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Dieta líquida completa: tudo o que você precisa saber

dieta líquida completa

Uma dieta líquida completa é aquela em que uma pessoa não come alimentos sólidos e consome apenas líquidos, como sopas, sucos e smoothies.

Para a maioria das pessoas é apenas uma medida temporária. Não deve ser encarada como uma estratégia nutricional de longo prazo.

Dieta líquida completa vs dieta líquida clara

Em uma dieta líquida clara, uma pessoa só pode ingerir líquidos claros, como água, chá e caldo.

Uma dieta líquida completa oferece sabor mais diversificado e maior valor nutricional.

Uma pessoa pode comer versões em purê de seus alimentos favoritos, além de uma grande variedade de líquidos mais espessos, como caldo de tomate.

Neste artigo, saiba mais sobre dietas líquidas completas, incluindo seus usos, efeitos e o que comer.

Dieta líquida completa – para que serve

Uma dieta líquida completa é utilizada como uma estratégia de curto prazo quando uma pessoa tem um problema médico que torna perigoso a ingestão de alimentos sólidos.

Os especialistas podem recomendar uma dieta líquida completa nas seguintes situações:

  • após cirurgia odontológica, para reduzir a dor ou porque o paciente não consegue mastigar;
  • após a extração de vários dentes;
  • na recuperação de pancreatite;
  • após a cirurgia bariátrica, como um passo de transição entre líquidos claros e alimentos macios;
  • após cirurgia gastrointestinal ou para aliviar os sintomas de uma doença digestiva;
  • pacientes com fratura nos ossos na boca ou mandíbula;

Dietas líquidas completas – perda de peso

Algumas pessoas também podem usar dietas líquidas para buscar a perda de peso. Isso porque uma dieta líquida completa dificulta a ingestão de um grande número de calorias.

Dietas altamente restritivas para perda de peso não são seguras e os especialistas não as recomendam.
Isso porque as pessoas frequentemente recuperam o peso assim que voltam a uma dieta normal.

Dieta líquida completa – o que pode ser ingerido

Os alimentos que uma pessoa pode comer em uma dieta líquida total dependem de suas necessidades nutricionais e das recomendações do especialista.

Em geral pode-se consumir o seguinte:

  • Água;
  • Sucos de frutas;
  • Caldos;
  • Gelatina;
  • Mel;
  • Chás;
  • Café;
  • Purê de frutas e legumes;
  • Sopas quentes ou em purê;
  • Leite;
  • Caldo de carne ou em purê;
  • Aveia coada;
  • Smoothies;
  • Bebidas proteicas e outros suplementos nutricionais líquidos;
  • Sorvetes;
  • Milkshakes;
  • Margarina, manteiga e maionese;
  • Pudim.

Pode ser complicado obter proteínas e fibras suficientes em uma dieta líquida total.

Aqueles que seguem essa dieta por vários dias devem tomar cuidado.
Especialmente devem priorizar os alimentos ricos em nutrientes.

Alguns exemplos de alimentos que uma pessoa pode comer e que oferecem maior valor nutricional:

  • bebidas pouco adoçadas;
  • smoothies de de frutas e vegetais;
  • produtos macios à base de ovo, como gemada ou comida para bebê acrescida de ovos;
  • purê de carne e feijão;
  • purê de batatas com molho à base de carne;
  • leite.

Deve-ser solicitar ao especialista uma lista detalhada dos alimentos que podem e não podem ser ingeridos. Isso quando se der início a uma dieta líquida completa.

dieta líquida completa

Dieta líquida completa – o que deve ser evitado

Uma dieta líquida completa não pode conter alimentos sólidos. Isso também vale para alimentos em purê que possam ter pedaços de carne, por exemplo.

Segue uma lista de alimentos que devem ser evitados:

  • frutas e vegetais inteiros;
  • pão;
  • cereais;
  • sopas com carne em pedaços grandes ou duros;
  • carne ou peixe sólido;
  • alimentos contendo sementes ou outras partículas duras ou afiadas;
  • nozes e manteiga de amendoim;
  • macarrão;
  • arroz;
  • biscoitos e bolos;
  • queijo;
  • tofu.

Para a maioria das pessoas, uma dieta líquida total é uma medida de curto prazo.

Pessoas com indicação de dieta líquida completa por mais tempo devem estar atentas aos alimentos que ingerem e evitar opções potencialmente prejudiciais.

Dicas que podem ajudar

  • evitar a obtenção de grande parte das calorias provenientes de alimentos doces;
  • aumentar ingestão de fibras, bebendo smoothies finos, que incluem frutas, legumes e iogurte grego;
  • consumir o leite como fonte de proteína;
  • evitar alimentos com pouco valor nutricional, como sorvetes e gelatina;
  • uso temporário de suplementos vitamínicos e minerais recomendados por especialista;
  • manter um registro dos alimentos ingeridos no longo prazo.

Dieta líquida completa – quais são os riscos

Fica muito difícil a obtenção de nutrientes suficientes em uma dieta líquida completa.
Especialmente a longo prazo.
Dietas líquidas são em geral deficientes em vitamina A, ferro, vitamina B-12 e tiamina.

Pessoas que precisam ingerir uma dieta líquida total por longos períodos podem precisar tomar suplementos para evitar déficits nutricionais.

É possível obter proteína, fibra e outros nutrientes essenciais suficientes em uma dieta líquida total.
No entanto, isso requer algum planejamento e conhecimento básico da dieta.

Um dos maiores riscos é o de uma pessoa confiar em alimentos fáceis, mas menos nutritivos, como apenas doces ou aqueles com alto teor de sódio.

Uma dieta líquida completa pode satisfazer os desejos de uma pessoa melhor do que uma dieta líquida clara, seguir uma dieta líquida completa ainda pode ser difícil e frustrante.

Além da desnutrição por uso prolongado, alguns outros riscos incluem:

  • fome crônica;
  • alterações de humor devido à fome;
  • perda de prazer em comer;
  • dificuldade em comer fora ou participar de outras atividades sociais centradas na comida.

Muitos especialistas recomendam uma dieta líquida completa para uma variedade de condições. Porém algumas pesquisas sugerem que essa dieta pode ser mais restritiva do que o necessário.

Um estudo de 2010 observou que uma dieta sólida e completa era segura para pessoas que se recuperavam de pancreatite aguda leve e permanência hospitalar reduzida.

Uma análise de 2012 concluiu que uma dieta leve também era segura para pessoas que se recuperavam de pancreatite aguda leve.

Uma pessoa cujo especialista recomenda uma dieta líquida completa deve fazer perguntas como:

– O que posso fazer para manter-me saudável com esta dieta?

– Quanto tempo precisarei estar nessa dieta?

– Quais são os riscos dessa dieta?

– Por que essa dieta me é recomendada?

– Existe uma alternativa para esta dieta?

– Quais alimentos específicos devo evitar?

Em poucas palavras

Seguir uma dieta líquida completa pode ser um desafio.

Se for necessário comprometer-se com dieta líquida completa por um longo tempo, deve-se consultar um nutricionista.
Isso para garantir que não faltem nutrientes essenciais.

Um dieta rica em nutrientes aliada a um bom planejamento pode ser a garantia de sucesso do tratamento. Aproveite e conheça também quais são os melhores alimentos para a saúde dos dentes.

Fonte: MedicalNewsToday

 

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Café pode prevenir doenças e aumentar os anos de vida

Aqui está outro motivo para começar o dia com uma xícara de café: As pessoas que bebem café vivem mais tempo.

O consumo de café foi associado a um menor risco de morte devido a doenças cardíacas, câncer, acidente vascular cerebral, diabetes e doenças respiratórias e renais.

Partindo de uma população de centenas de milhares de pessoas e acompanhando-as durante quase duas décadas, as pessoas que consumiam uma xícara de café ao dia mostraram-se 12% menos propensas a morrer no período em comparação com aquelas que não bebiam café. Esta associação foi ainda mais forte para aquelas que bebiam de duas a três xícaras por dia – uma chance de morrer 18% menor.

E há outra novidade: A mortalidade menor mostrou-se presente independentemente de as pessoas beberem café comum ou café descafeinado, sugerindo que a associação não está ligada à cafeína.

E talvez ainda mais importante: Todos estes resultados foram agora aferidos para a maioria dos grupos étnicos, incluindo afro-americanos, japoneses-americanos, latinos e brancos.

“Não podemos dizer que beber café prolongará sua vida, mas vemos uma associação. Se você gosta de tomar café, beba! Se você não é um bebedor de café, então você precisa considerar se você deve começar,” disse a professora Veronica Setiawan, da Universidade Sul da Califórnia (EUA).

Café é bom para todos

O estudo, publicado na revista médica Annals of Internal Medicine, utilizou dados do Estudo de Coesão Multiétnica, um esforço colaborativo entre o Centro de Câncer da Universidade do Havaí e a Faculdade de Medicina da USC envolvendo mais de 215 mil participantes.

Uma das grandes novidades deste estudo foi atestar os resultados para várias etnias.

“Até agora, poucos dados estavam disponíveis sobre a associação entre consumo de café e mortalidade em não-brancos nos Estados Unidos e em outros lugares,” escreveram os pesquisadores. “Essas investigações são importantes porque os padrões de estilo de vida e os riscos de doenças podem variar substancialmente em diferentes origens raciais e étnicas, e os resultados em um grupo podem não se aplicar necessariamente a outros”.

Como a associação foi registrada em quatro etnias diferentes, Setiawan e seus colegas afirmam que agora é seguro dizer que os resultados se aplicam a todos os grupos.

Manchas nos dentes

Assim como o vinho tinto, o chá e o café são conhecidos por causar manchas amareladas e amarronzadas nos dentes. Mas qual deles traz os piores efeitos?

Especialistas em odontologia da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, parecem concordar que os pigmentos naturais do chá tendem a aderir mais ao esmalte dos dentes do que os do café – principalmente em quem usa um enxaguante bucal contendo o antisséptico clorexidina, que atrai e se “cola” a essas partículas.

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Novidade: Mini-implante dentário – eficiente e mais barato

Uma novidade saindo dos laboratórios da Faculdade de Odontologia da USP em Ribeirão Preto pretende restaurar funções dentais sem os desconfortos das dentaduras e os riscos das cirurgias invasivas dos implantes dentários convencionais. E tudo isso a um custo menor do que o dos métodos atualmente utilizados.

A equipe da professora Andréa Cândido dos Reis criou um sistema composto de mini-implantes e dispositivos protéticos e cirúrgicos com os quais é possível superar as principais dificuldades dessa área da consultório odontológica.

Para testar a ideia, a equipe reuniu especialistas de diferentes campos – da engenharia de materiais à física e odontologia. Além de analisar e comprovar a eficácia da técnica, os pesquisadores acreditam que essa modalidade de tratamento será mais acessível para a maioria da população.

Menores e melhores

As vantagens dos mini-implantes estão na eficiência dos seus dois milímetros de diâmetro, contra os 3,4 a 5 milímetros dos implantes convencionais. Além de menores, os novos mini-implantes ganharam formatos chanfrados e autoperfurantes e uma broca helicoidal, também com função de corte, facilitando sua inserção.

Essas características, conta a professora Andréa, garantem redução na quantidade de dispositivos para a instalação cirúrgica do implante, o que diminui os custos, dispensam a necessidade de enxerto ósseo (comum nesses procedimentos) e minimizam o trauma cirúrgico.

Hoje, os implantes dentários não são viáveis em todos os casos de falta de dentes. Além de caros – o preço dos implantes pode ser até quatro vezes maior do que o de prótese convencional -, a instalação das bases de metal requer cirurgia e, comumente, enxerto ósseo. Já com os mini-implantes, o procedimento é menos complexo, dispensa os enxertos e diminui riscos cirúrgicos, “principalmente àqueles que têm saúde comprometida”, diz a professora.

A equipe agora está contando com o auxílio da agência de inovação da USP para tentar levar os mini-implantes ao mercado.

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Quais os benefícios da goma de mascar sem açúcar após as refeições?

Mascar chicletes sem açúcar depois de comer pode ser um passo importante para manter uma boa higiene oral, sobretudo quando os pacientes não têm acesso imediato a outras formas de manutenção da higiene oral. A informação consta de um artigo publicado no portal do Governo britânico, que explica que à medida que os estilos de vida evoluem para hábitos como comer ‘on-the-go’, é importante adotar novas estratégias para manter uma boa higiene bucal.

Comer ‘on-the-go’ vem se tornando mais popular em populações jovens urbanas, que consomem em média três lanches por dia. E quanto mais ocasiões ingerem alimentos na rua, maior a probabilidade de os dentes estarem sob ataque.

O que as organizações dizem

O consumo de gomas de mascar sem açúcar pode ser incorporado nestes novos estilos de vida como um passo de higiene bucal, ajudando a diminuir o risco de desenvolvimento de cáries dentárias. O papel dos chicletes sem açúcar começa inclusive a ser reconhecido pelos especialistas e associações dentárias como um passo importante para a higiene bucal, inclusive por entidades como a Oral Health Foundation, a World Dental Federation e a Comissão Europeia, que em 2010 informou que o consumo de chicletes sem açúcar poderia ajudar a neutralizar os ácidos presentes na placa dentária, a manter a mineralização dos dentes e proporcionando melhora na salivação.

Estudos mais recentes revelam também que mascar chicletes pode ajudar a melhorar o bem-estar geral, uma vez que ao melhorar a saúde bucal dos pacientes é possível também aumentar a sua auto confiança.

Um estudo publicado em 2016 no British Dental Journal ressalta também que o Serviço Nacional de Saúde britânico poderá economizar cerca de 8,2 milhões de libras em custos – cerca de 364 mil check-ups dentários – se todas as crianças britânicas com 12 anos passarem a mascar chicletes sem açúcar como um dos passos para manutenção de uma boa higiene e saúde bucal.​

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Tirar selfies durante a escovação dentária pode beneficiar ​higiene​ ​bucal

pessoa escovando os dentesTirar selfies ou fazer vídeos enquanto se escova os dentes pode ajudar a melhorar as técnicas de higiene bucal. A conclusão é de um estudo publicado pela Case Western Reserve University School of Dental Medicine, dos EUA, e que utilizou um grupo de pessoas que tiveram de escovar os dentes enquanto filmavam a si próprias ao fazê-lo.

Os resultados revelaram que os participantes aumentaram a precisão da escovação, a frequência, e em 8% dos casos houve um aumento da aptidão ou perícia para escovar os dentes corretamente, não se tendo verificado, no entanto, um aumento do tempo de escovação.

Segundo o estudo, apesar de “a maioria das pessoas ter a habilidade, motivação e desejo de escovar os seus dentes de forma correta, muito frequentemente não o faz devido a técnicas incorretas – e as oportunidades para melhorar estas técnicas podem ser muito poucas.”

​Necessidade de mudança de comportamento

Lance T. Vernon, um dos autores do estudo, revela que “frequentemente, a escovação dos dentes é aprendida e praticada sem qualquer supervisão.
Mudar o comportamento de se escovar os dentes – que está enraizado e ligado à memória dos músculos – pode levar muito tempo e aconselhamento”.

O que o estudo agora sugere é que tirar selfies e filmar a escovação dos dentes pode ajudar a mudar estes comportamentos e, inclusive, melhorá-los. O vídeo e as fotografias tiradas pelos próprios pacientes são cada vez mais usados no campo da medicina, tendência apelidada de ‘mobile health’ e que serve para monitorar doenças e a sua progressão, assim como para garantir a eficácia dos tratamentos, referem os autores do estudo.

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Acesso à informação de qualidade nas salas de espera podem ajudar na promoção da saúde e fidelização do paciente

sala de espera A conclusão é de um estudo do Imperial College London: a mídia presente nas salas de espera de hospitais e consultórios podem ser um meio eficaz para promover a educação para a saúde dos pacientes.

O estudo foi conduzido em 49 consultórios na zona de Londres que passaram várias séries de anúncios sobre saúde, com tópicos que incluíram saúde oral, consumo de tabaco, contracepção, HIV, hepatite e gripe. O anúncio dedicado à saúde oral durou cerca de 80 segundos e afirmava que todas as pessoas devem visitar um dentista pelo menos a cada dois anos, oferecendo detalhes sobre como marcar consulta no Serviço Nacional de Saúde britânico.

Cerca de 2345 pacientes participaram posteriormente num inquérito que colocava 16 questões sobre o canal que estava a ser transmitido nas salas de espera e acerca da sua visibilidade e aceitação e sobre se os conteúdos transmitidos tinham mudado os conhecimentos e intenções dos pacientes em relação ao acesso a tratamentos dentários.

O que os resultados indicaram

Os resultados conseguiram demonstrar que os conteúdos foram eficazes na educação dos pacientes sobre os serviços de medicina dentária e entre os 1088 que revelavam não saber como contactar um dentista no Serviço Nacional de Saúde e entre os 1247 que revelavam não saber como contactar um dentista de urgência antes do estudo, 48% e 35,1%, respetivamente, revelaram que os conteúdos a que obtiveram acesso na sala de espera foram essenciais para os educar nestas questões.

No que diz respeito à necessidade de visitar um dentista regularmente, 15,2% dos que não tinham intenções de contactar um dentista antes do estudo reportaram que o anúncio os fez passar a considerar uma visita num menor prazo de tempo.

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