e apertar dos dentes.

O estudo

O estudo envolveu 22 pacientes entre 18 e 85 anos de idade com diagnóstico clínico de bruxismo do sono, confirmado através de polissonografia. Os pesquisadores, do Houston Methodist Neurological Institute, injetaram 13 participantes com 200 BoNT-A (60 unidades em cada um dos músculos masseter e 40 unidades em cada músculo temporal) e o restante dos pacientes receberam placebo.

O pesquisador responsável Dr. Willian Ondo afirma, “Há muitas teorias diferentes sobre a gênese do bruxismo, que vão desde a puramente psiquiátrica até a puramente mecânica. No entanto, todo o movimento é mediado por músculos, portanto relaxar os músculos apropriados que causam o ranger da mandíbula com toxina botulínica deve reduzir esses movimentos, independentemente da condição etiológica”.

Resultados

De acordo com os resultados, após quatro e oito semanas de exames, os participantes que receberam a injeção de placebo registraram nenhuma melhora a sua condição de bruxismo. No entanto, aqueles que foram injetados com BoNT-A relataram um efeito positivo com menos ranger geral e aperto, bem como uma redução em geral, associada a dor.

A confirmar

Segundo os pesquisadores, isso demonstra que o BoNT-a possa vir a ser uma maneira segura e eficaz de tratar o bruxismo do sono; no entanto, eles recomendam um ensaio multicêntrico abrangente para confirmação dos achados iniciais. “Tem havido alguns pequenos estudos feitos na Ásia sobre o uso de toxina botulínica para o bruxismo. Gostaríamos de realizar um ensaio multicêntrico abrangente na América do Norte, mas atualmente não há planos ativos para fazer isso”, disse Ondo.

O estudo, intitulado “Injeções de onabotulinum toxina-A para bruxismo do sono: um estudo duplo-cego, controlado por placebo,” foi publicado no Neurology Journal em 17 de janeiro de 2018.

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Líquidos que podem acelerar a erosão dental

Ingerir bebidas ácidas como chás de frutas e águas com sabores pode vir a acelerar a erosão dos dentes e danificar o esmalte dentário. A conclusão consta de um estudo recentemente publicado por uma equipe de pesquisadores do King’s College, em Londres, e revela também que a ingestão deste tipo de bebidas entre as refeições bem como ingeri-las em quantidade e por um tempo mais prolongado aumenta o risco de erosão dental.

O estudo analisou a dieta de cerca de 300 pessoas com erosão dentária severa e mostra que o problema se agrava nas pessoas que consomem mais dessas bebidas entre as refeições. Sucos de fruta naturais, chás de frutas, bebidas açucaradas e águas com sabores, por outro lado, são, de acordo com os pesquisadores, os grandes responsáveis na aceleração deste processo.

O que pode agravar a erosão dental

Importante ainda dizer que, de acordo com o estudo, a erosão dentária é mais grave nas pessoas que saboreiam as bebidas durante mais tempo antes de as engolir. Além disso, o estudo indica que as pessoas que bebem água com, por exemplo, uma rodela de limão ou chás de frutas entre refeições têm até 11 vezes mais chance de vir a sofrer de erosão dentária severa ou moderada.

Mais detalhes desse estudo pode ser obtido aqui.

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Estudo apresenta alternativa ao amálgama dentário

Um grupo de pesquisadores brasileiros analisou a viabilidade do cimento de ionômero de vidro de alta viscosidade como alternativa às amálgamas dentárias tradicionais. O estudo analisa as diferenças de custos entre as duas alternativas e revela que o cimento de ionômero de vidro de alta viscosidade pode ser uma alternativa viável.

Ann Goldman, uma das autoras do estudo, afirma que “as amálgamas ainda são o material de restauração muito utilizado ainda no Brasil e em outros países em desenvolvimento. Informação acerca da viabilidade financeira dos materiais que podem ser utilizados como alternativas às amalgamas é do interesse de todos os profissionais de odontologia e dos programas de saúde bucal”.

Custo

Os resultados do estudo agora publicado mostram que no caso das restaurações em apenas uma superfície, o cimento de ionômero de vidro de alta viscosidade tem um custo de 51 dólares por cada falha prevenida e no caso de restaurações em múltiplas superfícies este material permite uma economia de cerca de 11 dólares em relação às amálgamas dentárias.

Mais detalhes do estudo podem ser vistos aqui.

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