células tronco

Dentistas criam método inovador para obtenção de células-tronco

Dentistas criam método inovador para obtenção de células-tronco

Um grupo de pesquisadores conseguiu desenvolver um método que permite quadruplicar o número de células-tronco extraídas a partir da polpa da raiz do dente. O objetivo, de acordo com os dentistas responsáveis pela pesquisa, é encontrar uma solução para o tradamento de várias patologias.

De acordo com a comunidade científica, as células-tronco oferecem uma nova esperança no tratamento de várias doenças, uma vez que são mais eficazes no tratamento de várias patologias crônicas e terminais.

Terceiros molares

Os pesquisadores da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, que agora criaram um novo método de extração de células-tronco a partir da polpa da raiz do dente, defendem que a grande dificuldade está ligada à dificuldade de obtenção de células-tronco em quantidade suficiente para que sejam utilizadas em condições adequadas. Nesse sentido, descobriram que os terceiros molares podem ser uma fonte abundante deste tipo importante de células.

Karl Kingsley, um dos responsáveis pelo estudo, comenta que “cada vez mais adultos removem o dente do siso. Extrair dentes é relativamente comum em pacientes que realizam tratamentos ortodônticos. E a maioria destes dentes são saudáveis e contêm polpa da raiz do dente viável que oferece condições para reprodução de células que tenham sido danificadas ou destruídas por doenças”.

Para aproveitar esta oportunidade, os cientistas daquela universidade criaram um método que faz a cisão do dente ao meio com uma taxa de sucesso de 100% de sucesso, permitindo o acesso e extração das células-tronco.

Mais detalhes a respeito deste trabalho podem ser obtidos aqui.

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Como guardar e preservar as células tronco dos dentes decíduos de seus filhos

Como guardar e preservar as células tronco dos dentes decíduos de seus filhos

dente decíduoOs dentes decíduos não alimentam apenas a imaginação infantil sobre a fada do dente, como também a de muitos cientistas ao redor do mundo que estão transformando as células-tronco de sua polpa em diferentes tecidos do nosso corpo, como ossos, cartilagens, músculos, órgãos, entre outros. Sabendo disso, cuidar dos dentes de leite é importante para todos e fundamental para quem quer guardar suas células-tronco e se prevenir para o futuro.

Sendo assim, como funciona a extração do dentinho para guardar as suas células? Abaixo, seguem cinco dicas feitas pela R-Crio, Centro de Tecnologia Celular especializado em armazenar as células-tronco dos dentes de leite.

1- Extração: nada de amarrar barbantes, linhas, fio dental e arrancar o dentinho no tranco

Todo tesouro deve ser bem cuidado. As células-tronco são muito especiais, mas não podem ser retiradas de um dentinho que já caiu. Não vale fazer a extração de qualquer jeito, em qualquer lugar e por qualquer pessoa; ela deve ser feita por um dentista confiável, com toda experiência e que esteja credenciado a um Centro de Tecnologia Celular (CTC).

2- Higiene é fundamental

Na nossa boca estão presentes diversas bactérias que podem comprometer o dente quando retirado em casa. O dentista é o melhor profissional para orientar e fazer a extração. Ela deve ocorrer quando o dentinho ainda possuir um terço da raiz ou estiver aparentemente mole. Isso também pode evitar quaisquer possíveis traumas à criança.

Para garantir a qualidade do material, o dentinho precisa ser extraído por um dentista no consultório. Após esse procedimento, o material deve ser enviado em até 48 horas para o laboratório, onde as células-tronco serão extraídas e multiplicadas, além de passarem por testes que comprovarão sua qualidade e aplicabilidade. Ou seja, não valem dentinhos deixados no travesseiro, caixinhas ou gavetas para “recordação”.

3- Armazenamento: a fada do dente fica no laboratório

É no laboratório que a mágica acontece. Lá as células-tronco são extraídas e expandidas, para no final serem armazenadas em tanques de nitrogênio líquido, a -196°C. O armazenamento deve, necessariamente, ser feito junto a um Centro de Tecnologia Celular (CTC) especializado em células-tronco de dentes decíduos, que esteja credenciado ao Conselho Federal de Odontologia (CFO) e tenha as licenças de funcionamento emitidas pela Anvisa. A R-Crio, Centro de Tecnologia Celular especializado em armazenar as células-tronco do dente de decíduo deccom laboratório em Campinas (SP), já nasceu com esse propósito e atua no Brasil inteiro.

4- Regeneração: de olho na medicina do futuro

Por apresentarem grande potencial para auxiliar na regeneração de diversos tecidos humanos, atualmente diversas pesquisas com células-tronco estão sendo realizadas. Ao extrair e armazenar as células do dentinho do seu filho, você – mãe ou pai – está assegurando a possibilidade de tratamentos inovadores com base nas pesquisas que envolvem a medicina regenerativa, em caso de futura necessidade, inclusive no tratamento de diabetes, Alzheimer, problemas cardíacos, entre outros problemas.

5- Referências: o dente de decíduo levou nossos cientistas à Nasa

De acordo com dados do National Institutes of Health (NIH), existem no mundo mais de cinco mil testes clínicos com células-tronco, em estágio avançado. Somente em 2015 foram feitos mais de 533 estudos clínicos utilizando as células-tronco mesenquimais, boa parte delas provenientes da polpa do dente de leite. As pesquisas sobre células-tronco mesenquimais foram abordadas em abril deste ano no Space Life Sciences Laboratory (uma parceria entre o Governo da Flórida e a NASA), nos Estados Unidos por especialistas da R-Crio, que foram convidados para se apresentarem por lá. E a parceria não parou por aí. Juntos, muitas novidades sobre ciência e educação estão por vir.

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