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O HPV e o câncer de cordas vocais

O HPV e o câncer de cordas vocais

câncer de cordas vocais

Um notável aumento recente no diagnóstico do câncer de cordas vocais em adultos jovens parece ser o resultado da infecção por cepas de vírus do papiloma humano (HPV). O HPV também pode causar câncer cervical e outras neoplasias malignas.

Pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (MGH) detectaram a presença da infecção pelo HPV em todas as amostras testadas de câncer de cordas vocais de 10 pacientes diagnosticados com 30 anos ou menos. A maioria dos quais não fumantes.

Nos últimos 150 anos, o câncer de cordas vocais vinha sendo quase uma doença exclusivamente associada ao tabagismo. E também quase totalmente vista em pacientes com mais de 40 anos. Os últimos dados mostram que isso está mudando, e mudando pra pior. Já tinha se observado também um notável crescimento do número de casos de câncer bucal.

Câncer de cordas vocais

Hoje, os não fumantes estão se aproximando de 50% dos pacientes com câncer de cordas vocais. E tem sido comum que eles sejam diagnosticados com menos de 40 anos.
Essa transformação epidemiológica do câncer de cordas vocais é um problema de saúde pública significativo.

Os pesquisadores observam que o aumento no diagnóstico de câncer de cordas vocais parece se igualar a um aumento anterior no diagnóstico de câncer de garganta.
O câncer de garganta tem sido associado a infecções por cepas de alto risco do HPV.

Novas evidências

Os pesquisadores observaram inicialmente um aumento na incidência do câncer de cordas vocais em não fumantes. Posteriormente começaram a investigar se a infecção por HPV poderia explicar esse diagnóstico em não fumantes mais jovens.

A pesquisa

Para isso analisaram os dados de 353 pacientes tratados por câncer de cordas vocais durante um período de 14 anos no Hospital de Massachusetts.
Análises de amostras de tecido dos tumores de 10 de 11 pacientes mais jovens revelaram cepas de HPV de alto risco em todos eles.

Os autores observam que estes casos de câncer de cordas vocais ligados ao HPV associados a alto risco assemelham-se muito à papilomatose respiratória recorrente (PPR).
Essa é uma condição benigna causada por variantes comuns de baixo risco do HPV.
A PPR benigna das cordas vocais tem sido uma doença bem conhecida por HPV há mais de um século. É impressionante que agora haja uma malignidade HPV que parece tão semelhante. Isso acaba criando uma confusão diagnóstica e terapêutica, segundo os pesquisadores.
Deve-se observar que esses cânceres de cordas vocais associados ao HPV não são uma degeneração maligna da doença benigna.

São necessários mais estudos de larga escala para determinar o ritmo de crescimento do câncer de cordas vocais entre os não-fumantes. Também é necessário aprofundar o estudo da incidência de HPV de alto risco nesses cânceres. Assim como também os fatores relacionados à idade e sexo das pessoas afetadas.

câncer de cordas vocais

Cordas vocais e a laringe

A laringe é um órgão composto de cartilagens, músculos e membranas.
A laringe conecta a faringe à traqueia. Exerce função respiratória e de produção de som.

Localiza-se na região da garganta, entre a traqueia e a base da língua.
Pode ser dividida em três compartimentos diferentes: subglote, glote (localizada na porção final da laringe) e supraglote.
É na glote que estão as cordas vocais. As cordas vocais são pequenas pregas que vibram com a passagem do ar e fazem parte do aparelho fonador.

A mucosa da laringe forma dois pares de pregas: o primeiro par superior constitui as falsas cordas vocais ou pregas vestibulares. O segundo par inferior forma as cordas vocais verdadeiras. Quando o ar passa pela laringe, os músculos podem se contrair, modificando a abertura das cordas vocais e produzindo sons.

câncer de cordas vocais

Câncer de laringe

O câncer de laringe ocorre predominantemente em homens em geral acima de 40 anos.
É um dos cânceres mais comuns entre os que atingem a região da cabeça e pescoço.
Representa cerca de 25% dos tumores malignos que acometem essa área e 2% de todas as doenças malignas.

A ocorrência pode se dar em uma das três áreas em que se divide o órgão: supraglote, glote e subglote. Aproximadamente 2/3 dos tumores surgem na corda vocal verdadeira, localizada na glote, e 1/3 acomete a laringe supraglótica (acima das cordas vocais).
O tipo histológico mais prevalente, em mais de 90% dos pacientes, é o carcinoma de células escamosas.

Fatores de risco

– O fumo e o álcool são os principais fatores de risco. O fumo aumenta em 10 vezes a chance de desenvolver o câncer de laringe;
– Estresse e mau uso da voz também são prejudiciais;
– Excesso de gordura corporal aumenta o risco de câncer de laringe;
– Exposição a óleo de corte, amianto, poeira de madeira, de couro, de cimento, de cereais, têxtil, formaldeído, sílica, fuligem de carvão, solventes orgânicos e agrotóxicos;

Como prevenir

– Evitar o consumo de bebidas alcoólicas e manter o peso corporal adequado. Falar muito alto e sem pausas causa os chamados calos vocais;
– Pacientes com câncer de laringe que continuam a fumar e a beber têm probabilidade de cura reduzida.
Também aumenta o risco de aparecimento de um segundo tumor na área de cabeça e pescoço;
– Não fumar e evitar o tabagismo passivo;
– Evitar os fatores de risco é muito importante para prevenir o desenvolvimento da doença.

Sinais e sintomas

Os sintomas estão diretamente ligados à localização da lesão. Dor de garganta, principalmente durante a deglutição, sugere tumor supraglótico. A rouquidão indica tumor glótico ou subglótico.

O câncer supraglótico geralmente é acompanhado de outros sinais.
Sinais como alteração na qualidade da voz, disfagia leve (dificuldade de engolir) e sensação de “caroço” na garganta.
Nas lesões avançadas das cordas vocais, além da rouquidão, podem ocorrer dor na garganta, disfagia mais acentuada e dispneia (dificuldade para respirar ou falta de ar).

Deve-se ficar atento quanto à presença e persistência destes sintomas:

  • dor de garganta;
  • rouquidão;
  • alteração na qualidade da voz;
  • dificuldade de engolir;
  • sensação de “caroço” na garganta;
  • nódulo (caroço) no pescoço.

Na maior parte das vezes, esses sintomas não são causados por câncer. Porém, é importante que eles sejam investigados por um profissional, principalmente se não melhorarem em alguns dias.

Diagnóstico

O diagnóstico do câncer da laringe se dá por meio da laringoscopia. É um exame que pode ser feito no consultório médico.

Durante sua realização, é possível a coleta de fragmentos do tumor para exame histopatológico (do tecido).

A biópsia é obrigatória antes de qualquer planejamento terapêutico, pois a laringe pode abrigar tipos diversos de lesões benignas que aparentam malignidade.

Fontes: Oral Cancer Foundation, Inca, Drauzio
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Revolucionário: tudo sobre a vacina contra o câncer oral por HPV

câncer oral por HPVUma vacina contra o o câncer oral por HPV.

Este é o trabalho pioneiro que um pesquisador escocês vem desenvolvendo há quase 15 anos.
O histórico dele ajuda. Ian Frazer é o imunologista que desenvolveu a vacina contra o câncer de colo de útero causado pelo HPV.
A vacina contra com câncer de colo de útero tem ação preventiva. Já esta vacina contra o câncer oral por HPV tem ação terapêutica. Ou seja, surge no horizonte uma forma revolucionária de se tratar o câncer oral por HPV.

O pesquisador Frazer está para iniciar a etapa de testes em humanos acometidos de câncer oral.

Como funciona a vacina contra o câncer oral por HPV

É uma terapia baseada na revolucionária imunoterapia contra o câncer. Essa vacina contra o câncer oral por HPV irá agir sobre o sistema imunológico do paciente. Age informando o sistema imune sobre como atingir eficazmente as células cancerígenas que contém o HPV.
O paciente recebe uma carga de medicamentos imunoterápicos que irão agir sobre o seu sistema imunológico.

Se a etapa de testes em humanos obter irá se alcançar uma forma revolucionária de tratamento do câncer oral por HPV.

Na Austrália, onde a pesquisa acontece, todos os dias três pessoas morrem em decorrência do câncer oral por HPV.
O oncologista e radiologista Sandro Porceddu faz um alerta. Vem se observando um enorme crescimento do número de casos de câncer oral por HPV. Segundo ele o índice pode chegar a 225% em países como Austrália e Estados Unidos da América. Aqui no blog Dentalis já noticiamos o impressionante crescimento do número de casos de câncer de orofaringe.

O professor Frazer aguarda a liberação de recursos da ordem de US$ 700.000 para início desta importante e fundamental etapa de sua pesquisa.
Os testes clínicos em humanos irão acontecer no Princess Alexandra Hospital, em Queensland, Austrália.câncer oral por HPV

Conhecendo melhor o HPV

HPV é a sigla em inglês para papilomavírus humano.
Os vírus HPV tem a capacidade de infectar a pele ou mucosas. Existem mais de 150 tipos diferentes de HPV.

Quais são os tipos de HPV que podem provocar câncer

São 13 os tipos de HPV potencialmente capazes de gerar câncer. São eles que apresentam maiores chances de provocar infecções persistentes e estar associados a lesões precursoras. Os HPV, tipos 16 e 18, são aqueles com maior potencial oncogênico. Estão, por exemplo, presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero.

O HPV genital é um vírus comum.
Alguns especialistas afirmam que este vírus é quase tão comum quanto o aquele do resfriado.

Como acontece a transmissão do HPV

O HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição.
A transmissão do HPV se dá através do contato direto com a pele ou mucosa infectada.
A principal forma é pela via sexual. Essa via pode ser oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital.
Embora seja raro, o vírus pode se propagar também por meio de contato com mão.
Existe também a chance de transmissão durante o parto.
Não existe comprovação da possibilidade de contaminação por meio de objetos. Isso também vale para o uso de vaso sanitário e piscina ou pelo compartilhamento de toalhas e roupas íntimas.

Pessoa com vírus HPV apresenta sintomas?

A maioria das infecções por HPV é não apresenta sintomas e não apresenta evidências.
Tanto o homem quanto a mulher podem estar infectados , e mesmo assim assintomáticos.
As infecções pelo HPV se apresentam como lesões microscópicas ou não produzem lesões. Isso acontece usualmente, a que denomina-se de infecção latente.
Ou seja, quando não vemos lesões não é possível garantir que o HPV não esteja presente. E sim que apenas que não está produzindo doença.

Como se prevenir do HPV

A infecção pelo HPV é de difícil prevenção. Depende do contato de pele doente com pela sadia. Independe da ejaculação. Assim, o preservativo deve ser usado durante toda a relação sexual.
Ter um número reduzido de parceiros sexuais também pode contribuir para a redução do risco dessa infecção.

A utilização de vacinas contra os tipos mais comuns de HPV é altamente recomendável.
Estima-se que mulheres que tomaram uma dessas vacinas antes de se contaminarem pelo HPV têm redução de até 70% na probabilidade de desenvolverem o câncer do colo do útero. Mesmo assim, como ainda existe algum risco, mulheres vacinadas também devem manter a prática do exame preventivo.

Como funciona a Imunoterapia

Os tratamentos convencionais contra câncer atacam as células tumorais. Já a imunoterapia estimula o corpo a produzir anticorpos e combater as células cancerígenas.
Células cancerígenas costumam se disfarçar como sendo células saudáveis do nosso corpo, e assim passar despercebidas da ação do nosso sistema imune.
A questão é como gerar uma terapia que ataque apenas células cancerígenas sem comprometer as células saudáveis de nosso organismo. O avanço das pesquisas propiciou uma imunoterapia mais inteligente e eficaz. Isso se deu a partir da identificação de checkpoints.
Esses checkpoints são barreiras diretamente ligadas às doenças autoimunes. Doenças autoimunes são aquelas em que o sistema imunológico ataca os tecidos saudáveis do próprio organismo.
Com o avanço das pesquisas, a imunoterapia pode ser mais direcionada. Passando a atacar alvos específicos.

Os custos da imunoterapia

Por ser muito recente, a imunoterapia ainda é muito cara. Busca-se reduzir os custos dos tratamentos imunoterápicos por meio de novas patentes elaboradas e registradas no Brasil.

Tratamento de sucesso

A revista The Economist publicou em setembro do ano passado uma pesquisa revelando que a imunoterapia pode dobrar a sobrevida dos pacientes com melanoma metastático (estágio avançado do câncer de pele). Segundo o estudo, as pessoas que recebem o diagnóstico desse tipo de câncer e o tratam com métodos convencionais — quimioterapia, por exemplo– têm um máximo de cinco anos de sobrevida. Com a imunoterapia, 20% dos pacientes conseguiram dobrar essa expectativa. Já com a hipotética combinação dos métodos, 50% dos pacientes poderiam ter mais de dez anos de sobrevida.

Com o passar do tempo, observa-se a eficácia do tratamento imunoterápico. É um sucesso tanto no tratamento do melanoma quanto dos cânceres de pulmão, renal, colo de útero, entre outros.
Espera-se que nos próximos quatro ou cinco anos, 50% dos medicamentos contra o câncer sejam imunoterápicos.

Esperamos em breve também estar comemorando a chegada da vacina contra o câncer oral por HPV. Que possa vir a ser logo mais uma arma no tratamento desta tão grave doença. E vir a salvar milhões de vidas.

Fontes: 9News, INCA , Oncoguia, Fiocruz
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O preocupante crescimento do câncer de orofaringe

O preocupante crescimento do câncer de orofaringe

No período entre 1999 a 2015, a boca e a garganta substituíram o colo do útero como o local de maior incidência do câncer associado à infecção pelo papilomavírus humano (HPV) nos Estados Unidos, com muito mais casos de câncer de orofaringe em homens do que em mulheres de acordo com Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.

Mudança ao longo dos anos

A taxa de câncer do colo do útero caiu 1,6% ao ano nesse período, enquanto a taxa de câncer de orofaringe aumentou 2,8% ao ano entre homens e 0,6% ao ano entre mulheres, disse o CDC na edição do Morbidity and Mortality Weekly Report. A agência informa que o comportamento sexual pode ter sido o maior responsável pelo o aumento dos casos de câncer de orofaringe.

O HPV causa câncer cervical e alguns tipos de câncer orofaríngeo, vulvar, vaginal, peniano e anal, observa o relatório. O vírus é a infecção sexualmente transmissível mais comum nos Estados Unidos.

Para avaliar as taxas de câncer relacionadas ao HPV, o CDC usou dados de registros de câncer de base populacional que participam de programas do CDC do Instituto Nacional do Câncer. Juntos, os registros cobrem quase 98% da população dos EUA.

O total de casos de câncer ligados ao HPV atingiu a marca de 43.000

No geral, a contagem de novos casos de câncer relacionados ao HPV aumentou de 30.115 em 1999 para 43.371 em 2015, revelaram os dados divulgados pelos pesquisadores. O número de 2015 representou uma taxa de 12,1 casos por 100.000 pessoas, acima dos 11,2 por 100.000 em 1999.

O câncer de colo do útero foi o tipo mais comum de câncer ligado ao HPV em 1999, com 13.125 casos, enquanto os casos de câncer de orofaringe contaram 9.375, com 74% deles em homens. Em 2015, os casos de câncer de orofaringe superaram os casos cervicais em 18.917 a 11.788, com 82% (15.479) dos casos de orofaringe em homens.

Enquanto isso, as taxas de câncer anal aumentaram em homens (2,7% ao ano) e mulheres (0,8% ao ano), de acordo com o CDC. Além disso, as taxas de câncer de vulva aumentaram 1,3% ao ano, enquanto o câncer vaginal diminuiu 0,6% ao ano e as taxas de câncer de pênis ficaram estáveis. Cabe lembrar que a vulva é a parte externa dos órgãos genitais femininos. A vulva inclui a abertura da vagina, os lábios maiores, os lábios menores e o clitóris. Externamente é revestida por pelos pubianos.

O CDC disse que a queda no câncer do colo do útero continuou uma tendência que começou na década de 1950 como resultado do rastreamento do câncer. O câncer do colo do útero diminuiu mais entre os hispânicos, índios americanos, nativos do Alasca e negros do que em outros grupos, mas os hispânicos e negros ainda tinham taxas mais altas do que os brancos em 2015.

Comportamento sexual como fator de risco

A mudança dos comportamentos sexuais pode ter contribuído para o aumento dos cânceres orofaríngeo e anal, disse o CDC.

“O sexo oral desprotegido e o sexo anal receptivo são fatores de risco para a infecção pelo HPV”, afirma o relatório. “Os homens brancos têm o maior número de parceiros sexuais por via oral e relatam a prática do sexo oral em idade mais jovem em comparação com outros grupos raciais / étnicos; esses fatores de risco podem estar contribuindo para uma maior taxa de câncer orofaríngeo entre homens brancos do que outros raciais / grupos étnicos.”

A agência observou que o tabagismo é um fator de risco para câncer de orofaringe, mas o tabagismo tem diminuído, e outros estudos apontam para o HPV como a causa do aumento desses cânceres.

Para prevenir cânceres relacionados ao HPV e outras doenças, a vacinação contra HPV foi adicionada ao programa de imunização de rotina para mulheres americanas em 2006 e ao programa para homens nos EUA em 2011. O CDC disse que pode ser muito cedo para avaliar o impacto da vacinação contra HPV. cânceres invasivos, mas foram observadas reduções nas infecções cervicais por HPV, verrugas genitais e pré-cânceres cervicais.

A vacinação pública contra o HPV, promovida pelo Ministério da Saúde, teve início no Brasil em 2014 cobrindo meninas e meninos em diferentes faixas etárias.
Dados atualizados da atual campanha de vacinação podem ser acessados neste link – http://portalarquivos.saude.gov.br/campanhas/vacinahpv/ –

Em um comunicado à imprensa, o CDC afirmou que estudos sugerem que o HPV causa cerca de 79% de todos os cânceres em partes do corpo onde o HPV é frequentemente encontrado. A agência afirmou que a vacinação contra o HPV poderia prevenir 90% dos casos de câncer nos EUA causados ​​pelo vírus, ou 31.200 anualmente.

Número de indivíduos vacinados aumenta

Em um relatório separado da MMWR, os pesquisadores do CDC observaram que a adoção da vacina contra o HPV cresceu novamente de forma estável de 2016 para 2017, mas permanece bem abaixo dos níveis ideais.

Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, o percentual dos que receberam pelo menos uma dose da vacina aumentou de 60,4% para 65,5%, e entre as meninas subiu de 65,1% para 68,6%. A cobertura completa (duas ou três doses, dependendo da idade da primeira dose) aumentou de 43,4% para 48,6% em ambos os sexos e de 49,5% para 53,1% nas meninas.

A meta da Healthy People 2020 para cobertura completa de vacina contra o HPV para meninas e meninos de 13 a 15 anos é de 80%. “O início da vacinação contra o HPV aumentou em média 5,1 pontos percentuais anualmente desde 2013”, observaram os autores do relatório.

O Ministério da Saúde brasileiro está preocupado com a baixa adesão à vacina do HPV e com a alta prevalência desse vírus entre a população. Os dados nacionais mostram que, de 2014 a 2017, não mais do que 4,9 milhões de meninas tomaram a segunda dose contra o HPV, totalizando 48,7% na faixa etária entre 9 e 14 anos. É bem pouco.

Se considerada apenas a primeira dose, o número chega a 8 milhões, o equivalente a 79,2%. Entre os meninos, 1,6 milhão – ou 43,8% do público-alvo – tomaram a primeira dose. Só que a proteção só é garantida com as duas injeções (elas são aplicadas com um espaço de seis meses).

A campanha do Ministério da Saúde convoca 10 milhões de adolescentes em todo o país. Devem se vacinar contra o HPV meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos (no ano passado, a faixa etária era entre 12 e 13 anos). As vacinas fazem parte do calendário de rotina disponível nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sintomas de câncer de orofaringe

À medida que aumenta a expectativa de vida também se eleva a aparição desta enfermidade que, de maneira geral, é mais comum nos homens a partir dos 50 anos.

É importante conhecer seus sintomas iniciais, em especial porque podem ser confundidos com simples herpes, aftas ou uma infecção bucal.

O sintoma mais inicial do câncer de orofaringe é o desenvolvimento de pequenas feridas que nunca se curam

Por sua vez, também é habitual a aparição de manchas vermelhas ou brancas tanto na área da língua, na gengiva ou, inclusive, nos cantos dos lábios.

É importante estar consciente de que qualquer mudança não habitual que não melhore com o passar dos dias é um indicativo de risco e um profissional dentista ou médico precisa ser consultado pelo paciente.

Outra das características mais habituais do câncer de orofaringe é a dor ao mastigar ou tragar.

As pessoas que possuem dentadura postiça notam que, de um dia para o outro, suas próteses machucam, causam sangramentos e dor.

Até falar pode ser algo doloroso.

Mover a língua ou, inclusive, só com um toque na mandíbula aparece a dor.
Essa dor pode se irradiar até os ouvidos.

A sensação de ter “um nódulo” na garganta

Essa dificuldade para engolir, a sensação de ter sempre esse ardor tão habitual nas amígdalas ou, inclusive, chegar a tossir sangue em alguns casos, é algo que jamais deve ser descartado.

O mais importante é buscar um diagnóstico cedo e, para isso, é preciso estar atento a essas mudanças.

Perda de peso inexplicável

A maioria das enfermidades oncológicas inicia com perda de peso. No caso do câncer de orofaringe, é comum que a pessoa deixe de ter fome e, inclusive, não consiga mastigar de maneira normal.

Além disso, o sistema imunológico sempre está com as defesas baixas e isso fará, sem dúvidas, que se vá perdendo peso pouco a pouco.

Fontes: Center of Infectious Disease Research and Policy University of Minnesota , Medscape , Saúde Abril , Instituto Oncoguia, Hospital Leforte

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Câncer de boca: cresce de forma preocupante

A Oral Health Foundation divulgou um estudo sobre o câncer oral, no Reino Unido, que revelou um aumento considerável do número de casos diagnosticados anualmente e uma preocupante falta de consciencialização para os sintomas da doença.

De acordo com o estudo, 45% dos britânicos ouvidos mostram não ter qualquer tipo de conhecimento sobre a doença, com três em cada quatro (75%) indicando total desconhecimento dos sintomas da doença.

Nigel Carter, CEO da Oral Health Foundation, destaca que “é extremamente preocupante ver a falta de conhecimentos básicos sobre a doença, sobretudo à medida que vai afetando mais pessoas a cada ano. Durante muito tempo, o câncer oral pareceu estar estabilizado.” É o momento de olharmos com ainda mais atenção e ficarmos atentos à progressão desta grave doença. O Brasil é o terceiro país com maior incidência dessa doença no mundo, ficando apenas atrás da Índia e República Checa. Homens acima dos 40 anos encabeçam a liderança das estatísticas.

Os principais resultados desse estudo Inglês revelaram que:

  • Os novos casos de câncer oral no Reino Unido chegam a 8.302 por ano, um incremento de 49% quando comparado à média da última década;
  • 56% dos casos surgem na língua e nas amígdalas;
  • Em 2017, 2.722 britânicos perderam a vida devido ao câncer oral;
  • Nove em cada dez (88%) britânicos adultos já ouviram falar do câncer oral, mas apenas 8% se mostraram seguros no que diz respeito aos seus conhecimentos sobre a doença;
  • 75% não sabem os principais sinais e sintomas da doença;
  • 58% dos casos de câncer oral são diagnosticados em pessoas entre os 56 e os 74 anos de idade; 22% em pessoas entre os 35 e os 55 anos de idade; e 20% são diagnosticados em pessoas entre os 75 e os 90 anos de idade;
  • 67% dos casos são diagnosticados em homens.

O estudo citado pode ser acessado aqui.

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O crescimento de casos de câncer bucal é preocupante

Listado entre os dez tumores mais comuns do Brasil, o câncer de boca, bem como seus sintomas, causas e tratamentos, ainda é desconhecido por boa parte da população.

Este fato pode ser evidenciado ao se constatar que uma expressiva parte dos diagnósticos ainda acontece de forma tardia, o que diminui de maneira expressiva as chances de cura.

De acordo com levantamento do Instituto Nacional do Câncer (Inca) somente neste ano de 2018 as projeções indicam que 15.490 pessoas serão vítimas da doença, sendo 11.140 homens e 4.350 mulheres.

Esses números colocam o Brasil na inglória terceira colocação entre os países com maior incidência de câncer oral no mundo, atrás somente da Índia e da República Checa.

A cada duas horas um brasileiro morre por causa da doença. O período de tempo transcorrido em uma partida de futebol ou em uma sessão de cinema no domingo, por exemplo, representa mais uma vida perdida, o que poderia ser evitado com medidas ao acesso de todos e bem simples.

Por que o Brasil é terceiro no mundo em número de casos?

Uma das respostas está no uso de álcool e tabaco, que, mesmo caindo, como um dos maiores causadores da enfermidade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com câncer oral são fumantes. Além disso, quando o fumo e o álcool estão associados, as possibilidades de desenvolvimento da doença aumentam em incríveis 30 vezes.

População de maior risco

Homens acima dos 50 anos compõem a maior parte dos acometidos pelo problema. No entanto, o cenário está mudando. Cada vez mais jovens de até 40 anos estão apresentando a doença e um dos principais motivos é o papiloma vírus humano, mais conhecido como HPV.

Transmitido durante as práticas sexuais sem proteção, o vírus tem o potencial de acelerar o tempo de desenvolvimento desse tumor. Um estudo produzido pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostra que há vinte anos o HPV representava 25% dos casos de câncer de amígdala. Atualmente, o número registrado é de impressionantes 80%.

Prevenção é tudo

A maior medida para diminuir o número de vítimas está na prevenção, que pode ser feita inclusive em casa. O câncer oral tem cura e, assim como o câncer de mama, pode ser facilmente identificado por meio do autoexame — neste caso, com a ajuda de um espelho.

Analisar a boca periodicamente, observar o aspecto da língua e de toda a cavidade oral (lábios, mandíbula, gengiva, glândulas salivares e garganta) deve se tornar hábito. O surgimento de feridas e lesões que chegam a levar mais de duas semanas para desaparecerem são o sinal de alerta, assim como sangramentos, caroços, mudanças na coloração ou dor.

Sinais indicativos e diagnóstico pelo dentista

Entre os sintomas do câncer oral estão também nódulos persistentes nas bochechas, irritação ou sensação constante de algo entalado na garganta, inchaço na mandíbula, dificuldade para engolir, mau hálito, dor para mastigar ou mover a língua, dentes frouxos na gengiva e até mesmo mudanças na voz e perda de peso. São sinais facilmente identificáveis não só pelo paciente, mas também pelas pessoas com quem ele convive. É importante ressaltar que o autoexame não substitui as visitas regulares aos dentistas, o profissional mais habilitado e fundamental para o diagnóstico precoce.

É o dentista aquele profissional responsável pelo encaminhamento de casos suspeitos para a confirmação e o posterior tratamento do câncer de boca e pelas orientações iniciais ao paciente. A localização e o estágio tumor determinam as medidas mais adequadas, que geralmente são cirurgia e/ ou rádio e quimioterapia. Quando a doença é diagnosticada no início e tratada de maneira adequada, 80% dos casos podem ser curados.

Fica claro diante desse cenário que a grande questão em torno do câncer de boca é a prevenção. Para fortalecer a rede de informações sobre o tema e orientar a população, foi criada a lei federal nº 13.320 de 2015, que estabelece a primeira semana de novembro como a Semana Nacional de Prevenção ao Câncer de Boca. A importância do período é inegável, mas é essencial que os hábitos para combater a doença e diminuir o número de vítimas façam parte do cotidiano da população.

Fonte: Dr. Claudio Miyake – presidente do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP)
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Uso de medicamentos opioides cresce mais de 400% no Brasil

Os medicamentos opiáceos – ou opioides -, responsáveis por uma epidemia de mortes por overdoses nos EUA, estão vendo seu mercado disparar no Brasil.

Segundo levantamento coordenado pelo pesquisador Francisco Inácio Bastos, da Fiocruz, o número de receitas médicas de opiáceos vendidos nas farmácias brasileiras em 2009 foi de 1.601.043; em 2015, esse número chegou a 9.045.945, um salto de 465%.

O artigo, publicado no American Journal of Public Health, mostra também que as prescrições médicas de produtos à base de codeína, para dores moderadas, foram de 95%, pulando de 1.584.372 prescrições para 8.872.501 receitas médicas no mesmo período.

Utilizados em especial para combater dores crônicas e debilitantes de pacientes com câncer ou lúpus, os opioides também são encontrados diluídos na formulação química de medicamentos como os analgésicos (medicamentos que aliviam a dor), anestésicos (aqueles que reduzem ou eliminam a sensibilidade geral ou local) e até em xaropes para controlar a tosse, podendo ser usados para tratar dores de coluna, enxaqueca, dores nas articulações, dentre outras.

O uso constante pode levar à dependência e o abuso desse tipo de drogas, à morte – os opiáceos são derivados da mesma família da heroína e outras drogas ilegais.

Razões ideológicas

“Nos Estados Unidos, há uma crise de medicamentos prescritos. É o maior índice de mortes por overdose. Aqui não estamos acompanhando essa epidemia. Precisamos exigir melhores dados e transparência para poder fazer prevenção focalizada,” afirmou Ilona Szabó, diretora executiva do Instituto Igarapé.

Ela também falou que a pesquisa nacional sobre o uso de drogas, embora “premiada internacionalmente, ainda não foi divulgada ‘por questões ideológicas’. A polarização está impedindo a gente de pensar e resolver problemas com seriedade. Assim, continuaremos enxugando gelo e perdendo 29 adolescentes por dia para a violência”, completou Ilona.​

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Demanda por implantes dentários deve crescer fortemente nos próximos anos

Um relatório acerca do mercado mundial de implante dentário previu recentemente uma taxa composta de crescimento anual de 7,9% para a indústria até 2024. O relatório foi compilado pelo Transparency Market Research e prevê que este mercado valerá US$ 8,18 bilhões no final do período de análise.

Este esperado e continuado crescimento pode ser atribuído a um número de fatores. Com o envelhecimento populacional no mundo, mais pessoas têm necessidade de receber cuidados para os seus problemas dentários.

Além disso, avanços em tecnologia CAD/CAM e o aumento do reconhecimento da importância da manutenção da boa higiene bucal são fatores decisivos, informa o relatório.

Implantes de titânio e zircônio

Implantes de titânio e implantes de zircônio foram identificados como dois segmentos-chave deste mercado, demonstrando serem ambos líderes na geração de lucros e o segmento com o crescimento mais acelerado.
Ligas de titânio utilizadas na odontologia são leves, resistentes à corrosão e desgaste, e capaz de resistir à alta temperatura. Os implantes de zircônio oferecem uma alternativa livre de metal, propicia excelente integração óssea e tem propriedades estéticas.

De acordo com o relatório, a Europa estava liderando o mercado mundial de implante dentário em demandas gerais no início do período da previsão, seguido pela América do Norte. A região Ásia-Pacífico é o mercado com crescimento mais rápido, entretanto, a demanda por instalações médicas se mostra em crescimento naquela região.​

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Dicas práticas para favorecer o crescimento de seu consultório odontológica

gráfico de crescimentoQualquer negócio enfrenta inúmeros desafios, sobretudo em mercados saturados, como é o caso da Odontologia em nosso país onde a cada ano surgem milhares de novas consultórios.
Mas de acordo com Garth Hatch, consultor de consultórios odontológicos nos EUA e fundador do Dental Specialist Institute, mesmo num cenário de pouco crescimento econômico é possível levar a gestão de uma consultório odontológica a bom termo e de forma mais eficiente seguindo algumas dicas bem simples.

Relação com o cliente

Um dos quesitos mais importantes no crescimento de uma consultório odontológica é a construção de uma boa relação profissional e paciente.
“Nada fará maior diferença no sucesso de seu consultório do que construir e manter relações sólidas com o dentista”, explica. Isso passa também por colocar à disposição da sua equipe tudo o que for necessário para que estes possam atender os clientes da forma mais adequada possível.

Aposte no Marketing

Sim, uma consultório odontológica também precisa investir em Marketing, principalmente através da contratação de pessoal especializado e dedicada a essa atividade. “Tem de ser uma pessoa que consiga estabelecer relações sólidas com o resto da equipe e que sirva também como uma espécie de ‘embaixador’ para a consultório”.

Comunique, comunique, comunique!

Encontre uma forma de se comunicar de forma regular com os seus clientes e com os membros da sua equipe. Uma das melhores formas de operacionalizar isto é através da criação de uma newsletter regular que vá de encontro aos interesses do cliente. “Deve ser informativa e ao mesmo tempo numa linguagem acessível tornando sua leitura agradável para o seu cliente, do contrário certamente irá parar na caixa de lixo eletrônico”, explica o consultor.

Inclua artigos, fotografias dos eventos de seu consultório e informações sobre eventuais promoções. O objetivo é que os seus clientes nunca se esqueçam de que você e seu consultório existem e estão a sua disposição para ser.

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Mercado de equipamento odontológico apresenta forte crescimento

equipamentos odontológicosO mercado global de equipamento odontológico testemunhou crescimento constante nas últimas décadas. Somente recentemente, uma das maiores empresas de pesquisa de mercado reportou que, de acordo com suas últimas análises, espera-se que o mercado tenha aumento na taxa composta de crescimento anual de 4.9 por cento nos próximos cinco anos, atingindo US$ 7.52 bilhões (€ 6.8 bilhões) até 2021.

De acordo com MarketsandMarkets,, o crescimento no mercado pode ser atribuído primariamente ao rápido aumento do envelhecimento populacional, aumentando a demanda de odontologia estética, elevando a incidência de cáries e doença periodontal, e avanços tecnológicos.

A empresa de pesquisa descobriu que o segmento de equipamento geral odontológico laboratorial contabilizou a maior parte do mercado global de equipamento odontológico em 2015. O aumento na adoção de sistemas CAD/CAM foi identificado como chave condutora nesse neste segmento de mercado. Do segmento de equipamento geral é esperado, também, durante o período de previsão, o registro da maior taxa de crescimento.

Variações regionais

Com relação à variação regional, a Europa possui a maior parte do mercado de equipamento odontológico devido ao cenário favorável de reembolso, aumentando da despesa governamental em cuidados de saúde e aumento da idade da população. Entretanto, espera-se que a região Ásia-Pacífico tenha a maior taxa de crescimento durante o período previsto devido à regulamentos menos estritos, aumento da demanda de procedimentos dentários e crescimento do turismo odontológico.

A Danaher Corporation, Planmeca, Dentsply Sirona e Carestream Health foram os competidores-chaves no mercado de equipamento odontológico.

O relatório completo, intitulado Dental equipment market by product (dental radiology equipment, digital sensors, dental lasers, diode lasers, dental chairs, CAD/CAM, dental handpieces, casting machines) & end user (hospitals and clinics, dental laboratories)—Global forecast to 2021, pode ser adquirido no website da MarketsandMarkets.

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Mercado mundial de aparelhos ortodônticos com expectativas de crescimento

aparelho ortodontico transparenteOs aparelhos ortodônticos fixos foram responsáveis pela maior parcela de mercado no segmento de equipamentos ortodônticos a nível global em 2015 e este ano as oportunidades para o setor deverão continuar crescendo, desta vez graças à crescente procura por aparelhos ortodônticos invisíveis.

A conclusão é do mais recente estudo da RnR, que sugere que o aumento da adoção de tratamentos ortodônticos nos mercados emergentes e a procura de aparelhos invisíveis por adolescentes e até adultos responde por esta tendência de crescimento do mercado.

Daqui a 4 anos

Em 2020, o volume do mercado global de equipamentos ortodônticos deverá atingir um valor de 4 bilhões de dólares, crescendo a uma taxa anual de 6,9%. A região Ásia-Pacífico será a maior responsável e deverá ser aquela que registará o maior crescimento, não só devido à prevalência de casos de má oclusão e cáries dentárias, mas também devido ao aumento dos esforços públicos e privados nestes países para aumentar a consciencialização das populações para os procedimentos e tratamentos ortodônticos.

Em países como a China, Índia e Brasil, existe igualmente previsão de crescimento, porém a falta de seguros de saúde que cubram este tipo de investimento poderão limitar o acesso das populações desses países ao tratamento ortodôntico.

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