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Semana da Saúde Bucal: uma ideia válida e muito interessante

Semana da Saúde Bucal: uma ideia válida e muito interessante

De 7 a 13 de Agosto de 2017, a Associação Dentária Australiana (ADA) celebrou a “Dental Health Week” (Semana da Saúde Bucal), a maior campanha de saúde bucal do país. O evento busca conscientizar e salientar a importância da saúde bucal entre a população, e motivar os profissionais da odontologia a tornarem-se mais ativamente engajados entre si e com a comunidade que atendem.

Com o tema “Oral health for busy lives” (Saúde bucal para vidas ocupadas), a Semana da Saúde Bucal deste ano estimula as pessoas a considerar o quanto fácil a prática de higiene bucal pode ser encaixada na rotina diária, independentemente de quanto corrida essa seja. Escovar os dentes e usar o fio dental leva poucos minutos, e a consulta ao dentista para revisões pode promover uma saúde bucal que irá se refletir em economia de tempo, dinheiro e na prevenção de problemas sérios de saúde.

Medidas simples e eficazes

Como parte da Semana de Saúde Bucal, a ADA ofereceu quatro dicas simples para todos, não importa quão ocupados sejam. Dentistas são encorajados a comunicar as seguintes dicas aos pacientes, e que consideramos importante destacar:

1. Escovar os dentes duas vezes ao dia, com creme dental fluoridificado.
2. Usar o fio dental no mínimo uma vez ao dia.
3. Comer saudavelmente. Reduzir a ingestão de bebidas e alimentos açucarados.
4. Consultar um dentista regularmente para check-ups.

Profissionais da odontologia podem encontrar orientação (em inglês) para promover seus próprios eventos durante a campanha profissional em www.ada.org.au/Dental-Health-Week.

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Como diminuir riscos de falha do implante em fumantes

Como diminuir riscos de falha do implante em fumantes

fumandoUm estudo chinês comparando a estabilidade do implante e resposta tecidual do peri-implante em grandes fumantes e não fumantes verificou que fumar não afeta o sucesso global da cirurgia de implante, como todos os implantes realizaram osteointegração e sem complicações pelo menos até o final da décima segunda semana após a colocação. No entanto, o tabagismo causou ao osso ao redor dos implantes uma cura mais lenta; assim, implantes começaram a osteointegração consideravelmente mais tarde do que o previsto no grupo de não fumantes.

A pesquisa tem demonstrado que o tabagismo pode afetar negativamente o implante e a integração óssea. A fim de melhorar os resultados do tratamento e evitar falha do implante, cirurgiões precisam ter uma compreensão exata de como o hábito irá afetar o processo de cicatrização.

No atual estudo, implantes 45 ITI (Straumann) foram colocados em mandíbulas posteriores de 32 pacientes do sexo masculino parcialmente edentados, dos quais 16 eram fumantes pesados e 16 não fumantes. A estabilidade do implante e resposta tecidual do peri-implante foram avaliados em três, quatro, seis, oito e doze semanas de pós-operatório.

Problemas na integração óssea dos implantes

Apesar dos implantes em ambos os grupos terem integração óssea pelo final da 12ª semana, o processo de cicatrização diferiu significativamente entre não fumantes e fumantes pesados. Em não fumantes, a estabilidade melhorada e os implantes começaram a integrar melhor ao osso após à segunda semana. No grupo de fumantes, porém, só começou a integração óssea dos implantes e se tornaram mais estáveis após à terceira semana.

Apesar dos resultados a curto prazo em ambos os grupos, fumantes tiveram mais problemas, incluindo uma maior perda óssea ao redor dos implantes e nas bolsas mais profundas de tecidos moles. No entanto, fumar não teve efeito significativo sobre a placa bacteriana ou sangramento sulcular no grupo de estudo.

À luz das conclusões, os pesquisadores sugerem que os cirurgiões talvez necessitem alterar seu planejamento padrão de carga do implante para pacientes que fumam fortemente. Além disso, fumantes devem estar cientes de que o hábito favorece a perda de osso marginal e o desenvolvimento dentário de bolsas e poderia assim levar a complicações mesmo após a integração óssea, eles concluíram.

O estudo intitulado “Efeito de fumantes pesados sobre implantes dentários colocados nas mandíbulas posteriores de pacientes do sexo masculino: Um estudo clínico prospectivo”, foi realizado por pesquisadores do First Affiliated Hospital of Xi’an Jiaotong Xi’an na China. Os resultados foram publicados em dezembro de 2016 no Journal of Oral Implantology.

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Dicas práticas para favorecer o crescimento de sua clínica odontológica

Dicas práticas para favorecer o crescimento de sua clínica odontológica

gráfico de crescimentoQualquer negócio enfrenta inúmeros desafios, sobretudo em mercados saturados, como é o caso da Odontologia em nosso país onde a cada ano surgem milhares de novas clínicas.
Mas de acordo com Garth Hatch, consultor de consultórios odontológicos nos EUA e fundador do Dental Specialist Institute, mesmo num cenário de pouco crescimento econômico é possível levar a gestão de uma clínica odontológica a bom termo e de forma mais eficiente seguindo algumas dicas bem simples.

Relação com o cliente

Um dos quesitos mais importantes no crescimento de uma clínica odontológica é a construção de uma boa relação profissional e paciente.
“Nada fará maior diferença no sucesso da sua clínica do que construir e manter relações sólidas com o dentista”, explica. Isso passa também por colocar à disposição da sua equipe tudo o que for necessário para que estes possam atender os clientes da forma mais adequada possível.

Aposte no Marketing

Sim, uma clínica odontológica também precisa investir em Marketing, principalmente através da contratação de pessoal especializado e dedicada a essa atividade. “Tem de ser uma pessoa que consiga estabelecer relações sólidas com o resto da equipe e que sirva também como uma espécie de ‘embaixador’ para a clínica”.

Comunique, comunique, comunique!

Encontre uma forma de se comunicar de forma regular com os seus clientes e com os membros da sua equipe. Uma das melhores formas de operacionalizar isto é através da criação de uma newsletter regular que vá de encontro aos interesses do cliente. “Deve ser informativa e ao mesmo tempo numa linguagem acessível tornando sua leitura agradável para o seu cliente, do contrário certamente irá parar na caixa de lixo eletrônico”, explica o consultor.

Inclua artigos, fotografias dos eventos da sua clínica e informações sobre eventuais promoções. O objetivo é que os seus clientes nunca se esqueçam de que você e sua clínica existem e estão a sua disposição para ser.

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Dicas simples de como lidar com crianças impacientes no consultório

Dicas simples de como lidar com crianças impacientes no consultório

criança com medo de dentistaEste problema tem sido um dos temas preferidos de várias pesquisas científicas: como amenizar a ansiedade das crianças que precisam de tratamento odontológico? A verdade é que não conseguir tranquilizar pacientes bem jovens pode colocar em risco os tratamentos necessários, mas existem algumas dicas simples que podem tornar a sua clínica mais amigável e evitar que as crianças fujam da cadeira.

Invista algum tempo conversando com o paciente antes da consulta

Se você vai tratar uma criança que habitualmente fica ansiosa é importante falar com ela antes da consulta para mostrar que é uma pessoa normal e amigável e que não existe razão para ter nenhum receio. Importante que o profissional consiga estabelecer uma relação de confiança com o seu jovem paciente.

Reforço positivo

Ir ao dentista é uma experiência pouco familiar para a maioria das crianças, especialmente se for a primeira vez. Muitas crianças não sabem como agir, como se sentar ou como se comportar quando estão na cadeira do dentista. Procure comentar com a criança sobre a forma como ela vem se comportando durante o atendimento, reforçando assim comportamentos que se mostram adequados, fazendo ver a ela que tudo corre muito bem.

Distraia a criança

Qualquer odontopediatra está preparado para tranquilizar as crianças com truques ou brincadeiras. Decorar os consultórios com objetos coloridos, jogos e tvs sintonizadas em canais com desenhos animados também ajuda.

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Dicas para fidelizar os seus pacientes

Dicas para fidelizar os seus pacientes

cliente felizFidelizar o paciente, este é o grande segredo do sucesso no dia a dia de um consultório odontológico.

E para que essa fidelização aconteça temos como um dos maiores problemas em várias áreas da saúde: fazer com que o paciente confie e decida optar pelo tratamento sugerido pelo clínico. Mas segundo Peter Bering, existe solução, e para tanto basta ficar atento a estes pontos:

  1. Não saber as preferências do paciente – De acordo com o especialista, além de avaliar as necessidades do paciente, é importante que se conheça qual a percepção do paciente em relação ao seu próprio estado de saúde. Se não houver uma sintonia entre estas duas perspetivas dificilmente conseguirá que o seu paciente venha aderir ao tratamento;
  2. Falta de confiança – Qualquer experiência na área da saúde deve basear-se na confiança entre o clínico e o paciente. Ora essa confiança é habitualmente influenciada por fatores como “credibilidade, confiança e um nível de interesse próprio”, informa;
  3. Preocupação em relação ao tratamento – “Cerca de 50% dos pacientes revelam algum nível de ansiedade em relação a um tratamento”, revela o especialista. Por isso é importante que tente entender quais aspetos mais preocupam o paciente;
  4. Comunicação – Comunique, comunique, comunique. Compartilhe com o seu paciente porque é que decidiu optar por determinada opção de tratamento e explique todos os processos;
  5. Faça com que o seu cliente se sinta bem – Se souber cativar o seu paciente e fazer com que este se sinta bem durante as consultas e os tratamentos terá a garantia de que ele certamente voltará à sua clínica.

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Dicas para manter o cérebro sempre jovem

Dicas para manter o cérebro sempre jovem

cerebro
O cérebro precisa de cuidados e atenção para garantir um funcionamento suave e eficiente.
 
Mas, em vez de um manual de manutenção detalhado de uma máquina, tudo o que temos são conselhos vindos da comunidade científica – muitos deles contraditórios e confusos.
 
Veja aqui aquelas que têm maior suporte de estudos experimentais mais recentes.
 
Não perca a fé em suas habilidades
 
Temos a tendência a acreditar que a perda de memória é um problema decorrente do envelhecimento. Mas alguns lapsos – como chegar a um local e esquecer o que foi fazer ali – podem afetar jovens ou idosos com a mesma frequência e intensidade.
 
Por isso, não deveríamos nos apressar em assumir que tudo é culpa da idade, já que dúvidas podem ser uma espécie de autoprofecia.
 
Nos últimos dez anos, Dyana Touron, da Universidade da Carolina do Norte, descobriu que com a idade, temos a tendência de perder a confiança nas nossas habilidades mentais, mesmo quando elas estão funcionando perfeitamente. O resultado é que acabamos dependentes de “muletas”, como o GPS do carro ou a agenda do celular.
 
Mas, ironicamente, ao não nos colocarmos diante de desafios, podemos acelerar nosso próprio declínio mental. Portanto, se você se encontrar diante de uma porta não sabendo onde deveria estar, veja a situação como uma oportunidade para forçar um pouco mais a memória.
 
Proteja seus ouvidos
 
A mente sofre se for isolada dos cinco sentidos. E a perda auditiva parece detonar a perda da massa cinzenta do cérebro, provavelmente por colocar uma ênfase na atenção e por nos bloquear de estímulos úteis. O problema aumenta em 24% o risco de atraso cognitivo durante um período de seis anos, segundo um estudo recente.
 
Assim, qualquer que seja a sua idade, vale a pena ter consciência das situações que poderiam estar acelerando a deterioração da audição. Escutar música em alto volume por apenas 15 segundos por dia já é suficiente para prejudicar os ouvidos. Secadores de cabelos e aspiradores de pó são outras companhias ruins para os ouvidos.
 
Aprenda um novo idioma ou a tocar um instrumento
 
Em vez de dedicar vários minutos do dia a algum passatempo ou aplicativo que promete “treinar seu cérebro”, que tal tentar um exercício mental mais ambicioso, como aprender a tocar um instrumento ou falar uma nova língua?
 
Ambas as atividades requerem uma ampla gama de habilidades, exercitando a memória, a atenção, a percepção sensorial e o controle de motricidade enquanto você tenta executar uma nova canção ou pronunciar os sons estranhos de novas palavras.
 
Os benefícios tendem a durar até a idade avançada. Um estudo publicado no ano passado descobriu que músicos têm 60% menos chances de desenvolver demência do que as pessoas que não tocam instrumentos. Outra pesquisa mostrou que falar outro idioma pode atrasar em cinco anos o diagnóstico do mal de Alzheimer.
 
A aprender uma nova atividade que envolva movimentos físicos parece ser particularmente eficaz, como mostrou um estudo recente com pessoas que combateram a perda de memória aprendendo a pintar.
 
Modere na comida porcaria
 
A obesidade pode prejudicar o cérebro de muitas maneiras. O acúmulo de colesterol nas artérias pode restringir o fluxo sanguíneo para o cérebro, deixando-o sem os nutrientes e o oxigênio que ele precisa para funcionar bem.
 
Além disso, os neurônios são bastante sensíveis ao hormônio insulina, produzido pelo pâncreas. Comer alimentos doces e calóricos com frequência pode embaralhar a liberação da insulina, dando início a uma reação em cadeia que leva à produção de placas letais que podem se acumular no cérebro.
 
A boa notícia é que certos nutrientes – como o ômega 3 e outros ácidos graxos, e as vitaminas D e B12 – parecem ter um efeito “limpante” e reduzem os prejuízos provocados pela idade no cérebro.
 
Isso pode explicar por que idosos que sempre mantiveram uma dieta tipicamente mediterrânea – à base de peixes, legumes, verduras e baixo teor de gordura – tendem a mostrar as mesmas habilidades cognitivas que pessoas sete anos mais novas.
 
Concentre-se no corpo
 
Gostamos de fazer uma distinção clara entre o corpo e a mente, mas, na realidade, estar em boa forma física é uma das melhores maneiras de manter o cérebro funcionando bem.
 
A atividade física não só estabelece um melhor fluxo sanguíneo para o cérebro, mas também libera uma grande quantidade de proteínas que ajudam a estimular o crescimento e a manutenção de conexões neurais.
 
Os benefícios são notados desde o berço: crianças que vão a pé para a escola costumam tirar melhores notas, enquanto idosos que fazem caminhadas regulares – mesmo que não sejam vigorosas – têm mais concentração e memória.
 
Não deixe de viver a vida
 
Se todas essas mudanças de rotina parecem algo difícil de adotar, saiba que uma das melhores maneiras de proteger o cérebro dos efeitos do tempo é socializar. O ser humano é uma criatura social, e nossos amigos e parentes nos estimulam, nos desafiam a ter novas experiências e nos ajudam a descarregar o estresse e as mágoas.
 
Surpreendentemente, um estudo com voluntários com idades em torno de 70 anos mostrou que os mais ativos socialmente tinham 70% menos chances de experimentar um declínio cognitivo em um período de 12 anos, em comparação com aqueles com uma vida mais reclusa. Da memória e da atenção à velocidade de processamento mental, tudo parece se beneficiar do contato regular com outras pessoas.
 
Ou seja, não há uma fórmula mágica única para treinar o cérebro. As pessoas que envelhecem melhor têm um estilo de vida que incorpora um pouco de tudo: uma alimentação variada, atividades estimulantes e um círculo de amigos queridos. Uma receita que também vale para quem quer ter uma vida feliz e saudável.
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