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Doenças periodontais e periimplantares: nova classificação

A Academia Americana de Periodontologia (AAP) e a Federação Europeia de Periodontologia (EFP) criaram uma nova classificação para doenças e condições periodontais e periimplantares. De acordo com a Gaceta Dental, o novo sistema pretende ser “uma ferramenta útil e prática para melhorar o tratamento dos pacientes a nível mundial e um aliado para o desenvolvimento de futuras pesquisas”.

A publicação explica ainda que as dificuldades e limitações de aplicação do anterior sistema de classificação, assim como os conhecimentos científicos atualmente existentes em matéria de Periodontologia, fizeram com que se tornasse urgente uma mudança de modelo.

Novidades

Uma das principais novidades deste sistema de classificação é que, pela primeira vez, desaparecem as classificações periodontite crônica e agressiva e passa-se a falar de periodontite em vários estádios, de acordo com a severidade e complexidade da doença, e com base em fatores locais, assim como por graus [vide nas imagens a seguir].

Outra das novidades mais importantes é a introdução e definição das doenças periimplantares dentro da classificação de doenças periodontais. O novo sistema aborda ainda as condições com repercussões periodontais, nomeadamente das lesões periodontais agudas.

Periodontite estágios

Periodontite graus

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Estudo recomenda nova forma de classificação dos carcinomas bucais

Um grupo de pesquisadores do Cedars-Sinai Medical Center, nos EUA, publicou recentemente um estudo que apresenta uma forma de classificação da gravidade para os cânceres da cavidade bucal. Os estágios das neoplasias de cabeça e pescoço são habitualmente determinados de acordo com o tamanho dos gânglios linfáticos e lateralidade, mas neste estudo os pesquisadores analisam o número de metastizações positivas.

De acordo com os autores do estudo, durante décadas os médicos têm determinado os estágios e a progressão dos cânceres de cabeça e pescoço com base no tamanho dos módulos, na sua localização e na sua distribuição além dos gânglios linfáticos, atribuindo menor importância ao número de nódulos cancerígenos. Contudo, os cientistas dizem que isso significa que as recomendações de tratamento são idênticas seja para um paciente tendo 1 ou 20 gânglios linfáticos.

Principal descoberta

No âmbito deste estudo foram analisados dados referentes a 14.554 pacientes dos Estados Unidos da América tratados contra carcinomas escamosos invasivos da cavidade bucal entre os anos de 2004 e 2013. A principal descoberta desse estudo foi da existência de um maior risco de mortalidade estar associado a cada gânglio linfático adicional ou nódulos encontrados nos pacientes.

Os pesquisadores acreditam, assim, que o número de metástases é um fator essencial para prever a mortalidade de um câncer bucal e pode ser inclusive mais determinante do que fatores outros como o tamanho dos gânglios linfáticos e a lateralidade.

Mais detalhes desse estudo podem ser obtidos aqui.

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