Boa saúde bucal traz benefícios extras a pacientes hipertensos

Pacientes com uma pressão arterial alta que façam uso de medicação anti-hipertensiva têm maiores chances de responderem melhor ao tratamento se mantiverem uma boa saúde bucal. A conclusão é de um estudo recentemente publicado na revista científica ‘Hypertension’, da American Heart Association.

Amostragem de 3.600 pacientes

No âmbito deste estudo, os pesquisadores analisaram o histórico clínico de 3.600 pacientes hipertensos, onde aqueles com gengivas saudáveis apresentaram uma pressão arterial menor e respondiam de forma mais positiva à medicação anti-hipertensiva, quando comparados aqueles também hipertensos portadores de doenças gengivais.

Risco aumentado para aqueles que descuidam da saúde bucal

Os resultados agora publicados demonstram que os pacientes com doença periodontal, têm 20% menos possibilidade de atingir níveis de pressão arterial saudáveis comparativamente aqueles com uma boa saúde bucal.

“Os pacientes que sofrem de pressão arterial alta e os clínicos que tratam deles devem estar conscientes de que uma boa saúde bucal é tão importante para controle da hipertensão quanto práticas já amplamente documentadas como alterações no estilo de vida, prática regular de atividade física, adoção de dietas com baixo teor de sal e controlo de peso”, ressaltam os pesquisadores.

Mais detalhes desse estudo pode ser encontrado aqui. https://newsroom.heart.org/news/poor-oral-health-linked-to-higher-blood-pressure-worse-blood-pressure-control?preview=dcc6

 

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Polêmica: pessoas mais altas têm maior risco para o câncer

Para a maioria dos cânceres, o risco de adquirir a doença aumenta fortemente com a idade.

Mas, e quanto ao efeito de ter mais células no corpo? Em outras palavras, será que as pessoas mais altas podem ser mais propensas ao câncer porque têm mais células?

A resposta é sim, garante o professor Leonard Nunney, um biólogo evolucionário da Universidade da Califórnia (EUA).

23 categorias de câncer

Nunney examinou dados de quatro projetos de rastreio – exames preventivos – de larga escala cobrindo 23 categorias de câncer.

Cada um desses estudos estabeleceu que os indivíduos mais altos têm um maior risco de adquirir o câncer, com o risco geral aumentando em cerca de 10% a cada 10 centímetros de aumento da altura.

Outros pesquisadores contestaram essa ideia, propondo que os fatores que agem no início da vida – nutrição, saúde, condições sociais – influenciam independentemente a altura e o risco de câncer.

Mas Nunney diz que seus dados não confirmam essa hipótese.

“Eu testei a hipótese alternativa de que a altura aumenta o número de células e que ter mais células aumenta diretamente o risco de câncer. Os dados apoiaram fortemente esta hipótese simples. Para a maioria dos cânceres, a intensidade do efeito da altura é previsível a partir do aumento do número de células,” disse ele.

Os resultados foram publicados na revista científica Proceedings of the Royal Society B.

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Câncer de boca: cresce de forma preocupante

A Oral Health Foundation divulgou um estudo sobre o câncer oral, no Reino Unido, que revelou um aumento considerável do número de casos diagnosticados anualmente e uma preocupante falta de consciencialização para os sintomas da doença.

De acordo com o estudo, 45% dos britânicos ouvidos mostram não ter qualquer tipo de conhecimento sobre a doença, com três em cada quatro (75%) indicando total desconhecimento dos sintomas da doença.

Nigel Carter, CEO da Oral Health Foundation, destaca que “é extremamente preocupante ver a falta de conhecimentos básicos sobre a doença, sobretudo à medida que vai afetando mais pessoas a cada ano. Durante muito tempo, o câncer oral pareceu estar estabilizado.” É o momento de olharmos com ainda mais atenção e ficarmos atentos à progressão desta grave doença. O Brasil é o terceiro país com maior incidência dessa doença no mundo, ficando apenas atrás da Índia e República Checa. Homens acima dos 40 anos encabeçam a liderança das estatísticas.

Os principais resultados desse estudo Inglês revelaram que:

  • Os novos casos de câncer oral no Reino Unido chegam a 8.302 por ano, um incremento de 49% quando comparado à média da última década;
  • 56% dos casos surgem na língua e nas amígdalas;
  • Em 2017, 2.722 britânicos perderam a vida devido ao câncer oral;
  • Nove em cada dez (88%) britânicos adultos já ouviram falar do câncer oral, mas apenas 8% se mostraram seguros no que diz respeito aos seus conhecimentos sobre a doença;
  • 75% não sabem os principais sinais e sintomas da doença;
  • 58% dos casos de câncer oral são diagnosticados em pessoas entre os 56 e os 74 anos de idade; 22% em pessoas entre os 35 e os 55 anos de idade; e 20% são diagnosticados em pessoas entre os 75 e os 90 anos de idade;
  • 67% dos casos são diagnosticados em homens.

O estudo citado pode ser acessado aqui.

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Descoberta: convertendo feridas em pele saudável

Cientistas criaram o que eles próprios chamam de “uma alquimia da cura” de ferimentos: A superfície dos ferimentos agora pode ser transformada diretamente em pele.

O objetivo é deixar no passado cirurgias plásticas para tratar grandes problemas cutâneos, incluindo aqueles vistos em pessoas com queimaduras graves, escaras ou doenças crônicas, como diabetes.

Em vez de curativos e medicamentos, as células do ferimento aberto são transformadas diretamente em novas células da pele.

A técnica baseia-se na reprogramação das células para um estado semelhante a células-tronco, e poderá ser útil também para combater os efeitos do envelhecimento e ajudar a entender melhor o câncer de pele.

“Nossas observações constituem uma prova de conceito inicial da regeneração in vivo de um tecido tridimensional inteiro, como a pele, e não apenas tipos de células individuais, como mostrado anteriormente.

“Esse conhecimento pode ser útil não apenas para melhorar o reparo da pele, mas também servir para orientar estratégias regenerativas in vivo em outras situações patológicas humanas, bem como durante o envelhecimento, no qual o reparo tecidual é prejudicado,” disse o professor Juan Carlos Izpisua Belmonte, do Instituto Salk (EUA).

Conversão de células

As chamadas úlceras cutâneas – ferimentos que podem se estender por múltiplas camadas da pele – são tipicamente tratadas cirurgicamente, através do transplante de pele para cobrir o ferimento. No entanto, quando a úlcera é especialmente grande, pode ser difícil para os cirurgiões enxertarem pele suficiente.

Um passo crítico na recuperação do ferimento é a migração – ou transplante – dos queratinócitos basais para as feridas. Essas células semelhantes a células-tronco atuam como precursoras dos diferentes tipos de células da pele. Mas ferimentos grandes e graves que perderam múltiplas camadas de pele não têm mais queratinócitos basais.

A nova técnica permite converter diretamente outras células presentes no local em queratinócitos basais – sem nunca tirá-las do corpo. Para reprogramar as identidades das células, a equipe identificou 55 fatores de reprogramação (proteínas e moléculas de RNA). Então, através de tentativa e erro e experimentos adicionais em cada fator de reprogramação potencial, a equipe reduziu a lista a quatro fatores que podem mediar a conversão para queratinócitos basais.

Quando a equipe tratou topicamente as úlceras cutâneas em camundongos com os quatro fatores, as úlceras desenvolveram uma pele saudável (conhecida como epitélio) em 18 dias. Aos três e seis meses mais tarde, as células geradas comportaram-se como células saudáveis da pele em vários testes moleculares, genéticos e celulares.

“Antes de ir para a clínica, temos que fazer mais estudos sobre a segurança a longo prazo da nossa abordagem e aumentar a eficiência tanto quanto possível,” disse Masakazu Kurita, membro da equipe.

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Impressão 3D na Odontologia

O mercado global da impressão 3D deverá valer cerca de 25,7 bilhões de dólares até 2030, uma aposta que deverá ser liderada pelos setores de odontologia e medicina, revela um estudo recentemente publicado. Este número é confirmado pela SmarTech Publishing, que no início deste ano previa que até ao ano de 2027, o mercado de impressão 3D na odontologia valesse cerca de 9,5 bilhões de dólares.

Agora, de acordo com portal espanhol Odontologos.mx, se prevê um grande crescimento desse segmento, prevendo-se que o desenvolvimento aconteça em duas fases: a reinvenção de produtos já existentes, até 2020; e o surgimento de materiais cada vez mais inovadores e metodologias de impressão otimizadas.

A publicação explica que esta evolução deverá ser especialmente relevante no mercado da odontologia, com cada vez mais empresas e pesquisadores da área com foco no potencial para esta tecnologia na reinvenção de próteses dentárias, aparelhos ortodônticos e implantes dentários.

Como exemplo desta evolução, recentemente um robot implantou, pela primeira vez, dentes impressos em 3D na boca de um paciente, relata a publicação. Também na International Dental Show (IDS), que acontecerá em março de 2019, em Colônia, na Alemanha, estas tecnologias estarão em grande destaque, à semelhança do que já aconteceu em edições anteriores .

Muitas novidades

A edição do próximo ano terá maior espaço de exposição comparada às anteriores edições e será a “mais diversa”, contando com mais produtos, desenvolvimentos e tendências do setor. Arkus Heibach, Executive Director da Association of German Dental Manufacturers (VDDI), e um dos responsáveis pelo evento, destaca que “a IDS 2019 irá apresentar os mais recentes desenvolvimentos em materiais e procedimentos, bem como novas oportunidades para que os dentistas e técnicos em prótese dentária possam, de forma otimizada, trabalhar em conjunto. Aqui os sistemas digitais, as ferramentas de planeamento, as diferentes opções de produção e a sua aplicação podem ser experimentadas de perto e com uma diversidade que não pode ser encontrada em mais nenhum lugar.”

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Dentista líder: uma reflexão sobre estilos de liderança

Quer quer seus funcionários deem o melhor e cheguem aos melhores resultados? Um bom começo é lembrar de sempre ser gentil com eles.

Demonstrar compaixão aos subordinados sempre compensa, especialmente quando esse estilo de liderança é combinado com a aplicação de metas e pontos de referência claros.

“Ser benevolente é importante porque pode mudar a percepção que seus seguidores têm de você. Se você sente que seu líder ou chefe realmente se preocupa com você, você pode se sentir mais envolvido no trabalho que faz por eles,” disse o professor Chou-Yu Tsai, da Universidade de Binghamton (Reino Unido).

Tsai e seus colegas queriam determinar como a presença ou ausência de benevolência afetaria o desempenho dos subordinados no trabalho. Eles entrevistaram quase 1.000 membros das Forças Armadas de Taiwan e outros 200 trabalhadores civis nos Estados Unidos, e analisaram o desempenho dos subordinados resultante de três estilos de liderança diferentes:

  • Liderança dominante-autoritária: Líderes que exercem autoridade e controle absolutos, concentram-se principalmente em concluir tarefas a qualquer custo, com pouca consideração pelo bem-estar dos subordinados.
  • Liderança centrada na benevolência: Líderes cuja principal preocupação é o bem-estar pessoal ou familiar dos subordinados. Esses líderes querem que seus liderados sintam-se apoiados e tenham fortes laços sociais.
  • Liderança paternalista clássica: um estilo de liderança que combina autoritarismo e benevolência, com um forte foco tanto na conclusão da tarefa quanto no bem-estar dos subordinados.

Liderança com benevolência

Os resultados mostraram que a liderança dominante-autoritária quase sempre teve resultados negativos sobre o desempenho no trabalho, enquanto a liderança centrada na benevolência quase sempre teve um impacto positivo no desempenho do trabalho.

A liderança paternalista clássica, que combina tanto a benevolência quanto o autoritarismo, teve um efeito praticamente tão forte sobre o desempenho dos subordinados quanto a liderança centrada na benevolência, mas os pesquisadores argumentam que isso pode estar associado ao estilo tradicional familiar, no qual virtualmente todos os os trabalhadores foram criados.

Em outras palavras, não demonstrar compaixão pelos seus funcionários não é um bom presságio para o desempenho da equipe, enquanto demonstrar compaixão motivou a todos a serem melhores trabalhadores.

“Os resultados implicam que mostrar apoio pessoal e familiar para os funcionários é uma parte crítica da relação líder-seguidor. Embora a importância de dar estrutura e estabelecer expectativas seja importante para os líderes, e possivelmente para os pais, ajuda e orientação do líder no desenvolvimento de laços sociais e redes de apoio para um seguidor podem ser um fator poderoso em seu desempenho no trabalho,” disse Shelley Dionne, membro da equipe.

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A evolução dos materiais na odontologia

Os antecedentes históricos dos biomateriais odontológicos e das suas aplicações são escassos, embora a prática da odontologia remonte a milhares de anos. Só no século XIX foram desenvolvidas as grandes famílias de polímeros, cuja aplicação para fins médicos teve início no século XX.

A borracha vulcanizada inventada por Charles Goodyear, em 1839, serviu para moldar as próteses com precisão, embora a qualidade das bases destes elementos tenha melhorado muito devido à utilização de resinas acrílicas e de metais para moldes.

O amálgama

Em 1919, houve um grande avanço no conhecimento dos materiais odontológicos, porque a Marinha dos EUA solicitou ao departamento nacional de normalização a avaliação e seleção das amálgamas a serem utilizadas nos serviços odontológicos federais. Com a invenção da amálgama, começou então a haver bases científicas no que diz respeito aos materiais dentários.

Nove anos mais tarde, o departamento nacional de normas é integrado na Associação Dentária Americana (ADA), dando lugar aos primeiros consensos sobre os materiais dentários nos Estados Unidos e em todo o mundo. Desde então, a ADA, juntamente com as associações de cada país, está empenhada em pesquisar as características físicas e químicas das substâncias utilizadas.

Surgimento da resina

Em 1935, é introduzida a resina acrílica polimerizada como base para dentes artificiais, e Bowen, em 1962, desenvolve um novo tipo de resina composta, uma combinação de resinas acrílicas e resinas epóxicas utilizada para substituir o amálgama.

Por sua vez, a utilização de compósitos alterou completamente os parâmetros que eram usados na odontologia. Este fato conduziu a uma importante evolução no mundo da odontologia conservadora.

Como se pode verificar, a odontologia atual evoluiu significativamente a partir dos materiais dentários, que foram melhorando gradualmente até alcançarem níveis mais elevados de sofisticação e compatibilidade.

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Método usa saliva para prever evolução do câncer de boca

O câncer de boca é diagnosticado em 300 mil pessoas no mundo por ano e mortes chegam a 145 mil

O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e com o Instituto do Câncer de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (Icesp), criou um método para prever, com o uso da saliva, a evolução do câncer de boca. A cada ano, 300 mil pessoas são diagnosticadas com esse tipo de câncer no mundo e as mortes chegam a 145 mil, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Prognóstico viável

A odontologista do Icesp, Ana Carolina Prado Ribeiro, explica que, na maioria das vezes, os pacientes são diagnosticados tardiamente, cenário responsável pela diminuição de sobrevida e por tratamentos mais agressivos. A partir do método desenvolvido, foram identificadas proteínas presentes tanto nos tecidos cancerígenos coletados quanto na saliva. Dessa forma, é possível oferecer o prognóstico de evolução da doença por meio da amostra de saliva.

Tratamento personalizado

A leitura de proteínas específicas permite facilitar o diagnóstico e formular novos rumos de tratamento para os oncologistas. O estudo possibilita que médicos sejam capazes de analisar individualmente os casos de câncer e oferecer o tratamento mais adequado para cada paciente. O próximo passo do estudo é desenvolver um método menos invasivo, por meio de um kit com um biossensor, para ser usado no SUS e dar o resultado do exame de saliva na hora. A ideia é propor o processo a ser adotado em longo prazo.

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Uma boa notícia para os seus pacientes hipertensos

Pacientes hipertensos que fazem uso de medicamentos para esta condição têm maiores chances de responderem positivamente ao tratamento se tiverem uma boa saúde bucal.
A conclusão é de um estudo recente publicado na revista científica ‘Hypertension’, da American Heart Association.

Relação causa e efeito

No âmbito deste estudo, os pesquisadores analisaram o histórico clínico de 3.600 pacientes com hipertensão, e observaram que aqueles com gengivas saudáveis apresentavam uma pressão arterial mais baixa e respondiam melhor à medicação para reduzir a pressão arterial em comparação com aqueles que sofrem de doenças gengivais.

Os resultados agora publicados mostram que os pacientes com doença periodontal, têm 20% menos probabilidades de atingir níveis de pressão arterial saudáveis comparativamente aos pacientes com uma boa saúde bucal.

Conclusão

“Os pacientes que sofrem de pressão arterial elevada e os clínicos que tratam deles devem estar conscientes de que uma boa saúde bucal é tão importante para o controle dessa condição como são outras intervenções no estilo de vida já bem conhecidas, como dietas hiposódicas, atividade física regular e controle de peso”, afirmaram os pesquisadores.

Mais detalhes da pesquisa podem ser obtidos aqui.

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Um futuro promissor para a odontologia

Uma das maiores preocupações que o ser humano tem com a sua saúde bucal é a possibilidade da perda dos dentes, seja naturalmente ou por causa de um acidente. Mas e se pudéssemos cultivá-los e assim trazê-los de volta?

Duas novas pesquisas pioneiras deram esperança de que isso pode um dia vir a ser uma realidade.

São estudos demonstrando a viabilidade, através do desenvolvimento de técnicas avançadas baseadas em células-tronco, de
se poder reparar parcial ou totalmente dentes que foram danificados.

Nigel Carter OBE, diretor executivo da Oral Health Foundation, acredita que, embora isso possa estar longe de se tornar realidade, a perspectiva de recriar nossos dentes é muito estimulante.

O Dr. Carter diz: “Milhões de pessoas em todo o mundo perdem dentes por muitas razões diferentes.

“A perda de dentes pode acontecer devido a um infeliz acidente, má saúde bucal ou outra doença. Mas não importa como os perdemos, a falta de dentes pode significar problemas em nossa vida cotidiana. Dentes perdidos podem afetar a maneira como comemos, sorrimos e falamos. até ter impacto na nossa confiança e bem-estar mental.

“Nossas opções atuais para substituir dentes ausentes incluem pontes, dentaduras e implantes. Essas são ótimas maneiras de substituir dentes perdidos e nos devolver a confiança que precisamos para sorrir.

“Dada a escolha, no entanto, sempre escolheríamos ter nossos próprios dentes naturais”.

Futuro promissor

Avanços científicos em áreas semelhantes já levaram a desenvolvimentos em muitas outras áreas da saúde, como próteses e regeneração de tecidos.

Isso ajudou milhões de pessoas a obter uma melhor qualidade de vida e essa pesquisa de ponta tem o potencial de fazer o mesmo no futuro.

“Por mais empolgante que a perspectiva possa ser, a capacidade de cultivar nossos próprios dentes ainda está muito distante. Pode levar décadas para que ela atinja um ponto quando se tornar rotina dentro da odontologia”, concluiu o Dr. Carter.

Novos ramos de especialização no âmbito da odontologia são uma possibilidade quase certa tendo em vista essas novas tecnologias.

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