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Como combater a má digestão nas festas de fim de ano

Como combater a má digestão nas festas de fim de ano

Quem nunca teve um problema digestivo? Isso é muito comum, mas quando chegam as festas de fim de ano, o risco aumenta. Queiramos ou não, saímos de nossa rotina alimentar e acabamos por exagerar um pouco.

Mas para se prevenir de qualquer mal estar, deixamos aqui algumas dicas de plantas que você pode ter em casa ou levar para suas festas.

Para quem tem gastrite ou qualquer sensibilidade estomacal, a Espinheira Santa é a melhor opção. Tome 1 cáps antes das refeições. Ela protege o estômago e alivia a dor. Pode ser usada também na forma de extrato fluido para casos de refluxo, pingando 20 gotas em água para tomar da mesma forma.

Plantas para ajudar na má digestão e ressaca

Geralmente os problemas mais comuns são a má digestão e a ressaca. Nesses casos, o Boldo do Chile e a Alcachofra são as plantas mais indicadas. Podem ser usadas juntas, na forma de chá, ou num composto em extrato fluido. No caso de ressaca, basta pingar 25 gotas do composto – boldo e alcachofra – em um pouco de água e tomar 2 a 4 vezes ao dia.

Outras plantas como a Carqueja e Cardo Mariano também possuem ação digestiva e hepatoprotetora, além de aliviar os sintomas de ressaca.

Nos casos de cólicas e desconfortos causados por formação de gases, você pode ter em casa as plantas carminativas. São elas o Hortelã, Funcho, Sálvia, Erva-doce, Menta e Alfavaca. Podem ser consumidas na forma de chá ou tintura. Uma tintura composta por Sálvia, Menta, Alfavaca e Funcho é uma excelente opção. Pode pingar 25 a 30 gotas em um pouco de água e tomar após as refeições ou quando for necessário.

Todas essas plantas contra má digestão e a ressaca, podem ser de grande ajuda não somente nas épocas de festas de final de ano, mas para se ter por perto o ano inteiro.

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Mastigar menos e mais lentamente reduz nível de glicose no sangue

Mastigar menos e mais lentamente reduz nível de glicose no sangue

mastigando lancheLembra-se dos tradicionais conselhos sobre mastigar a comida dezenas de vezes antes de engolir? Talvez seja melhor esquecê-los.

“Os contos da carochinha para mastigar e mastigar e mastigar como uma vaca são realmente contraproducentes quando se trata da resposta glicêmica,” explicam Christiani Jeyakumar e Verena Tan, que estudaram o assunto em conjunto com seu professor Yung Seng Lee, do Instituto A*STAR de Ciências Clínicas (Cingapura).

Os experimentos mostraram que mastigar mais lentamente e menos vezes libera menos glicose na corrente sanguínea do que uma mastigação rápida e contínua.

Picos dos níveis de açúcar no sangue – conhecidos como resposta glicêmica – podem aumentar o risco de uma pessoa desenvolver obesidade, doenças cardíacas e diabetes tipo 2.

“Estes resultados são gratificantes porque o tempo e a frequência de mastigação são comportamentos que podemos mudar conscientemente,” disse o professor Yung Lee.

Mastigue menos e engula porções maiores

A resposta glicêmica aos alimentos varia consideravelmente de pessoa para pessoa. A equipe queria identificar formas não medicamentosas e não invasivas para que cada um consiga reduzir essa resposta.

Eles analisaram a resposta glicêmica de 75 indivíduos saudáveis comendo pratos de arroz sob diversas condições e compararam os parâmetros da mastigação – frequência e duração por bocado -, teor de saliva e o tempo necessário para que o estômago voltasse a se esvaziar.

Amostras de sangue e de saliva foram retiradas dos participantes antes e depois de cada refeição. Seus movimentos mandibulares foram monitorados através de eletrodos sobre a pele e a atividade estomacal foi medida utilizando um aparelho de ultra-som.

Para dois tipos de arroz usados nos testes, uma taxa de mastigação mais lenta e engolir bocados maiores resultou na redução dos níveis de açúcar no sangue após a refeição e no esvaziamento mais rápido do estômago.

Comida como medicamento

A equipe se diz empenhada em encontrar maneiras de controlar os níveis de açúcar no sangue sem usar medicamentos.

Em vez disso, eles propõem o uso de técnicas simples, como mastigar menos e engolir bocados maiores, e ingerir ingredientes como ervilhas, pistaches ou nozes – ou farinha de banana verde.

“A comida é o novo medicamento – este é o nosso mantra,” disse Christiani Jeyakumar.

Os resultados foram publicados no European Journal of Nutrition.​

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