cafeína

Café tende a aumentar o desejo por doces

Café tende a aumentar o desejo por doces

A cafeína tem o poder de fazer as pessoas se sentirem mais despertas, mas de acordo com uma pesquisa recente pode também diminuir a capacidade de sentirmos o doce dos alimentos e, consequentemente, aumentar assim a vontade de consumir alimentos açucarados.

A conclusão consta de um estudo realizado na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos da América, que relata que “quando bebemos café cafeinado isso muda a forma como percebemos o sabor durante o tempo em que o efeito permanece. Por isso, se comermos logo depois de beber café cafeinado ou outras bebidas com cafeína iremos ter uma percepção do sabor de forma diferente.”

O estudo

Para chegar a esta conclusão os cientistas dividiram uma comjunto de pessoas em dois grupos: um dos grupos bebeu descafeinado com 200 gramas de cafeína adicionada em laboratório. O outro grupo ingeriu descafeinado com igual quantidade de quinina amarga. Ambos os grupos adicionaram açúcar à bebida e foram alternados, para que provassem também a outra bebida, e depois tiveram que a classificar.
A bebida com cafeína foi considerada a menos doce.

O consumo maior de doces tende a aumentar o risco de incidência de cáries, o que gera consequente impacto no âmbito da odontologia e dos atendimentos odontológicos.

Detalhes adicionais sobre o referido estudo podem ser obtidos aqui

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Primeiro creme dental com cafeína chega ao mercado

Primeiro creme dental com cafeína chega ao mercado

creme dental com cafeínaA Power Toothpaste, primeiro creme dental do mundo que contém cafeína já divulgada como novidade em Janeiro desse ano de 2016 no blog do Dentalis, agora já pode ser adquirida pelo público em geral. Após o sucesso da campanha “crowdfunding” (financiamento coletivo) ter arrecadado mais de US$ 40.000,00, o fabricante enviou apenas 2.000 tubos que haviam sido encomendados. Diferentemente do café, que leva até uma hora para ser completamente absorvido pelo estômago, a Power Toothpaste começa a fazer efeito imediatamente, sendo absorvida pela gengiva.

A Power Toothpaste foi fundada por Dan Meropol e Ian Nappier. Quando os dois empreendedores, que tornaram-se amigos durante o período que frequentaram a Universidade Brown, aprenderam que mais de 30 por cento dos norte-americanos não escovam os dentes duas vezes por dia, eles decidiram encontrar um meio que encorajasse as pessoas a cuidarem melhor de seus dentes e, então, surgiu a ideia do creme dental cafeinado. Eles tiveram imediatamente respostas positivas e alta demanda de consumidores com cerca de 30.000 e-mails inscritos em oito semanas. Meropol e Nappier lançaram a campanha de “crowdfunding” para a Power Toothpaste na plataforma Indiegogo e iniciaram o processo de encomendas.

“Muitas pessoas não estão cuidando de seus dentes, mesmo sabendo que deveriam”, disse Meropol. “Na Power Toothpaste, nós acreditamos que grande parte disso se deve ao fato de que o cuidado bucal não tem sido interessante por décadas, e os produtos que as grandes empresas de pastas de dente estão oferecendo não são bons o suficiente. Nossa missão é fazer do cuidado bucal novamente algo divertido e animador, e acima de tudo, fazer com que as pessoas escovem os dentes”.

Da cozinha para o mundo

“Eu fiz a primeira versão deste creme dental na minha cozinha”, adicionou Nappier. “Assim que eu e o Dan compartilhamos isso com nossos amigos, ficou claro que tínhamos algo. Não apenas o fato de que a pasta de dente cafeinada funcionava, mas também de que as pessoas estavam animadas com algo que elas geralmente não querem: acordar”.

Após um ano de pesquisa, desenvolvimento, refinamento da fórmula, parceria com um fabricante dos Estados Unidos adequado à Food and Drug Administration, e cobertura de imprensa, a empresa enviou os primeiros tubos aos clientes.

“É assustador como isto funciona bem”, declarado em um teste beta de 2 minutos após a escovação de dentes pela primeira vez com a Power Toothpaste. “Quero usá-la todas as manhãs.”

A pasta de dente pode ser comprada on-line pelo preço de US$ 14.99 em www.powertoothpaste.com.

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Novidade: primeiro creme dental do mundo com cafeína

Novidade: primeiro creme dental do mundo com cafeína

creme dental com cafeína
De acordo com a American Dental Association, quase metade dos americanos não escovam os dentes duas vezes por dia. A fim de motivar as pessoas a escovarem os dentes mais regularmente, uma startup dos EUA lançou recentemente a Power Toothpaste, a primeira pasta de dentes do mundo a conter cafeína, que promete eliminar a sonolência matinal durante a limpeza dos dentes.
 
O fundador da Power Toothpaste, Dan Meropol desenvolveu a pasta de dentes juntamente com um amigo. Meropol, que tem um background em consultoria de TI e engenharia de vendas, veio com a ideia depois de saber que muitos americanos têm péssimos hábitos de higiene oral.
 
“Comecei a pensar sobre como eu poderia alterar esta situação e falei com o meu amigo Ian, que vinha pensando como essas manhãs são horríveis. Ele imediatamente sugeriu uma pasta de dentes cafeinada. Depois que Ian formulou o primeiro lote da Power Toothpaste e nossos amigos e familiares nos disseram quão bem ela funcionou, decidi procurar a fabricação em maior escala. Muitos meses de desenvolvimento depois, agora estamos prontos para o lançamento”, disse Meropol ao Dental Tribune Online.
 
Não sendo ele um profissional de odontologia, o inventor falou com um número de dentistas durante o desenvolvimento do creme dental. Além disso, eles colaboraram com um experiente fabricante nos EUA para a formulação e produção.
 
Ao contrário do café, que leva até uma hora para ser absorvido inteiramente através do estômago, a Power Toothpaste começa a trabalhar imediatamente pela absorção através da gengiva, proporcionando um impulso rápido de energia durante a escovação, de acordo com os inventores. “Eu levava horas desde acordar até comprar meu primeiro copo de café na cafeteria para me sentir como eu mesmo. Eu me sentia terrível por uma hora toda manhã”, disse Meropol. “Quando eu escovei os dentes pela primeira vez com a Power Toothpaste, eu percebi que eu não tenho mais que viver assim”.
A Power Toothpaste contém os mesmos ingredientes que outras marcas disponíveis no mercado, incluindo glicerina sorbitol, sílica, água, cafeína, xilitol, carbonato de cálcio, óleo de rícino hidrogenado PEG-40, sabor, dióxido de titânio, goma xantana, mentol, ácido cítrico, citrato de sódio, Magnasweet e sulfato de sódio laurel. Por conseguinte, ela ajuda a remover a placa bacteriana e evitar o acúmulo de tártaro, mas, em contraste ao café, a Power Toothpaste não mancha os dentes.
 
“Na Power Toothpaste, acreditamos que cuidados orais não foram emocionantes por décadas e os produtos que as grandes empresas de pastas de dentes estão oferecendo não são suficientemente bons. A nossa missão é fazer com que o cuidado oral seja divertido e empolgante novamente e, acima de tudo, para levar as pessoas a escovarem os dentes, Meropol concluíu”.
 
A Power Toothpaste está sendo lançada através de uma campanha financiada (crowdfunding) no indiegogo.com em 19 de janeiro de 2016, que irá permitir que os inventores produzam e vendam o produto a nível nacional. Meropol também revelou que eles estão trabalhando na oferta de remessa internacional.
 
Mais informações sobre o produto podem ser encontradas no www.powertoothpaste.com.
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Bebidas energéticas com cafeína podem aumentar risco de diabetes

Bebidas energéticas com cafeína podem aumentar risco de diabetes

energéticos
Pesquisadores canadenses testaram os efeitos de bebidas energéticas cafeinadas entre adolescentes e sugerem que a cafeína inibe a capacidade do organismo para lidar com uma carga elevada de açúcar. Eles acreditam que isso possa levar à resistência à insulina, situação em que o corpo produz quantidades cada vez maiores de insulina para limpar o açúcar que circula no sangue e nos tecidos.
 
Heidi Virtanen, da Universidade de Calgary, líder do estudo, explica que os resultados mostram que o consumo de bebidas energéticas contendo cafeína pode contribuir para um aumento de 20 a 30% nos níveis de insulina e de glicose em resposta a uma carga alta de glicose. Uma vez que a cafeína persiste no organismo durante 4 a 6 horas após o consumo, a resistência à insulina associada a este consumo pode contribuir para o aumento do risco metabólico em indivíduos susceptíveis através da interferência persistente com o metabolismo normal de glicose, principalmente quando consumidas por adolescentes.
 
Os pesquisadores observam que, apesar da advertência em rótulos de bebidas energéticas cafeinadas dizerem que elas não são adequadas para crianças, o marketing muitas vezes torna-as atraentes para crianças, adolescentes e adultos jovens. Estima-se que, no Canadá, cerca de 30% dos adolescentes bebem regularmente este tipo de bebida, enquanto 50% dos atletas consomem-nas em tempo integral.
 
O estudo envolveu 10 homens e 10 mulheres com idades entre 13 a 19 anos. Após jejum de 24 horas, abstendo-se de cafeína e sem exercício, os adolescentes foram aleatoriamente designados a tomar ou uma bebida energética com cafeína ou uma sem cafeína. Ambas as bebidas energéticas estavam livres de açúcar, de modo a determinar os efeitos da cafeína na bebida.
 
As amostras de sangue foram retiradas periodicamente durante um período de 2 horas e um teste de glicose oral padrão foi administrado 40 minutos depois da ingestão da bebida.
 
Os resultados apresentaram um aumento de 25% nos níveis de glicose no sangue ao longo de um período de 2 horas para aqueles que tomaram a bebida com cafeína em comparação com aqueles que consumiram a versão descafeinada. Elevações da glicose com a bebida energética contendo cafeína foram acompanhadas por um aumento de 26% nos níveis de insulina. Os pesquisadores dizem que, como a meia-vida da cafeína é na faixa de 4 a 6 horas, estes resultados sugerem que o consumo de uma bebida energética contendo cafeína por adolescentes pode afetar a regulação da glicose por horas depois do consumo.
 
Os resultados, apresentados no Congresso Mundial de Diabetes em Vancouver, devem ser avaliados com cautela, pois eles ainda não foram publicados em um periódico médico e trata-se de um estudo com pequeno número de participantes. Este também é um estudo piloto, por isso, outras pesquisas serão necessárias para confirmar os resultados.
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