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Novo fator de risco para o surgimento de manchas pretas nos dentes

Um grupo de pesquisadores do Grupo de Microbiologia Oral da Universidade CEU Cardenal Herrera, Espanha, acaba de publicar um artigo científico revelando que a água potável com elevados níveis de ferro é um dos fatores de risco para o surgimento de manchas pretas nos dentes.

Ferro + pH elevado + saliva

De acordo com os cientistas, um elevado nível de ferro e um pH elevado na água que é consumida, assim como a saliva, são os fatores que mais influenciam o surgimento de manchas pretas na dentição. Para chegar a esta conclusão, os investigadores analisaram os casos de 94 pacientes de dez clínicas dentárias – metade possuía pigmentação preta no esmalte dentário e a outra metade não.

Análise

No âmbito do estudo, foram analisados os hábitos de higiene oral dos pacientes e os hábitos de consumo de alimentos e de cigarro para determinar o estado de saúde bucal de cada um, especialmente o número de dentes com cáries, em falta, com selantes e a presença, ou não, de periodontite.

Resultados

Os resultados agora publicados mostram que, para além dos elevados níveis de ferro na água consumida, também uma água com um elevado nível de pH e uma saliva com um pH elevado podem ser fatores de risco para o desenvolvimento de manchas pretas nos dentes.

Fontes: NatureSaúde Oral
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​Limpeza das mãos: água fria, quente ou muito sabão?

É consenso de que a lavagem de mãos é um elemento fundamental à prevenção de infecções.

Mas sempre houve uma crença de que a água quente seria mais eficaz na remoção das bactérias do que a água fria.

É mais um mito que cai por terra, um mito eventualmente criado pela sensação mais agradável que é lavar as mãos em uma água não muito fria.

“As pessoas precisam se sentir confortáveis quando estão lavando as mãos, mas em termos de eficácia [em remover bactérias], este estudo nos mostra que a temperatura da água utilizada não importa,” garante o professor Donald Schaffner, da Universidade Rutgers (EUA).

Água, sabão e esfregação

Para chegar a essa conclusão, a equipe despejou altos níveis de bactérias inofensivas nas mãos de 21 voluntários, várias vezes ao longo de um período de seis meses. Em cada caso, eles a seguir lavavam as mãos em água com temperaturas de 15º C, 26º C ou 38º C, usando 0,5 ml, 1 ml ou 2 ml de sabão.

Curiosamente, nem o aumento da temperatura da água e nem um maior volume de sabão influíram significativamente na eliminação das bactérias.

Conclusão

O que realmente fez a diferença foi lavar as mãos, esfregando uma na outra sob a água, por pelo menos 10 segundos.​

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Dica: Tomar água demais pode trazer problemas

copo com aguacopo-daguaNão se sabe exatamente quem lançou a ideia de que devíamos tomar dois litros de água por dia, mas está difícil derrubar esse mito – na verdade, precisamos ingerir dois litros de líquidos, mas não necessariamente de água – há muita água nos alimentos.

Segundo Michael Farrell (Universidade Monash) e Pascal Saker (Universidade de Melbourne), tomar água em excesso pode levar até mesmo a uma “intoxicação com água”.

Eles estudaram o mecanismo da sede e da saciedade de água e descobriram um mecanismo ativado no cérebro que inibe o ato de engolir quando bebemos água em excesso. Esse mecanismo ajuda a manter equilibrado o volume de água no corpo.

O problema é que, quando as pessoas acreditam que devem tomar uma quantidade maior de água do que a sua sede lhes indica, elas passam por cima desse mecanismo, desequilibrando a quantidade de líquido no organismo.

“Se nós apenas fizermos o que o nosso corpo nos pede provavelmente faremos a coisa certa – beber apenas de acordo com a sede, em vez de seguir uma programação,” escrevem Farrell e Saker.

Risco de hiponatremia

Os pesquisadores mediram o esforço necessário para engolir água quando os voluntários foram postos sob duas condições: depois de uma atividade física, quando estavam com sede, e mais tarde, quando lhes foi pedido para ingerir uma quantidade de água além da sua sede.

Os resultados mostraram que é necessário um esforço três vezes maior para ingerir a água depois que a sede foi saciada.

Segundo os pesquisadores, beber muita água aumenta o risco de hiponatremia, quando os níveis vitais de sódio no sangue tornam-se anormalmente baixos, causando sintomas que vão da letargia e das náuseas até convulsões e coma.

O professor Farrell ressalva que, no caso das pessoas idosas, que frequentemente não bebem água o suficiente, podem ter vantagens em programar uma ingestão de líquidos em níveis adequados.

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