causas

O que pode estar causando muitas rachaduras na língua?

O que pode estar causando muitas rachaduras na língua?

rachaduras na língua

A presença de rachaduras na língua é formalmente conhecida como língua fissurada. À princípio não é nada perigoso ou contagioso e geralmente não causa sintomas.

De acordo com a American Academy of Oral Medicine, cerca de 5% das pessoas nos Estados Unidos têm a língua rachada.

Neste artigo vamos abordar os sintomas e o que pode provocar rachaduras na língua.
Também apresentamos maneiras de prevenir infecções e quando um profissional precisa ser consultado.

Rachaduras na língua – Sintomas

Rachaduras na língua podem ser descritas como ranhuras ao longo da superfície da língua.

O número e a profundidade das fissuras podem variar.
Se as fissuras forem muito profundas, a língua pode parecer ter seções distintas. Em geral, na presença de rachaduras na língua, um único sulco desce pelo centro da língua.

Além da aparência, a língua rachada geralmente não causa sintomas.
Às vezes, as pessoas relatam uma sensação de queimação. Isso especialmente ocorre quando consomem alimentos ou bebidas ácidas.

Pesquisas sugerem que língua com fissuras é mais comum – e mais grave – em pessoas mais velhas. Além disso, é mais prevalente em homens do que em mulheres.

Rachaduras na língua – Causas

Não há uma causa definida ligada ao aparecimento de rachaduras na língua.
Pesquisas mais antigas apontam para uma ligação genética. Isso devido à prevalência em certos grupos familiares.

Além disso, um estudo de 2016 encontrou uma possível associação entre língua fissurada e tabagismo.

Deficiências vitamínicas

Em casos raros, a desnutrição pode causar rachaduras na língua.
Outro estudo de 2016 encontrou uma ligação entre língua fissurada e a deficiência de vitamina B12.

Enquanto isso, pesquisas de 2015 indicam que a dor associada à língua fissurada pode resultar de deficiências em:

  • Vitaminas do complexo B;
  • Zinco;
  • Ferro.

A dor também está pode estar ligada à falta de higiene bucal. E também ao uso de medicamentos e ao refluxo gastroesofágico.

Ainda assim, é raro que pessoas com língua fissurada se queixem de dor no dia a dia.

Outros problemas de saúde

Uma língua fissurada também pode estar ligada a:

  • Língua geográfica, que faz com que placas lisas e frequentemente elevadas se formem na língua;
  • Psoríase;

Síndrome de Sjögren, uma doença auto-imune;

Síndrome de Cowden, que causa a formação de tumores não cancerosos;

– Acromegalia, um distúrbio hormonal;

Granulomatose orofacial, uma doença inflamatória rara;

Síndrome de Down;

Síndrome de Melkersson-Rosenthal, uma doença neurológica rara;

Se um indivíduo for acometido de língua fissurada e também língua geográfica, qualquer dor pode ser resultado da última patologia. Essa condição pode causar dor em queimação associada a perda do paladar.

Tratamento

A língua fissurada geralmente não requer tratamento. As pessoas normalmente não apresentam sintomas, além da aparência característica da língua.

No entanto, é crucial remover quaisquer detritos, como alimentos, que podem ficar presos nas rachaduras da língua.
Isso pode prevenir infecções e problemas de higiene bucal.

Complicações

Quando um indivíduo apresenta língua fissurada, bactérias ou fungos, como Candida albicans, podem proliferar nas rachaduras da língua, e causar infecção.

No caso de infecção por Candida, o profissional de saúde poderá prescrever um medicamento antifúngico tópico. Essa infecção é mais comum em pessoas que também sofram de língua geográfica. E também em indivíduos que não escovam ou limpam a língua adequadamente.

Para qualquer pessoa com rachaduras na língua, é importante manter uma boa higiene bucal. Isso inclui visitas regulares ao dentista.

Língua fissurada – Como limpar

Evitar que resíduos de comida se acumulem nas rachaduras da língua é fundamental.
Para fazer isso, pode-se usar uma escova de língua ou raspador como parte de sua rotina de higiene bucal.

Um estudo de 2013 observou que a escovação e a raspagem da língua não apenas mantém a língua limpa, mas também reduz a placa.

Quando consultar o seu dentista

Se as rachaduras na língua prenderem os alimentos, isso pode causar a proliferação de bactérias ou leveduras. Por consequência, pode vir a causar infecção ou outros problemas de saúde bucal.

Um indivíduo que com fissuras na língua e com sintomas de problemas de saúde bucal deve buscar atenção profissional.

No geral, é altamente recomendável consultar seu dentista regularmente.

Concluindo

A língua com rachaduras geralmente não causa sintomas. Embora algumas pessoas sintam uma sensação de queimação, especialmente ao consumir alimentos ou bebidas ácidas.

Se bactérias ou fungos proliferarem nos sulcos da língua, pode ocorrer uma infecção.

Uma boa higiene bucal, incluindo a limpeza das rachaduras da língua, é a chave para prevenir infecções e outros problemas de saúde bucal, como cáries e mau hálito.

Siga a Dentalis no Instagram @DentalisSoftware,  no Face @Dentalis.Software e no Twitter @Dentalisnet

Fontes: National Library of Medicine, Allied Academies, Aaom, Pubmed, NCBI
Posted by Victor in Dicas, 0 comments
O que são osteomas e onde eles podem surgir?

O que são osteomas e onde eles podem surgir?

osteomas

Osteomas são tumores ósseos benignos que normalmente se formam no crânio.

Dependendo de onde eles se desenvolvem, às vezes podem causar problemas.
Complicações como dores de cabeça ou infecções dos seios nasais.

Embora essas formações tendam a se formar no crânio, eles também podem se desenvolver nos ossos longos do corpo.
Ossos como, por exemplo, aqueles da canela e da coxa.
Osteomas que ocorrem nos ossos longos do corpo são chamados osteomas osteoides.

Neste artigo abordaremos as diferentes categorias de osteoma, bem como seus sintomas, causas e possíveis tratamentos.

Osteomas e seus diferentes tipos

De acordo com uma publicação de 2013, existem três diferentes categorias de osteomas:

  • Compactos: Estes são compostos de material ósseo muito denso;
  • Esponjosos: são semelhantes ao osso normal e geralmente incluem medula óssea;
  • Combinados ou mistos: são crescimentos que apresentam características compactas e esponjosas.

Osteomas podem ocorrer em quase qualquer lugar nos ossos do crânio. Segundo o estudo de 2013, eles são comuns no maxilar e nos seios paranasais.

Sintomas

Geralmente, os osteomas não causam sintomas.
De fato, as pessoas podem não perceber a presença de crescimento. Isso até que um médico examine os seios da face ou o crânio devido a outros problemas de saúde que o indivíduo possa ter.

O tamanho e a localização dos osteomas podem contribuir para seus possíveis sintomas. Por exemplo, crescimentos menores são menos propensos a causar sintomas. Crescimentos maiores têm maior probabilidade de causar sintomas com base em sua localização.

Algumas das principais localizações dos osteomas

  • Perto dos seios nasais: um osteoma perto dos seios pode causar uma obstrução. Isso pode impedir a drenagem do muco e levar a uma infecção sinusal;
  • Próximo dos olhos: um osteoma próximo ao olho pode causar a projeção do olho. Isso é conhecido como proptose (olhos esbugalhados);
  • Testa ou crânio: um osteoma na testa ou no crânio pode causar dores de cabeça;
  • Maxilar: um osteoma no maxilar pode causar dor facial ou dor ao mover a boca;
  • Ouvidos: um osteoma no ouvido pode causar perda auditiva temporária. Isso geralmente se resolve com o tratamento adequado;
  • Ossos longos: osteomas dos ossos longos do corpo são chamados osteoides. Estes podem aparecer na tíbia (osso da canela) e no fêmur (osso da coxa);

Causas

De acordo com uma revisão de 2010 -, ainda não se conhece o que causa os osteomas.

Eles podem ser, por exemplo, o resultado da reação do corpo a doenças ou ferimentos.

Em casos raros, o osteoma está associado à síndrome de Gardner.
A síndrome de Gardner é uma condição rara que causa pólipos colorretais e diferentes categorias de tumor benigno e maligno.

Tratamento

Osteomas nem sempre requerem tratamento. De acordo com a Stanford Medicine. Quando o tratamento é necessário para um osteoma no crânio, o médico pode usar procedimentos endoscópicos. Neste caso, se referem à inserção de instrumentos especializados através da cavidade nasal do paciente.

Se o osteoma ocorrer perto da superfície da pele, os médicos geralmente podem criar pequenas incisões para remoção do crescimento. Crescimentos grandes podem exigir técnicas mais invasivas, no entanto.

Um estudo de 2017 indica que se pode recomendar ablação por radiofrequência percutânea para tratar osteomas osteoides. Essa técnica usa ondas de radiofrequência para destruir o osteoma e impedir que ele volte a crescer.

Segundo a Stanford Medicine, uma tomografia computadorizada dos ossos costuma ser suficiente para diagnosticar osteomas. Em muitos casos, uma biópsia não é necessária.

No entanto, existem várias outras maneiras de diagnosticar um osteoma, incluindo ressonância magnética e radiografias.

Siga a Dentalis no Instagram @DentalisSoftware,  no Face @Dentalis.Software e no Twitter @Dentalisnet

Fontes: Stanford Medicine, NCBI, Atlas of Genetics, Ortho Info, CHOP
Posted by Victor in Estudos, 0 comments
Tudo sobre: Infecção no dente do siso

Tudo sobre: Infecção no dente do siso

infecção no dente do sizo

Dentes do siso são também chamados de terceiros molares.
Eles podem erupcionar (nascer) no final da adolescência, no início dos 20 anos ou às vezes até mais tarde.

A boca de uma pessoa geralmente não costuma ser grande o suficiente para acomodar os quatro dentes do siso.

Como resultado, os dentes do siso frequentemente surgem em ângulos. Isso faz com que acabem empurrando os dentes vizinhos ou emergindo apenas parcialmente acima da linha da gengiva.

Cada um desses problemas aumenta o risco do aparecimento de uma infecção no dente do siso.

Abaixo, examinamos as causas e os sintomas de uma infecção no dente do siso. Também descrevemos alguns tratamentos e abordagens de como se pode lidar com o problema.

Sintomas – Infecção no dente do siso

Estes são os sintomas mais comuns relacionados à infecção no dente do siso:

  • Dor manifesta ao redor ou no interior do dente;
  • Dor na mandíbula ou no lado do rosto;
  • Inchaço ou vermelhidão das gengivas ao redor do dente;
  • Mau hálito;
  • Dificuldade em mastigar;
  • Dificuldade em abrir a boca;
  • Glândulas linfáticas inchadas;
  • Tendo havido a remoção do dente afetado, presença de secreção amarela ou branca no local da extração.

Causas

A seguir seguem relacionadas algumas causas possíveis de uma infecção no dente do siso:

Impactação do dente do siso

Um dente do siso pode emergir apenas parcialmente acima da linha da gengiva ou em ângulo. Na odontologia isso é definido como impactação.

A impactação pode ocorrer se não houver espaço suficiente na boca para o dente emergir completamente, em uma situação chamada superlotação.

Os restos de comida e a placa podem se acumular em torno de um dente do siso parcialmente erupcionado. Isso o torna suscetível à infecção.

O termo médico para infecção e inflamação em torno de um dente do siso impactado é pericoronite. De acordo com uma revisão de 2016, a pericoronite afeta cerca de 81% das pessoas entre 20 e 29 anos.

Cáries

Uma cárie em um dente do siso pode ser a causadora da infecção.

Como os dentes do siso ficam na parte de trás da boca, podem ser mais difíceis de limpar do que os outros dentes. Usar fio dental em volta dos dentes do siso pode ser particularmente difícil.

Como resultado, esses dentes são especialmente suscetíveis a cáries.

Extração do dente do siso

A extração do dente do siso diz respeito a sua remoção. É um procedimento comum para tratar ou prevenir problemas relacionados aos dentes do siso.

Uma infecção pode acabar se desenvolvendo no local da extração. Um estudo retrospectivo de 2014 constatou, por exemplo, que 8,4% das pessoas que extraíram os dentes do siso sofreram pequenas complicações.

Complicações como as seguintes:

  • Infecção;
  • Sangramento após a cirurgia;
  • Lesão temporária do nervo;
  • Alvéolo seco: ocorre quando o coágulo sanguíneo se desfaz ou se desloca e os ossos e nervos ficam expostos.

Outras causas relacionadas a dor nos dentes ou gengivas

Dor nos dentes ou gengivas pode não indicar uma infecção no dente do siso.
Pode ser um sintoma outro, como de:

  • Gengivite ou periodontite;
  • Recessão gengival: é quando o tecido da gengiva se retrai em relação ao dente. Deixando assim parte raiz dentária exposta;
  • Técnicas erradas de escovação ou uso do fio dental;
  • Cárie;
  • Esmalte dental desgastado;
  • Ranger de dentes ou bruxismo;
  • Dentes quebrados;
  • Obturações dentárias desgastadas;
  • Problemas de relacionados à sinusite.

Uma vez o indivíduo tendo manifestado dor nos dentes ou gengivas por mais de um dia deve marcar consulta com um dentista para um diagnóstico e avaliação clínica.

Complicações

Às vezes, uma infecção no dente do siso leva a outros problemas de saúde.
Abaixo, descrevemos algumas dessas complicações.

Cistos

Um cisto dentário é uma bolsa de líquido que se forma próximo a um dente. O cisto pode ser resultado de uma infecção ou impactação do dente do siso.

Com o tempo, os cistos podem afetar as raízes dos dentes próximos e até danificar ou enfraquecer o maxilar.

Infecções graves ou recorrentes

Uma infecção grave do dente do siso pode se espalhar por toda a boca, mandíbula e trato respiratório superior.

Em casos raros, a infecção migra para a corrente sanguínea. Esta é uma condição grave de saúde conhecida como sepse.

A sepse é desencadeada por uma resposta inflamatória sistêmica acentuada diante de uma infecção, na maior parte das vezes causada por bactérias.

Muitos dentistas removem os dentes do siso ao primeiro sinal de problemas para evitar o risco de infecções graves ou recorrentes.

Tratamento

O melhor tratamento para uma infecção no dente do siso irá depender da causa e gravidade da infecção.

O tratamento normalmente envolve o seguinte:

  • Limpeza completa do dente do siso afetado e das gengivas e dentes circundantes;
  • Uso de enxaguatório bucal antisséptico;
  • Prescrição de antibióticos para tratar a causa da infecção.

Os métodos acima ajudarão a controlar a infecção, mas é provável que o dente do siso ainda precise ser extraído. Tais medidas ajudarão a evitar novas infecções e danos aos tecidos circundantes.

O que fazer antes de ir ao dentista

Uma pequena infecção no dente do siso pode desaparecer sozinha em pouco tempo.

A aplicação de qualquer medicamento para alívio da dor no dente ou próximo a ele pode causar danos. Por essa razão é melhor evitar isso.
No máximo recomenda-se para alívio do desconforto um enxaguatório bucal antibacteriano e um analgésico de venda livre.
O enxaguatório tem a função de ajudar a manter a infecção e a inflamação associada sob controle.

É importante limpar a área afetada cuidadosamente com uma escova de dentes para remover resíduos alimentares e elementos constituintes da placa bacteriana.

Uma solução caseira para limpeza da boca pode ser preparada com muita facilidade. Para fazer uma solução de água salgada, basta misturar 1 colher de chá de sal em 1 xícara de água morna. Tome um gole da solução, agite-o pela boca e cuspa. Fazer isso várias vezes ao dia, especialmente depois das refeições. Uma solução simples e que pode ajudar a manter limpa a área em torno do dente do siso.

Consulte um dentista

Se a dor a persistir por mais de 3 a 4 dias, ou se houver inchaço nas gengivas ao redor de um dente do siso, consulte um dentista. Isso porque muito provavelmente essa dor decorre de uma infecção.

O dentista trabalhará para identificar a causa do problema e irá prescrever o tratamento adequado.

Muitas pessoas demoram a buscar tratamento odontológico até que a dor se torne intensa ou desenvolvam inchaço significativo. Quando isso acontece, a situação se complica. E então, cuidados de emergência podem ser necessários.

A pericoronite, por exemplo, representa cerca de 6 a 9% das consultas odontológicas de emergência a cada ano.

Resumindo

Dentes do siso podem causar vários problemas. Pode não haver espaço suficiente para eles passarem. Isso por que podem erupcionar em ângulo ou nunca emergir completamente. Isso prepara o terreno para problemas futuros, como cáries e infecções.

Dor e inchaço são dois sintomas comuns de uma infecção no dente do siso. Se esses problemas persistirem por mais de alguns dias, consulte um dentista.

O dentista limpará o dente afetado e provavelmente prescreverá antibióticos para tratar a infecção. Eles também podem recomendar a extração do dente de forma a evitar outros problemas.

Siga a Dentalis no Instagram @DentalisSoftware,  no Face @Dentalis.Software e no twitter @Dentalisnet

Fonte: Cambridge University Hospitals, Europe PMC, University of Zurich, NCBI, BetterHealth Channel, Oral Health Foundation
Posted by Victor in Dicas, 0 comments
Por que sinto um gosto metálico na boca?

Por que sinto um gosto metálico na boca?

gosto metálico na boca

Está sentindo gosto metálico na boca e está preocupado(a)?
Vamos aqui procurar esclarecer as suas dúvidas.

O gosto é uma combinação de várias sensações que informam ao cérebro como é o sabor de alguma coisa.

O sabor é resultado da ação de milhares de papilas gustativas, o cheiro, a textura e a temperatura.
Alguém com o nariz entupido pode não ser capaz de desfrutar de sua refeição favorita.
Isso porque uma parte importante na criação desse sabor é prejudicada.

Com as informações que a língua envia ao cérebro, o cérebro classifica o gosto em cinco categorias básicas: doce, azedo, salgado, amargo e salgado. É um erro comum que as papilas gustativas apenas registrem certos gostos em certas regiões da língua.

Gosto metálico na boca

Existem muitos fatores envolvidos no paladar.
Os distúrbios do paladar podem resultar de várias condições diferentes ou desequilíbrios corporais.

O gosto metálico na boca, ou disgeusia, pode ocorrer quando o corpo responde a uma substância estranha. Também pode ser um sinal de alerta de outros problemas de saúde.

Gosto metálico na boca – Causas

Há várias coisas comuns que podem causar um sabor metálico. Alguns podem ser mais graves que outros. Porém, a maioria pode ser resolvida facilmente ou desaparecerá por conta própria.

O gosto metálico em alguém que é saudável não costuma ser motivo de alarme.

Aqui está uma lista de causas comuns por trás do sabor metálico

Saúde bucal precária

Quem não escova ou usa fio dental regularmente pode experimentar um sabor metálico na boca devido a gengivite, periodontite ou infecção dentária.

Esses problemas podem fazer com que as pessoas sangrem após escovar ou usar fio dental. Por consequência algumas vezes pode resultar em sabor metálico.

Esses problemas também podem causar infecções mais graves nos dentes e gengivas.

Condições como gengivite, periodontite e infecção de natureza dentária requerem assistência de um dentista.

Uma boa higiene dental, visitas regulares ao dentista para limpezas dentárias irão prevenir o aparecimento desses problemas.

A cirurgia de remoção de dentes do siso também pode provocar o aparecimento de um sabor metálico na boca.

Problemas de sinusite

Os sentidos do olfato e do paladar estão tão ligados. Uma sinusite pode prejudicar a capacidade de sentir gosto e provocar um sabor metálico.
Um nariz entupido é um sinal de um problema de sinusite.
Uma vez que a sinusite tenha sido curada, o sabor metálico deve desaparecer.

São problemas comuns e geralmente incluem:

Resfriado comum;

Infecção do sínus;

Alergias;

Pólipos nasais;

Outras infecções respiratórias superiores;

Cirurgia recente do ouvido médio.

Gosto metálico provocado por medicamentos

Às vezes, os medicamentos prescritos podem causar um sabor residual à medida que o corpo os absorve.

O sabor metálico também pode surgir quando o indivíduo sente a boca seca como efeito colateral da medicação.

Exemplos de medicamentos podem causam um sabor metálico na boca:

Antibióticos;

Antidepressivos;

Anti-hipertensivos;

Medicamentos para tratamento do glaucoma;

Antifúngicos;

Esteroides;

Adesivos de nicotina;

Diuréticos;

Anti-histamínicos;

Medicamentos para tratamento de osteoporose.

Tratamentos para o câncer

As alterações no paladar são um efeito colateral comum das terapias contra o câncer. Tratamentos esses como quimioterapia e radiação na cabeça e no pescoço.

Esses tratamentos podem causar danos ao paladar e às glândulas salivares, às vezes resultando em um sabor metálico.

Essa mudança é temporária e um senso normal de paladar deve retornar progressivamente.

Vitaminas

Vitaminas com metais pesados, como cobre, zinco ou cromo, podem ser a causa de um gosto metálico.

Vitaminas pré-natais, ferro ou suplementos de cálcio também podem resultar no mesmo problema.

O sabor deve desaparecer à medida que o corpo absorve as vitaminas. Porém, é melhor verificar a dosagem para garantir que a quantidade acima do máximo recomendável.

Gravidez

Algumas mulheres relatam uma mudança no paladar e no olfato no começo da gravidez.
Isto acontece devido a alterações hormonais que ocorrem no corpo.

Juntamente com um sabor metálico, uma mudança nos desejos ou aversão a certos alimentos também é comum para mulheres grávidas.
Nesse caso, o sabor metálico tende a desaparecer com o tempo.

Demência

Indivíduos com demência podem sofrer alterações no paladar, como da presença de paladar metálico. Como as papilas gustativas enviam sinais ao cérebro, podem ocorrer alterações no paladar se parte do cérebro não estiver funcionando adequadamente.

Síndrome de Guillain Barré

Um sabor metálico na boca também pode ser um sintoma da Síndrome de Guillain-Barré.

Essa é uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso periférico.

Uma revisão de 2003 – afirmou que isso pode ocorrer devido à disfunção de pequenas fibras nervosas.

Outras alergias

Algumas alergias causam problemas de sinusite, que podem causar um gosto metálico na boca. No entanto, existem outros alérgenos que causam gosto metálico.
Pólen de árvore, nozes e mariscos estão entre estes.

Qualquer pessoa que não tenha conhecimento de qualquer alergia alimentar, mas tenha comido ou tenha sido exposta a esses alimentos e tenha um sabor metálico, deve informar seu médico.

Insuficiência renal

A insuficiência renal é uma das causas mais graves do gosto metálico na boca. Um gosto metálico também é bastante comum em pessoas com diabetes. Essa condição também pode levar à insuficiência renal.

Cerca de 30% dos pacientes com diabetes tipo 1 e 10 a 40% dos pacientes com diabetes tipo 2 acabam tendo insuficiência renal, de acordo com a National Kidney Foundation.

O acúmulo de resíduos nos rins pode resultar em mau hálito ou perda de apetite. Essa condição pode ser causadora um sabor metálico.

Diagnóstico

O diagnóstico pode envolver profissionais como dentista e um médico otorrinolaringologista. A otorrinolaringologia é uma especialidade médica em doenças do ouvido, nariz e garganta.

Passos para o diagnóstico:

Exame odontológico;

Exame físico de ouvidos, nariz e garganta;

Revisão do histórico de saúde do paciente;

Teste de sabor para diagnosticar distúrbios do paladar.

Se o especialista achar que o sabor metálico é o resultado de um problema que afeta os nervos da boca ou da cabeça, ele pode solicitar um raio-X. Se for um problema sinusal, outros exames de imagem podem ser solicitados. Conheça aqui alimentos que podem influenciar o seu hálito e paladar.

Siga a Dentalis no Instagram @DentalisSoftware,  no Face @Dentalis.Software e no twitter @Dentalisnet

Fontes: Cleveland Clinic, National Kidney Foundation, JAMA, National Institute of Aging

 

Posted by Victor in Dicas, 25 comments
Tudo o que você precisa saber sobre o câncer oral

Tudo o que você precisa saber sobre o câncer oral

câncer oral

O câncer oral pode aparecer em qualquer lugar da boca. Incluindo o interior das bochechas e gengivas.
É considerado um tipo de câncer de cabeça e pescoço.

Frequentemente, o câncer oral faz parte da categoria de câncer de boca e orofaringe.
O câncer de orofaringe afeta a parte posterior da boca e o revestimento da garganta.

De acordo com a American Cancer Society (ACS), as estatísticas estimam em 53.000 o número de americanos com diagnóstico de câncer oral em 2019.

A idade média no diagnóstico é de 62 anos.
No entanto, cerca de 25% dos casos ocorrem antes dos 55 anos.
É mais comum atingir homens do que mulheres.

Câncer oral – Sintomas

Nos estágios iniciais, geralmente não há sinais evidentes.

Fumantes e alcoolistas devem fazer exames regulares com o dentista. Isso porque cigarro e o álcool em excesso são fatores de risco para o câncer oral.

O dentista é normalmente o profissional que primeiro poderá detectar sinais iniciais desse tipo de câncer.

Lesões pré-cancerosas

Sinais iniciais do câncer oral em desenvolvimento:

Leucoplasia

Leucoplasia é uma mancha ou placa branca, com bordas irregulares, firmemente aderida à mucosa da boca.
É uma lesão pré-maligna, geralmente causada pelos hábitos deletérios de fumo e etilismo.
A lesão com características proliferativa (aumenta de tamanho) possui 70 a 100% de risco de se transformar em um carcinoma de células escamosas.

Líquen Plano Oral

No líquen plano existem áreas de linhas brancas com uma borda avermelhada, possivelmente com ulceração.

Muitas lesões orais podem ser pré-cancerosas. Elas não significam necessariamente que o indivíduo terá câncer. No entanto, é importante que o paciente converse com o seu dentista sobre quaisquer alterações que ocorram na boca.

O monitoramento das alterações pode ajudar a detectar o câncer de boca nos seus estágios iniciais. E no começo, é muito mais fácil de tratar.

câncer oral

Câncer

O desenvolvimento do câncer gera o aparecimento dos seguintes sintomas:

  • Manchas no revestimento da boca ou língua. São geralmente vermelhas ou brancas;
  • Sangramento, dor ou dormência na boca;
  • Úlceras ou feridas na boca que não cicatrizam;
  • Nódulo ou espessamento das gengivas ou revestimento da boca;
  • Dentes soltos sem motivo aparente;
  • Dentaduras mal ajustadas;
  • Mandíbula inflamada;
  • Dor de garganta ou sensação de que algo está preso na garganta;
  • Voz rouca;
  • Dificuldade em mastigar ou engolir;
  • Dificuldade em mover a língua ou mandíbula.

A presença de um desses sintomas não significa necessariamente que o indivíduo tenha câncer oral. Porém, vale a pena consultar um dentista para um diagnóstico.

Câncer oral – Tratamento

O tratamento irá variar conforme algumas condições:

  • Localização, estágio e tipo do câncer;
  • O estado geral de saúde do indivíduo;
  • Preferências do paciente.

Existem muitas opções de tratamento. Como descritas a seguir.

Cirurgia

Uma cirurgia pode ser recomendada para remoção do tumor e também uma margem de tecido saudável ao seu redor.

A cirurgia pode implicar na remoção das seguintes estruturas:

  • Parte da língua;
  • Parte do maxilar;
  • Nódulos linfáticos.

Caso o procedimento cause alteração significativa da aparência da pessoa ou sua capacidade de falar ou comer, uma cirurgia reconstrutiva pode ser necessária.

Radioterapia

O câncer bucal é sensível à radioterapia. Esse tratamento utiliza raios X de alta energia ou partículas de radiação para danificar o DNA dentro das células tumorais. Isso destrói sua capacidade de reprodução.

Os efeitos adversos da radioterapia:

  • Cárie dental;
  • Aftas;
  • Sangramento gengival;
  • Rigidez da mandíbula;
  • Fadiga;
  • Reações da pele, como queimaduras.

O tratamento provavelmente será mais eficaz em pessoas que não fumam ou já deixaram de fumar.

Um indivíduo com câncer oral em estágio inicial pode ser tratado com radioterapia.
Porém, a combinação desse com outros tratamentos podem reduzir a progressão ou recorrência do câncer com mais eficiência.

Quimioterapia

Se o câncer é generalizado, o médico pode recomendar a combinação da quimioterapia com a radioterapia.

A quimioterapia envolve o uso de medicamentos poderosos que danificam o DNA das células cancerígenas. Os medicamentos minam a capacidade das células de se reproduzir e se espalhar.

Os medicamentos quimioterápicos destroem as células cancerígenas. Porém, também podem danificar tecidos saudáveis. Isso pode levar a sérios efeitos adversos.

Dentre os efeitos adversos, estão:

  • Cansaço excessivo;
  • Náusea e vômitos;
  • Queda de cabelo;
  • Diminuição da resistência imunológica;
  • Risco aumentado de infecções.

Esses efeitos geralmente desaparecem após o término do tratamento.

Terapia de hipertermia

Técnica recente onde o médico promove o aquecimento da área acima da temperatura normal para danificar e matar células cancerígenas.

Esta técnica também pode aumentar a sensibilidade das células cancerígenas à radioterapia.

Estágios

O estágio do câncer refere-se à medida do quanto ele se espalhou pelo organismo.

Nos estágios iniciais, pode haver células pré-cancerosas que podem eventualmente se tornar cancerígenas.

Às vezes, isso é chamado de câncer no estágio 0 ou carcinoma in situ.

  • O câncer localizado é aquele que afeta apenas uma área e não se espalhou para outros tecidos;
  • O câncer regional é aquele que se espalhou para os tecidos próximos.
  • O câncer distante é aquele que se espalhou para outras partes do corpo. Por exemplo, os pulmões ou o fígado.

Complicações

O câncer bucal e seu tratamento podem levar a uma série de complicações.

As complicações após a cirurgia incluem o risco de:

  • Sangramento;
  • Infecção;
  • Dor;
  • Dificuldade em comer e engolir.

A longo prazo podem surgir os seguintes problemas:

  • Estreitamento da artéria carótida: Isso pode resultar da radioterapia e pode levar a problemas cardiovasculares;
  • Problemas dentais: podem surgir se a cirurgia mudar o formato da boca e da mandíbula;
  • Disfagia ou dificuldade em engolir: Isso pode dificultar a ingestão de alimentos e aumentar o risco de inalação de alimentos e infecções como consequência;
  • Problemas na fala: alterações na língua, lábios e outras características orais podem afetar a fala;
  • Problemas de saúde mental: Depressão, irritabilidade, frustração e ansiedade podem surgir.

Participar de um grupo de apoio local ou on-line pode ser útil. Esse contato oferece a oportunidade de conhecer pessoas com experiências semelhantes.

Câncer oral – Causas

O câncer acontece a partir de uma alteração genética no organismo que resulta no crescimento de células sem controle.
À medida que essas células indesejadas continuam a crescer, elas formam um tumor.
Com o tempo, as células podem migrar para outras partes do corpo.

Cerca de 90% dos cânceres de boca são carcinoma espinocelular.
Eles têm início nas células escamosas que revestem os lábios e o interior da boca.

Fatores de risco

Não se sabe exatamente por que essas mudanças acontecem. Porém, alguns fatores de risco parecem elevar a chance para o desenvolvimento do câncer de boca.

Existem evidências de que estes são fatores que elevam o risco:

  • Hábito de fumar;
  • Consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
  • Histórico de infecções prévias por HPV, especialmente o HPV tipo 16;
  • Histórico prévio de câncer de cabeça e pescoço.

Outros fatores de risco para o câncer bucal:

  • Exposição excessiva a raios ultravioleta;
  • Refluxo gastroesofágico;
  • Radioterapia prévia para cabeça, pescoço ou ambos;
  • Exposição a certos produtos químicos, especialmente amianto, ácido sulfúrico e formaldeído;
  • Ferimentos antigos que não cicatrizam;
  • Exposição ao calor excessivo de bebidas quentes, como o chimarrão.

Dietas saudáveis com muitas frutas e legumes frescos podem reduzir o risco.

Câncer oral – Diagnóstico

Na presença de sinais indicativos de câncer oral, o que o médico pode fazer:

  • Perguntar sobre os sintomas;
  • Realizar um exame físico;
  • Saber do histórico pessoal e familiar do paciente.

Se o câncer de boca é uma possibilidade, pode-se recomendar uma biópsia. É um exame onde se coleta uma pequena amostra do tecido para verificar a existência de células cancerígenas.

Se a biópsia revelar câncer bucal, a etapa seguinte será determinar o estágio.

Testes para identificar o estágio do câncer:

  • Endoscopia: exame no qual se pode verificar se o câncer se espalhou e, em caso afirmativo, até que ponto;
  • Testes de imagem: um raio-X dos pulmões, por exemplo, mostrará se o câncer atingiu essa área.

Além do estágio do câncer, outros fatores afetam a chance de uma maior sobrevida, como:

  • Idade;
  • Estado geral da saúde do indivíduo;
  • O grau ou tipo de câncer, pois alguns são mais agressivos que outros;
  • Acesso do indivíduo a diferentes opções de tratamento.

Câncer oral – como prevenir

Para reduzir o risco de câncer de boca, as pessoas devem:

  • Evitar completamente o cigarro;
  • Evitar o consumo excessivo de álcool;
  • Ir regulamente ao dentista para exames odontológicos;
  • Ficar atento a alterações na boca e conversar com seu dentista, se notar alguma;
  • Vacinar-se preventivamente para o HPV.

Existem evidências da associação entre o HPV e o câncer de cordas vocais.

Siga a Dentalis no Instagram @DentalisSoftware,  no Face @Dentalis.Software e no twitter @Dentalisnet

Fontes: NHS,The Oral Ancer Foundation, American Cancer Society, National Cancer Institute, NCBI, Wikipedia
Posted by Victor in Dicas, Estudos, 0 comments

Dor em vários dentes ao mesmo tempo – qual pode ser a causa?

dor em vários dentes ao mesmo tempo

A dor em vários dentes ao mesmo tempo também pode ser acompanhada de dor em outras partes da boca, como gengivas e mandíbula.

Existem fatores e condições que podem ser os causadores da dor em em vários dentes ao mesmo tempo. Em alguns casos, uma dessas condições pode levar a outra.

Este artigo descreve as possíveis causas da dor em vários dentes ao mesmo tempo. Também fornece conselhos sobre quando procurar tratamento especializado.

Doença gengival e a relação com a dor em vários dentes ao mesmo tempo

A doença gengival afeta cerca de 47% dos adultos acima de 30 anos e cerca de 70% dos adultos acima de 65 anos. São dados estatísticos dos EUA.

Existem dois estágios da doença gengival: gengivite e periodontite.

A gengivite é o estágio inicial da doença gengival.
Indivíduos com gengivite podem ter gengivas vermelhas, inchadas ou sangrando.

A periodontite é a fase posterior da doença gengival. Durante a periodontite as gengivas começam a se afastar dos dentes. A gengivite não tratada pode levar à periodontite.

Alguns sinais e sintomas potenciais de uma periodontite em curso:

  • Mau hálito;
  • Dentes sensíveis ao calor e/ou ou frio;
  • Infecções na gengiva;
  • Abscessos dentários;
  • Dor nos dentes ou mandíbula;
  • Perda óssea abaixo das gengivas;
  • Dentes soltos ou ausentes;
  • Mudança na forma como os dentes se juntam (mordida);

Tratamento

O tratamento da gengivite envolve a prática de uma boa higiene bucal. E também a consulta ao dentista para limpezas dentárias regulares.
Essas medidas ajudam a reduzir as bactérias responsáveis por causar doenças gengivais.

Em geral, a periodontite requer tratamento mais extenso.
Dependendo da sua gravidade, as opções do tratamento podem incluir:

  • Medicamentos orais ou tópicos, para tratar a inflamação da gengiva;
  • Antibióticos, para tratar infecções nas gengivas e abscessos dentários;
  • Limpeza profunda das superfícies da raiz do dente abaixo da linha da gengiva;
  • Cirurgia corretiva das gengivas;
  • Extração dental.

Esmalte de dente fraco

Os dentes apresentam uma camada externa endurecida chamada esmalte. E também uma camada interna mais macia, chamada dentina.

A dentina é composta de pequenos túbulos, que se conectam aos nervos dentro do dente.
O esmalte dentário fraco ou desgastado expõe esses túbulos. Isso possibilita que o calor e o frio atinjam os nervos. O resultado é a sensibilização que se traduz em dor no dente afetado.

A sensibilidade dentária costuma ocorrer quando uma pessoa escova os dentes ou os expõe a alimentos ou líquidos quentes ou frios.
A dor pode ser repentina e aguda.
No entanto, algumas pessoas experimentam a dor em vários dentes ao mesmo tempo e a sensibilidade dos dentes pode a principal causa.

Tratamento

Se não houver sinais de cárie dentária, o dentista pode sugerir o uso de um creme dental dessensibilizante. O dentista também pode aplicar um gel de flúor ou um agente dessensibilizante nos dentes afetados para ajudar a proteger o esmalte dos dentes.

Se houver sinais de deterioração, será necessário tratamento adicional.

Cáries ou abscessos dentários

Uma cavidade dental é um orifício que se desenvolve na superfície do esmalte de um dente.
As cáries não tratadas podem se tornar maiores, estendendo-se para as estruturas mais profundas e possivelmente para a polpa ou nervo do dente.
Isso pode causar dor que pode irradiar para outros dentes ou subir a mandíbula.
Daí pode surgir a sensação de dor em vários dentes ao mesmo tempo.

Em alguns casos, uma cárie dentária pode resultar em abscesso dentário. Este é uma bolsa de infecção que pode se formar dentro de um dente ou profundamente dentro da gengiva.

Alguns possíveis sintomas de um abscesso dentário são:

  • Gengivas vermelhas ou inchadas;
  • Dor súbita ou intensa nas gengivas, dentes ou mandíbula;
  • Dor ao morder ou mastigar;
  • Inchaço no rosto ou bochechas;
  • Febre.

Tratamento

Para tratar cáries dentárias, o dentista precisará perfurar a cavidade e preencher o dente.
Uma cárie em estágio avançado poderá precisar de um tratamento de canal. Tem casos em que a extração dentária pode ser recomendada.

Uma pessoa com abscesso associado a inflamação e febre precisará de antibióticos para tratar a infecção.

Em casos raros, a infecção bacteriana de um abscesso não tratado pode se espalhar para para outras áreas do corpo através do sangue.
Por esse motivo, as pessoas que suspeitam ter um abscesso dentário devem procurar tratamento odontológico imediatamente.

Rangendo dentes – Bruxismo

O termo científico para ranger os dentes é bruxismo.
É um hábito que geralmente ocorre como resultado de estresse ou ansiedade.
Pessoas que rangem ou cerram os dentes tendem a fazê-lo durante o sono.

Rangendo, ou “bruxando”, os dentes desgasta o esmalte dos dentes.
Também pode danificar ou quebrar os dentes. Isso pode também ser uma das causas da sensação de dor em vários dentes ao mesmo tempo.

Pessoas que rangem ou cerram os dentes também podem apresentar os seguintes sintomas:

  • Dor de cabeça;
  • Dor na mandíbula ou no ouvido, especialmente pela manhã;
  • Tensão nos músculos faciais ou do pescoço;
  • Músculos da mandíbula aumentados.

Tratamento

Para prevenir o bruxismo durante o sono, o uso de um protetor bucal à noite é altamente recomendável.
Isso evita que os dentes da arcada superior e inferior entrem em contato um com o outro.

Existem outros tratamentos que também podem ser benéficos para pessoas que rangem os dentes devido ao estresse ou ansiedade:

  • Prática de Yoga;
  • Exercícios respiratórios;
  • Meditação;
  • Massagem.

Pessoas que rangem os dentes há muito tempo podem precisar de um extenso trabalho odontológico. Isso porque os danos ocasionados podem ser expressivos.

Síndrome da articulação temporomandibular

A síndrome da articulação temporomandibular (ATM) é uma condição músculo esquelética que afeta a ATM da mandíbula. Essa articulação conecta a mandíbula inferior ao crânio.

Pessoas com síndrome da ATM podem sentir dor súbita ou intensa na mandíbula, ouvido ou têmporas.
Essa condição pode ocasionar dor em vários dentes ao mesmo tempo.

Sintomas da síndrome da articulação temporomandibular:

  • Dificuldade em mover a mandíbula;
  • Percepção do som de estalos ao abrir ou fechar a boca;
  • Desalinhamento da mandíbula;
  • Dores de cabeça ou episódios de enxaqueca;
  • Edema facial.

Fatores e condições podem aumentar o risco de síndrome da ATM:

  • Ranger de dentes;
  • Dentes desalinhados;
  • Artrite;
  • Luxação da mandíbula;
  • Lesão facial.

Tratamento

O tratamento da síndrome da ATM depende da identificação de suas causas.
Algumas opções de tratamento em potencial podem incluir:

  • Prescrição pelo dentista de anti-inflamatórios não esteroidais;
  • Exercícios para aumentar a resistência da mandíbula;
  • Uso de protetor bucal;
  • Aplicação de compressas quentes ou frias;
  • Terapia de estimulação elétrica nervosa transcutânea;
  • Acupuntura;
  • Prescrição de corticosteroides;
  • Cirurgia da mandíbula, em caso de sintomas forem graves.

Apinhamento dental e má oclusão

Dentes apinhados podem pressionar um ao outro. Isso pode resultar em dor.
Eles também podem causar desalinhamento da mandíbula quando a boca está fechada.
Na odontologia chamamos isso de má oclusão.

Dentes apinhados e má oclusão podem causar sensações de pressão e dor em uma ou mais áreas da boca.
Em alguns casos, todos os dentes podem acabar expressando dor.

Alguns outros sintomas potenciais associados a dentes apinhados:

  • dentes tortos ou sobrepostos;
  • dor na parte de trás da boca, na direção dos dentes do siso para a frente;
  • alterações nos dentes ou na forma da mordida ao longo do tempo.

Tratamento

Além de causar dor, dentes apinhados também podem abrigar bactérias. Isso aumenta o risco de cáries e outros problemas de saúde bucal.

Para prevenir ou tratar esses problemas, o dentista pode sugerir um ou mais dos seguintes procedimentos:

  • Remoção de um ou mais dentes, para criar espaço na boca;
  • Usando um retentor ou aparelho fixo, para realinhar os dentes;
  • Cirurgia de realinhamento da mandíbula, para tratar a má oclusão.

Sinusite

Sinusite é o termo médico para inflamação dos seios da face.
Os seios nasais são as pequenas cavidades cheias de ar que ficam atrás das maçãs do rosto e da testa.

Sinusite pode causar pressão súbita e dor na mandíbula. Isso pode irradiar para os dentes.

Outras áreas que podem apresentar sensibilidade e dor:

  • Testa;
  • Área dos olhos;
  • Bochechas.

Alguns outros sintomas indicativos de sinusite:

  • Congestão sinusal;
  • Secreção nasal verde ou amarela;
  • Mau hálito;
  • Febre de 38ºC ou mais elevada.

Tratamento

A maioria dos casos de sinusite apresenta melhora em 2 a 3 semanas.

Durante esse período, o paciente pode fazer uso do seguinte:

  • Medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios não esteroidais;
  • Descongestionante nasal;
  • Compressas quentes.

Caso os sintomas persistam ou em caso de dor for intensa, deve-se procurar um médico. Caso a sinusite seja o resultado de uma infecção bacteriana, antibióticos serão necessários para o tratamento.

Em alguns casos a prescrição de gotas nasais de corticosteroides para tratar a inflamação do seio é recomendável.

Quando procurar um dentista de emergência

A dor no dente pode ocorrer por várias razões. No entanto, não é possível diagnosticar a causa com base apenas nos sintomas de dor.
Portanto, o indivíduo deve consultar o dentista  na presença de qualquer tipo de dor de dente.

Alguns tipos de dor de dente indicam a necessidade de tratamento imediato.
Por exemplo, qualquer pessoa que sinta algum sintoma de abscesso dentário deve marcar uma consulta odontológica de emergência.

Em casos raros, infecções de abscessos dentários não tratados podem se espalhar para outras áreas do corpo.
O que pode resultar em sérias complicações de saúde.

Resumindo

Existem muitas causas potenciais que podem levar a dor em vários dentes ao mesmo tempo.
Tratamentos caseiros, como géis analgésicos, compressas quentes e analgésicos, podem aliviar temporariamente a dor de dente.

No entanto, esses tratamentos não abordarão a causa subjacente da dor no dente.

Pessoas que experimentam qualquer tipo de dor de dente devem procurar um dentista para diagnóstico e tratamento adequados.
Consultar um dentista o mais breve possível pode ajudar a evitar que problemas de saúde se tornem ainda mais graves.

A dor é um dos sintomas que mais atormentam o ser humano. Existem para o seu tratamento medicamentos convencionais e outros ainda em desenvolvimento. Porém, o tratamento da causa ou causas básicas é e sempre o melhor caminho para resolução do problema.

Siga a Dentalis no Instagram @DentalisSoftware,  no Face @Dentalis.Software e no twitter @Dentalisnet

Fontes: Nature, Science Direct, NCBI, Sage Journals, NHS, CDC
Posted by Victor in Dicas, 1 comment

Caroço sob o queixo? Conheça as causas

caroço sob o queixo

Um caroço sob o queixo inchado pode ser assustador, mas geralmente não é motivo de preocupação.
Linfonodos, cistos e alergias podem causar a formação desses nódulos.

Um nódulo pode aparecer em qualquer lugar da área macia, abaixo do queixo e da mandíbula. O nódulo pode ser grande, pequeno, firme ou macio, dependendo da causa.
A pele ao redor pode se encontrar tensa e sensível, ou até dolorosa.

Caroço sob o queixo – Sintomas e causas

Diferentes condições podem provocar o aparecimento de um caroço sob o queixo.
Os sintomas associados, o tamanho e a forma do nódulo provavelmente serão diferentes, dependendo da causa.

Abaixo estão as causas comuns de um caroço sob o queixo.
Alguns são simples, enquanto outros requerem cuidados médicos para evitar complicações.

Linfonodos inchados

Os linfonodos estão localizados em todo o corpo, mas o indivíduo só pode notar aqueles próximos à superfície da pele. Como, por exemplo, os linfonodos nas axilas ou perto do queixo.

As infecções costumam causar inchaço dos linfonodos. Isso pode levar a um caroço no queixo visível a sua esquerda ou à direita.
O inchaço é uma resposta típica do sistema imunológico.

Um caroço no queixo causado por um linfonodo inchado terá consistência macia ou flexível.
Pode ser sensível ao toque, mas geralmente não é doloroso.
O inchaço deve desaparecer dentro de 2 a 3 semanas.

As seguintes infecções virais ou bacterianas geralmente geram o aparecimento de linfonodos inchados:

  • Resfriado ou gripe;
  • Infecções de ouvido;
  • Sinusite;
  • Sarampo ou varicela (catapora);
  • Garganta inflamada;
  • Mononucleose;
  • Abscesso dental;
  • Sífilis;
  • Doença de Lyme;
  • HIV ou AIDS.

Se uma infecção for a responsável, o caroço sob o queixo deve sumir à medida que a infecção desaparece.
Uma consulta médica e o uso de antibióticos pode ser necessário.

Tumores benignos

Um tumor benigno pode causar a formação de um caroço sob o queixo.
Tipos de crescimento benigno incluem cistos, fibromas e lipomas.
Estes são geralmente inofensivos e tratáveis.

Cistos: Um cisto é uma bolsa repleta de líquido ou detritos. Os cistos podem se formar durante uma infecção. Podem se formar lentamente ao longo do tempo.
Aqueles sob a mandíbula podem ser cistos sebáceos.
São resultantes de bloqueios nas glândulas ou nos dutos sebáceos.
Os danos causados pela acne na área também podem causar a formação de cistos.

Fibromas: Um fibroma é um nódulo redondo que pode ter consistência macia ou dura.
Eles geralmente são encontrados ao redor da boca e não são comuns sob o queixo.
Geralmente não causam outros sintomas e podem ser um indicativo de doença de Cowden. Essa é uma doença hereditária que causa a formação frequente de crescimentos benignos.

Lipomas: Lipomas são crescimentos de células de gordura sob a pele. Um nódulo de lipoma tem aspecto macio, se move facilmente e não tem coloração.
Os lipomas tendem a crescer muito lentamente. Raramente são cancerígenos e geralmente não causam outros sintomas.

Certos cânceres

O câncer de glândula salivar, pele ou linfonodos pode causar a formação de um caroço sob o queixo.

A doença de Hodgkin e a leucemia também podem gerar linfonodos inchados.

Nódulos cancerígenos são normalmente difíceis de tocar e podem ter uma forma estranha.

Pode haver dor na área se o nódulo estiver tocando alguma célula nervosa.
Em uma etapa posterior, o indivíduo pode sentir dormência parcial ou formigamento na área.

Outros sintomas associados ao nódulo cancerígeno:

  • Nódulo que muda de forma ou cor;
  • Percepção de um “nó na garganta” constante;
  • Dificuldade de engolir ou respirar;
  • Nódulos em outras áreas próximas aos linfonodos, como testículos, mamas ou axilas;
  • Perda repentina de peso;
  • Sistema imunológico enfraquecido repentina ou persistentemente;
  • Dificuldade de digestão;
  • Alterações vocais ou rouquidão;
  • Cistos que crescem rapidamente após serem removidos ou drenados;

O médico pode sugerir uma biópsia para determinar se o nódulo é benigno ou canceroso. Em seguida uma remoção cirúrgica normalmente é recomendada.

Se o nódulo for canceroso, radioterapia ou quimioterapia podem ser sugeridos pelo médico.

O tratamento pode variar. O médico geralmente apresenta mais de uma opção ao paciente.

Outras causas possíveis

  • Uma picada de inseto, especialmente em pessoas com histórico de hipersensibilidade;
  • Alergias a alimentos ou produtos;
  • Acne;
  • Furúnculos;
  • Pedras do duto salivar;
  • Amigdalite;
  • Cicatrizes com formação de queloides;
  • Hematomas;
  • Bócio;
  • Pacientes com como artrite reumatoide ou lúpus;
  • Lesão, decorrente de um corte ou um osso fraturado;
  • Dano às glândulas sebáceas no queixo.

Quando procurar um médico

Devido à grande variedade de causas possíveis, um diagnóstico profissional é essencial. Tem situações em que a causa do nódulo é evidente.
Em quaisquer outras situações recomenda-se uma consulta médica para um diagnóstico e tratamento.

Procurar um aconselhamento profissional no caso de suspeita de câncer ou se houver o nódulo apresentar as seguintes características:

  • Crescimento contínuo;
  • Persiste por semanas;
  • Apresenta consistência endurecida.

Quanto mais cedo o indivíduo receber tratamento, melhores as chances de cura.

O profissional pode prescrever antibióticos para tratar possíveis infecções.
Também podem solicitar um teste de imagem para averiguação do nódulo.

Resumindo

Um caroço sob o queixo geralmente não é um sinal de uma condição grave.
Esses caroços tendem a desaparecer naturalmente.

Muitas vezes, são o resultado do inchaço dos linfonodos em resposta a infecções. Como aquelas decorrentes de resfriado ou gripe.

Algumas condições que causam caroços sob o queixo requerem tratamento médico. O crescimento do número de casos de cânceres orais mundo afora é preocupante. Em muitos casos uma consulta médica é altamente recomendável.
Assim, entrar em contato com um médico para um diagnóstico nestes casos é fundamental.

Siga a Dentalis no Instagram @DentalisSoftware,  no Face @Dentalis.Software e no twitter @Dentalisnet

Fontes: National Cancer Institute, NHS, American Cancer Society, Healthline

 

Posted by Victor in Dicas, 53 comments
Pérolas de Epstein do recém-nascido: causas, sintomas e tratamento

Pérolas de Epstein do recém-nascido: causas, sintomas e tratamento

pérolas de Epstein
As pérolas de Epstein são cistos brancos ou amarelados que se podem formar nas gengivas e palato dos recém-nascidos, semelhantes a dentes que estão para nascer.
As pérolas de Epstein são inofensivas e se formam na boca do recém-nascido durante as primeiras semanas e meses de desenvolvimento.

Os cistos contêm queratina, uma proteína que ocorre naturalmente na pele, cabelos e unhas humanas.

As pérolas de Epstein desaparecem por si próprias poucas semanas após o nascimento do bebê. Não são motivo de preocupação.

Neste artigo, analisamos os sintomas, causas e tratamento das pérolas de Epstein.

Pérolas de Epstein – Sintomas

As pérolas de Epstein têm geralmente menos de 3 milímetros de diâmetro.

Os cistos podem ser notados quando um bebê abre a boca para chorar ou bocejar.
No entanto, eles não causam desconforto ao bebê e não devem interferir na alimentação.

Às vezes, as pessoas podem confundir as pérolas de Epstein com os grãos de milium.
A principal diferença é a sua localização. As pérolas de Epstein aparecem apenas no céu da boca e gengivas.

O milium é um tipo de nódulo branco que costuma aparecer no rosto do bebê.
São bastante comuns.
São caracterizados por bolinhas brancas ou amareladas que aparecem perto dos olhos, no nariz e na boca do bebê.

Pérolas de Epstein – Causas

Essas formações são bastante comuns. Ocorrem em até 60% a 85% de todos os recém-nascidos.
Especialistas acreditam que elas se desenvolvam durante a a gestação quando acontece a formação do céu da boca do bebê.

As pérolas de Epstein não ocorrem como resultado de algo que a mulher fez durante a gravidez. Elas também não representam um sinal de que algo está errado com o bebê.

Não há como impedir as pérolas de Epstein.

As pérolas de Epstein não ocorrem em crianças mais velhas ou adultos porque são resultado do desenvolvimento fetal.

Pérolas de Epstein – Tratamento

As pérolas de Epstein não requerem tratamento.
Na maioria dos casos, elas desaparecem lenta a espontaneamente dentro de algumas semanas.

Quando a consulta com o pediatra é aconselhável

Os responsáveis pelo bebê podem procurar um pediatra no caso de preocupações com inflamações na boca do recém-nascido.
Isso para o caso de diferenciá-las de outras condições de saúde.

Em caso de dúvida, a consulta com um pediatra é altamente recomendável.

Isso porque algumas condições e sinais outros podem se assemelhar às pérolas.

1. Candidíase oral

Em alguns casos, manchas brancas na boca de um bebê podem ser um sinal de candidíase.
A candidíase oral é uma patologia causada pelo fungo cândida.

A candidíase oral pode causar manchas brancas ou inchaços na boca. Inclusive no interior das bochechas e da língua.
Às vezes, pode provocar algum desconforto ou dificuldade em se alimentar. Geralmente não é grave.

A candidíase oral é tratada com medicamentos antifúngicos.
É importante que o tratamento seja iniciado. Isso porque a infecção pode se espalhar para o seio da mulher, caso ela esteja amamentando.
Se isso ocorrer, pode causar rachaduras nos mamilos e deixar os seios doloridos.

2. Dentes natais

As pérolas de Epstein podem ser confundidas com dentes natais, caso apareçam nas gengivas.
Embora os recém-nascidos possam ter dentes, isso é raro.
Ocorre em apenas 1 em cada 800 a 6.000 bebês.

Se um bebê nascer com um ou mais dentes, os pais ou responsáveis devem discutir isso com um pediatra.
Às vezes, os dentes estão soltos ou interferem na alimentação.
Nesses casos, o médico pode recomendar sua remoção.

3. Outros problemas

Um bebê muito queixoso pode ser um sinal de problemas outros e mais sérios. Especialmente se a criança não estiver conseguindo se alimentar direito. Embora as pérolas de Epstein não causem nenhum desses problemas, ainda é melhor descartar outras possíveis condições de saúde.
Nesse caso, é uma boa ideia consultar um pediatra.

Concluindo

Muitos pais e cuidadores ficam preocupados quando veem as pérolas de Epstein na boca de um bebê.
No entanto, são indolores, não prejudiciais ao bebê e desaparecem por conta própria.

Se o bebê parece estar tendo problemas para se alimentar ou não estiver bem, os pais ou responsáveis devem procurar um pediatra para descartar outros problemas de saúde.

Fontes: NCBI, Era’s Journal, Europe PMC
Posted by Victor in Dicas, 4 comments

Abscesso na gengiva: tudo o que você precisa saber

abscesso na gengiva

Um abscesso na gengiva é uma bolsa de infecção presente nas gengivas ou no espaço entre os dentes e as gengivas.

As bactérias podem atingir a área devido a um abscesso dentário ou outro problema de higiene bucal, como a periodontite.

Os abscessos gengivais são ligeiramente diferentes dos abscessos dentários, embora possam compartilhar alguns dos mesmos sintomas e tratamentos.

Remédios caseiros podem ajudar a tratar os sintomas, mas o abscesso gengival precisará de tratamento e drenagem realizados por um dentista.

O que é um abscesso na gengiva?

Um abscesso na gengiva é uma bolsa de tecido infectada nas gengivas.
A boca e as gengivas normalmente estão cheias de bactérias boas e ruins.

Um acúmulo de bactérias ruins contribui para a placa bacteriana e o tártaro. Esse acúmulo pode levar a cáries e outros problemas dentários.

Se as bactérias ruins chegarem a uma área de tecido aberto, elas podem assumir o controle, multiplicando-se e provocando uma infecção.

O corpo responde enviando glóbulos brancos para combater a infecção.
Um processo inflamatório terá início e irá resultar na busca da eliminação das bactérias presentes no local.

O resultado será uma bolsa de pus inchada e dolorosa chamada abscesso.

Existem dois tipos principais de abscesso na gengiva: o gengival e o periodontal.

Abscessos gengivais ocorrem apenas no tecido gengival. Eles não envolvem os dentes.
Eles podem ocorrer se um pedaço afiado de comida for alojado diretamente nas gengivas e causar uma infecção.

Abscessos periodontais ocorrem no espaço entre os dentes e as gengivas. Estes são mais comuns em pessoas com doença periodontal. Mas também podem se desenvolver devido a lesões ou alimentos presos entre os dentes e as gengivas.

Tratamento

As opções de tratamento para um abscesso gengival incluem:

Procedimentos odontológicos

No consultório odontológico, o tratamento para um abscesso gengival inclui a drenagem do abscesso, bem como a remoção de contaminantes da área entre as gengivas e os dentes.

Se uma pessoa apresentar sinais de acúmulo de placa ou doença periodontal, o dentista poderá recomendar procedimentos de limpeza especializados para ajudar a remover o acúmulo de placa e tártaro.

O abscesso na gengiva também precisará de drenagem. O dentista pode fazer uma pequena incisão na área inchada para drená-la.

Quando o abscesso está aberto e liberando o pus, pode-se simplesmente aplicar pressão na área para permitir que o pus seja drenado completamente.

O dentista em geral solicita um raio-X para verificar se o abscesso causou alguma lesão óssea.
A perda óssea pode ocorrer em uma infecção grave. E também se o abscesso gengival ficar sem tratamento por um longo tempo.

No caso de perda óssea grave, o dentista poderá recomendar procedimentos para reparação do osso e dos tecidos circundantes.

Se um abscesso na gengiva afeta a polpa interna do dente, uma pessoa pode precisar de um tratamento de canal radicular.

Em alguns casos, o dentista também pode recomendar a extração do dente ao lado do abscesso.

Pessoas com abscessos periapicais – que ocorrem quando as bactérias invadem a polpa dentária, devido a cáries, traumas ou dentes quebrados, por exemplo – podem precisar de um canal radicular ou de uma extração.

Antibióticos

Os antibióticos são outra parte essencial do processo de tratamento padrão para um abscesso na gengiva. Antibióticos orais podem eliminar as bactérias causadoras da infecção impedindo que ela se espalhe ou reinfecte na área.

Isso também pode reduzir o inchaço e a dor na área afetada.
No entanto, os antibióticos não substituem o trabalho odontológico e não curam o abscesso de forma isolada.

Remédios caseiros

Um dentista também pode recomendar alguns remédios caseiros simples para ajudar a aliviar os sintomas. Por exemplo, a ingestão de medicamentos anti-inflamatórios, como o ibuprofeno, pode reduzir a dor e o inchaço.

Além disso, enxaguar a boca com água morna e salgada pode ajudar a reduzir a dor e a sensibilidade. Remédios caseiros podem ajudar a aliviar os sintomas, mas a bolsa com bactérias e pus precisará de tratamento de um dentista.

Sintomas

Os principais sintomas de um abscesso na gengiva são dor e inchaço na área afetada.
Dependendo de onde o abscesso está localizado ao longo das gengivas, também pode causar dor quando uma pessoa mastiga ou morde.

A pessoa pode notar um nódulo ou protuberância na área do abscesso que causa dor e pressão.

Principais sintomas:

  • Mau hálito;
  • Presença de pus na boca;
  • Sensação de gosto ruim na boca;
  • Dentes frouxos;
  • Sangramento nas gengivas;
  • Dentes ou gengivas sensíveis
  • Recuo da linha gengival;
  • Febre.

abscesso na gengiva

Causas

A causa de um abscesso na gengiva é um acúmulo de bactérias nos tecidos entre os dentes e as gengivas.

No entanto, existem algumas razões possíveis para essa infecção bacteriana ocorrer, que incluem:

  • Má higiene bucal e periodontite
  • Abscessos gengivais podem ser mais comuns em pessoas com falta de higiene bucal.
  • Má higiene bucal pode levar a periodontite ou doença periodontal da gengiva, favorecendo o surgimento de abscessos.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC) observa que 46% de todos os adultos com mais de 30 anos apresentam sinais de doença gengival. A doença gengival grave afeta cerca de 9% dos adultos. Um estudo alemão identificou na temperatura também um fator que pode favorecer a formação de abscessos gengivais.

A doença gengival decompõe as gengivas e os tecidos.
Isso pode criar um espaço entre os dentes e as gengivas, onde as bactérias podem viver e se multiplicar, levando a abscessos.

Alguns outros fatores podem aumentar o risco de periodontite.
Por exemplo, o Instituto Nacional de Pesquisa Odontológica e Craniofacial observa que o tabagismo é o fator de risco mais significativo para a doença periodontal.

Outros fatores de risco para doença periodontal incluem:

  • Diabetes;
  • Obesidade;
  • Artrite;
  • Doença cardíaca;
  • Hepatite C
  • Alterações hormonais (no sexo feminino);
  • Certos medicamentos que interrompem o fluxo de saliva;
  • Hereditariedade.

Sistema imunológico comprometido

Um indivíduo com seu sistema imunológico enfraquecido também pode ter mais chances de sofrer um abscesso gengival. Isso porque o corpo pode ter mais dificuldade em combater infecções.

Condições que afetam o sistema imunológico, como o HIV, podem tornar mais difícil para o organismo combater as bactérias que levam a doenças gengivais e abscessos.

Outras infecções

Um abscesso na gengiva pode ocorrer devido a outra infecção presente na boca. Seja em decorrência de um abscesso dental ou uma infecção da bolsa periodontal.

A bolsa periodontal é o espaço que se desenvolve entre a gengiva e o dente como resultado de uma doença gengival.

Bolsas mais profundas podem dar mais espaço para pequenas partículas de alimentos e germes ficarem presos.

Nesses casos, o acúmulo bacteriano pode se espalhar a partir do local original da infecção e infectar a gengiva ao seu redor.

Abscesso gengival vs. abscesso dentário

A rigor, um abscesso gengival ocorre nas gengivas, enquanto um abscesso dentário ocorre no próprio dente.

No entanto, há alguma sobreposição.
Por exemplo, um abscesso periodontal geralmente afeta o dente e a gengiva.

Além disso, às vezes, uma infecção no dente e na polpa pode levar a uma infecção nas gengivas.

Pode ser um dente com uma grande cavidade ou cárie na raiz, que cria espaço dentro do dente e tecido circundante para que as bactérias se multipliquem.

Outras vezes, um abscesso gengival profundo pode piorar e começar a afetar os dentes e a polpa.

Infecções graves, como aquelas que envolvem o dente e a gengiva, geralmente requerem tratamento extensivo.

Quando consultar um dentista

Indivíduos com sintomas de abscesso na gengiva ou dentário devem consultar um dentista o mais rápido possível.

Os remédios caseiros podem proporcionar alívio temporário de sintomas como a dor, mas não resolvem o problema.

No entanto, um dentista precisará drenar o pus presente na bolsa e posteriormente realizar o tratamento.
O dente ou seção afetada da gengiva também precisará de tratamento para evitar infecções adicionais ou controlar os sintomas de problemas como a doença periodontal.

Em resumo

Um abscesso na gengiva é uma bolsa de pus e bactérias decorrente de uma infecção nas gengivas.
O abscesso pode se desenvolver devido à falta de higiene bucal. E também como resultado de outras infecções ou condições. Tratamentos e remédios caseiros podem ajudar apenas a aliviar os sintomas de dor e inchaço. No entanto, o dentista precisará drenar o abscesso para evitar novas infecções e o agravamento do problema.

Fontes: CDC, intechopen, National Institute of Dental and Craniofacial Research
Posted by Victor in Dicas, Estudos, 88 comments
Saiba tudo sobre a mononucleose, a doença do beijo

Saiba tudo sobre a mononucleose, a doença do beijo

mononucleose

Também conhecida como doença do beijo, a mononucleose é uma doença viral muito comum no período do carnaval.

A mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr (EBV). O EBV é da família do vírus da família do herpes. Não é uma simples virose.

Geralmente ocorre em adolescentes, mas pode atingir qualquer um em qualquer idade.
O vírus se espalha pela saliva, e é por isso que muitos se referem a ele como “a doença do beijo”.

Mononucleose – Principais sintomas

A mononucleose foi descrita pela primeira vez em 1889.
Seus principais sintomas são febre alta, glândulas linfáticas inchadas no pescoço e axilas, dor de garganta e dor nas articulações.
Sensação de fraqueza muscular também é um sintoma que costuma ser relatado.

A febre geralmente varia entre 39 °C 40 °C e pode durar de uma a duas semanas.
Há relatos de dor de garganta em mais de 85% dos pacientes.

Mononucleose – transmissão

O EBV é transmitido através do contato direto com a saliva da boca de uma pessoa infectada ou outros fluidos corporais, como sangue. Também se espalha por contato sexual e transplante de órgãos.

A contaminação pode acontecer por tosse ou espirro, beijando ou compartilhando alimentos ou bebidas com alguém que tem mononucleose.

Pode acontecer dos sintomas passarem despercebidos pela pessoa infectada.

Mononucleose – tempo de incubação

O período de incubação do vírus é o período entre o momento em que a infecção é contraída e o início dos sintomas. Geralmente, leva de 4 a 8 semanas para que os sintomas se desenvolvam após a infecção.

Frequentemente, a mononucleose é precedida por três a cinco dias de alguns indícios sintomáticos, como dores de cabeça, fadiga e dores musculares.

A mononucleose pode continuar a ser contagiosa por 3 meses ou mais após o aparecimento dos primeiros sintomas.

Vírus Epstein-Barr

O vírus Epstein-Barr (EBV) é um membro da família herpes. É um dos vírus mais comuns causadores de infecção em seres humanos por todo o mundo. Uma vez a pessoa tendo sido infectada pelo EBV, ele permanece inativo no corpo pelo resto da vida.
Em casos raros, pode se reativar.

Pesquisadores tem investigado possíveis ligações entre o EBV e alguns tipo de câncer e doenças autoimunes.

Pessoas mais expostas a riscos de contaminação pelo EBV

Os grupos a seguir apresentam um risco maior de desenvolver mononucleose:

  • jovens entre 15 e 30 anos;
  • estudantes;
  • médicos residentes;
  • pessoal de enfermagem;
  • cuidadores;
  • usuários de medicamentos para supressão do sistema imunológico (pacientes transplantados).

Qualquer pessoa que regularmente entre em contato próximo com um grande número de pessoas corre um risco maior para a mononucleose.

É por isso que estudantes do ensino médio e universitários são frequentemente infectados.

Mononucleose – diagnóstico

Numa consulta médica, normalmente o profissional irá perguntar há quanto tempo a pessoa vem apresentando sintomas.

A idade é um dos principais fatores para o diagnóstico de mononucleose, juntamente com os sintomas mais comuns já citados.
O médico irá verificar a temperatura do indivíduo bem como as glândulas do pescoço, axilas e virilhas.
Também poderá verificar a parte superior esquerda do estômago para determinar se o baço se encontra aumentado.

O médico poderá solicitar um hemograma completo. Este exame de sangue ajudará a determinar a gravidade da doença. Irá possibilitar saber os níveis de várias células sanguíneas. Por exemplo, uma alta contagem de linfócitos geralmente é indicativo de uma infecção.

Uma contagem elevada de glóbulos brancos não pode confirmar uma infecção por EBV. Porém, o resultado sugere que é uma forte possibilidade.

Testes de laboratório

Os testes de laboratório são a segunda parte do diagnóstico médico.

Teste monospot

Uma das maneiras mais confiáveis de diagnosticar a mononucleose é o teste monospot. Esse exame de sangue detecta anticorpos que o sistema imunológico produz em resposta a elementos nocivos.

O monospot é um teste que não procura anticorpos específicos para o EBV.
Em vez disso, o teste determina os níveis de outro grupo de anticorpos que o corpo produz no caso de infecção por EBV.
Estes são chamados de anticorpos heterófilos.

Os resultados deste teste são os mais consistentes quando são realizados entre 2 e 4 semanas após o aparecimento dos sintomas.
Nesse período existem quantidades suficientes de anticorpos heterófilos para desencadear uma resposta positiva confiável.

Este teste nem sempre é totalmente preciso, mas é rápido. Os resultados geralmente ficam disponíveis em uma hora ou menos.

Teste de anticorpos EBV

Se o teste monospot der negativo, o médico poderá solicitar um teste de anticorpos EBV.
Este exame de sangue busca anticorpos específicos para o EBV.
É um teste com capacidade de detecção do EBV desde a primeira semana de aparecimento dos sintomas.
No entanto, a liberação dos resultados é mais demorado.

mononucleose

Mononucleose – tratamento

Não há tratamento específico para mononucleose. O médico pode prescrever um medicamento corticosteroide para reduzir a inflamação da garganta e amígdalas.
Os sintomas geralmente desaparecem sozinhos em 1 a 2 meses.
O médico deve ser comunicado pelo paciente no caso da piora dos sintomas ou no caso de dor abdominal intensa.

Remédios caseiros

O tratamento em casa visa aliviar os sintomas. Isso inclui o uso de medicamentos de venda livre (OTC) para reduzir a febre. São aconselháveis também a adoção de técnicas para alívio da dor de garganta, como gargarejos com água e sal.

Outras medidas caseiras que podem ajudar a aliviar os sintomas:

  • repousar bastante;
  • aumentar a hidratação, preferencialmente pela ingestão de água;
  • ingestão de caldo de galinha quente;
  • fortalecer o sistema imunológico através do consumo de alimentos anti-inflamatórios e ricos em antioxidantes. Isso inclui vegetais de folhas verdes, maçã, arroz integral e salmão;
  • uso de medicamentos de venda livre para controle da febre, como o paracetamol.

Não se administra aspirina a crianças ou adolescentes, pois isso pode levar à síndrome de Reye.
Essa síndrome é um distúrbio raro que pode causar danos cerebrais e hepáticos.

Mononucleose – complicações

A Mononucleose normalmente não é uma doença grave.
Em alguns casos, as pessoas que sofrem de mononucleose apresentam infecções secundárias. Exemplos: infecções na garganta, infecções nos seios nasais ou amigdalite.

Em casos raros, algumas pessoas podem desenvolver as seguintes complicações:

Baço aumentado

Em caso de comprometimento do baço, o indivíduo deve esperar ao menos 1 mês antes de realizar qualquer atividade vigorosa. O que inclui levantar objetos pesados ou praticar esportes de contato. Isso tudo para evitar o rompimento do baço, que pode estar inflamado pela infecção. O baço rompido em pessoas com mononucleose é raro, mas é uma emergência com risco de morte.

A ruptura do baço apresenta sinais característicos como dor aguda e repentina na parte superior esquerda do abdômen.

Hepatites

Ocasionalmente, podem ocorrer hepatites ou icterícia (amarelamento da pele e dos olhos) em indivíduos com mononucleose.

Complicações raras

De acordo com a Clínica Mayo, a mononucleose também pode causar algumas dessas complicações extremamente raras:

  • anemia, caracterizada pela diminuição na contagem de glóbulos vermelhos;
  • Trombocitopenia, que é uma diminuição das plaquetas, fundamentais ao processo de coagulação;
  • miocardite;
  • complicações relacionadas ao sistema nervoso, como meningite ou síndrome de Guillain-Barré;
  • amígdalas inflamadas a ponto de poderem obstruir a respiração.

Sintomas de longo prazo

Sintomas relacionados à mononucleose como fadiga, febre e dor de garganta geralmente duram algumas semanas.
Em casos raros, os sintomas podem surgir meses ou até anos depois.

O EBV, que geralmente é causador da mononucleose, permanece no corpo pelo resto da vida.
Geralmente está em estado inativo, mas o vírus pode se reativar.

Mononucleose em adultos

A mononucleose afeta principalmente as pessoas na adolescência e na década dos 20 anos.
Ocorre menos em adultos com mais de 30 anos de idade. Os adultos mais velhos com mononucleose geralmente têm febre, mas podem não ter outros sintomas, como dor de garganta, linfonodos inflamados ou aumento de volume do baço.

Mononucleose em crianças

As crianças podem se infectar com o EBV através do compartilhamento de utensílios ou copos ou por estarem perto de uma pessoa infectada que tosse ou espirra.

Crianças podem apresentar apenas sintomas leves. Sintomas como uma dor de garganta. Assim, uma mononucleose pode não ser diagnosticada.
Crianças com mononucleose devem lavar as mãos com frequência, principalmente após espirrar ou tossir.

Mononucleose em crianças muito pequenas

A maioria das pessoas se infecta com o EBV no início da vida.
As crianças pequenas podem ser infectadas pelo EBV através do compartilhamento de utensílios de cozinha ou copos.
Elas também podem ser infectadas ao colocar brinquedos na boca compartilhados com crianças portadoras de mononucleose.

A presença de febre e dor de garganta, pode acabar sendo confundida com resfriado ou gripe.

Mononucleose recorrente

Em casos raros, a mononucleose pode levar a uma condição crônica da doença. Esta é uma condição séria na qual os sintomas da mononucleose persistem por mais de 6 meses.

Conclusão

Os sintomas da mononucleose raramente duram mais de 4 meses.
A maioria dos indivíduos que têm mononucleose se recupera dentro de 2 a 4 semanas.
O EBV estabelece permanece inativo por toda a vida nas células do sistema imunológico do corpo.
Em alguns casos muito raros, as pessoas portadoras do vírus podem vir a desenvolver o linfoma de Burkitt ou o carcinoma nasofaríngeo.
Ambos são cânceres raros.
O EBV parece desempenhar um papel no desenvolvimento desses cânceres.
No entanto, o EBV provavelmente não é a única causa.

Fontes: USPharmacist, Healthline, Mayo Clinic
Posted by Victor in Dicas, Estudos, 0 comments