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Detecção do câncer de boca e garganta – teste rápido

Detecção do câncer de boca e garganta – teste rápido

detecção do câncer de boca e garganta

Um teste de saliva para detecção do câncer de boca e garganta causados pelo HPV pode salvar milhares de vidas a cada ano.
É o resultado de uma pesquisa realizada na Univesidade Duke, nos Estados Unidos.
O teste realizado pelos cientistas apresentou 80% de precisão na detecção do câncer de boca e garganta.

Detecção do câncer de boca e garganta – teste rápido

Os pesquisadores asseguram que a detecção do câncer de boca e garganta é possível logo no seu início através desse teste.
Isso aumenta muito a esperança dos pacientes dentro no combate à doença.
Ainda serão necessários, no entanto, mais testes para confirmar a segurança dessa nova tecnologia.
Mas os pesquisadores estão esperançosos.
Eles dizem que esse é um teste de baixo custo financeiro. Além disso, os resultados podem ser obtidos em menos de 10 minutos.

Câncer de boca e garganta – elevado crescimento

Os índices de câncer de boca e garganta estão aumentando no mundo ocidental de uma forma avassaladora.
O número de pacientes diagnosticados no Reino Unido dobrou em uma geração.
Os médicos dos EUA também verificam um aumento similar nesses cânceres. Ambos podem ter como causa de origem o vírus HPV.

Cânceres gerados pelo HPV – Origem

A infecção por HPV – disseminada através do sexo oral, bem como das relações anal e vaginal – é a causa cerca de 70% de todos os casos.
Outros fatores de risco são a ingestão de quantidades excessivas de álcool por longos períodos de tempo e o cigarro.

Estima-se em 115.000 casos de câncer de orofaringe a cada ano em todo o mundo.
Os cânceres de boca e garganta estão entre os que mais crescem nos países ocidentais.
Isso acontece por devido ao aumento da incidência relacionada ao HPV, especialmente em pacientes mais jovens.

Como o câncer se manifesta

O câncer de orofaringe começa na parte de trás da garganta que inclui a base da língua e as amígdalas.
Ele fica sob o ramo dos cânceres de cabeça e pescoço, que também inclui câncer de boca – outro tipo que pode ser causado pelo HPV.

A detecção precoce da doença pode aumentar as chances de sobrevivência de 50% para 90%, de acordo com o NHS.

Na maioria dos casos os pacientes não são diagnosticados nas fases iniciais da doença. Isso porque a localização do câncer dificulta a sua visualização durante os exames clínicos de rotina.

O teste – como funciona

O novo teste utiliza um chip desenvolvido para isolar minúsculas micropartículas, conhecidas como exossomos, na saliva. Essas partículas são secretadas nos fluidos corporais e vários tipos de câncer estão associados a sua presença.
Os exossomos são responsáveis pela transferência de moléculas entre o câncer e várias células.

O novo teste os isola, filtrando partículas maiores na saliva e sondando os exossomos do DNA liberado pelos tumores. Ele também examina o fluido na boca em busca do HPV-16, uma cepa que pode colocar as pessoas em risco de câncer de orofaringe.
O teste leva cinco minutos para ser conduzido e outros cinco para processar os resultados.
Especialistas asseguram que o teste é barato – mas não detalharam o custo.
Em comparação, as biópsias atuais levam cerca de oito horas. Isso porque precisam ser enviadas para serem avaliadas por um especialista.

Diagnóstico rápido do câncer em seus estágios iniciais

É fundamental que métodos de vigilância sejam desenvolvidos para detectar o câncer em seus estágios iniciais.
A detecção bem-sucedida dos cânceres ocasionados pelo HPV a partir da saliva oferece vantagens, incluindo detecção precoce, avaliação de riscos e triagem.

Câncer de orofaringe – Números elevados

O câncer de orofaringe ocasionou a morte de 2.722 britânicos e 9.750 norte-americanos no ano passado. Novos casos da doença no Reino Unido aumentaram 135% em comparação com 20 anos atrás.

Segundo os pesquisadores, essa tecnologia também pode ser usada para analisar sangue, urina e plasma.
Os resultados foram publicados no Journal of Molecular Diagnostics.

Resumindo

Enquanto a maioria dos cânceres está diminuindo, os casos de câncer de boca continuam aumentando e num ritmo alarmante.
As causas costumeiras, como fumar e beber álcool em excesso, vem sendo ultrapassadas rapidamente por fatores de risco emergentes, como o papilomavírus humano (HPV).

Métodos de detecção do câncer de boca e garganta em seus estágios iniciais são muito importantes.
Ambos podem ter efeitos devastadores na vida de uma pessoa.
Se tudo der certo muitos vidas poderão ser salvas.
Manteremos a todos informados aqui no blog Dentalis quando esse teste for disponibilizado no mercado.

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Fonte: Journal of Molecular Diagnostics
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Um novo recurso para detecção da doença periodontal

Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos da América, vem desenvolvendo um novo método de detecção por imagem da doença periodontal que recorre a tinta de lula.

Trata-se de uma mistura de tinta de lula, água e amido de milho que permite, com o apoio de luz e ultrassons, que possibilita detectar de forma mais eficiente e menos invasiva, casos de doença periodontal.

“Na última vez que estive no dentista percebi que as ferramentas de detecção por imagem para os dentes e gengivas que atualmente são utilizadas poderiam se beneficiar de uma atualização (…) Com o nosso método é como ligar todos os interruptores de uma única vez para conseguir ver a sala toda de uma vez”, observa Jesse Jokerst, pesquisador e líder deste estudo.

Com esta nova metodologia a boca é ‘enxaguada’ com uma pasta feita à base de tinta de lula, água e amido de milho. Esta solução serve como agente de contraste para uma técnica de detecção por imagem chamada de ‘ultrassom fotoacústico’.

Mapeamento eficiente

Os autores do estudo explicam que a tinta de lula contém de nanopartículas de melanina, que absorve a luz e que durante o processo de enxaguamento da cavidade oral do paciente fica retida nas ‘bolsas’ entre os dentes e as gengivas. Depois de iluminada com um laser, esta pasta aquece e cria pressão nestas ‘bolsas’. Isto permite ‘mapear’ a profundidade das bolsas em cada um dos dentes, facilitando o diagnóstico da doença.

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O objetivo dos pesquisadores é agora trabalhar no desenvolvimento do sabor da mistura de tinta de lula, água e amido de milho e por substituir as luzes laser utilizadas por um sistema mais barato.

Essa é mais uma ferramenta a contribuir com a odontologia e seu sistema que busca melhorar a qualidade e segurança do atendimento aos pacientes.

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Câncer bucal: tecnologia acesssível possibilita sua detecção com maior facilidade

Câncer bucal e novas tecnologias 

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O prognóstico para o câncer bucal não melhorou durante as últimas cinco décadas, principalmente devido à fase tardia no diagnóstico, altas taxas de recorrência após a cirurgia e a dificuldade em captar todo o câncer durante o tratamento. Os pesquisadores agora têm avaliado a eficácia da visualização de fluorescência (FV) e verificaram que esta tecnologia, que poderia facilmente ser implementada na prática consultório, facilitaria a detecção e assim ajudaria a reduzir a taxa de recorrência em pacientes com câncer bucal significativamente.

No estudo, 138 pacientes do sexo masculino e 108 pacientes do sexo feminino com idades entre 18 anos e mais, dos quais 156 tinham carcinoma espinocelular (SCC) e 90 tinham alto grau de lesões pré-cancerosas (HGLs), foram divididos em dois grupos. Um grupo (154 pacientes) foi submetido à cirurgia com FV, enquanto participantes do grupo controle (92 pacientes) foram submetidos à cirurgia convencional.

Os pesquisadores descobriram que os pacientes que haviam sido submetidos à cirurgia navegada FV mostraram significativamente menor recidiva local. Em pacientes com SCC, a taxa de recorrência diminuiu de 40,6% para 6,5%. Entre os pacientes HGL, a taxa de recorrência diminuiu de 39,3% para 8,1%.

“Os resultados deste estudo suportam o uso de FV como o mais forte fator independente no controle da recidiva local e fornece uma possível modalidade efetiva para controlar numa fase precoce do câncer bucal e alto grau pré invasivo lesões orais,” os pesquisadores concluíram.

Para detectar as lesões orais, a equipe utilizou um VELscope, um dispositivo de mão, desenvolvido pela empresa americana LED Dental, que ajuda os dentistas a visualizar anormalidades do tecido oral. Ele recebeu a autorização da FDA e da Health Canada em 2006.

De acordo com as estatísticas de 2015 fornecidas pela Canadian Cancer Society, cerca de 4.400 canadenses são diagnosticados com câncer de cavidade oral a cada ano, metade dos quais são homens e cerca de 1.200 morrem da doença.

O estudo intitulado “Visualização de fluorescência-cirurgia guiada para a fase inicial de câncer bucal”, foi publicado online em 14 de janeiro na revista JAMA Otolaringology-Head and Neck Surgery antes da versäao impressa. Foi realizado por pesquisadores da University of British Columbia em colaboração com o BC Cancer Research Centre e Simon Fraser University.

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Novo exame promete detecção de qualquer tipo de vírus

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Pesquisadores anunciaram o desenvolvimento de um novo tipo de exame que seria capaz de detectar praticamente qualquer vírus que infecta pessoas e animais.
 
Se chegar a ser amplamente o usado, o novo exame poderá acabar com o famoso “diagnóstico” de virose, que nunca especifica o que causa o mal-estar – neste caso, o laboratório conseguiria indicar precisamente o vírus que causa a infecção, permitindo que o médico receite tratamentos mais direcionados.
 
Hoje, cada exame testa a presença de um tipo específico de vírus: um exame para detectar o vírus ebola não irá detectar o vírus da dengue, por exemplo.
 
Rede para vírus
 
“Com este teste, você não tem que saber o que você está procurando,” disse Gregory Storch, da Universidade de Washington (EUA).
 
“Ele lança uma rede grande e pode detectar com eficiência vírus que estão presentes em níveis muito baixos. Acreditamos que o teste será especialmente útil em situações onde o diagnóstico permanece indefinido após o teste-padrão ou em situações em que a causa de um surto de doença é desconhecida,” completou o pesquisador.
 
Os exames virais atuais não são sensíveis o suficiente para detectar baixos níveis de partículas virais, ou se limitam a tentar detectar apenas os vírus suspeitos de serem responsáveis pela doença de um paciente.
 
Domínio público
 
Os pesquisadores estão colocando a tecnologia que desenvolveram disponível publicamente para cientistas e médicos de todo o mundo, a fim de beneficiar os pacientes e novas pesquisas.
 
Contudo, ainda estão em andamento estudos adicionais para validar a precisão do teste, de forma que ainda poderão se passar alguns anos antes que ele se torne disponível nos laboratórios clínicos.
 
ViroCap
 
O novo teste – chamado ViroCap – pode detectar vírus não encontrados por testes-padrão baseados no sequenciamento do genoma.
 
O exame sequencia e detecta os vírus nas amostras dos pacientes e é tão sensível quanto o ensaio considerado padrão ouro do campo, chamado PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), amplamente usado nos laboratórios clínicos. No entanto, mesmo os ensaios de PCR mais amplos só conseguem rastrear cerca de 20 vírus semelhantes ao mesmo tempo.
 
O ViroCap poderia ser utilizado para detectar focos de vírus mortais, como Ebola, Marburg e SARS (síndrome respiratória aguda grave), bem como os vírus mais comuns, incluindo o rotavírus e o norovírus, ambos causas de infecções gastrointestinais.
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