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Sorrisos perfeitos existem: conheça as facetas dentárias

facetas dentárias

As facetas dentárias são finas próteses de resina ou porcelana. Apresentam grande resistência à mastigação.
Aderem à superfície dentária, cobrindo o dente.

Dão ao sorriso uma aparência atrativa e natural. São excelentes corrigir dentes manchados, fraturados, desiguais, desalinhados.
E até mesmo para fechar aquelas áreas de espaço extra entre dois ou mais dentes (diastemas). São soluções perfeitas para todos esses casos.

As facetas dentárias são um dos tratamentos mais procurados nos últimos anos. A odontologia estética é um segmento em franca expansão no âmbito da odontologia.

Facetas dentárias são também utilizadas para dissimular problemas variados.
Problemas oriundos de patologias como a cárie, desgaste do esmalte dentário, alterações da cor ou deficientes restaurações anteriores. As facetas dentárias melhoram visivelmente – e com resultados imediatos – o aspecto dos dentes.

Sua colocação é possível tanto na parte superior como inferior da arcada dentária. São aderidas por meio de uma resina especial.
Já nos molares e pré-molares, são em geral colocadas coroas dentárias devido à sua dureza e durabilidade.

Facetas dentárias, é importante salientar, não são indicadas para solucionar doenças bucodentárias. Elas simplesmente mascaram os problemas.

Portanto, antes da sua colocação, quaisquer anomalias têm de ser corrigidas. Isso evita riscos potenciais e problemas futuros.

Finalidades e usos das facetas dentárias

No âmbito a odontologia estética, as facetas dentárias têm as seguintes funções:

  • Cobrir espaços inter dentários, desvios;
  • Ocultar fraturas, imperfeições e fendas;
  • Dissimular dentes tortos, sobrepostos ou apinhados. Porém em casos muito graves, um tratamento ortodôntico será necessário;
  • Embelezar o sorriso melhorando a cor e tornando a dentição muito mais branca.

Colocação de facetas dentárias

A colocação de facetas dentárias não é dolorosa. Em determinados momentos do procedimento, porém, pode gerar um certo incômodo. Naquelas situações passíveis de dor, é aplicada anestesia local quando necessária. É uma situação possível, porém não habitual.

Tipos de facetas dentárias

Os dois materiais mais comumente usados na fabricação das facetas dentárias são a resina e a porcelana.

Facetas de porcelana

As facetas dentárias de porcelana são uma solução utilizada para melhorar a estética bucal.
São utilizadas geralmente para reparar imperfeições graves. Elas permitem corrigir problemas de tamanho, forma ou coloração dos dentes.
Apresentam muitas vantagens: não mudam de cor, não perdem o brilho, não se desgastam e melhoram a aparência do sorriso.

Para a sua colocação, é preciso desgastar ligeiramente a peça dentária.
São necessárias ao menos três sessões de atendimento odontológico.

Na primeira sessão é feita uma avaliação e moldagem. Pode ser através scanner bucal ou pelo método tradicional.As alterações necessárias nos dentes são feitas por meio de um programa de computador ou pelo protético, que faz os dentes em cera.

Se o molde for feito pelo protético, copiam-se os dentes em cera que são reproduzidos em resina bisacrílica na boca.

Se for realizado por meio de scanner bucal, as alterações dentárias são feitas no computador.

O dentista conversa com o paciente sobre cor, formato, tamanho e posição dos dentes.

Ao final, envia-se o modelo para o protético para que o mesmo seja manualmente reproduzido. Já no caso do scanner bucal, o envio se faz para uma fresadora e esta reproduz nos mínimos detalhes o que foi planejado.

Esse é o procedimento padrão na grande maioria dos países.

Aplicação das facetas de porcelana

Uma vez as facetas estando prontas, segue-se a fase de colocação. É sempre recomendável que o dentista realize uma prova junto com o paciente para se certificar de que as facetas de porcelana estão adequadas.

Para a colocação das facetas de porcelana é necessário se fazer um desgaste no dente (frente do mesmo). Um desgaste leve, irá possibilitar a colocação sem necessidade de anestesia.

Para casos que requeiram um desgaste mais profundo, o ideal é se valer da anestesia. Isso para evitar que o produto utilizado na preparação do dente (ácido) possa atingir a dentina. Isso evitará qualquer tipo de dor e desconforto para o paciente.

Três sessões

Em geral, são necessárias ao menos três sessões para a colocação das facetas de porcelana.
A primeira delas para produzir os dentes em resina bisacrílica e ver se atendo as necessidades do paciente.
A segunda sessão para o preparo e moldagem dos dentes. E uma terceira sessão para colocação destinada à prova dos dentes.

A etapa de prova é importante tendo em vista que a odontologia estética implica em atender aos requisitos do dentista e anseios do paciente.

Após as eventuais alterações feitas pelo protético, virá a etapa de colocação das facetas de porcelana.

facetas dentárias

Dissilicato de lítio

O dissilicato de lítio é sem duvida um material revolucionário. Ele possibilita a realização de tratamentos estéticos de uma forma simples e eficiente através da cimentação adesiva.
O dissilicato tem um alto poder de aderência ao esmalte e dentina. Permite que o dentista realize uma série de procedimentos odontológicos. Possibilita restaurações muito finas e resistentes sem risco de quebras e descolamentos.

Facetas de resina

São confeccionadas numa única sessão pelo dentista. São mais rápidas e baratas. No entanto, a médio prazo, perdem o brilho. Também podem sofrer ligeiras alterações de cor, desgastam-se e podem mesmo fraturar-se. Retoques são necessários no período de cinco a oito anos.

Vantagens das facetas de porcelana

  • Dão uma aparência natural ao dente;
  • O tecido gengival tolera bem a porcelana;
  • Facetas de porcelana são resistentes a manchas;
  • A cor do revestimento da porcelana pode ser selecionada de forma a tornar os dentes escuros mais brancos;
  • As facetas de porcelana geralmente não exigem a modelagem extensa antes do procedimento como no caso das coroas. São uma alternativa mais resistente e estética.

Desvantagens das facetas de porcelana

  • É um processo irreversível;
  • As facetas de porcelana são mais caras que as facetas de resina;
  • Embora muito resistentes, as facetas de porcelana são suscetíveis a lascas ou rachaduras;
  • O desgaste feito do esmalte dental para colocação das facetas pode aumentar a sensibilidade a alimentos e bebidas quentes e frias;
  • As facetas podem não corresponder exatamente à cor dos outros dentes. Além disso, a cor da faceta não pode ser alterada uma vez no local. Se o paciente planeja clarear os dentes, precisa fazê-lo antes da colocação das facetas;
  • Embora não seja provável, as facetas podem desalojar e cair.
    Para minimizar esse risco é importante adotar alguns cuidados.Assim, evite morder as unhas, mastigar lápis ou tampa de caneta, gelo ou outros objetos duros. Não exercer pressão excessiva sobre os dentes;
  • Os dentes com facetas ainda podem sofrer cáries. Nesse caso podem necessitar de uma cobertura total do dente com uma coroa;
  • As facetas não são uma boa opção para indivíduos com dentes pouco saudáveis.Por exemplo, aqueles com cárie ou doença gengival ativa, dentes enfraquecidos (como resultado de cáries, fraturas, obturações dentárias grandes). E também para aqueles que possuem uma quantidade inadequada de esmalte na superfície dos dentes;
  • Não é recomendável a indivíduos que sofrem de bruxismo. Isso porque apertar e ranger os dentes podem causar rachaduras ou lascas.
Fontes: Dentaleader,Webmd, minha vida

 

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Será possível regenerar o esmalte dentário?

esmalte dentário

O esmalte dentário é um dos tecidos mais duros do corpo humano.
Ele atua como uma camada protetora para os dentes. E dá ao nosso sorriso aquele brilho branco perolado.
Pesquisadores descobriram recentemente uma maneira de regenerar o esmalte dentário humano.
É um avanço científico sem precedentes conduzido por pesquisadores chineses.

Cientistas chineses desenvolveram um gel que contém aglomerados minerais naturalmente encontrados nos dentes.
O gel estimula o crescimento de cristais para restaurar a estrutura original do esmalte dentário.
O objetivo foi recuperar dentes parcialmente danificados por ataque ácido.
É um método ainda experimental não testado em humanos. Mas um dia isso pode significar uma mudança enorme de paradigma para a odontologia.
Especialmente em se tratando de muitos procedimentos odontológicos.

esmalte dentário

O que é o esmalte dentário

O esmalte dentário é a camada mais externa dos dentes. Protege os dentes brancos perolados do desgaste.
Quando a camada protetora é erodida, os dentes amolecem e se tornam vulneráveis ao desenvolvimento de cáries.

O esmalte dentário contém os mesmos minerais, cálcio e fosfato , encontrado nos ossos.
Porém o esmalte dentário tem diferenças em relação à composição dos ossos.
O esmalte contém relativamente mais minerais e os cristais de esmalte são organizados em um padrão geométrico complexo.
Sob um microscópio, os cristais de esmalte têm a forma de fitas longas ou fios de espaguete.
Esses fios de cristal são montados em grupos, como pacotes de espaguete seco, orientados a 60 graus um do outro.
Os aglomerados de fitas, que se entrelaçam como o favo de mel, são conhecidos como hastes e inter-hastes.
Quando destruído, esse tecido é difícil de recriar. Isso porque as células que formam o esmalte dentário morrem quando os dentes emergem das gengivas.

Por que o esmalte dentário sofre erosão?

Embora o esmalte seja muito duro, também é quebradiço e suscetível à erosão.
Isso ocorre quando o mineral do dente se dissolve na nossa saliva.
Nossa saliva está constantemente buscando estabelecer o equilíbrio entre elementos do mau e constituintes do bem.
Quando temos ácido na boca (um elemento ruim), o mineral na nossa saliva (um elemento bom) tenta se ligar a ele para neutralizar o ácido e impedir que ele cause danos. Isso é conhecido como tamponamento.
Se houver muito ácido ou a qualidade e a quantidade de nossa saliva forem inadequadas, ficaremos sem minerais para amortecer o “ataque ácido”.
Assim, em um esforço final para neutralizar a acidez em nossa boca, o mineral em nossos dentes se dissolverá em nossa saliva.
É assim que nossos dentes se desgastam e se tornam vulneráveis.

Como a erosão que vemos em nossas praias e leitos de rios, sob um microscópio, as superfícies de esmalte erodidas parecem comidas e irregulares.
Isso ocorre porque a erosão destrói a organização de cristais descrita acima.
Os produtos recomendados atualmente pelos dentistas reparam o esmalte. Porém não podem regenerar a estrutura cristalina complexa para recriar um brilho branco perolado.
É por isso que, no mundo todo, a comunidade odontológica está muito entusiasmada com esta pesquisa.

A erosão pode ser controlada?

Nossos dentes corroem quando comemos e bebemos alimentos ácidos.
Estão na lista de alimentos ácidos o vinho, bebidas com cola, sucos de frutas, balas azedas e bebidas energéticas e esportivas. Apesar da acidez presente no vinho, um estudo recente nos fala do aspecto favorável dessa bebida em relação à saúde bucal.
Como regra geral, qualquer coisa com sabor ácido é portando rica em acidez e perigosa.
É melhor evitar ou limitar alimentos e bebidas ácidas, sempre que possível. Pessoas com condições médicas, como bulimia ou refluxo ácido, podem estar em maior risco de deterioração dos dentes.
Se você sofre dessas condições, além de obter ajuda do seu médico, é melhor realizar exames odontológicos regulares.
Quando o nosso esmalte se deteriora, os dentes ficam mais amarelados.
Muitas vezes, também podemos sentir dor de dente ou sensibilidade. Isso acontece porque houve perda do isolamento natural do esmalte dentário.

Se os dentes estiverem erodindo um dentista tem de ser consultado.
Além de escovar e limpar os dentes, o profissional também dará outras recomendações:

  • enxaguar a boca com um colutório com bicarbonato e água salgada;
  • mascar chiclete sem açúcar para estimular o aumento da saliva rica em minerais;
  • usar um creme dental adequado. De preferência um creme especial e/ou enxaguatório bucal para ajudar a substituir o mineral perdido e reparar os dentes;
  • atrasar a limpeza dos dentes após um “ataque ácido” para evitar a remoção do esmalte amolecido.

esmalte dentário

Melhores alimentos para a saúde dos dentes

Maçãs

Uma maçã por dia pode manter as cáries afastadas! Mastigar maçãs e outras frutas fibrosas pode ajudar a remover a placa bacteriana dos dentes. É também uma fruta rica em vitaminas e minerais e ótima para um lanche rápido.

Água fluoretada

Quase toda a água potável contém flúor, mas algumas variedades engarrafadas não. É sempre uma boa ideia verificar para ter certeza.

Ovos

Os ovos são uma excelente fonte de cálcio, proteína e vitamina D, que são minerais importantes para a saúde bucal. A vitamina D é necessária para absorver o cálcio, que constrói e mantém dentes fortes e saudáveis.

Laticínios

Leite, queijo e iogurte são ricos em cálcio, caseína e fósforo. Excelentes na proteção dos dentes. Os nutrientes nos produtos lácteos podem neutralizar parte do ácido produzido pelas bactérias que formam a placa.

Aipo e cenoura

Assim como as maçãs, esses vegetais crocantes contêm muita água e requerem muita mastigação. Isso acaba funcionando como uma espécie de fricção sobre a superfície dos dentes. A água e as fibras desses vegetais equilibram os açúcares e ajudam a limpar os dentes. Além disso, o aipo tem fios fibrosos, agindo como uma espécie de fio dental de origem vegetal.

Brócolis e vegetais de folhas verdes

Brócolis e vegetais de folhas verdes podem proporcionar grandes benefícios para a saúde bucal. Isso por conta do seu alto nível de vitaminas e minerais. O ácido fólico encontrado em folhas verdes, como espinafre e couve. É conhecido por ajudar a melhorar a saúde dos dentes e gengivas.

Nozes e sementes

Nozes e sementes são também excelentes para a saúde bucal. Contém grandes quantidades de cálcio e fósforo, como nas amêndoas, amendoins e castanha de caju. Protegem os dentes reabastecendo-os com esses minerais. Excelentes para se contrapor aos ataques ácidos.

Piores alimentos para a saúde dos dentes

Bebidas açucaradas

Não é segredo que o excesso de açúcar é prejudicial à saúde e pode causar cáries.
As bactérias se alimentam do açúcar presente nos dentes e o transformam em ácido. Isso destrói o esmalte dos dentes e causa cáries.
Os ácidos e o açúcar encontrados nos refrigerantes carbonatados se combinam para causar ainda mais danos aos dentes. Até refrigerantes diet sem açúcar podem corroer o esmalte com o conteúdo ácido. Embora as bebidas esportivas não gaseificadas possam parecer opções saudáveis, elas ainda são ácidas e açucaradas.

Frutas cítricas e sucos

As frutas cítricas são fonte de vitamina C e nutrientes. São saudáveis de várias maneiras.
No entanto, o limão e a toranja, em particular, são altamente ácidos e podem corroer o esmalte dos dentes ao longo do tempo.

Os sucos, mesmo aqueles que afirmam ser 100% de frutas, geralmente contêm altos níveis de açúcar. O que pode causar danos aos dentes.

Balas caramelizadas

Comer toneladas de açúcar faz mal à saúde dos dentes e à saúde do corpo.
Pode causar cáries e ficar preso em fendas dos dentes. Balas mastigáveis, como caramelo, grudam nos dentes por um longo tempo. Isso pode dissolver o esmalte do dente.
Doces que são mastigáveis, açucarados e ácidos, como doces azedos, são os mais prejudiciais.
Muitas pessoas escolhem frutas secas como um lanche saudável, mas muitas frutas secas também são grudentas e contêm açúcar.

Batatas fritas, pão e massas

Amidos feitos de farinha branca são carboidratos simples. Eles se decompõem em açúcares simples, o que pode levar à cárie dentária. Comer batatas fritas para um lanche não é recomendado. Isso não apenas porque eles não fornecem valor nutricional, mas também porque o amido pode aderir aos dentes.
Em vez de pão e macarrão feitos com farinha branca, opte por opções de trigo integral.

Como os cientistas recriaram o esmalte dentário?

Em ensaios de laboratório, os dentes extraídos foram tratados com ácido para simular a erosão e depois pintados com um gel especial.
Este gel continha aglomerados de íons fosfato de cálcio. São agrupamentos minerais naturalmente encontrados nos dentes. Posteriormente foram misturados com um ingrediente chamado trietilamina (TEA). Os dentes tratados foram mantidos durante dois dias em um ambiente simulado semelhante à boca humana.
O esmalte previamente erodido foi verificado quanto ao crescimento, tamanho, forma e organização e composição. Essa verificação foi feita com o uso de microscópios especiais. Os cristais parecidos com espaguetes haviam crescido sem problemas.
Já os aglomerados de cristal haviam se orientado corretamente para formar a haste e o entrelaçamento do favo de mel.

Quando será possível regenerar o esmalte dentário?

Embora essa tecnologia seja muito promissora, a resposta curta por enquanto é “ainda não”.
Este estudo foi realizado apenas em dentes extraídos.
Os pesquisadores esperam testar seu método em camundongos e seres humanos muito em breve.
Uma das limitações significativas de se avançar para ensaios com animais e humanos é a toxicidade do ingrediente essencial, o TEA. Outro desafio é a espessura do esmalte que eles foram capazes de reparar em um nível microscópico, mas nem tudo são notícias ruins.
Os cientistas esperam encontrar uma maneira segura de usar o TEA. Isso com a intenção de aumentar a espessura do esmalte para fixar seções maiores de esmalte erodido.
Por enquanto, surge no horizonte a possibilidade de não se precisar mais se valer de obturações e restaurações.

Fontes: ScienceAdvances, LiveWell
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Escova de dentes manual ou elétrica, qual a melhor?

escova de dentes manual ou elétrica

Escova de dentes manual ou elétrica. Qual a melhor?

Escovar os dentes é a base de bons cuidados e prevenção bucal.

Tanto a escova de dentes manual ou elétrica é eficiente na remoção da placa dental bacteriana. Essa placa é a causadora de cáries e doenças bucais. É o que assegura a American Dental Association.

A escova de dentes manual ou elétrica tem suas qualidades próprias. A ADA confere um selo de aceitação tanto para a escova de dentes elétrica ou manual. Desde que sua segurança e eficácia tenham sido comprovadas.

Escova de dentes manual ou elétrica. Afinal, qual a melhor pra você?

Conheça os prós e contras de cada uma e qual pode ser a melhor para você.

escova de dentes manual ou elétrica

Escova de dentes elétrica – Vantagens

As cerdas da escova de dentes elétrica vibram ou giram para ajudar a remover o acúmulo de placa bacteriana dos dentes e gengivas. A vibração permite mais micro-movimentos toda vez  a escova é passada pelos dentes.

Mais eficiente na remoção da placa

As escovas de dentes elétricas diminuem mais placa e gengivite do que as escovas de dentes manuais, segundo muitos trabalhos. Em testes, após três meses de uso, a placa foi reduzida em 21% e a gengivite em 11%. Escovas de dentes oscilantes (rotativas) parecem funcionar melhor do que apenas escovas vibratórias.

Facilitam o trabalho para pessoas com problemas de mobilidade

Escovas de dentes elétricas fazem a maior parte do trabalho para o indivíduo. Podem ser úteis para qualquer pessoas com mobilidade limitada. Especialmente aquelas com limitações relacionadas à artrite do túnel do carpo.

Cronometram o tempo de escovação

A escova de dentes elétrica conta com um cronômetro como parte dela. Assim, ajuda o usuário a escovar os dentes por tempo suficiente para remoção da placa bacteriana dos dentes e gengivas.

Menos desperdício

Quando a escova de dentes apresenta sinais de desgaste, basta a substituição da cabeça da escova de dentes elétrica. Isso evita ter de jogar fora uma escova de dentes inteira, como no caso da manual.

Melhora do foco durante a escovação

Pelo menos um estudo verificou que as pessoas estavam mais focadas ao escovar os dentes usando uma escova de dentes elétrica.

Isso melhorou a experiência geral das pessoas em escovar os dentes. E também poderia melhorar a limpeza dos dentes.

Divertido para crianças

Nem todas as crianças demonstram interesse em escovar os dentes. Uma escova de dentes elétrica pode ser mais atraente para uma criança. Isso pode se reverter em uma melhora da qualidade da higiene dental.

Seguro para as gengivas

Se usada corretamente, uma escova de dentes elétrica não traz nenhum prejuízo à saúde dos dentes ou gengivas. Pelo contrário, pode mesmo melhorar a qualidade da saúde bucal.

Escova de dentes elétrica – Desvantagens

Escovas de dentes elétricas são muito mais caras que as suas versões manuais. Existem vários modelos hoje sendo comercializados em nosso país com uma grande variedade de preços. As cabeças de escovação descartáveis apresentam também um valor elevado.

Encontrar as cabeças de escova de substituição certas nem sempre é tarefa fácil. Isso porque a depender do modelo de escova elétrica, nem todas as lojas irão dispor da cabeça de escovação correspondente.Por isso, sempre é bom manter ao menos uma unidade de cabeça de escovação reserva sempre com o usuário.

Em dois outros estudos – entre idosos, as escovas de dentes elétricas não removeram significativamente mais placas do que as escovas de dentes manuais.

Isso não significa que as escovas de dentes elétricas não funcionem. Porém, pode significar que elas não valham o custo extra.

Escovas elétricas podem ser um problema em viagens internacionais. Isso por conta dos diferentes padrões de tomadas de energia elétrica mundo afora. Nestes casos, uma escova de dentes manual pode ser uma melhor opção.

Escovas de dentes elétricas dependem de eletricidade ou baterias. São assim menos ecológicas que as manuais.

Nem todo mundo consegue se adaptar à da sensação de vibração produzida pelas escovas elétricas. Além disso, as escovas de dentes elétricas estimulam uma maior salivação na boca.

escova de dentes elétrica ou manual

Escova de dentes manual – Vantagens

As escovas de dente manuais existem há muito tempo. Embora não tenham os recursos das escovas elétricas, ainda são uma ferramenta eficaz para limpar os dentes e prevenir a gengivite.

Fácil de encontrar e acessível

Uma escova de dentes manual pode ser encontrada em qualquer mercado, supermercado, farmácia ou drogaria.

Uma escova de dentes manual não precisa ser conectada para funcionar. Pode ser utilizada em qualquer lugar e a qualquer momento.

Baixo preço

De forma geral, as escovas de dentes manual são muito baratas. E custam uma fração do preço de uma escova elétrica.

Escova de dentes manual – Desvantagens

Um estudo verificou que as pessoas eram mais propensas a escovar com muita força ao usarem uma escova de dentes manual quando comparada à elétrica. Escovar com muita força pode prejudicar a gengiva e os dentes.

O uso de uma escova de dentes manual também pode tornar mais difícil saber se a pessoa está escovando o tempo suficiente para cada sessão.

Isso porque não há um contador de tempo embutido.

Importante seria cronometrar o tempo de escovação dos dentes a cada nova sessão.

Para crianças pequenas

A melhor escova de dentes para uma criança é aquela que ela realmente faça uso.

Os especialistas recomendam cerdas macias e uma escova de dentes adaptada à idade da criança.

Nem uma escova de dentes manual ou elétrica é necessariamente a melhor para crianças pequenas. Os mesmos prós e contras de cada tipo que valem para os adultos também se aplicam a crianças.

Crianças pequenas podem usar com segurança uma escova de dentes elétrica por conta própria. No entanto, é recomendável supervisioná-las enquanto escovam os dentes. Isso para garantir que eles cuspam a pasta de dente e não a engulam.

Ao longo da história

As cerdas de náilon, que usamos hoje, foram desenvolvidas em 1938 por Robert Hutson, nos Estados Unidos. Com o sucesso do novo modelo, muitos formatos foram testados desde então. Hoje, sabe-se que o mais indicado é usar escova com fibras ultramacias com mais de cinco mil cerdas, o que permite que a higiene seja feita sem desgastar o esmalte dental ou machucar as gengivas.

Curiosidade

Recentemente foi anunciado o lançamento de uma escova dental que promete limpar os dentes em apenas 10 segundos.

Afinal: escolho uma escova de dentes elétrica ou manual

A questão chave é saber se você se sente mais à vontade com uma escova de dentes manual ou elétrica.

Se você se sentir mais confortável ao usar uma escova de dentes manual, continue usando uma. Mais do que o modelo escolhido, o fundamental é a frequência, tempo e qualidade da escovação dental. Isso sim fará toda a diferença.

Fontes: Healthline, Terra
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Dentista de sucesso: 12 passos para ganhar a confiança de seus pacientes

dentista de sucesso

Existem duas coisas que não podem faltar a um dentista de sucesso. O conhecimento técnico e o aspecto humano.
Saber se colocar no lugar do outro, atuar profissionalmente buscando levar em conta sempre o bem estar do paciente.
Ao invés de querer apenas ganhar mais um cliente, saber conquistar a confiança das pessoas.

Dentista de sucesso é aquele que combina profissionalismo e experiência aliada a um tratamento humano dos pacientes.

A importância da relação dentista e paciente

Sendo um profissional sociável, atendendo as pessoas com boa vontade e um sorrisso no rosto já é meio caminho andado.
As pessoas, em sua maioria, ainda sentem receio quando vão ao dentista. Muitas delas manifestam ansiedade e nervosismo.

Pacientes com medo nesse nível tendem a se sentir vulneráveis física e emocionalmente. Muitos acabam fugindo de tratamentos odontológicos ou a realização de simples exames de rotina.
E o pior, quando finalmente vão ao dentista, o problema já se encontra num estado muito adiantado. Às vezes até irreversível.

Dentista de sucesso: valoriza o aspecto humano

Os aspectos técnicos e econômicos de um consultório ou clínica odontológica são muito importantes.
Mas no final das contas o que mais importa são as pessoas.
Elas irão buscar o profissional que lhes dê a garantia de um bom atendimento. Mas que também saiba afugentar os seus medos e temores. O paciente procura e necessita de atenção e calor humano.

O paciente quer saber ser ouvido, compreendido e acolhido. Isso irá prevalecer em sua decisão de voltar a procurar o profissional que lhe atendeu. O profissional passará a ser uma referência para o paciente. E quem se torna referência, abre caminho para se tornar um dentista de sucesso.

dentista de sucesso

Protocolo de tratamento na perspetiva psicológica – 12 passos essenciais

  1. Tente evitar que o paciente falte à consulta. Atenda-o no horário previamente agendado, reduzindo o tempo de espera;
  2. Busque fazer com que seu paciente encare o atendimento da forma menos incômoda possível;
  3. Procure explicar o passo a passo do tratamento esclarecendo todas as dúvidas do paciente de forma clara e didática;
  4. Busque descobrir a causa do medo exagerado que o paciente manifesta. Ouça-o com atenção e em conjunto procure uma solução viável;
  5. Lembre-se que não só a comunicação verbal é importante. A comunicação não verbal é essencial. Seja assertivo, compreensivo e otimista;
  6. Nunca deixe o paciente sozinho – nem física nem psicologicamente.
  7. Informe o paciente sobre o andamento dos procedimentos que serão realizados. Quais materiais e instrumentos serão utilizados. Também se o paciente irá sentir algum tipo de desconforto. O fato do paciente saber o máximo possível do tratamento irá reduzir a sua ansiedade. E também irá aumentar a confiança que tem no dentista;
  8. Uma das melhores técnicas para tornar o ambiente mais descontraído é a distração. Tente falar sobre algum assunto que possa interessar ao paciente. Como por exemplo, a sua família ou o que gosta de fazer nas suas horas livres. Lance mão do bom humor e da graça sempre que possível. Isso irá certamente reduzir o nervosismo do paciente;
  9. A respiração é fundamental. Utilize técnicas de relaxamento e respiração para que o paciente fique mais relaxado. Mostre ao seu paciente como abrir a boca sem contrair os músculos. De vez em quando, faça uma pausa para que ele relaxe o pescoço, os ombros;
  10. Como seu paciente não poderá falar durante a intervenção, crie um acordo de comunicação.
    Por exemplo, diga-lhe que, se quiser parar ou necessitar de algo, levante a mão. Sabendo dessa possibilidade, o paciente irpa se sentir mais tranquilo;
  11. Faça com que o paciente tenha total confiança no seu dentista e que os objetivos serão alcançados;
  12. Técnica de afirmações positivas. Estimule seu paciente a repetir mentalmente frases de encorajamento que lhe deem ânimo.

Pacientes com ansiedade e estresse

A odontofobia é uma das principais causas que afastam as pessoas do consultório odontológico. Ela se caracteriza por um medo intenso e excessivo de ir ao dentista.
É algo muito mais frequente do que se pensa! Isto porque, muitas vezes, as intervenções e os tratamentos odontológicos são diretamente relacionados com situações incômodas, desagradáveis e dolorosas.

O temor que existe na odontofobia é fóbico. Para que um medo seja caracterizado como tal, deve incluir os aspectos:

  • Irracional;
  • Excessivo;
  • Persistente;
  • Incontrolável;
  • Tentativa de evitar a situação temida.

Envolve também uma série de sintomas como:

  • Tensão muscular;
  • Aumento dos ritmos cardíacos e respiratórios;
  • Dilatação da pupila;
  • Aumento da sudorese, dores de cabeça e/ou de estômago.

Comunicação entre dentista e paciente

O medo pode ser muito reduzido, sempre que existir uma boa comunicação entre dentista e paciente.

Algumas dicas importantes:

  • Mantenha uma atitude profissional, de proximidade e amigável em todos os momentos.
  • Mostre a sua preocupação com o bem-estar do paciente. Pergunte ao paciente como ele(a) está, se necessita de alguma coisa ou se deseja parar por um momento.
    A sua atitude é fundamental para o tranquilizar.
  • Os medos do paciente não devem, em caso algum, ser subestimados. Faça seu paciente saber que são normais e que você está ali para o ajudar.
  • Informe o paciente sobre os passos que vai seguir, sobre o procedimento completo e explique tudo de uma forma que seja compreensível.
  • Algumas pessoas com fobia dentária podem ser tratadas com ansiolíticos. A maioria, no entanto, prefere evitar esse tipo de medicamento.

O seu consultório deve ter meios destinados a criar uma atmosfera agradável para alcançar um estado de paz e relaxamento. Sabia que a música ajuda a controlar a ansiedade?
Desenvolver um bom trabalho e ter preocupações com os aspectos humanos dos seus pacientes são características de todo dentista de sucesso.

Fonte: Dentaleader
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Vem aí: Medicamentos eficazes na cura do câncer de boca

cura do câncer de boca

A cura do câncer de boca pode estar próxima. Dizemos isso com base numa descoberta recente da ciência.

É uma nova e potente classe de medicamentos anticancerígenos que tem como alvo certeiro as células do câncer de boca.
Atacam as células cancerígenas do câncer bucal sem causar nenhum dano às células normais.
É o resultado da pesquisa realizada na UT Health San Antonio.

Esta nova classe de medicamentos anticâncer são análogos de capsazepina. A capsazepina é um antagonista sintético da capsaicina.

A capsaicina, por sua vez, é o componente ativo das pimentas conhecidas internacionalmente como pimentas chili.
A capsazepina já foi testada contra cânceres de boca e outros tipos de cânceres em estudos pré-clínicos e em animais.

Novos medicamentos anticancerígenos – uma esperança de cura do câncer de boca

O objetivo dos pesquisadores é o de desenvolver medicamentos anticancerígenos que tratem o câncer bucal de forma eficaz. Isso tanto para os cânceres em seu estado inicial como também avançado e recorrente. É uma descoberta que pode representar a tão desejada e esperada cura do câncer de boca. Em tempos em que vemos cada vez surgirem mais novos casos de câncer de boca é uma notícia excelente!

É algo muito importante. Isso porque o câncer é uma doença mortal com uma taxa de sobrevivência de apenas 40%.
O carcinoma bucal raramente é diagnosticado em seus estágios iniciais quando a cura do câncer de boca é possível.
Aproximadamente 75% dos pacientes são diagnosticados em estágios avançados da doença. Isso diminui grandemente a chance de sobrevivência.

As pesquisas vem evidenciando que a capsazepina é um potente eliminador de câncer.
Os pesquisadores descobriram que a capsazepina apresenta atividade significativa de combate ao câncer. Isso acontece através de um mecanismo de ação seletivo do carcinoma.

Em colaboração com o Center for Innovative Drug Discovery desenvolveram-se análogos sintéticos mais potentes da capsazepina.
A eficácia desses novos medicamentos anticancerígenos foi significativamente mais forte. Os testes foram realizados em ratos com câncer bucal. Nesses testes o fármaco testado não apresentou efeitos adversos sobre tecido saudável.

Ao longo dos últimos meses os pesquisadores sintetizaram 30 novos compostos. Esses compostos têm estruturas químicas baseadas no composto original, a capsazepina.
Os compostos foram então rastreados com base na sua capacidade para eliminar células cancerígenas bucais em meio de cultura.
Os compostos de chumbo de códigos CIDD24, CIDD99 e CIDD111 foram validados em modelos de ratos com câncer humano.

CIDD99 – poderoso e eficaz

Desses compostos o CIDD99 foi aquele que demonstrou maior eficácia. E foi onde os estudos se concentraram.
Este composto erradicou os cânceres, deixando o tecido saudável normal inalterado. Ou seja, promoveu a cura do câncer sem danos ao tecido original.
O CIDD99 ainda apresentou um benefício extra. Foi o composto que também sensibilizou as células do câncer bucal para os medicamentos anticâncer tradicionais.
Ou seja, tornou as células do câncer de boca muito mais sensíveis e responsivas ao tratamento com os quimioterápicos de rotina.
Isso possibilita o uso de doses muito mais baixas desses fármacos.
Assim há uma expressiva redução de efeitos colaterais aliada a maior eficácia do tratamento.

cura do câncer de boca

Eficaz contra outro tipo de cânceres

O CIDD99 se mostrou também eficaz contra outros tipos de câncer. Pode assim vir a se transformar numa nova terapia para múltiplos cânceres. E isso tudo com menos efeitos colaterais do que as quimioterapias tradicionais.
Com o avanço da pesquisa, descobriu-se que o CIDD99 também é eficaz contra o câncer do pulmão de células não pequenas, câncer de mama triplo negativo e as células do câncer de próstata.

Grande otimismo

São resultados empolgantes. Isso porque não foram desenvolvidos novos medicamentos anticancerígenos para o câncer de boca nos últimos 40 anos.
A imunoterapia funciona muito bem é claro, mas só é eficaz em um pequeno grupo de pacientes.
Esses novos compostos podem se transformar numa nova classe de medicamentos anticancerígenos.
E o mais importante: com a incrível capacidade de tratar de forma eficaz todos os pacientes com câncer de boca. Com essa nova classe de fármacos, renasce a esperança da cura do câncer de boca.

Fontes: UT Health
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Periodontite e o risco de impotência masculina

impotência sexual masculina

A periodontite e o risco de impotência sexual masculina vem sendo avaliada por pesquisadores da Universidade de Granada, Espanha
O estudo em questão relaciona a higiene oral e suas repercussões sobre a saúde dos vasos sanguíneos penianos.
Os dados preliminares dessa pesquisa trazem uma descoberta de grande importância.
Ao que parece os vasos sanguíneos penianos sofrem os efeitos prejudiciais da periodontite anteriormente aos vasos coronarianos.

Os primeiros resultados desse trabalho foram publicados na Journal of Clinical Periodontology. Um outro estudo de 2017 já apontou essa relação.

Periodontite e o risco de impotência sexual masculina – o estudo

O estudo na condição de caso controle foi realizado com 158 pacientes do sexo masculino.
Desse total, 80 casos com disfunção erétil (impotência) e 78 pacientes controle. Testosterona, perfil lipídico, proteína C reativa e parâmetros glicêmicos foram avaliados. Todas as variáveis foram comparadas entre os grupos e foram realizadas análises de regressão.
74% dos pacientes com impotência apresentavam sintomas de periodontite. E aqueles que sofriam de impotência em maior grau, apresentavam também mais lesões periodontais.

impotência sexual masculina

Boa higiene oral é fundamental

O estudo salientou a importância da higiene oral para prevenção da impotência sexual masculina.
O risco apontado pela pesquisa é elevado. Pacientes com periodontite têm 2,28 vezes mais chances de vir a desenvolver impotência sexual masculina. Isso na comparação com pacientes com gengivas saudáveis.

A periodontite a cada dia mais vem sendo associada a outras patologias.

Concluindo

Embora o estudo em questão ainda não tenha terminado, as evidências são claras e fortes.
Pacientes com periodontite e impotência sexual masculina apresentaram pior condição periodontal. A periodontite crônica parece desempenhar um papel fundamental nesse processo.
A periodontite pode ser um fator gerador da impotência sexual masculina. E isso, independente de outras doenças.

O que de fato é a impotência sexual masculina

A impotência sexual masculina (disfunção erétil) é a incapacidade de obter ou manter uma ereção firme o suficiente para ter relações sexuais. A impotência sexual masculina ocasional não é incomum. Muitos homens a vivenciam durante períodos de estresse. A impotência sexual masculina frequente pode ser um sinal de problemas de saúde. Requer atenção e tratamento.
Também pode ser um sinal de problemas emocionais ou de relacionamento que requerem tratamento e atenção profissional.
Nem todos os problemas sexuais masculinos são causados devido à impotência.
Outros tipos de problemas sexuais masculinos incluem: ejaculação precoce, atraso ou ejaculação ausente ou falta de interesse em sexo.

Quais os principais sintomas da impotência sexual masculina

O homem pode estar com impotência sexual quando:

  • Tiver problemas para obter uma ereção;
  • Tiver dificuldades em manter uma ereção;
  • Interesse reduzido em sexo.

Outros problemas sexuais relacionados à impotência:

  • Ejaculação precoce;
  • Ejaculação atrasada;
  • Anorgasmia. Ou seja, a incapacidade de atingir o orgasmo após estimulação.

Diante da manifestação de um ou mais desses sintomas uma ajuda médica deve ser procurada. Especialmente se os sintomas se mantiverem por dois ou mais meses. A consulta médica poderá elucidar a causa original do problema e buscar o tratamento específico.

O que pode provocar a impotência sexual masculina

Além da periodontite crônica, existem outras doenças e condições que podem predispor os homens à impotência sexual:

  • Doenças cardiovasculares;
  • Diabetes;
  • Hipertensão;
  • Hiperlipidemia (colesterol e triglicerídeos elevados);
  • Problemas causados por câncer ou cirurgia (especialmente câncer de próstata);
  • Lesões;
  • Obesidade ou sobre peso;
  • Idade avançada;
  • Estresse e/ou ansiedade;
  • Problemas de relacionamento;
  • Abuso de drogas;
  • Alcoolismo;
  • Tabagismo.

A impotência sexual masculina pode ser causada por apenas um desses fatores ou vários. É por isso que é importante buscar orientação médica para que se possa isolar e tratar o problema.

Fisiologia sexual masculina

A ereção é o resultado do aumento do fluxo sanguíneo pênis.
O fluxo sanguíneo é geralmente estimulado por pensamentos sexuais ou contato direto com o pênis.
Quando um homem fica excitado sexualmente, os músculos do pênis relaxam. Esse relaxamento permite aumentar o fluxo sanguíneo através das artérias penianas. Esse sangue preenche duas câmaras no interior do pênis chamadas corpos cavernosos. À medida que as câmaras se enchem de sangue, o pênis fica rígido. A ereção termina quando os músculos se contraem e o sangue acumulado pode fluir pelas veias penianas. A impotência sexual masculina pode ocorrer devido a problemas em qualquer estágio do processo de ereção.
Por exemplo, as artérias penianas podem estar danificadas demais para abrir adequadamente e permitir a entrada de sangue.

A questão idade

Até 30 milhões de homens americanos são afetados por impotência sexual.
A prevalência da impotência aumenta com a idade. A impotência afeta:

  • 12% dos homens com menos de 60 anos;
  • 22% dos homens na faixa dos 60 anos;
  • 30% dos homens com 70 anos ou mais.

Como se pode ver o risco de impotência aumenta com a idade. No entanto, a impotência não é inevitável à medida que o homem envelhece. Pode ser mais difícil conseguir uma ereção com a idade, mas isso não significa necessariamente que o homem se tornará impotente.
Em geral, quanto mais saudável o homem é, melhor será sua função sexual.

A impotência também pode ocorrer entre homens mais jovens.
Um estudo de 2013 verificou que um em cada quatro homens que procuravam o primeiro tratamento para impotência tinham menos de 40 anos.

Os pesquisadores encontraram uma correlação mais forte entre tabagismo e uso de drogas ilícitas e impotência em homens com menos de 40 anos do que entre homens mais velhos. Isso sugere que as escolhas de estilo de vida podem ser o principal fator contribuinte para a impotência em homens mais jovens.

Uma outra pesquisa fez descobertas interessantes sobre homens com impotência abaixo dos 40 anos de idade. Nesses casos verificou-se que o tabagismo era um fator para a impotência entre 41% dos homens desse público alvo. O diabetes foi o segundo fator de risco mais comum.
Estava ligado à impotência em 27% dos homens com menos de 40 anos.

Mudanças no estilo de vida podem ajudar

Hábitos de vida saudáveis e mudanças no estilo de vida podem evitar a impotência sexual, e em algumas situações, reverter a condição:

  • Exercitar-se regularmente;
  • Manter a pressão arterial controlada;
  • Alimentar-se de forma equilibrada e nutritiva;
  • Manter um peso corporal saudável;
  • Evitar o álcool em excesso;
  • Evitar o cigarro;
  • Reduzir o estresse.
Fontes: NCBI, healthline
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Flúor na água pode prejudicar adolescentes e bebês

flúor na água

A exposição ao flúor na água pode levar a uma redução na função renal e hepática entre adolescentes. Isso de acordo com um estudo publicado por pesquisadores do Monte Sinai no Environment International em agosto.

O estudo

O estudo examinou a relação entre os níveis de flúor na água potável e sangue com a saúde renal e hepática entre os adolescentes.
A amostragem utilizada foi daqueles adolescentes que participaram da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição. Esse é um grupo de estudos que avalia a saúde e bem-estar nutricional nos Estados Unidos.

Descobertas

As descobertas mostraram que a exposição ao flúor na água pode contribuir para mudanças complexas na função renal e hepática entre os jovens nos Estados Unidos. Naquele país 74% dos sistemas públicos de água adicionam flúor em benefício da saúde dental.

A água fluoretada é a principal fonte de exposição ao flúor nos EUA. Os resultados também sugerem que os adolescentes com pior função renal ou hepática podem absorver mais flúor em seus corpos.

Flúor na água – uma exposição crônica

Outros estudos já demonstraram que uma exposição aumentada do flúor na água em animais e adultos pode resultar em toxicidade renal e hepática.
Este estudo, no entanto, avaliou os efeitos potenciais da exposição crônica de flúor na água em baixos níveis entre os jovens.
O organismo de uma criança excreta apenas 45% do flúor através dos rins que vai parar na urina. Enquanto o organismo dos adultos o elimina a uma taxa de 60%. A maior parte do flúor circulante é acumulado nos rins dos adultos.

Nível ideal de flúor na água – uma questão que precisa ser estudada mais a fundo

Os benefícios odontológicos da adição do flúor são inegáveis e amplamente estabelecidos. O que se está questionando agora é a adequação da adição generalizada de flúor na água ou no sal na América do Norte. As descobertas deste estudo sugerem que pode haver potenciais problemas de saúde renal e hepática a serem considerados. Isso ao se avaliar o uso de flúor na água e níveis apropriados em intervenções de saúde pública. Estudos prospectivos são necessários para examinar o impacto da exposição crônica ao flúor na água em baixo nível nas funções renal e hepática.

Metodologia do estudo

O estudo analisou o flúor medido em amostras de sangue de 1.983 adolescentes. Também o teor de flúor na água da torneira nas casas de 1.742 adolescentes. As concentrações de flúor na água da torneira se mostraram geralmente baixas. No entanto, existem vários mecanismos pelos quais até baixos níveis de exposição ao flúor podem contribuir para a disfunção renal ou hepática.

Esses dados recentes foram combinados com estudos prévios sobre a exposição na infância a níveis mais elevados de flúor.
A partir disso conclui-se que há uma relação dose dependente entre flúor e indicadores de função renal e hepática.

Os achados, se confirmados em outros estudos, sugerem que pode ser importante considerar a função renal e hepática das crianças na elaboração de diretrizes e recomendações de saúde pública quanto aos níveis de adição de flúor na água.

Os riscos associados ao excesso de flúor na água

Efeitos colaterais potenciais à saúde incluem danos no sistema renal, danos ao fígado, disfunção tireoidiana, doença óssea e dentária e metabolismo proteico debilitado.

flúor na água

Adição de flúor na água – um risco para bebês

Um estudo realizado na Universidade de York (Canadá) fez uma descoberta preocupante. Descobriu que os níveis de flúor na urina de gestantes eram duas vezes mais altos naquelas que moram em cidades onde o flúor é adicionado à água potável.

É o primeiro estudo na América do Norte a verificar como o flúor na água contribui para os níveis urinários de flúor elevados em mulheres grávidas.
A pesquisa foi realizada como parte de um estudo maior. Estudo esse que investiga se a exposição precoce ao flúor pode afetar o cérebro dos fetos em desenvolvimento.

Descobriu-se que o flúor na água potável era a principal fonte de exposição para mulheres grávidas que viviam no Canadá. As mulheres que vivem em comunidades fluoretadas têm duas vezes a quantidade de flúor na urina que as mulheres que vivem em comunidades não fluoretadas.

Efeitos do flúor adicionado sobre a gestação – o estudo

No estudo foram recrutadas 2.001 mulheres grávidas entre 2008 e 2011. As mulheres moravam em 10 grandes cidades em todo o Canadá. Sete das cidades (Toronto, Hamilton, Ottawa, Sudbury, Halifax, Edmonton e Winnipeg) adicionaram flúor à água municipal, enquanto três (Vancouver, Montreal e Kingston) não o fizeram.

Amostras de urina foram coletadas durante cada trimestre da gravidez para mais de 1.500 mulheres. Os níveis de flúor nas estações municipais de tratamento de água que forneciam água para a casa de cada mulher foram obtidos. Informações sobre a demografia, estilo de vida e histórico médico de cada mulher também foram coletadas.

Além do flúor na água

Além da água fluoretada, as fontes de flúor incluíam cremes dentais, enxaguantes bucais, bem como bebidas processadas e alimentos, especialmente aqueles feitos com água fluoretada.
Além da água, produtos como chá já foram encontrados anteriormente com altas concentrações de flúor natural.

Neste estudo, o nível de flúor na água foi o principal determinante do nível de flúor na urina das mulheres. Maior consumo de chá preto também foi correlacionado com níveis mais elevados de flúor na urina em mulheres grávidas.

Coincidência de valores

Os níveis de flúor entre as mulheres grávidas que vivem em comunidades fluoretadas no Canadá foram semelhantes aos níveis relatados em um estudo anterior de mulheres grávidas que vivem na Cidade do México, onde o flúor é adicionado ao sal de cozinha.

Risco de QI menor

É uma descoberta preocupante. Isso porque a exposição pré-natal ao flúor na amostra mexicana está associada com menor QI em crianças. Novas evidências também demonstram uma ligação entre altos níveis de flúor na gravidez e comportamentos desatentos entre crianças no mesmo México.

Vários pesquisadores estão investigando a hipótese de que a exposição pré-natal ao flúor em crianças canadenses resulte em deficits de QI. Como semelhante ao estudo mexicano.

Flúor adicionado na água desde da década de 40

O flúor foi adicionado à água potável em comunidades canadenses e americanas desde a década de 1940. O objetivo foi o de utilizá-lo como uma forma de prevenção da cárie dentária.
Hoje, cerca de 40% dos canadenses e 74% da população dos EUA em abastecimento público de água recebem água fluoretada.

Fontes: ScienceDaily, MedicalXpress
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Saúde bucal durante a gravidez: saiba como manter

saúde bucal durante a gravidez

Como manter a saúde bucal durante a gravidez. É uma questão importante para se refletir.
A gestação traz muitas mudanças ao corpo da mulher. É altamente recomendável que a mulher não se esqueça de cuidar da sua saúde bucal durante a gravidez. É fundamental tratar de eventuais cáries dentais e quaisquer outros problemas.

Para tanto é importante que a mulher não deixe de visitar seu dentista durante esse período.
Estando grávida a mulher deve avisar seu dentista. Isso porque nem todos os tratamentos e procedimentos odontológicos podem ser realizados durante esse período.

Gravidez e gengivite

A inflamação e sangramento das gengivas (gengivite) são comuns e podem comprometer a saúde bucal durante a gravidez.
Alterações nos níveis hormonais no corpo da mulher podem causar aumento da circulação sanguínea na área da gengiva. Isso pode agravar o risco de sangramento.
Essas alterações também podem facilitar o acúmulo de placa bacteriana na linha das gengivas. Mais um fator que pode comprometer a saúde bucal durante a gravidez. Isso porque aumenta a probabilidade de infecção bacteriana.

É importante que a mulher cuide bem das suas gengivas mesmo antes de engravidar. Escovar e usar o fio dental pelo menos três vezes ao dia. E visitar seu dentista para uma limpeza profissional é essencial.

Dicas simples para manter a saúde bucal durante a gravidez

Desenvolver o hábito de fazer bochechos com água salgada para manter as gengivas limpas. Procurar ter uma dieta mais saudável sem alimentos refinados e açucarados e doces que promovam o acúmulo de placa bacteriana.
Evitar a todo custo uma infecção. É que muitos antimicrobianos e medicamentos outros podem ser perigosos e evitados durante esse período. Alguns antibióticos quando consumidos durante a gestação podem aumentar o risco de aborto espontâneo.
São medidas simples que poderão garantir uma adequada saúde bucal durante a gravidez.

Gravidez e cárie dentária

Em razão do acúmulo mais facilitado da placa bacteriana nas gengivas e nos dentes, a cárie também pode surgir.
O enjoo matinal (que pode incluir episódios de vômito) também pode promover cáries. Isso porque cria um ambiente ácido que corrói o esmalte dos dentes.

Problemas bucais não são apenas um problema para as mães, mas também para o bebê. É que problemas como periodontite e cáries aumentam o risco de nascimento prematuro, diabetes gestacional e pré-eclâmpsia. A pré-eclâmpsia é uma condição perigosa caracterizada por pressão alta, altos níveis de proteína na urina e inchaço nas extremidades.

Tumores da Gravidez

Algumas mulheres desenvolvem nódulos não-cancerígenos chamados erroneamente de “tumores da gravidez”, que na verdade não são perigosos.
Esses minúsculos pedaços formam-se entre os dentes e aparecem com mais frequência durante o segundo trimestre. Também chamado de “granuloma piogênico”, eles podem sangrar facilmente e causar desconforto.
O dentista pode recomendar a remoção. Porém, se eles não causam incômodo à gestante, o melhor é aguardar. É que na grande maioria das vezes esses caroços desaparecem espontaneamente depois da mulher ter dado à luz.

Dentes soltos

Os dentes podem se soltar durante a gravidez. Isso pode ocorrer mesmo que as gengivas da gestante sejam saudáveis. É que os níveis mais elevados de progesterona e estrogênio podem afetar os ligamentos que sustentam os dentes.
Mais uma vez, essa condição é temporária e não leva à perda do dente.

Mais uma vez é importante que a mulher, para garantir sua saúde bucal durante a gravidez, consulte seu dentista sobre o desconforto causado por dentes soltos.

A alteração dos níveis hormonais traz um risco maior de várias condições. Dentre elas, o aumento do volume das gengivas e dentes soltos. Uma boa limpeza profissional irá garantir que as gengivas e dentes da gestante não apresentem placa. A consulta odontológica também poderá garantir que quaisquer sinais de cáries ou doenças nas gengivas sejam tratados com medicamentos e técnicas seguras.
Se a mulher está pensando em engravidar ou já está esperando um bebê, deve transformar em prioridade a sua saúde bucal durante a gravidez.

saúde bucal durante a gravidez

Suplementos durante a gravidez: o que é seguro e o que não é

A gravidez pode ser uma das experiências mais excitantes e felizes na vida de uma mulher. No entanto, também pode ser um momento confuso e complicado para algumas futuras mães.
A internet, revistas e anúncios inunda as mulheres com conselhos sobre como se manter saudável.
A maioria das mulheres sabe que mariscos com alto teor de mercúrio, álcool e cigarros estão fora dos limites durante a gravidez.
Porém muitas mulheres não sabem que algumas vitaminas, minerais e suplementos de ervas devem também ser evitados. Informações sobre quais suplementos são seguros e quais não são seguros. Muitas vezes, isso varia entre as fontes, tornando as coisas ainda mais complicadas.
Este complemento do artigo detalha quais suplementos são considerados seguros durante a gravidez. E também explica por que alguns suplementos devem ser evitados.

Consumir os nutrientes certos é importante em qualquer etapa da vida. Isso é especialmente crítico durante a gestação. É que mulheres grávidas precisam nutrir a si mesmas e seus bebês em desenvolvimento.

Gravidez aumenta a necessidade de nutrientes

Durante a gravidez, a ingestão de macronutrientes de uma mulher precisa crescer significativamente. Macronutrientes incluem carboidratos, proteínas e gorduras.
Por exemplo, o consumo de proteína precisa aumentar de 0,8 gramas por kg de peso corporal para mulheres não grávidas para 1,1 gramas por kg de peso corporal para mulheres grávidas .No entanto, a necessidade de micronutrientes, que incluem vitaminas, minerais e oligoelementos, aumenta ainda mais do que a necessidade de macronutrientes.

Vitaminas e minerais suportam o crescimento materno e fetal em todas as fases da gravidez. São obrigados a apoiar funções críticas, como crescimento celular e sinalização celular.
Algumas mulheres são capazes de atender a essa demanda crescente apenas através de uma dieta bem planejada, rica em nutrientes. Outras, no entanto, não conseguem.

Mulheres grávidas que podem precisar tomar suplementos vitamínicos e minerais. Conheça as razões

  • Deficiências nutricionais: Um exame sanguíneo pode revelar que a gestante apresenta deficiência de uma vitamina ou mineral. A correção dessas deficiências é fundamental. Isso evita a falta de nutrientes como o folato, que tem sido associada a defeitos congênitos.
  • Hiperemese gravídica: Esta complicação na gravidez é caracterizada por náuseas e vômitos intensos. Pode levar a perda de peso e deficiências nutricionais.
  • Restrições dietéticas: Mulheres que seguem dietas específicas, incluindo veganos e pessoas com intolerâncias alimentares e alergias. Nesses casos podem precisar suplementar com vitaminas e minerais para evitar deficiências de micronutrientes .
  • Tabagismo: É absolutamente crítico que as mães evitem cigarros durante a gravidez. Aquelas que não conseguem parar de fumar têm uma maior necessidade de nutrientes específicos, como vitamina C e folato.
  • Gravidezes múltiplas: As mulheres que vão dar à luz mais de um bebé têm necessidades mais elevadas de micronutrientes do que as mulheres que gestam um bebê. A suplementação é frequentemente necessária para garantir uma nutrição ideal para a mãe e seus bebês.
  • Mutações genéticas como MTHFR: MTHFR é um gene que converte folato em uma forma que o corpo pode usar. Mulheres grávidas com essa mutação genética podem precisar suplementar com uma forma específica de folato para evitar complicações.
  • Dieta pobre: ​​Mulheres que com dietas inadequadas são aquelas que consomem alimentos com baixo teor de nutrientes. Nesse caso se faz necessária a suplementação de vitaminas e minerais para evitar deficiências.

Especialistas, como os do Congresso Americano de Obstetrícia e Ginecologia fazem uma importante recomendação. Eles recomendam que todas as gestantes tomem um suplemento pré-natal de vitamina e ácido fólico. É aconselhável preencher lacunas nutricionais e prevenir defeitos congênitos como a espinha bífida.

Consumo de chás à base de ervas medicinais durante a gravidez

Além dos micronutrientes, os chás e suplementos de ervas são populares.

Um estudo descobriu que cerca de 15,4% das mulheres grávidas nos EUA usam suplementos de chás e ervas medicinais.

De forma alarmante, mais de 25% dessas mulheres não informaram o médico que estavam tomando.

Não dispomos de dados oficiais para o nosso país. Mas esse percentual aqui no Brasil acredito eu deve ser superior ao verificado nos EUA.

Embora alguns suplementos de ervas possam ser seguros durante a gravidez, há muitos que podem trazer problemas.

Embora algumas ervas possam ajudar com complicações comuns da gravidez, como náusea e dor de estômago, algumas podem ser prejudiciais à mãe e ao feto. O risco é grande, pois existem ervas medicinais com propriedades abortivas.

Assim, deve-se tomar todo o cuidado no consumo de chás e qualquer tipo de insumo de origem vegetal desconhecida.

Fontes: Dental News, healthline
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Escovar os dentes pode prevenir o Alzheimer: saiba como

Escovar os dentes pode prevenir o Alzheimer: saiba como

escovar os dentes

Escovar os dentes é uma rotina na vida da maioria das pessoas. O que não se imaginava é que escovar os dentes regularmente pode prevenir o Alzheimer em idades mais avançadas.

Já existe um conjunto de evidências que apoiam essa hipótese. Estudos têm mostrado que a doença gengival pode ser um fator de risco para o Alzheimer.

Alguns estudos sugerem que o risco dobra quando a doença gengival persiste por 10 ou mais anos.

Um estudo recente americano detalha como um tipo de bactéria Porphyromonas gingivalis , associada à doença da gengiva, foi encontrada nos cérebros de pacientes com Alzheimer.

Testes em camundongos também mostraram como o micro-organismo se espalhou da boca para o cérebro, onde causou danos às células nervosas.

O relatório em questão foi realizado e autofinanciado pelos fundadores da empresa farmacêutica americana Cortexyme. Essa empresa vem pesquisando a causa do Alzheimer e outros distúrbios degenerativos. Cientistas dessa empresa farmacêutica de San Francisco pretendem lançar um teste clínico para humanos no final deste ano.

O que é doença gengival?

A primeira fase da doença gengival é chamada gengivite.
Isso ocorre quando as gengivas ficam inflamadas em resposta ao acúmulo de placa bacteriana na superfície dos dentes.

A gengivite é experimentada por até metade de todos os adultos, mas é geralmente reversível.

Se a gengivite não for tratada, formam-se “bolsas sub-gengivais” entre o dente e a gengiva, que são preenchidas por bactérias.

Essas bolsas indicam que a gengivite se converteu em periodontite. Nesta fase, torna-se quase impossível eliminar as bactérias. Embora o tratamento dental possa ajudar a controlar seu crescimento.

Os riscos de doenças da gengiva aumentam significativamente em pessoas com higiene bucal deficiente. Fatores como tabagismo, uso de medicamentos, hereditariedade, escolhas alimentares, puberdade e gravidez podem contribuir para o desenvolvimento da doença.

A doença gengival não é apenas uma consequência da ação do P. gingivalis sozinho.
Um grupo de organismos incluindo Treponema denticola, Tannerella forsythia e outras bactérias também desempenham um papel nesta complexa doença oral.

Por que escovar os dentes é tão importante?

Pesquisadores da University of Central Lancashire foram os primeiros a estabelecer a conexão entre o P. gingivalis e a doença de Alzheimer.

A bactéria P. gingivalis é responsável por muitas formas de doenças das gengivas.
Estudos subsequentes descobriram que essa bactéria pode migrar da boca para o cérebro em camundongos. Uma vez no cérebro a P. gengivalis pode reproduzir todas as características da doença de Alzheimer.

Escovar os dentes regularmente pode manter sob controle a P. gengivalis. Isso não apenas acaba prevenindo a doença gengival, mas também o Alzheimer.

A P. gengivalis no contexto do Alzheimer

A pesquisa recente dos EUA encontrou a bactéria da doença gengival crônica nos cérebros de pacientes com doença de Alzheimer. São dados com embasamento científico. Porém, têm de ser entendidos dentro de um contexto mais complexo.

É que a doença de Alzheimer está ligada a uma série de outras condições e não apenas pode se originar a partir de uma bactéria oriunda de uma doença gengival.

A pesquisa existente mostrou que outros tipos de bactérias e o vírus do herpes tipo 1 também podem foram encontrados em cérebros de pacientes com Alzheimer.

As pessoas com síndrome de Down também correm um risco maior de desenvolver a doença de Alzheimer. Isso também vale para as pessoas que tiveram um traumatismo cranioencefálico grave.

A pesquisa também mostra que várias condições associadas à doença cardiovascular podem aumentar o risco de Alzheimer. Isso sugere que há muitas causas com um ponto final em comum.

Os cientistas ainda estão tentando descobrir a conexão. Esse ponto final em comum resulta nos mesmos sintomas do Alzheimer. Ou seja, falta de memória e mudanças comportamentais. Isso também ocorre junto com o acúmulo de placa junto à substância cinzenta do cérebro, o que é conhecido como “emaranhados neurofibrilares”.
Essa placa é formada pela proteína beta-amiloide.

Nessas condições a proteína beta-amiloide age como um resíduo tóxico, impedindo a comunicação normal entre os neurônios. Ou seja, não consegue mais desempenhar a função que teria, ou seja, de estabilizar a estrutura celular.

O acúmulo da proteína beta-amiloide e o Alzheimer

O Alzheimer está ligado ao acúmulo no cérebro de placas formadas pela proteína beta-amiloide. Sua aglutinação entre os neurônios impede a transmissão de sinais, prejudicando a atividade dos neurônios.
A doença leva à degeneração da memória e da capacidade de aprendizado. Em estágios avançados pode ocasionar a morte do paciente.

Estudos recentes demonstram que a aglutinação da beta-amiloide, hoje tida como patológica, poderia desempenhar uma função de defesa no organismo. Defesa? Mas que tipo de defesa?

escovar os dentes

Beta-amiloide: doença ou proteção – uma contradição

Um estudo publicado no periódico Science Translational Medicine, traz uma informação nova e revolucionária.
Começando pelo fato de afirmar que a proteína beta-amiloide pode ser encontrada em 70% dos vertebrados.
A beta amiloide era tida até o momento como elemento patológico no cérebro.
No entanto, o estudo em questão demonstra que sua ação no cérebro pode ser a de proteger o sistema nervoso contra agentes microbianos.

O acúmulo de proteína beta-amiloide na forma de placa teria assim finalidade de defesa do organismo.
Quando bactérias, vírus ou mesmo fungos conseguem romper a barreira hematoencefálica, a proteína beta-amiloide entraria em ação aprisionando esses agentes em placas, como uma teia proteica, ocasionando a sua eliminação.
Os resquícios dessas “teias” comporiam as tais placas de beta-amiloide, encontradas no cérebro de pacientes com Alzheimer.

Importante destacar que a barreira hematoencefálica é uma estrutura celular que protege o SNC (Sistema Nervoso Central).
Sua função primária é a de bloquear o acesso de substâncias tóxicas endógenas ou exógenas. Isso também vale para agentes microbianos. Na terceira idade essa barreira se torna mais porosa.

O experimento

Buscando provar essa hipótese, os pesquisadores realizaram um experimento com camundongos.
Para reproduzir as condições de um ser humano, camundongos foram geneticamente modificados, tornando-os aptos à produção de proteína beta amiloide.
Posteriormente expuseram os seus cérebros à ação da bactéria Salmonela.
Em pouco tempo, a simples presença da bactéria gerou o aparecimento de placas de proteína beta-amiloide com Salmonelas aprisionadas dentro das malhas proteicas formadas.

Já os camundongos do grupo controle no experimento ( incapazes de produzir placas), acabaram morrendo em decorrência da infecção provocada pela Salmonela.

Prosseguimento do estudo

Esse estudo deve e será aprofundado. Vai se procurar a presença de agentes microbianos no cérebro de pacientes que tiveram Alzheimer. E também de pessoas que não foram acometidas pela doença.
Também vai se buscar evidências da presença de agentes microbianos em placas de beta-amiloide encontradas em cérebros humanos.

Escovar os dentes

A pesquisa mais recente acrescenta mais evidências à teoria de que a doença das gengivas é um dos fatores que podem levar à doença de Alzheimer.
E isso devido à presença do elemento bacteriano capaz de ultrapassar a barreira hematoencefálica.

Porém, isso não deve ser motivo de nenhum pânico. Afinal, nem todos que sofrem de doença gengival desenvolvem a doença de Alzheimer.
E nem todos que sofrem da doença de Alzheimer têm doenças gengivais. Ter doença gengival não é fator determinante do Alzheimer. Deve ser entendido como um fator de risco a mais para o seu desenvolvimento.

Para descobrir quem está em risco, os cientistas precisam agora desenvolver testes que possam mostrar ao dentista quem é o verdadeiro alvo.

Sempre importante, no entanto, aconselhar as pessoas sobre a importância dos cuidados com a saúde bucal.
Especialmente do quanto é fundamental escovar os dentes regularmente e de forma adequada. Hábitos simples como escovar os dentes podem acabar sendo fundamentais na prevenção de uma série de doenças, inclusive do temido Alzheimer.

Fontes: The Independent, CRliquor, Science Translational Medicine
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Como usar o fio dental: qual é o tipo adequado para você e como usar

saber como usar o fio dental

Fazer uso e saber como usar o fio dental é um elemento indispensável quando o assunto é higiene dental. Além da boa higiene, o uso regular e saber como usar o fio dental pode prevenir doenças, inclusive o câncer de boca.

Via de regra, a higiene dental está muito associada à escovação dental. No entanto, saber como usar o fio é fundamental. Existem muitos espaços interdentais e próximos às gengivas que podem ser alcançados apenas através do uso do fio dental.

Quando se fala sobre como usar o fio dental a impressão que fica é que existe apenas um tipo desse material ou que deva se utilizar de alguma técnica muito complexa para um resultado adequado. Quanto ao tipo de fios, o mercado dispõe de muitas e diferentes opções adaptadas às necessidades de cada indivíduo. O objetivo maior é o de obter a melhor higienização bucal possível.

O fio dental – seus diferentes tipos

Existem muitas variedades de fios dentais. Dependendo das necessidades de cada indivíduo, um tipo ou outro pode ser o mais adequado.

As características de diferenciação dos fios dentais

Fio dental de náilon ou multifilamento

É o mais comum. É um fio de náilon composto por cerca de 35 filamentos trançados. É ideal para casos em que existe pouco espaço entre os dentes. O problema desse fio é que ele tende a se desfiar com facilidade.

Fio dental de náilon com cera

Não tem grandes diferenças em relação ao fio anterior. A sua principal característica é a presença de cera. Ela auxilia no melhor deslizamento do fio dental. Torna mais facilitada a sua utilização quando a separação entre os dentes é muito reduzida.

Fio dental de politetrafluoroetileno (PTFE)

É um fio dental produzido a partir de um polímero sintético conhecido como teflon.
Ele se caracteriza por sua elevada resistência. Ao contrário do fio de náilon, é monofilamento. Isso o torna menos suscetível de se desfiar.

Fita dental

É uma boa alternativa para dentições com grandes espaços interdentários. Conta com uma maior superfície de contato com o dente. É mais larga e plana que os fios dentais. Assim como o fio de náilon, está disponível nas opções com e sem cera.

Fios dentais com aromas

Alguns tipos de fios dentais trazem um aroma de menta. São indicados para aqueles que buscam aliar a limpeza dental ao combate ao mau hálito.

Fio dental Superfloss

Especialmente indicado para aqueles que usam aparelhos ortodônticos.
É composto por três partes: uma extremidade mais rígida para os brackets, uma parte esponjosa para a placa e a secção do fio dental.

saber como usar o fio dental

Como usar o fio dental

A utilização do fio é um processo muito intuitivo. Entretanto, é importante saber como usar o fio dental corretamente. Isso para que todos os resíduos não retirados pela escova dental possam ser removidos.

O primeiro passo é realizar uma boa limpeza das mãos. O passo seguinte é partir para a escolha da técnica de uso do fio.

Técnica clássica

A primeira coisa a fazer é cortar cerca de 45 centímetros de fio. Enrolar a maior parte dele em volta dos dedos médios. Deve deixar-se apenas 3 centímetros livres entre os dois pontos de fixação. Será com este fragmento que se irá trabalhar.
Em seguida é importante deslizar o fio entre os dentes. Conforme se vá mudando de superfície dental, quando este já estiver muito desgastado.

Os dedos médios são usados para segurar o fio. Os demais dedos podem ser utilizados para mover o fio.
O mais adequado é usar os polegares para limpar os dentes superiores e os indicadores para os inferiores.

Técnica do laço

Neste método, bastará cortar 30 centímetros de fio dental e juntar as suas extremidades. Mantendo o fio tenso, faz-se um nó a uma altura aproximada de quatro dedos.

Assim o fio pode ser utilizado sem ter de o enrolar. É um bom método para os usuários principiantes . Também é válido para quem não quer sentir a pressão do fio nos dedos. Basta esticar o fio com os dedos mínimos e usar o polegar de uma mão e o indicador da outra para controlar o movimento.

Saber como usar o fio dental – passo a passo

Definida a técnica de uso do fio dental, é muito fácil realizar a limpeza. Saber como usar o fio dental não é algo complexo. Veja a seguir:

  • Introduzir o fio suavemente entre os dentes, movendo-o de forma alternada;
  • Deslizar o fio para cima e para baixo para esfregar a superfície de todo o dente;
  • Dobrar o fio em volta da base de cada dente até formar um “C”.
  • Deve-se tentar que passe por baixo das gengivas. Mas tomando o cuidados para não forçar, evitando possíveis sangramentos.
  • Não se deve esquecer de limpar a parte posterior dentes.

Outros materiais para a sua saúde oral

Além dos fios dentais citados, existem outros tipos de fios e dispositivos auxiliares:

Passadores de fio dental

Ideais para introduzir o fio em espaços de difícil acesso. Como o seu nome indica, o funcionamento consiste em enfiar o fio no dispositivo para ajudá-lo a passar pelos espaços que sejam complicados de alcançar. É especialmente indicado para pacientes com aparelhos ortodônticos, próteses e implantes.

Porta-fios dentais

Dispositivo automatizado adequado para facilitar a utilização do fio dental. O seu objetivo principal é facilitar e tornar mais cômoda a tarefa de uso do fio dental.

Irrigadores orais

Trata-se de um aparelho destinado a lançar um jato de água sob pressão. Realmente útil para higienizar os espaços interproximais após a escovação. É indicado para usuários de próteses fixas e implantes.

Escovas interproximais

São concebidas para a limpeza dos espaços interdentais de difícil acesso.
Muito recomendáveis para aparelhos ortodônticos e implantes dentais.

O fio dental tem história

Os antropólogos encontraram evidências de que os povos antigos já usavam vários implementos, como pontas pontiagudas para limpeza interdental.

Quem inventou o fio dental?

De acordo com a maioria das fontes, a invenção do fio dental como conhecemos foi de um dentista de Nova Orleans. Em 1815, ele começou a aconselhar seus pacientes a usar um fio de seda fino para realizar a limpeza entre os dentes.

Quando surgiu o fio dental?

A idéia pegou. Em 1882 uma empresa chamada Codman and Shurtleft Company, com sede em Randolph, Massachusetts, começou a comercializar um fio dental de seda. Isto foi seguido em 1896 pelo primeiro fio dental da Johnson & Johnson.

A Johnson & Johnson, sediada em New Jersey, obteve uma patente para o fio dental em 1898. Esse primeiro fio dental era feito do mesmo material de seda usado pelos médicos para realização de pontos.]

Inovações do fio dental (1940-1950)

Durante a década de 1940, o náilon substituiu a seda como o material para o fio. Sua textura consistente e resistência à trituração foi um ganho em relação às versões de seda. O uso do náilon também permitiu o desenvolvimento do fio dental encerado na década de 1940 e o desenvolvimento da fita dental na década de 1950.

Fio dental nos dias atuais

O fio dental atualmente, como já vimos, conta com outros recursos para facilitar seu uso no dia a dia para uma boa higienização dos dentes. Saber como usar o fio dental é algo essencialmente bem simples. Além da técnica correta a frequência de uso diário é fundamental.

Fontes: Dentaleader, Oral B, BDC
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