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Cremes dentais ditos clareadores não clareiam os dentes de acordo com pesquisa

18creme dentalUm estudo desenvolvido na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo analisou o potencial  de cremes dentais ditos clareadores– e o resultado pode desapontar os consumidores.

Foram feitos testes com três tipos de cremes dentais, sendo que dois eram indicados para clareamento e um não. Durante 90 dias, 30 participantes escovaram seus dentes com eles. Resultado: não houve mudança de tom — ou seja, os clareadores não branquearam mais os dentes.

Apesar disso, o cirurgião-dentista Lourenço de Moraes Rego Roselino, autor do experimento, considera uma boa notícia o fato de que pelo menos esses cremes não provocaram desgaste extra na arcada dentária quando comparados àquele que não possuía ação supostamente branqueadora.

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Pacientes com osteoporose: implantes dentários têm de ser colocados rapidamente

implanteO uso de bifosfonatos para tratar mulheres na pós-menopausa com osteoporose pode ter efeitos adversos que podem, por exemplo, levar à osteonecrose da mandíbula relacionada ao bifosfonato (bisphosphonate-related osteonecrosis of the jaw, BRONJ). Pesquisadores da Universidade Comenius em Bratislava (Eslováquia) procuraram investigar como isso afetava os implantes dentários em mulheres na pós-menopausa com osteoporose e que eram tratadas com bifosfonatos. Os resultados foram apresentados na revista “Journal of Oral Implantology”.

O estudo incluiu 24 mulheres com idade a partir dos 54 anos que tinham perdido a maior parte dos dentes. Metade das participantes tinham osteoporose e a outra metade não. Todas as pacientes com osteoporose foram tratadas com o bifosfonato ácido zoledrônico intravenoso uma vez por ano. Foram extraídos todos os dentes restantes de cada participante do estudo e imediatamente substituídos por implantes. Um ano após a intervenção, foi avaliada a condição dos implantes.

Achados mostraram que todos os implantes ainda estavam intactos. Diversas participantes tiveram alguma perda óssea, mas a proporção foi igual nos dois grupos. Não foi encontrado nenhum sinal de osso morto entre as pacientes que receberam ácido zoledrônico. Todas as mulheres demonstraram bom contato entre osso e implante.

Os autores concluíram que o risco para BRONJ em pacientes com osteoporose fica reduzido se os implantes forem rapidamente inseridos depois que os dentes são extraídos. Eles também observaram que pacientes com osteoporose tomando bifosfonatos devem evitar cirurgia oral eletiva. Se, no entanto, um implante for inevitável, uma inserção pode ser bem-sucedida se realizada imediatamente após a remoção do dente. Os pesquisadores chamam isso de “modalidade de tratamento seguro”.

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Anestesia local pode afetar desenvolvimento dentário em crianças

Um estudo conduzido pelo Dr. Bing Hu da Plymouth University Peninsula Schools of Medicine and Dentistry e envolvendo também pesquisadores da China e da Suíça, sugere pela primeira vez que o uso de anestesia local pode afetar o crescimento das células do dente e o desenvolvimento dentário das crianças.

anastesiando pacientes

 

O estudo foi publicado no jornal Cell Death Discovery, um novo meio de comunicação de pesquisa médica.
Usando dentes de porco e células da polpa de dente permanente de jovem humano, a pesquisa identificou que os anestésicos locais comummente usados em clínicas podem afectar a proliferação das células do dente. Pela primeira vez que foram encontradas provas que sugerem que o anestésico local pode afetar o crescimento das células do dente e potencialmente ter impacto sobre o desenvolvimento dentário.
De acordo com a equipe de pesquisa, o tratamento dentário utiliza com mais frequência a anestesia local do que qualquer outra área clínica. Embora a dose máxima de vários anestésicos locais seja estabelecida, os seus efeitos colaterais em tecidos dentários não foram até agora completamente investigados.
O estudo mostrou que a duração da exposição a concentrações elevadas de anestésico local é mais prejudicial porque interfere com a função das mitocôndrias, as “baterias da célula” e induz um mecanismo de morte celular denominado autofagia. A equipe de pesquisa investigou a maioria dos anestésicos locais utilizados atualmente em clínicas dentárias do Reino Unido, Suíça e China.
Enquanto o estudo identificou um potencial efeito prejudicial da anestesia local no desenvolvimento dos dentes, a equipa de investigação salienta que são necessários mais estudos clínicos antes que haja dados suficientes para alterar as diretrizes clínicas, e que os pais não devem ser alarmado ou retirar seus filhos do tratamento, se necessário.
O estudo foi conduzido pelo Dr. Bing Hu, Professor de associado na Oral and Dental Health Research at Plymouth University Peninsula Schools of Medicine and Dentistry.

Fonte: O Jornal Dentistry

Adaptação: Dentalis Blog

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Corticosteroides sistêmicos para sinusite aguda. Resolvem o problema?

pessoa com corizaPesquisa holandesa, coordenada por Roderick P. Venekamp e publicada pelo The Journal of American Medical Association (JAMA), investigou se o uso de corticosteroides orais ou parenterais em pacientes com sinusite aguda, em comparação com placebo ou drogas anti-inflamatórias não-esteroides (AINEs), realmente aliviam os sintomas.

As conclusões mostram que com os corticosteroides orais combinados aos antibióticos podem estar associados a benefícios modestos no alívio de curto prazo dos sintomas em adultos com sintomas graves de sinusite aguda, em comparação com o uso apenas de antibióticos. No entanto, o uso de corticosteroides orais como monoterapia não está associado a melhores resultados clínicos em adultos com sinusite aguda diagnosticada clinicamente.

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Dicas para manter o cérebro sempre jovem

cerebro
O cérebro precisa de cuidados e atenção para garantir um funcionamento suave e eficiente.
 
Mas, em vez de um manual de manutenção detalhado de uma máquina, tudo o que temos são conselhos vindos da comunidade científica – muitos deles contraditórios e confusos.
 
Veja aqui aquelas que têm maior suporte de estudos experimentais mais recentes.
 
Não perca a fé em suas habilidades
 
Temos a tendência a acreditar que a perda de memória é um problema decorrente do envelhecimento. Mas alguns lapsos – como chegar a um local e esquecer o que foi fazer ali – podem afetar jovens ou idosos com a mesma frequência e intensidade.
 
Por isso, não deveríamos nos apressar em assumir que tudo é culpa da idade, já que dúvidas podem ser uma espécie de autoprofecia.
 
Nos últimos dez anos, Dyana Touron, da Universidade da Carolina do Norte, descobriu que com a idade, temos a tendência de perder a confiança nas nossas habilidades mentais, mesmo quando elas estão funcionando perfeitamente. O resultado é que acabamos dependentes de “muletas”, como o GPS do carro ou a agenda do celular.
 
Mas, ironicamente, ao não nos colocarmos diante de desafios, podemos acelerar nosso próprio declínio mental. Portanto, se você se encontrar diante de uma porta não sabendo onde deveria estar, veja a situação como uma oportunidade para forçar um pouco mais a memória.
 
Proteja seus ouvidos
 
A mente sofre se for isolada dos cinco sentidos. E a perda auditiva parece detonar a perda da massa cinzenta do cérebro, provavelmente por colocar uma ênfase na atenção e por nos bloquear de estímulos úteis. O problema aumenta em 24% o risco de atraso cognitivo durante um período de seis anos, segundo um estudo recente.
 
Assim, qualquer que seja a sua idade, vale a pena ter consciência das situações que poderiam estar acelerando a deterioração da audição. Escutar música em alto volume por apenas 15 segundos por dia já é suficiente para prejudicar os ouvidos. Secadores de cabelos e aspiradores de pó são outras companhias ruins para os ouvidos.
 
Aprenda um novo idioma ou a tocar um instrumento
 
Em vez de dedicar vários minutos do dia a algum passatempo ou aplicativo que promete “treinar seu cérebro”, que tal tentar um exercício mental mais ambicioso, como aprender a tocar um instrumento ou falar uma nova língua?
 
Ambas as atividades requerem uma ampla gama de habilidades, exercitando a memória, a atenção, a percepção sensorial e o controle de motricidade enquanto você tenta executar uma nova canção ou pronunciar os sons estranhos de novas palavras.
 
Os benefícios tendem a durar até a idade avançada. Um estudo publicado no ano passado descobriu que músicos têm 60% menos chances de desenvolver demência do que as pessoas que não tocam instrumentos. Outra pesquisa mostrou que falar outro idioma pode atrasar em cinco anos o diagnóstico do mal de Alzheimer.
 
A aprender uma nova atividade que envolva movimentos físicos parece ser particularmente eficaz, como mostrou um estudo recente com pessoas que combateram a perda de memória aprendendo a pintar.
 
Modere na comida porcaria
 
A obesidade pode prejudicar o cérebro de muitas maneiras. O acúmulo de colesterol nas artérias pode restringir o fluxo sanguíneo para o cérebro, deixando-o sem os nutrientes e o oxigênio que ele precisa para funcionar bem.
 
Além disso, os neurônios são bastante sensíveis ao hormônio insulina, produzido pelo pâncreas. Comer alimentos doces e calóricos com frequência pode embaralhar a liberação da insulina, dando início a uma reação em cadeia que leva à produção de placas letais que podem se acumular no cérebro.
 
A boa notícia é que certos nutrientes – como o ômega 3 e outros ácidos graxos, e as vitaminas D e B12 – parecem ter um efeito “limpante” e reduzem os prejuízos provocados pela idade no cérebro.
 
Isso pode explicar por que idosos que sempre mantiveram uma dieta tipicamente mediterrânea – à base de peixes, legumes, verduras e baixo teor de gordura – tendem a mostrar as mesmas habilidades cognitivas que pessoas sete anos mais novas.
 
Concentre-se no corpo
 
Gostamos de fazer uma distinção clara entre o corpo e a mente, mas, na realidade, estar em boa forma física é uma das melhores maneiras de manter o cérebro funcionando bem.
 
A atividade física não só estabelece um melhor fluxo sanguíneo para o cérebro, mas também libera uma grande quantidade de proteínas que ajudam a estimular o crescimento e a manutenção de conexões neurais.
 
Os benefícios são notados desde o berço: crianças que vão a pé para a escola costumam tirar melhores notas, enquanto idosos que fazem caminhadas regulares – mesmo que não sejam vigorosas – têm mais concentração e memória.
 
Não deixe de viver a vida
 
Se todas essas mudanças de rotina parecem algo difícil de adotar, saiba que uma das melhores maneiras de proteger o cérebro dos efeitos do tempo é socializar. O ser humano é uma criatura social, e nossos amigos e parentes nos estimulam, nos desafiam a ter novas experiências e nos ajudam a descarregar o estresse e as mágoas.
 
Surpreendentemente, um estudo com voluntários com idades em torno de 70 anos mostrou que os mais ativos socialmente tinham 70% menos chances de experimentar um declínio cognitivo em um período de 12 anos, em comparação com aqueles com uma vida mais reclusa. Da memória e da atenção à velocidade de processamento mental, tudo parece se beneficiar do contato regular com outras pessoas.
 
Ou seja, não há uma fórmula mágica única para treinar o cérebro. As pessoas que envelhecem melhor têm um estilo de vida que incorpora um pouco de tudo: uma alimentação variada, atividades estimulantes e um círculo de amigos queridos. Uma receita que também vale para quem quer ter uma vida feliz e saudável.
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Oil pulling de óleo de coco reduz gengivite

oleo de coco
Um estudo recente mostrou que o oil pulling usando óleo de coco pode ser um método eficaz para reduzir a formação de placa bacteriana e placa induzida por gengivite. Óleo de coco é facilmente utilizável e seguro com poucos efeitos secundários e pode assim tornar-se uma alternativa aos agentes antimicrobianos convencionais por via oral tais como clorexidine, sugeriram as descobertas.

O estudo-piloto incluindo 60 adolescentes com idades entre 16 e 18 anos, com gengivite induzida por placa, dos quais metade realizou o oil pulling com óleo de coco além de sua rotina de higiene oral durante um período de 30 dias, enquanto que o restante funcionou como grupo controle.

Exame Oral no momento basal e nos dias 1, 7, 15 e 30 verificou que ambos os índices gengivais e placa declinaram significativamente. Os pesquisadores observaram uma redução constante tanto das placas e dos valores do índice gengival logo após uma semana de terapia. Além disso, eles observaram uma diminuição de 50 por cento desses valores em quatro semanas, o que é comparável à diminuição produzida pela clorexidina. Em contraste com a clorexidina, no entanto, nenhuma alteração do paladar e da coloração dos dentes, que são efeitos colaterais comuns de longo-prazo com uso de clorexidina, foram relatados no grupo teste.

Um número de estudos tem mostrado que o oil pulling ou swishing reduz gengivite. Em 2007, por exemplo, o oil pulling com óleo de girassol foi achado para reduzir a placa bacteriana e os índices gengivais após 45 dias. No entanto, esse estudo é o primeiro a investigar os benefícios do óleo de coco a este respeito.

Até hoje, o mecanismo pelo qual o oil pulling funciona não é totalmente compreendido. Segundo os pesquisadores, seu efeito diminuidor da placa poderia ser atribuído as forças mecânicas de cisalhamento que podem reduzir a aderência da placa bacteriana. Outra explicação possível é a composição do óleo de coco. Ele contém 92 por cento de ácidos saturados, com aproximadamente 50 por cento dos quais é ácido láurico, que tem provado efeitos anti-inflamatórios e antimicrobianos. O interessante é que, o leite materno é a única outra substância que ocorre naturalmente com essa grande concentração de ácido láurico, os pesquisadores disseram. Eles concluíram que maiores estudos sobre os efeitos e potencial antimicrobiano do óleo de coco são necessários para verificar essas hipóteses.

O estudo, intitulado “Efeito do óleo de coco na placa dental relacionada à gengivite – Um relatório preliminar”, foi publicado na edição de março/abril da Nigerian Medical Journal. O estudo foi realizado na Faculdade de Odontologia da Kannur na Índia.​

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Vitamina D e saúde dental das crianças

Estudo recente, mostra que níveis baixos de vitamina D nas grávidas podem levar ao aumento de cáries nas crianças e a má formação dentária. A cárie da primeira infância, é uma das condições mais comuns que afeta crianças jovens.

crianca com carie

 

A vitamina D pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento dentário e na saúde oral das crianças. Pesquisas anteriores concluíram que níveis baixos de vitamina D podem levar a um mau desenvolvimento dentário e ao aumento de cárie em crianças.
Num estudo recente, investigadores de Manitoba, Canadá verificaram que os níveis de vitamina D da mãe durante a gravidez afetam o desenvolvimento dentário das crianças.

Foram estudados os níveis de vitamina D de 200 mulheres grávidas durante seu segundo e terceiro trimestre de gravidez. Depois do nascimento 133 mães levaram os seus filhos a um exame global de dentição.
Verificou-se que as mães cujos filhos tinham cáries,tinham níveis significativamente mais baixos de vitamina D durante a gravidez.
Os investigadores encontraram uma relação inversa entre os níveis maternos de vitamina D e número de dentes cariados em crianças. Isto significa que os níveis mais baixos de vitamina D durante a gravidez estavam relacionados com um maior número de dentes cariados em crianças.
Este estudo mostra, pela primeira vez, que os níveis de vitamina D pré-natal podem ter uma influência sobre a dentição primária e o desenvolvimento de cáries. Especificamente, níveis mais baixos foram associados com um risco aumentado para a cárie dentária em crianças.

Você pode acompanhar em detalhes a saúde bucal dos seus pacientes com a ajuda de um programa para Odontologia.

Nota: Cerca de 92% dos adultos com idades entre 20 a 64 anos têm ou tiveram cáries dentárias em dentes permanentes.

Fontes: – Artigo Prenatal Vitamin D and Dental Caries in Infants pediatrics.aappublications.org

-Vitamine D Council – www.vitamindcouncil.org/vitamin-d-news/

– O Jornal Dentistry –  www.jornaldentistry.pt/article.php?a=3756

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Gestão eficaz da sua agenda do consultório

Gestão eficaz da sua agenda do consultório

          Como utilizar e fazer uma gestão eficaz da sua agenda no consultório odontológico

imagem agenda 2Hoje vamos aprender a fazer um método de gestão eficaz da sua agenda ou .Você sabia que o uso correto da Agenda pode determina uma melhor ou pior produtividade do seu consultório?

A agenda, de seu software odontológico, deve lhe mostrar de forma simples e rápida: seus horários vagos, a porcentagem de comparecimento e falta dos pacientes do dia e o número de remarcações realizadas pela sua secretária.

Um consultório custa por hora, em média, R$ 78.50. O cálculo do valor hora é feito somando-se todos os custos fixos como: aluguel, telefone, água, luz, salários dos funcionários, segurança, seguros, IPTU e outros custos que você paga mensalmente e dividindo esse total pelo número de horas que o consultório pode produzir.

Mas como saber exatamente o número de horas que o seu consultório pode produzir? Tomando como exemplo um consultório com 2 equipos (ou 2 salas de atendimento), cujo horário de funcionamento seja das 8:00 às 18:00 de 2ª. às 6ª feira, teremos:

Agenda e tempo

2 equipos x 10h por dia x 22 dias por semana = 440 h por mês, entretanto os equipos devem ser higienizados entre um paciente e outro, a sua hora de almoço também deve ser descontada, podemos então assumir que 80% do tempo total será empregado no atendimento.

Então teremos: 440,00 h x 80% = 352,00 h de atendimento.

Devemos somar todos os custos fixos e dividir por 352,00 para encontrarmos o custo hora do seu consultório.

Vamos continuar com o exemplo no qual citei que em média um consultório custa R$ 78,50, quer ele esteja aberto ou fechado. Isso significa que mesmo aos domingos quando não há atendimento o seu consultório lhe custa R$ 78,50 por hora.

Se você tem consultas de 0,50 h, e um índice de falta de 20% na semana, teremos:

10 pacientes por dia x 20* de falta x 22 dias no mês = 44 faltas / mês x 0,50h = 22h de faltas.

22h x R$ 78,50 = R$ 1.727,00 de prejuízo mensal. 

 

equilibrio tempo e dinheiro

 

É muito importante que você minimize as suas faltas, confirmando as consultas por SMS (menor custo) ou por telefone.

E caso elas ocorram tenha um controle total sobre as remarcações de horários que a sua secretária faz diariamente. Você conseguirá isso utilizando um software odontológico rápido e eficaz.

 

 

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