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Gravidez: como cuidar dos dentes e evitar o parto prematuro

parto prematuroParto prematuro é um risco significativamente maior que paira sobre mulheres grávidas com gengivas doentes. Isso é o que revelaram os resultados de um novo estudo.

A pesquisa descobriu que mulheres que iniciaram o trabalho de parto prematuro apresentavam uma vez e meia mais chances (45%) de ter doença gengival que as mulheres que tiveram uma gravidez normal (29%).

O estudo também descobriu que as taxas de parto prematuro eram mais comuns em mulheres com cárie dentária ou obturações não tratadas.

A pesquisa em questão destaca o impacto que a saúde bucal pode ter no bem-estar geral.

parto prematuroDoença gengival e parto prematuro

A saúde da nossa boca pode ter uma influência direta em muitas partes da nossa saúde geral. Isso inclui as chances de um nascimento mais seguro.

Muitas mulheres acham mais difícil manter uma boa saúde bucal durante a gravidez. Isso ocorre porque as alterações hormonais durante esse período podem deixar as gengivas mais vulneráveis ​​à placa e mais propensas a ficarem doloridas e inchadas. Eles podem até sangrar.

Como parte do estudo, os pesquisadores examinaram as gravidezes e a saúde bucal de quase 150 mulheres.

Eles descobriram que as mulheres que entraram em trabalho de parto prematuro apresentam percentuais de saúde da gengiva quatro vezes menores do que aquelas que tiveram um parto normal. Gestantes que entraram em trabalho de parto prematuro também apresentavam oito vezes mais índice de placas.

Para garantir que a sua gravidez seja o mais suave possível, é importante a grávida dar à sua boca o melhor cuidado.

A gestante deve manter uma forte rotina de saúde bucal, escovando os dentes duas vezes por dia com um creme dental com flúor e limpando entre os dentes diariamente com fio dental e escovas interdentais.

Visitas periódicas ao dentista também são altamente recomendáveis.

O fumo e o consumo de álcool também aumentam a chance de doença gengival e têm um efeito adverso no desenvolvimento do feto.

Tanto o fumo quanto o álcool podem levar os bebês a nascer com baixo peso e ter saúde bucal deficiente. Podem inclusive comprometer o desenvolvimento do esmalte dentário.

parto prematuro

Dicas de como garantir a saúde bucal durante a gravidez (perguntas e respostas)

Por que os cuidados com a saúde bucal da gestante e do bebê são tão importantes?

A saúde bucal da mulher pode sofrer durante a gravidez. Também é importante especial atenção com a saúde bucal tanto da mãe quanto do bebê nos primeiros meses de vida da criança.
Isso para evitar a doença gengival da gestante e o risco de um parto prematuro. E também ajudar a garantir que mãe e bebê tenham bocas saudáveis no futuro.

Preciso consultar meu dentista durante a gravidez?

Sim. Devido às alterações hormonais durante a gravidez, a saúde bucal de algumas mulheres precisa de mais cuidados durante esse período. Por exemplo, você pode notar que suas gengivas parecem sangrar mais facilmente. Visitas regulares ao dentista também garantem a futura mamãe a diminuição do risco de um parto prematuro.

Por que minhas gengivas estão sangrando?

Você pode notar que suas gengivas ficam doloridas e inchadas durante a gravidez e podem sangrar. Isto se deve a alterações hormonais no seu corpo. Significa que a gestante deve manter seus dentes e gengivas limpos e visitar seu dentista regularmente. Você também pode precisar de consultas com seu dentista para uma limpeza profilática evitando assim a formação de placa bacteriana e tártaro. Além, é claro também o aconselhamento sobre como cuidar dos dentes em casa. Uma boa profilaxia dental também aumenta as chances da gestante não entrar em trabalho de parto prematuro.

O tratamento odontológico é seguro durante a gravidez?

Sim. Não deve haver problemas com o tratamento de rotina. Se você não tem certeza do que o seu tratamento envolveria, converse sobre todas as opções com o seu dentista. Algumas diretrizes atuais sugerem que restaurações de amálgama antigas não devem ser removidas durante a gravidez. E também que novas não devem ser colocadas. Fale com seu dentista sobre ter um tipo diferente de preenchimento se você não tiver certeza.

E se a gestante necessitar de radiografias odontológicas?

Normalmente, os dentistas evitam radiografias odontológicas durante a gravidez das pacientes. No entanto, se a gestante necessitar de tratamento de canal, talvez seja necessário fazer um raio X.

A gravidez causa danos aos dentes?

Não. Não é verdade que a gravidez cause problemas nos dentes devido à falta de cálcio, ou que a gestante perderá um dente para cada criança que tiver (pura lenda).

E quanto ao hábito de fumar e beber álcool durante a gestação?

Fumar e beber na gestação pode resultar em um bebê abaixo do peso e também afetar a saúde bucal do feto. Um bebê abaixo do peso é mais propenso a ter dentes ruins porque o esmalte dentário pode não se formar adequadamente. Vale lembrar que os dentes do futuro adulto já estão crescendo nas mandíbulas, abaixo dos dentes do bebê, quando ele nasce. Portanto, alguns bebês cujas mães fumam e bebem durante a gravidez terão dentes adultos mal formados também.

Quando os dentes do bebê aparecerão?

O bebê deve começar a dentição por volta dos 6 meses de idade e continuar até que todos os 20 dentes de leite apareçam. Por volta dos 6 anos, os dentes adultos começarão a aflorar. Isso continuará até que todos os dentes adultos, exceto os dentes do siso, tenham aparecido por volta dos 14 anos de idade.

E como fica a dieta durante a gestação?

A gestante deve ter uma dieta saudável e equilibrada que tenha todas as vitaminas e minerais que ela e seu bebê precisam.

A gestante precisa ter uma boa dieta para que os dentes do bebê possam se desenvolver. O cálcio, em particular, é importante para garantir ossos fortes e dentes saudáveis. O cálcio está no leite, queijo e outros produtos lácteos.

No caso de enjoos matinais, a gestante pode acabar comendo “pouco e com frequência”. Se a gestante tem vomitado seguidas vezes é importante enxaguar a boca com água para evitar que a acidez do vômito comprometa os dentes. Tente evitar comidas e bebidas açucaradas e ácidas entre as refeições. Isso ajudará na proteção de seus dentes.

O processo de dentição é doloroso?

A maioria das crianças sofre algumas dores iniciais. Bebês podem apresentar temperatura alta quando estão dentados e suas bochechas podem ficar vermelhas e quentes ao toque.

Existem géis de dentição especiais que a mãe pode usar para ajudar a reduzir a dor. Há alguns que contêm analgésico. Você pode aplicar o gel com o dedo e massageá-lo suavemente nas gengivas do bebê.

Anéis de dentição também podem ajudar a acalmar o bebê. Certos anéis de dentição podem ser resfriados na geladeira, o que pode ajudar. Mas, como as dores iniciais podem variar, é melhor verificar com seu dentista ou pediatra.

Quando levar o bebê ao dentista pela primeira vez?

É melhor discutir isso com seu dentista inicialmente. Mas você pode levar seu bebê para seus próprios check-ups de rotina. Isso pode ajudar o bebê a ir se acostumando com o ambiente. Seu dentista será capaz de oferecer conselhos e prescrever medicamentos para dores iniciais, e terá prazer em responder qualquer dúvida que possa ter. Os check-ups do bebê podem começar a qualquer momento a partir dos 6 meses ou a partir do momento em que os dentes começam a aparecer.

A amamentação pode afetar os dentes do bebê?

O leite materno é o melhor alimento para os bebês. É recomendável que a mãe dê apenas o leite materno durante os primeiros seis meses de vida.

Aos seis meses de idade, os bebês podem começar a comer alguns alimentos sólidos. Deve-se manter a amamentação ou dar substitutos do leite materno (ou ambos), após os primeiros seis meses.

Mais pesquisas são necessárias para averiguar se os açúcares naturais no leite materno causam cáries nos bebês.
No entanto, é consenso que o leite materno é o melhor alimento para a criança. Se os dentes do bebê forem mantidos limpos, é improvável que a cárie dentária seja um problema.

E quanto a mamadeira?

Ao alimentar com uma mamadeira deve-se ter o cuidado de esterilizá-la corretamente. Alguns substitutos do leite materno contêm açúcar e os dentes do bebê devem ser limpos após a última mamada durante a noite.
Nunca adicione açúcar ou coloque bebidas açucaradas na mamadeira.
Leite e água são as melhores bebidas para os dentes do bebê. A mamadeira com bebidas contendo açúcar pode levar à ‘cárie de mamadeira‘.

Quando se deve parar com a mamadeira?

Parar a mamadeira antecipadamente pode ajudar a impedir que o bebê desenvolva problemas odontológicos. Tente fazer com que seu bebê beba leite ou água em uma xícara ou recipiente quando tiver cerca de seis meses de idade. Ou quando for capaz de sentar e conseguir realizar tal atividade sozinho.

Quais alimentos sólidos são melhores o bebê?

Alimentos salgados, como queijo, macarrão e legumes são melhores do que alimentos doces. Alimentos que não contêm açúcar são melhores para os dentes do seu bebê. Pergunte ao seu dentista para obter mais conselhos sobre uma dieta equilibrada para o seu bebê.

Se o seu filho tomar uma bebida entre as refeições, é importante restringir apenas à água ou leite. Bebidas açucaradas ou ácidas podem causar cáries.

Quando devo começar a limpar os dentes do bebê?

Os bebês obviamente não são capazes de limpar seus próprios dentes. Já as crianças precisarão de ajuda para se certificar de que as limpam adequadamente até que tenham cerca de 7 anos de idade. Assim que a dentição começar, você deve começar a limpar os dentes do seu filho.

Como devo limpar os dentes do bebê?

Assim que os primeiros dentes de leite começarem a aparecer, você deve começar a limpá-los.

A princípio, você pode achar mais fácil usar um pedaço de gaze ou pano limpo em volta do seu dedo indicador. Quanto mais dentes aparecerem, você precisará usar uma escova de dentes para bebês.

Use uma porção de creme dental com flúor e massageie suavemente em torno dos dentes e gengivas.

Pode ser mais fácil limpar os dentes se você segurar a cabeça do bebê nos braços à sua frente.

À medida que a criança cresce, pode ser difícil fazê-lo dessa maneira, mas você pode gradualmente dar mais responsabilidade pela limpeza dos dentes para a criança. É importante limpar os dentes duas vezes ao dia com um creme dental que contenha pelo menos 1000 ppm (partes por milhão) de flúor. Após 3 anos, use uma pasta de dentes que contenha de 1350 a 1500 ppm. Você deve se certificar ao final de que eles cuspam fora o excesso de pasta de dentes, e que não engulam quantidade alguma, se possível.

E se o bebê chupar o dedo ou precisar de uma chupeta?

O reflexo de sucção aparece no bebê já na décima oitava semana de vida uterina. É um reflexo de sobrevivência, já que o bebê precisa sugar para se alimentar.

Além disso, sugar dá prazer ao bebê. Assim, o bebê precisa sugar para saciar sua fome e para atender sua necessidade de sucção. Aí entra a questão da chupeta.

Se puder, evite que seu bebê use chupeta e desestimule-o a prática de chupar o dedo. Ambas podem, eventualmente, causar problemas no crescimento e desenvolvimento dos dentes. O que pode gerar a necessidade de tratamento odontológico quando a criança ficar mais velha.

Chupeta ortodôntica: é uma alternativa que vale a pena?

Tanto a chupeta comum quanto a ortodôntica trazem, sim, prejuízos ao desenvolvimento da criança. Ambas produzem alterações nos arcos dentais e na musculatura facial da criança. A diferença entre elas está na gravidade dos danos causados.

E se o bebê vier a danificar um dente?

Se a criança por acidente vier a danificar um dente, entre em contato com seu dentista imediatamente. Um dente danificado geralmente descolorirá com o tempo.

Aqui no blog Dentalis já publicamos um outro artigo sobre mitos e verdades sobre a relação entre gravidez e saúde bucal.

Fontes: Journal of Clinical Periodontology, Oral Health Foundation, Guia do bebê
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A música pode dar novo ritmo ao seu consultório

música ideal para o seu consultórioExiste um tipo de música ideal para o seu consultório? É algo mesmo importante? Este artigo busca responder essas perguntas.

A experiência dos pacientes é muito relevante para a sua fidelização e possibilidade de recomendação. Estas experiências vão determinar se o paciente irá retornar ao seu consultório odontológico e o recomendar a amigos e familiares. A música ambiente no consultório, é um pequeno detalhe que pode fazer toda a diferença. Em um mercado muito competitivo é algo que não deve ser esquecido.

Um consultório odontológico não deve prescindir das ferramentas que contribuem para criar uma atmosfera agradável. Um ambiente que ajude a reduzir a ansiedade sentida pelo paciente quando tem de se submeter a tratamentos odontológicos.

Múltiplos fatores intervêm neste tipo de situações. Numerosos estudos internacionais demonstraram que a música é uma terapia eficaz.  Ajuda os pacientes a controlar a ansiedade e o estresse. Especialmente em casos de fobia dental que um atendimento odontológico pode gerar.

Se a música for adequada, a fidelidade do paciente em relação ao local e ao profissional que o atende tenderá a aumentar significativamente.

Fobia dental: o significado

A fobia dental pode ser definida como o medo que invade um paciente quando tem de se submeter a um tratamento odontológico. Não só está relacionado à dor, mas também com a percepção de diferentes odores e ruídos. Ou com a posição na cadeira em que deve permanecer durante o atendimento. Também com a sensação de impotência perante um ambiente agressivo. Esta situação acaba gerando uma experiência negativa no paciente.

Em 2017, 7% da população afirmou sofrer de odontofobia, outro termo que descreve este medo irracional de natureza psicológica. Os níveis de ansiedade e nervosismo da pessoa que tem fobia são tão intensos que a tornam incapacitada ou bloqueada. O paciente pode ficar a ponto de rejeitar qualquer tipo de tratamento. Como resultado, a sua saúde bucodental poderá acabar se deteriorando.

Um dos problemas que os dentistas enfrentam é a grande dificuldade em motivar estes pacientes. Esta barreira pode ser especialmente grave para pessoas com deficiências, com autismo ou síndrome de Down.

Algumas pessoas com fobia dental podem ser tratadas com fármacos para controle da ansiedade. A maioria, no entanto, prefere não tomar medicamentos devido aos riscos médicos associados. A ansiedade dos pacientes frente a uma consulta odontológica já foi destaque em uma matéria anterior aqui do blog.

Um paciente com odontofobia também representa um risco para o dentista que o trata. O estresse e a ansiedade podem acabar sendo transmitidos para o profissional.

Marketing sensorial: já ouviu falar?

Quando um paciente vai a um consultório odontológico, recebe todos os tipos de estímulos:

  • Visuais: cores, materiais, luzes e design;
  • Olfativos: cheiros naturais e artificiais;
  • Gustativos: textura, sabor e temperatura;
  • Táteis: materiais e temperatura;
  • Sonoros: música e ruídos.

A música ideal para o seu consultório pode ser um dos elementos fundamentais de marketing do seu empreendimento profissional. Estes fatores fazem parte do marketing sensorial. Um instrumento muito útil que envolve os sentidos e afeta o comportamento dos consumidores. Se a experiência que um indivíduo tem durante a sua visita for agradável, haverá um alto nível de atração, fidelidade e diferenciação. Isso irá gerar uma vantagem competitiva sustentável ao longo do tempo. Não por acaso, muitas lojas de marca aqui no Brasil fazem uso de música ambiente suave e essências agradáveis. Buscam atrair e manter o cliente no ambiente, tornando a experiência o mais aprazível e agradável possível.

Música ideal para o seu consultório

A música traz numerosos benefícios, não apenas psicológicos, mas também fisiológicos:

  • Reduz a pressão arterial;
  • Diminui a frequência cardíaca e respiratória;
  • Promove o movimento e a coordenação do corpo;
  • Aumenta a comunicação neuronal, a elasticidade e a plasticidade do cérebro;
  • É eficaz contra a dor;
  • Acelera o processo de cicatrização após uma intervenção cirúrgica;
  • Promove o otimismo;
  • Ajuda a combater o estresse e a ansiedade.

Na literatura científica, ficou evidenciado o poderoso efeito que a música tem em reduzir a ansiedade em pacientes com câncer, doenças coronárias ou em pessoas que estão à espera de uma operação.

E o que acontece quando um paciente ouve música num consultório odontológico? Existem muitos estudos já realizados  para conhecer o impacto que a música tem antes, durante e depois da realização de um tratamento odontológico. Pode à princípio parecer estranho, mas a escolha da música ideal para o seu consultório pode sim fazer toda a diferença.

Resultados de pesquisas recentes

Estudos recentes indicam que a música deveria anteceder a realização do tratamento odontológico para evitar crises de ansiedade. Por exemplo, na sala de espera ou no momento anterior a uma cirurgia. Ficou plenamente demonstrado que a permanência do silêncio antes do início de uma consulta acaba aumentando o nervosismo do paciente.

Qual o tipo de música com a maior percentagem de êxito?  A música clássica revelou-se especialmente eficaz, especialmente a música de câmara e barroca.

É importante conhecer o público que visita o seu consultório e verificar quais gêneros se mostram mais adequados. Músicas suaves de outros gêneros como bossa nova, smooth jazz e instrumental podem também apresentar um ótimo resultado. A música ideal será aquela de perfil suave e que vá de encontro à preferência da maioria de seus pacientes.

Feedback positivo

Segundo estudo da Universidade de Montreal, pacientes que ouvem música antes de um tratamento odontológico apresentam menos hormônios do estresse do que aqueles que tomam medicamentos calmantes. Ao contrário das drogas, o efeito positivo dos sons harmônicos no cérebro humano não causa efeitos colaterais.

A música ideal para o seu consultório é aquela relaxante e de bom gosto. É aquela que ajuda os pacientes a manter sob controle sua ansiedade.

Disponibilizar água mineral é também uma medida simples que pode tornar o ambiente ainda mais aconchegante e aprazível.

Os pacientes se preparam mentalmente para o tratamento enquanto estão na sala de espera. Se eles se sentirem confortáveis e puderem passar o tempo de forma agradável, isso funcionará a favor do dentista.
Fideliza os pacientes já existentes e ajuda a conquistar novos.
Eles retornarão regularmente e, na melhor das hipóteses, recomendarão você a outras pessoas.

Fonte: Dentaleader

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Dentista com dores nas costas? Saiba o que fazer

Dentista com dores nas costasDentista com dores nas costas? Algo bem comum no seu dia a dia, não é mesmo? A questão é como prevenir e aliviar essas dores. Elas podem ter várias origens e razões, mas aquela que mais incomoda é a dor de todos os dias. Aquela relacionada à atividade do trabalho.
E tenha a certeza, o seu trabalho pode ser uma das causas mais prováveis, sem que muitas vezes você não se aperceba disto.

De acordo com um estudo publicado em 2016 pela North American Spine Society (NASS), foram apontadas as profissões que mais riscos acarretam para a sua coluna. A odontologia faz parte deste rol de profissões.

O tema dores nas costas já foi destaque em um post anterior aqui do blog Dentalis. Já neste outro artigo a má postura é relacionada aos erros posturais  do dentista no exercício da profissão.

Dores nas costas: mais comum do que se pode imaginar

Na área odontológica, muitos procedimentos exigem movimentos corporais de torção e estática por longos períodos de tempo. Pesquisas sugerem que dores nas costas dos dentistas, pescoço e ombros são comuns, e são causadas principalmente devido às posturas de trabalho, o design dos equipamentos e a duração do procedimentos. Não são apenas os dentistas já formados que sofrem com dores nas costas. Muitos estudantes de odontologia já padecem do mesmo problema.

Manter o corpo debruçado e torto sobre um paciente por horas e horas durante anos exige muitos dos músculos. Quando a cabeça, tronco e pescoço estão debruçados para um lado, o lado dos músculos que estão sendo usados se tornam menores e mais fortes, enquanto o outro lado fica esticado e mais fraco, provocando um desequilíbrio na musculatura.

Para evitar o problema, seguem algumas atitudes e cuidados que podem ser tomadas pelo dentista com dores nas costas para prevenção e alívio da dor.

Prevenção do Transtorno do Pescoço, Ombro e Costas

Recomendações ergonômicas para minimizar os riscos de lesões nas costas se concentram em melhorar a postura de trabalho e o design do equipamento. Medidas simples que o dentista com dores nas costas pode tomar para prevenir e aliviar essas dores:

  1. Mudar Postura – Alternar entre sentar e levantar para reduzir a fadiga postural e maximizar a variedade postural, o que ajuda a reduzir a fadiga muscular estática.
  2. Use Suporte – Quando sentado ou em pé, não se incline para a frente ou incline-se em uma postura sem suporte por períodos prolongados. Se você estiver sentado, sente-se ereto ou recline ligeiramente em uma cadeira com bom suporte para as costas e use um bom apoio para os pés, se necessário. Se você estiver em pé por períodos prolongados, tente encontrar algo para ajudá-lo a se apoiar.
  3. Alcance seguro – Evite ter que alcançar desajeitadamente o equipamento e trabalhe próximo ao paciente. Mantenha os itens usados ​​com mais frequência a uma distância de cerca de meio metro no máximo. Use assistentes para ajudar a posicionar o equipamentos e materiais para esta área.
  4. Postura normal do braço – Mantenha os cotovelos e a parte superior dos braços perto do corpo e não levante e tensione os ombros quando estiver trabalhando. Além disso, certifique-se de que as posturas das mãos não sejam desviadas, pois isso pode levar a problemas no pulso.
  5. Use Equipamentos Confortáveis ​​- Use equipamentos que não sejam muito pesados, que possam ser usados ​​sem a postura da parte superior do corpo, e que pareçam confortáveis ​​de usar. Equipamentos projetados ergonomicamente ajudam a minimizar as tensões nas extremidades superiores e nas costas.
  6. Gerencie o tempo – Evite consultas longas sempre que possível, ou intercale-as com intervalos curtos de descanso nos quais você muda de postura e relaxa as extremidades superiores.
  7. Alongue-se – Alguns exercícios e alongamentos básicos para fazer no consultório podem mudar drasticamente sua rotina e produtividade. Abaixo, seguem alguns exemplos.

Como aliviar as dores nas costas dos dentistas

Dentista com dores nas costas? Dica importante para encontrar o alívio

Em todas as idas à academia, os instrutores enfatizam a importância do alongamento.
O que muitas pessoas não percebem é que devem se alongar durante o dia todo. É fundamental se a rotina de trabalho exigir muito do pescoço, costas e os ombros por longos períodos de tempo.

Os dentistas e sua equipe se enquadram nessa categoria e devem se alongar regularmente ao longo do dia. É uma estratégia rápida e eficiente de como encontrar alívio para essas dores.

Veja cinco alongamentos simples para ajudar sua equipe a começar

  • Alongamento do pescoço: puxe gentilmente a cabeça em direção ao ombro e segure por três respirações profundas. Então, repita isso do outro lado.
  • Alongamento do quadril: Deite-se de costas no chão, cruze o tornozelo sobre o joelho. Puxe as pernas em direção ao peito. Segure por três respirações profundas. Então, repita o mesmo do outro lado.
  • Torção da coluna vertebral: Sente-se de pernas cruzadas no chão e gire suavemente para o lado. Mantenha por três respirações profundas, depois gire para o outro lado e repita.
  • Pose da criança: Este não é mais apenas para os iogues. Deite-se de bruços com os joelhos dobrados debaixo de você e os braços estendidos à sua frente. Coloque as palmas das mãos no chão. Você deve sentir um alongamento dos ombros até a parte inferior das costas. Mantenha essa posição por três respirações profundas.
  • Alongamento das costas: Deite-se de costas no chão, traga os joelhos até o peito. Até sentir um alongamento na parte inferior das costas. Mantenha esta posição por três respirações profundas.

Tipos de dores nas costas

Um dentista com dores nas costas pode se perguntar: de onde vem essas dores? Primeiro precisamos falar um pouco sobre os tipos de dor.

A dor nas costas que vem de repente e dura não mais do que seis semanas (aguda). Pode ser causada por uma queda ou trabalho pesado. Dor nas costas que dura mais de três meses (crônica) é menos comum que a dor aguda. As dores relacionadas ao exercício profissional são as que mais se enquadram no segundo caso. As causas são muitas vezes pouco consideradas. A dúvida que permanece é como encontrar uma solução para o dentista com dores nas costas.

Sendo ou não decorrente do exercício profissional, a dor nas costas, muitas vezes se desenvolve sem uma causa que possa ser identificada facilmente. Vamos às possibilidades:

As condições comumente relacionadas à dor nas costas

  • Tensão muscular: O trabalho pesado repetido ou um movimento súbito e desajeitado podem esticar os músculos das costas. O mesmo pode ocorrer com os ligamentos da coluna vertebral. Uma tensão constante nas costas pode causar espasmos musculares dolorosos;
  • Discos vertebrais: Discos agem como almofadas entre os ossos (vértebras) da coluna. O material macio dentro de um disco pode inchar ou romper e pressionar um nervo. No entanto, você pode ter um disco protuberante ou rompido sem dor nas costas. A doença de disco é frequentemente encontrada incidentalmente em imagens de raios-X da coluna por algum outro motivo;
  • Artrite: A osteoartrite pode afetar a parte inferior das costas. Em alguns casos, a artrite na coluna pode levar a um estreitamento do espaço ao redor da medula espinhal. Esta é uma condição chamada de estenose espinhal;
  • Irregularidades esqueléticas: Uma condição na qual sua coluna se curva para o lado (escoliose). Esta condição com dores geralmente não acontece até a meia-idade;
  • Osteoporose: As vértebras da coluna podem desenvolver fraturas por compressão se os ossos se tornarem porosos e quebradiços.

Buscamos apresentar as principais causas, formas de prevenção e sugestões que possam responder à pergunta inicial: Como aliviar as dores nas costas dos dentistas.

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Fontes: Dentistry, spine universe, mouthingoff, Mayo Clinic

 

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Top 10: dicas de como fazer uma reunião de trabalho em equipe

As reuniões são frequentemente apontadas como os piores momentos da vida profissional, a ruína da produtividade e até um meio para que as pessoas expressem seu pior lado – mas elas não precisam ser assim tão ruins.

Com base em quase 200 estudos científicos publicados sobre reuniões no local de trabalho, uma equipe de psicólogos compôs recomendações que permitem aproveitar ao máximo as reuniões de trabalho em equipe. As recomendações incluem providências a serem tomadas antes de a reunião começar, conforme ela acontece e depois de concluída.

Joseph Mroz e Joseph Allen (Universidade de Nebraska Omaha) e Dana Verhoeven e Marissa Shuffler (Universidade de Clemson) afirmam ter encontrado muitas pesquisas e conclusões sobre reuniões corporativas, mas que muito pouco das orientações resultantes tem aparecido na literatura de negócios.

Os estudos e experimentos mostram que, nas circunstâncias adequadas, as reuniões podem fornecer um espaço para o pensamento criativo, a resolução de problemas, a discussão construtiva e a geração de ideias. Ainda assim, o grande volume de pesquisas feitas entre funcionários confirma a noção geral de que a maioria das reuniões é ineficiente, apesar dos recursos organizacionais dedicados a elas, incluindo tempo, salários, recursos mentais e tecnologia.

Em seu relatório, a equipe destaca os ingredientes certos para boas reuniões, incluindo como as pessoas podem se preparar para ter êxito na reunião, como certos aspectos das reuniões podem torná-las um sucesso ou um fracasso e como o que acontece depois de uma reunião pode melhorar os resultados da equipe.

Providências antes da reunião

  • Avalie as necessidades atuais: As reuniões devem envolver a resolução de problemas, tomada de decisão ou discussão substantiva. Elas não devem ser feitas para compartilhar informações rotineiras ou não urgentes.
  • Circule uma agenda para a reunião: Ter uma agenda torna as prioridades da reunião claras para todas as partes interessadas e permite que os participantes se preparem antecipadamente.
  • Convide as pessoas certas: Os líderes devem saber responder qual é o objetivo da reunião e quais especialistas podem ajudar a equipe a atingir esse objetivo específico.

O que fazer durante a reunião

Encoraje a contribuição: Os resultados sugerem que profissionais com desempenho de alto nível usam as reuniões para definir metas, facilitar a compreensão do grupo sobre problemas do trabalho e para buscar feedback.

Deixe espaço para o humor: O humor e o riso podem estimular comportamentos positivos nas reuniões, incentivando a participação e a resolução criativa de problemas. Esses comportamentos positivos durante uma reunião predizem o desempenho da equipe simultaneamente e até dois anos depois.

Redirecione as reclamações: Os participantes devem estar cientes de que as reclamações podem levar rapidamente a sentimentos de futilidade e desesperança, e os líderes devem acabar com as reclamações o mais rápido que puderem – dando atenção a elas ou resolvendo-as, não deixando-as de lado.

Mantenha as discussões focadas: Bons líderes garantem que o objetivo da reunião e a agenda sejam cumpridos, ficando prontos para identificar comportamentos disfuncionais e intervir para reorientar a reunião.

7 passos para uma reunião eficaz

1. Tenha claros seus objetivos com a reunião

Para sabermos se reunião foi produtiva, precisamos saber se ela atingiu o objetivo proposto. Caso ela tenha iniciado sem um objetivo claro, ela nem deveria ter sido realizada.

Antes de agendar uma reunião e convocar outras pessoas, tenha muito claro qual seu objetivo com este compromisso. Faça perguntas a você mesmo, como:

Qual problema desejo resolver?
O que eu desejo discutir nesta reunião?
Quais resultados e ações eu desejo ter claro ao fim da reunião?

Perguntas como esta ajudam o profissional a entender melhor o próprio problema e a ir mais preparado para saber o que buscar durante a reunião. Direcionando os temas e o seu próprio discurso aos interlocutores.

2. Defina uma pauta de assuntos que devem ser tratados

É comum em uma reunião tratarmos mais de um assunto. Esta é uma maneira de otimizar o tempo e aproveitar o encontro com as pessoas envolvidas. Por outro lado, quanto mais temas a serem tratados, maiores as chances de dispersão em relação aos pontos principais.

Depois de definir os objetivos do encontro, liste cada assunto a ser tratado. Durante a reunião, evite ao máximo falar de problemas que não estavam na pauta inicial. Se tiver a oportunidade, deixe um espaço reservado no final para outros temas, mas garanta que a lista definida anteriormente tenha seus objetivos atendidos.

Ao enviar o convite da reunião para os integrantes, procure enviar um pequeno resumo dos seus objetivos e a pauta com os assuntos a serem discutidos. Isto ajuda a equipe a já ir pensando em possíveis soluções, fazendo com que o encontro seja mais produtivo e não se perca tempo com explicações.

3. Defina um tempo para tratar cada assunto

Em reuniões com muitos temas, é comum que a discussão se estenda por muito tempo em um tópico, e acabe faltando tempo para falar de outros assuntos. Por isso, para evitar que este tipo de situação prejudique o resultado, organize os temas por prioridade, falando sempre dos mais importantes primeiro.

Para cada assunto, procure também definir um tempo de discussão, e caso ele ainda não tenha sido resolvido no prazo, avalie se não é mais viável tratar dos próximos assuntos e agendar um novo encontro para falar apenas deste problema.

A ordenação das prioridades e controle do tempo por assunto evita que a equipe disperse falando de temas não relacionados, e também ajuda os colaboradores a pensarem rapidamente em soluções.

4. Escolha as pessoas mais indicadas para tratar dos assuntos propostos

Reuniões corporativas são um exemplo claro de que quantidade não é sinônimo de qualidade. Pessoas erradas em reuniões erradas apenas prejudicam a discussão e ajudam ao não atingimento dos objetivos.

Por isso, ao definir a pauta da reunião, pense quais são as pessoas mais indicadas para tratar de cada assunto. Avalie o conhecimento, a capacidade e a experiência destes envolvidos. Procure chamar somente as pessoas envolvidas no problema, e aquelas que de fato podem ajudar a resolvê-lo.

Caso sua reunião envolva pessoas internas e externas, como clientes, tenha certeza de que os objetivos estejam muito alinhados entre sua equipe. Procure definir o papel de cada um no encontro, para que não haja uma contradição no discurso em frente aos demais interlocutores.

5. Evite distrações e se atente ao horário e tempo de duração

Neste momento sua reunião já tem uma pauta com objetivos, assuntos e tempos definidos para cada tópico, agora é hora de colocar tudo isto em prática.

Todas estas informações devem ser repassadas antes para que os envolvidos já estejam preparados e com a mentalidade alinhada. Mas é preciso muito foco e disciplina para seguir rigorosamente a pauta definida sem perda de tempo com assuntos fora do proposto.

Antes de começar a reunião, faça uma breve introdução e deixe claro que o foco é seguir a pauta e por isso o tempo será controlado. Quanto maior a equipe, maiores as chances de dispersão. Por isso, o líder precisa ter pulso firme para garantir que todos estejam atentos e focados no objetivo principal.

6. Defina um plano de ação

Uma reunião normalmente é realizada para que um problema seja resolvido, e a resolução deste problema pode requerer um conjunto de ações e tarefas a serem executadas.

Desta maneira, o principal resultado desta reunião deverá ser um plano de ação contendo todas as tarefas a serem executadas, com seus respectivos responsáveis e prazos pré-estabelecidos.

Na gestão de projetos é comum que várias reuniões de acompanhamento das ações aconteçam com frequência. Neste caso, estes encontros têm objetivos muito claros – garantir que os prazos estejam sendo cumpridos, e evitar que qualquer desvio no planejado prejudique a continuidade das demais atividades.

7. Complemente a pauta da reunião

Durante ou após o término da reunião, abra a pauta que foi criada com os assuntos e faça os registros sobre o encontro. A pauta deve conter informações como:

  • Quais foram os participantes;
  • Data, horário de início e término;
  • Resumo dos assuntos discutidos;
  • Resultado atingido;
  • Plano de ação que foi gerado.

A pauta é fundamental para manter um histórico de tudo que foi discutido. Ela poderá ser reaproveitada em próximas reuniões que irão tratar da continuidade dos assuntos e servir de base para outros encontros.

Não se esqueça de sempre enviar a pauta da reunião para todos os participantes, em especial aqueles que ficaram com alguma ação pendente.

Depois da reunião

Faça uma ata: Atas das reuniões servem como um registro das decisões que foram tomadas, um plano de ação para as próximas etapas e um resumo das funções e responsabilidades designadas. Essa etapa também informa as pessoas que não puderam comparecer à reunião, mas precisam das informações.

  • Busque feedback: O feedback pode ajudar a estruturar e a traçar o conteúdo de futuras reuniões. Em particular, os líderes podem identificar problemas da reunião para aumentar a satisfação dos participantes.
  • Olhe para a frente: Para aproveitar os progressos realizados durante a reunião, as partes interessadas devem pensar em ações futuras, acompanhamento e resultados imediatos e de longo prazo da reunião.

Os resultados deste estudo, que exigiu diversas reuniões entre os pesquisadores, foram publicados na revista científica Current Directions in Psychological Science.

Fonte: Association for Psychological Science

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Dicas para escolha da autoclave ideal

Charles Chamberland (1851 – 1908) foi um químico associado a Louis Pasteur, inventor dos primeiros filtros de porcelana e da autoclave, foi coautor das primeiras vacinas contra o antraz e a raiva.

Biografia

Nascido em Jura leste da França as margem norte do rio Rhone, perto da fronteira da França e da Suíça (cordilheira francesa). Chamberland era bastante ligado à sua terra natal, sua amabilidade era aliada a uma grande inventividade e independência.

Além dos filtros de porcelana que permitiam a filtragem dos microrganismos e da autoclave que equipa todos os laboratórios, consultórios odontológicos e hospitais também criou as caixas de madeira industriais, para o transporte de vacinas.

Chamberland foi um pesquisador dedicado e foi nomeado vice-diretor do laboratório de Pasteur. Em 1879, apresenta sua tese em física com o trabalho intitulado “Investigação sobre a origem e o desenvolvimento de organismos microscópicos.” Continuou a se aprofundar sobre o assunto o que lhe deu legitimidade para concluir suas experiências sobre os meios de cultura esterilizados. Foi com estes trabalhos e esforços concretos sobre a fabricação de um aparelho de esterilização, a autoclave que Chamberland utilizou o princípio da esterilização de vapor saturado que é o procedimento que oferece maior segurança e também é considerado o mais econômico.

O que é uma autoclave?

Autoclave é um aparelho utilizado para esterilizar artigos através do calor, sob pressão. A esterilização em vapor saturado é o procedimento que oferece maior segurança e também é considerado o mais econômico. Neste tipo de esterilização os microrganismos são destruídos pela ação combinada da temperatura, pressão e umidade que promovem a termo coagulação e a desnaturação das proteínas da estrutura celular. Esterilização é um conceito absoluto, ou seja: ou um material está esterilizado ou não está. Portanto não se pode afirmar que uma autoclave esteriliza “melhor” do que outra. O que pode diferenciar é o tipo do uso pretendido, a escolha do equipamento deve ser baseada nesse requisito.

Autoclavagem

A autoclavagem é um tratamento térmico bastante utilizado no ambiente hospitalar e que consiste em manter o material contaminado a uma temperatura elevada, através do contato com vapor de água, durante um período de tempo suficiente para destruir todos os agentes patogênicos.

O processo inclui ciclos de compressão e de descompressão de forma a facilitar o contato entre o vapor e os materiais contaminados. Os valores usuais de pressão são da ordem de 3 a 3,5 bar e a temperatura atinge 135°C. Tendo a vantagem de ser relativamente simples e poder ser utilizada para esterilizar diversos tipos de materiais hospitalares. A monitorização mais confiável é a biológica que é feita com microrganismos tecnicamente preparados para demonstrar a esterilização. São preparações padronizadas de esporos de Bacillus stearothermophilis numa concentração de 106, comprovadamente resistentes e específicos para o processo de esterilização por vapor saturado. A ANVISA recomenda o uso semanal dos indicadores biológicos.

Importante salientar que para o correto funcionamento do equipamento é necessária a correta manutenção preventiva.

A esterilização deve ir além de um processo exigido pelos Órgãos Sanitários, é uma questão de saúde e responsabilidade de quem trata desse processo. Pois uma esterilização eficaz pode salvar vidas.

A autoclave é uma ferramenta essencial para garantir a segurança dos pacientes e dos profissionais nas clínicas odontológicas através da esterilização dos instrumentos utilizados pelo dentista.
Dada a sua importância no trabalho diário dos profissionais, torna-se indispensável saber qual é o melhor tipo de autoclave e que aspectos devem ser levados em consideração na sua escolha.

Funcionamento da autoclave

A principal função da autoclave é eliminar os microrganismos e esporos depositados nos instrumentos odontológicos, coagulando as suas proteínas e evitando, assim, a transmissão de qualquer tipo de infecção. As autoclaves são utilizadas para a limpeza diária dos instrumentos utilizados pelos dentistas, como pinças ou sondas.

A autoclave é um recipiente metálico de paredes espessas e fecho hermético, que permite a esterilização a alta pressão, assegurando a máxima desinfecção de todos os materiais clínicos.

Tipos de autoclave

Existem diferentes modelos de autoclave, classificados segundo o tipo de instrumentos que se pretende esterilizar.

Autoclaves de classe N

Estas autoclaves de pequenas dimensões são utilizadas para limpeza de instrumentos simples e planos, como os bisturis.

Não são as mais recomendadas para a atividade odontológica, pois a sua ação é insuficiente quando se trata de utensílios que possuem orifícios ou cânulas, materiais têxteis, cargas porosas ou instrumentos embalados.

Autoclaves de classe S

Os aparelhos deste tipo realizam um trabalho de esterilização mais completo do que os modelos da classe N, mas não são muito eficazes na limpeza de materiais têxteis. Por este motivo, não são indicados na higiene dos instrumentos utilizados na odontologia.

Autoclaves de classe B

Estes modelos de elevado desempenho são adequados para esterilizar quaisquer tipos de instrumentos odontológicos: materiais embalados, têxteis, utensílios com cânulas e orifícios ou cargas porosas. A Norma Europeia 13060 indica que as autoclaves de classe B são as mais recomendadas para as clínicas odontológicas.

Agora que já sabemos qual é o melhor tipo de autoclave para os dentistas, explicaremos que aspectos devem ser considerados ao escolher entre os diferentes modelos de classe B comercializados no mercado.

Dicas para escolha da melhor autoclave da classe B

Para escolher a melhor autoclave, devemos levar em conta alguns aspectos relevantes:

  • Garantia: importante que a autoclave disponha de garantia e serviço técnico eficiente e próximo, a fim de resolver rapidamente qualquer falha no seu funcionamento. Este dispositivo é utilizado diariamente em consultórios odontológicos, pelo que um defeito constituiria um grande inconveniente para o dia a dia de trabalho desenvolvido na clínica ou consultório. Por este motivo, é aconselhável ter sempre um modelo reserva para eventual substituição.
  • Capacidade: As autoclaves são fabricadas com diferentes capacidades, que variam entre 8 e 24 litros. A escolha dependerá do número de instrumentos que se pretende esterilizar. Como alternativa a uma autoclave grande é possível optar por duas autoclaves pequenas para realizar ciclos simultâneos de esterilização.
  • Tempo de secagem: Escolher autoclaves que permitam ciclos rápidos de limpeza e secagem é o mais aconselhável. Além disso, os modelos de autoclaves de última geração adaptam os seus tempos de atividade à capacidade da carga, o que reduz a duração do ciclo, aumenta a vida útil dos instrumentos e otimiza o consumo de energia.
  • Acessórios: As melhores autoclaves têm normalmente acessórios integrados, como funções de rastreabilidade e, inclusive, ligação sem fios para a supervisão remota do aparelho. Também são comercializadas com acessórios independentes que podem ser adaptados à autoclave e que são de grande utilidade, como desmineralizadores.
  • Limpeza: Os modelos de autoclave mais avançados contam com um sistema automático de limpeza que facilita a manutenção diária da máquina.
Fontes: mcientifica e Dentaleader
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Dentista líder: uma reflexão sobre estilos de liderança

Quer quer seus funcionários deem o melhor e cheguem aos melhores resultados? Um bom começo é lembrar de sempre ser gentil com eles.

Demonstrar compaixão aos subordinados sempre compensa, especialmente quando esse estilo de liderança é combinado com a aplicação de metas e pontos de referência claros.

“Ser benevolente é importante porque pode mudar a percepção que seus seguidores têm de você. Se você sente que seu líder ou chefe realmente se preocupa com você, você pode se sentir mais envolvido no trabalho que faz por eles,” disse o professor Chou-Yu Tsai, da Universidade de Binghamton (Reino Unido).

Tsai e seus colegas queriam determinar como a presença ou ausência de benevolência afetaria o desempenho dos subordinados no trabalho. Eles entrevistaram quase 1.000 membros das Forças Armadas de Taiwan e outros 200 trabalhadores civis nos Estados Unidos, e analisaram o desempenho dos subordinados resultante de três estilos de liderança diferentes:

  • Liderança dominante-autoritária: Líderes que exercem autoridade e controle absolutos, concentram-se principalmente em concluir tarefas a qualquer custo, com pouca consideração pelo bem-estar dos subordinados.
  • Liderança centrada na benevolência: Líderes cuja principal preocupação é o bem-estar pessoal ou familiar dos subordinados. Esses líderes querem que seus liderados sintam-se apoiados e tenham fortes laços sociais.
  • Liderança paternalista clássica: um estilo de liderança que combina autoritarismo e benevolência, com um forte foco tanto na conclusão da tarefa quanto no bem-estar dos subordinados.

Liderança com benevolência

Os resultados mostraram que a liderança dominante-autoritária quase sempre teve resultados negativos sobre o desempenho no trabalho, enquanto a liderança centrada na benevolência quase sempre teve um impacto positivo no desempenho do trabalho.

A liderança paternalista clássica, que combina tanto a benevolência quanto o autoritarismo, teve um efeito praticamente tão forte sobre o desempenho dos subordinados quanto a liderança centrada na benevolência, mas os pesquisadores argumentam que isso pode estar associado ao estilo tradicional familiar, no qual virtualmente todos os os trabalhadores foram criados.

Em outras palavras, não demonstrar compaixão pelos seus funcionários não é um bom presságio para o desempenho da equipe, enquanto demonstrar compaixão motivou a todos a serem melhores trabalhadores.

“Os resultados implicam que mostrar apoio pessoal e familiar para os funcionários é uma parte crítica da relação líder-seguidor. Embora a importância de dar estrutura e estabelecer expectativas seja importante para os líderes, e possivelmente para os pais, ajuda e orientação do líder no desenvolvimento de laços sociais e redes de apoio para um seguidor podem ser um fator poderoso em seu desempenho no trabalho,” disse Shelley Dionne, membro da equipe.

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Como reduzir gastos nas clínicas odontológicas

A rentabilidade de uma Clínica Odontológica pode ser alavancada mediante o aumento das receitas ou redução dos gastos totais. Idealmente, um cenário em que se verifique ambas as situações. “Redução de custos” é uma expressão cada vez mais utilizada nos dias de hoje. O segmento odontológico não é uma exceção. As clínicas têm cada vez mais consciência da importância da racionalização dos custos, pois gerar aumento de receitas não é tarefa fácil nos dias atuais, fruto do crescente aumento da concorrência.

Importante ter em mente que o mercado em que atuamos é limitado e que a captação de novos pacientes tende a diminuir ao longo do tempo. Uma clínica com 10 anos de existência não terá, na teoria, o mesmo ritmo de captação de novos pacientes que uma clínica com apenas 2 anos de vida. Importante ressaltar a necessidade de criar programas e ações que potencializem a fidelização e manutenção dos pacientes atuais e, consequentemente, o aumento da média de visitas anuais de cada um deles.

Importante relembrar que entre 40% a 50% dos pacientes indica a proximidade geográfica como principal motivo de adesão. Acaba não sendo a influência da recomendação de amigos ou familiares, como muitas das vezes é subentendido.

Disciplina

Se não houver uma gestão disciplinada e rigorosa ao longo dos anos facilmente irá se observar a criação de “gorduras” desnecessárias na clínica, que devem ser eliminadas no menor tempo possível.

Muito recorrente se pensar que a forma mais rápida e eficaz de reduzir os custos seja diminuindo o quadro de pessoal. Nem sempre. Uma ação desta natureza apenas fará sentido se a diminuição do volume de negócios for significativa ou se adotarmos uma estratégia de atuação que não implique a colaboração de tantos recursos humanos.

Layoff

Os programas de layoff (redução temporária do período de trabalho ou suspensão do contrato de trabalho, por iniciativa da entidade patronal, durante um período de tempo, na condição de tal medida se mostrar indispensável para a viabilidade econômica da empresa) que algumas clínicas odontológicas têm vindo a adotar podem ter um impacto negativo na produtividade dos negócios, uma vez que tal medida poderá acabar impactando sobre o grau de motivação dos seus atuais colaboradores.

Quando se fala em redução de custos, além do pessoal, a gerência lembra também da necessidade de renegociar condições comerciais com os distribuidores, de cortar no orçamento de marketing e eventualmente de renegociar o valor pago pelo aluguel do imóvel.

Contudo, importante salientar que há muitas outras despesas que somadas têm um enorme importância na estrutura de custos da empresa, estando muitas delas incluídas numa rubrica contábil denominada de Fornecimentos e Serviços Externos, tais como as comunicações (fixas e móveis), serviços bancários e seguradores, seguros obrigatórios e opcionais, contas salário, entre outras), medicina do trabalho, higiene e segurança do trabalho, ações de marketing offline e online, contabilidade, impressoras, alarme e vigilância por câmeras, prestação de serviços médicos externos, gestão de equipamentos, entre outros.

Curiosamente, estes custos nem sempre são devidamente valorizados pelas clínicas, por não terem noção que contribuem de forma tão significativa para os custos globais da empresa (normalmente entre 25% e 40%), mas outras vezes porque é mais fácil cortar em outras rubricas, conforme mencionado anteriormente.

É razoável que numa clínica entre 25% a 35% das receitas se destinem a gastos com pessoal. Esta é, por exemplo, umas das especificidades do negócio das clínicas odontológicas, pois implica um investimento inicial acima da média de outros setores de atividade, especialmente com a aquisição de equipamentos (raio-x, autoclave, entre muitos outros), o que aumenta os custos fixos e variáveis.

Gestão fiscal

Outra questão premente, que permite o aumento da rentabilidade, consiste na gestão fiscal da empresa, que deve ser discutida em parceria com a contabilidade da sua clínica. Não estamos falando de “reengenharia financeira” ou de fuga fiscal. Longe disso. No entanto, legalmente é possível que as clínicas obtenham maior eficiência fiscal de forma a pagarem menos impostos e, assim aumentar os resultados globais da empresa.
Converse com o seu contador para lhe enviar mensalmente uma prestação de contas, que poderá ser uma excelente ferramenta para refletir sobre esta questão e ainda analisar a evolução mensal dos custos das principais rubricas de gastos.

Se tiver mais que uma clínica então terá de solicitar uma prestação de contas individual para cada, além de um mapa consolidado do grupo/empresa.

Faça valer o que você paga ao seu contador

E não se esqueça que o seu contador não deverá ser um mero intermediário entre a empresa e a autoridade tributária, mas sim, e cada vez mais, um auxiliar no processo de gestão. A função do contador não deve ficar restrita a apenas receber e tratar da documentação da clínica e enviar as guias para pagamento de impostos.

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Os maiores mitos para garantir a melhor saúde bucal

Na última edição do Dia Mundial da Saúde Bucal, a FDI – World Dental Federation publicou os resultados de um estudo realizado em 12 países e que mostra que ainda existe uma grande diferença entre aquilo que as pessoas acreditam serem bons hábitos de saúde bucal e a realidade do que praticam no dia a dia.

Práticas equivocadas

Segundo o estudo, em oito dos países em que se realizou o estudo, 50% ou mais dos questionados revelaram acreditar que se deve escovar os dentes logo depois das refeições. O Brasil, o México, o Egito e a Polônia (84%, 81%, 62% e 60%, respectivamente) apresentaram os piores resultados nesta prática, que segundo a comunidade de dentistas é incorreta, já que o aconselhado é que se espere cerca de 30 minutos depois da refeição para escovar os dentes, e assim evitar o enfraquecimento do esmalte dentário.

Além disso, a maioria das pessoas questionadas revelaram também acreditar que bochechar com água depois da escovação dental é importante para a manutenção de uma boa saúde bucal, ao contrário do que é recomendado pelos dentistas, que defendem que não se deve realizar bochechos com água logo após a escovação dos dentes, para que estes estejam expostos durante mais tempo aos efeitos do flúor.

Patrick Hescot, presidente da FDI, comenta que estes números mostram que “uma alarmante discrepância entre o que boa parte das pessoas praticam e o que na verdade são as boas práticas de saúde bucal. Desejamos que as pessoas assumam o controle sobre a sua saúde bucal neste Dia Mundial da Saúde Oral e que percebam que adotar bons hábitos de higiene oral, evitar fatores de risco e realizar check-ups regulares pode ajudar a proteger seus dentes e gengivas.”

Por outro lado, a mesma pesquisa revelou que 77% das pessoas questionadas acreditam que ir ao dentista ao menos uma vez por ano é uma boa prática, mas apenas 52% efetivamente o fazem.

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Semana da Saúde Bucal: uma ideia válida e muito interessante

De 7 a 13 de Agosto de 2017, a Associação Dentária Australiana (ADA) celebrou a “Dental Health Week” (Semana da Saúde Bucal), a maior campanha de saúde bucal do país. O evento busca conscientizar e salientar a importância da saúde bucal entre a população, e motivar os profissionais da odontologia a tornarem-se mais ativamente engajados entre si e com a comunidade que atendem.

Com o tema “Oral health for busy lives” (Saúde bucal para vidas ocupadas), a Semana da Saúde Bucal deste ano estimula as pessoas a considerar o quanto fácil a prática de higiene bucal pode ser encaixada na rotina diária, independentemente de quanto corrida essa seja. Escovar os dentes e usar o fio dental leva poucos minutos, e a consulta ao dentista para revisões pode promover uma saúde bucal que irá se refletir em economia de tempo, dinheiro e na prevenção de problemas sérios de saúde.

Medidas simples e eficazes

Como parte da Semana de Saúde Bucal, a ADA ofereceu quatro dicas simples para todos, não importa quão ocupados sejam. Dentistas são encorajados a comunicar as seguintes dicas aos pacientes, e que consideramos importante destacar:

1. Escovar os dentes duas vezes ao dia, com creme dental fluoridificado.
2. Usar o fio dental no mínimo uma vez ao dia.
3. Comer saudavelmente. Reduzir a ingestão de bebidas e alimentos açucarados.
4. Consultar um dentista regularmente para check-ups.

Profissionais da odontologia podem encontrar orientação (em inglês) para promover seus próprios eventos durante a campanha profissional em www.ada.org.au/Dental-Health-Week.

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Como diminuir riscos de falha do implante em fumantes

fumandoUm estudo chinês comparando a estabilidade do implante e resposta tecidual do peri-implante em grandes fumantes e não fumantes verificou que fumar não afeta o sucesso global da cirurgia de implante, como todos os implantes realizaram osteointegração e sem complicações pelo menos até o final da décima segunda semana após a colocação. No entanto, o tabagismo causou ao osso ao redor dos implantes uma cura mais lenta; assim, implantes começaram a osteointegração consideravelmente mais tarde do que o previsto no grupo de não fumantes.

A pesquisa tem demonstrado que o tabagismo pode afetar negativamente o implante e a integração óssea. A fim de melhorar os resultados do tratamento e evitar falha do implante, cirurgiões precisam ter uma compreensão exata de como o hábito irá afetar o processo de cicatrização.

No atual estudo, implantes 45 ITI (Straumann) foram colocados em mandíbulas posteriores de 32 pacientes do sexo masculino parcialmente edentados, dos quais 16 eram fumantes pesados e 16 não fumantes. A estabilidade do implante e resposta tecidual do peri-implante foram avaliados em três, quatro, seis, oito e doze semanas de pós-operatório.

Problemas na integração óssea dos implantes

Apesar dos implantes em ambos os grupos terem integração óssea pelo final da 12ª semana, o processo de cicatrização diferiu significativamente entre não fumantes e fumantes pesados. Em não fumantes, a estabilidade melhorada e os implantes começaram a integrar melhor ao osso após à segunda semana. No grupo de fumantes, porém, só começou a integração óssea dos implantes e se tornaram mais estáveis após à terceira semana.

Apesar dos resultados a curto prazo em ambos os grupos, fumantes tiveram mais problemas, incluindo uma maior perda óssea ao redor dos implantes e nas bolsas mais profundas de tecidos moles. No entanto, fumar não teve efeito significativo sobre a placa bacteriana ou sangramento sulcular no grupo de estudo.

À luz das conclusões, os pesquisadores sugerem que os cirurgiões talvez necessitem alterar seu planejamento padrão de carga do implante para pacientes que fumam fortemente. Além disso, fumantes devem estar cientes de que o hábito favorece a perda de osso marginal e o desenvolvimento dentário de bolsas e poderia assim levar a complicações mesmo após a integração óssea, eles concluíram.

O estudo intitulado “Efeito de fumantes pesados sobre implantes dentários colocados nas mandíbulas posteriores de pacientes do sexo masculino: Um estudo clínico prospectivo”, foi realizado por pesquisadores do First Affiliated Hospital of Xi’an Jiaotong Xi’an na China. Os resultados foram publicados em dezembro de 2016 no Journal of Oral Implantology.

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