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Por que chupar o polegar pode ser prejudicial para a criança?

chupar o polegar

Muitas mamães se perguntam: chupar o polegar pode fazer mal à criança?

Durante a infância, é comum os bebês explorarem o mundo usando a boca.
Esse é um instinto com o qual os bebês nascem.
E todos os pais sabem o quanto estressante isso pode ser!
O hábito de usar chupeta, polegar ou dedos é perfeitamente normal nos primeiros anos de vida, pois as crianças fazem isso para se sentirem calmas e tranquilas.

Existem no mercado chupetas desenvolvidas para evitar problemas ortodônticos em crianças como já apresentamos em um post anterior aqui no blog Dentalis.

No entanto, não é bom se o ato de chupar o polegar se prolongar além dos 5 anos.

Isso porque pode ser um indício de problema no desenvolvimento emocional ou social de uma criança.
Ajudar a criança a quebrar o hábito no momento certo é importante, caso contrário, isso pode ter alguns efeitos colaterais indesejados.

Chupar o polegar – Possíveis efeitos colaterais

Um dos principais benefícios associados ao hábito da criança de chupar o polegar é aquele é o de ajudar a adormecer e a dormir muito mais facilmente.

No entanto, começar a quebrar o hábito antes dos dentes da criança começarem a se desenvolver é realmente importante.

Caso esse hábito persista poderá vir a causar problemas no alinhamento dos dentes. Condição essa que pode tornar necessário trabalho odontológico no futuro.

Crianças com hábito de chupar o polegar ou a chupeta depois de desenvolver todos os dentes de leite pode levar a infecções do ouvido médio que, em alguns casos, podem acabar necessitando de cirurgia.

Outros efeitos colaterais de longo prazo ligados ao hábito de chupar o polegar são:

  • Desenvolvimento de má oclusão ou sobre mordida, ou trespasse vertical dos incisivos;
  • Malformação ou sensibilidade do céu da boca;
  • Efeito adverso no posicionamento da mandíbula que pode levar a um impedimento da fala;
  • Maior chance de contaminação por bactérias ou patógenos prejudiciais;
  • Problemas de pele, como unhas fracas ou deformadas;
  • Questões sociais, como serem alvo de intimidação pelos colegas.

Como acabar com o hábito de chupar o polegar

Cerca de 30% das crianças na pré-escola ainda chupam o polegar.
Os conselhos a seguir podem ajudá-lo a garantir que seu filho elimine o hábito em um momento saudável.

O mais importante é mostrar apoio e encorajamento positivo à criança enquanto ela estiver parando.
Isso ajudará a criança a construir e fortalecer a sua autoestima. E que, reduzirá a necessidade ou desejo de chupar o polegar para obtenção de conforto.

Educar as crianças sobre os motivos para parar

Seguir o caminho da punição ou recriminá-los continuamente pode causar estresse. E isso, os fará querer chupar ainda mais os polegares.

A eliminação de estressores em seu ambiente também ajudará a incentivá-los a parar.

Educar a criança sobre os riscos e os possíveis efeitos a longo prazo de continuação do hábito deixará claro para a criança as razões pelas quais ela deve parar e, com sorte, ajudará a adiá-lo.

Se a situação ainda não melhorar, existem outras possibilidades menos agradáveis que você pode adotar.
Como, por exemplo, colocar meias nas mãos do seu filho enquanto ele dorme e usar fita adesiva para mantê-las no lugar.
Outra possibilidade é o dentista prescrever um alimento com sabor amargo, e os pais colocarem a ponta da chupeta ou polegar, o que tornará muito desagradável para eles.

Como tirar o hábito de uso da chupeta por sua criança

Se o seu filho ainda estiver fazendo uso de chupeta aos 5 anos pode-se adotar ainda outro método.
Pode-se ir reduzindo gradualmente o uso da chupeta ou furar um pedaço inteiro dela.
Isso tornará a chupeta muito menos satisfatória para chupar. E, por consequência, reduzirá na criança seu desejo por ela.

Resumindo

Em resumo, há uma série de intervenções que você pode tentar.
A ideia é começar primeiro com os métodos menos invasivos e mais suaves.
Mas tenha certeza de que conseguirá encontrar pelo menos uma solução que funcione e, mesmo que seja desagradável no processo, valerá a pena no longo prazo.

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Fonte: Pediatric Dentistry, Dentistry News
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Como o exercício pode melhorar a saúde bucal?

exercício pode melhorar a saúde bucal
Saber que o exercício pode melhorar a saúde bucal pode à princípio parecer um tanto estranho, não é mesmo?
O exercício, como sabemos, tem muitos benefícios documentados, incluindo sua capacidade de reduzir o risco de doenças cardíacas, obesidade, diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer.
Pesquisas indicam que o exercício pode melhorar a saúde bucal.
Um estudo publicado no Journal of Dentistry mostrou que a atividade física pode melhorar a saúde bucal, no caso, a periodontal.
Para ser mais preciso, as pessoas que se exercitavam regularmente tinham uma probabilidade 54% menor de desenvolver periodontite em comparação com aquelas que levavam vidas sedentárias.
A Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição também revelou que as pessoas que se exercitam três vezes por semana ou menos também poderiam obter benefícios, o que significa que têm uma probabilidade 33% menor de desenvolver periodontite.

Índice de massa corporal (IMC) e saúde bucal

Existe um vínculo importante entre o Índice de Massa Corporal (IMC) dos indivíduos e sua saúde bucal.
Um estudo publicado no Journal of Periodontology descobriu que pessoas que mantêm um peso normal e praticam a quantidade recomendada de exercício tiveram uma probabilidade 40% menor de desenvolver periodontite.
Outros comportamentos que melhoram a saúde se relacionam ao consumo de uma dieta saudável ao estilo mediterrâneo, com baixo teor de açúcar refinado e alto teor de fibras, frutas, vegetais e gorduras saudáveis.

Exercício pode melhorar a saúde bucal – como dar início

A quantidade recomendada de exercícios para melhorar a saúde bucal varia de acordo com a idade.
Para a maioria dos adultos saudáveis, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos recomenda cerca de 150 minutos de exercício cardiovascular moderado ou 75 minutos de exercício cardiovascular vigoroso.
O treinamento de força também é fundamental pelo menos duas vezes por semana para os principais grupos musculares.
As pessoas que estão começando devem fazê-lo lentamente, aumentando os tempos e intensidades do treino à medida que progridem.
Aqueles que levantam pesos devem fazê-lo usando um treino aprovado pelo seu instrutor. É bem natural sentir um pouco de dor quando o indivíduo começa a fazer treinos com pesos. Isso se deve ao acúmulo de ácido lático. O alongamento e o aquecimento antes dos exercícios não podem ser esquecidos.

Recíproca também é verdadeira

Sabemos que o exercício pode melhorar a saúde bucal, mas a recíproca também é verdadeira.
Ou seja, cuidar dos dentes pode ajudar a proteger seu coração e, portanto, sua capacidade de permanecer em forma e ativa.
Um estudo recente da Sociedade Europeia de Cardiologia descobriu que escovar os dentes frequentemente está associado a um menor risco de fibrilação atrial e insuficiência cardíaca.
Um possível motivo, segundo os cientistas, é que a escovação frequente reduz a quantidade de bactérias que vivem nas bolsas entre os dentes e as gengivas. Isso mantém as bactérias afastadas da corrente sanguínea.

Nem de mais, nem de menos

 Apesar dos benefícios que o exercício pode ter para a saúde bucal, deve-se evitar os excessos.
Isso porque treinar exaustivamente pode acabar contribuindo para o surgimento de problemas de saúde bucal. Nesse rol podemos listar cáries, por exemplo, decorrentes de erosão do esmalte dental.
Isso porque algumas das principais causas de fraqueza no esmalte estão relacionadas ao consumo de bebidas esportivas ácidas e ao hábito de respirar com a boca aberta durante o treino.
De forma geral, o exercício pode melhorar a saúde bucal. Especialmente a saúde das gengivas.
No entanto, quando realizado intensivamente, pode acabar corroendo o esmalte dental.
Em vez de desistir do exercício, os atletas simplesmente precisam tomar cuidado para evitar bebidas ácidas e respirar pelo nariz. A respiração pela boca pode diminuir a saliva, deixando o esmalte exposto a bactérias nocivas.

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Fonte: PubMed
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Qual relação asma e gengivite podem ter?

asma e gengivite

Aparentemente asma e gengivite, podem estar sim conectados. Isso segundo um estudo recente publicado no Journal of Periodontology.
Pessoas com asma têm um quinto a mais de chance de sofrer gengivite do que pessoas que não têm asma.
Esse número é surpreendente e caracteriza que de fato asma e gengivite tem uma conexão.

Epidemia de Asma

Cerca de 339 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de asma. Isso de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

A asma é uma doença inflamatória.
É uma condição pulmonar comum que estreita e inflama as vias aéreas. O resultado disso são sintomas como dificuldade em respirar, chiados, tosse e aperto no peito.

Geralmente começa na infância, embora também possa se desenvolver em adultos.
Afeta pessoas de todas as idades.
Algumas crianças “superam” a asma, e isso se resolve na idade adulta. Atualmente não há cura, mas o tratamento pode ajudar a controlar os sintomas.

A conexão asma e gengivite

A asma também pode causar boca seca.

Essa condição leva ao acúmulo excessivo de placa bacteriana e doenças gengivais. A xerostomia pode ser o elo que conecta a asma e gengivite.

Portanto, se você tem pacientes que sofrem de asma, é importante ajudá-los a tomar medidas para cuidar de sua saúde bucal.
Prevenir o aparecimento de placas bacterianas e da saúde das gengivas são medidas essenciais de proteção.

O problema da boca seca

Indivíduos com asma muitas vezes também sofrem com a boca seca. Essa é uma condição na qual a boca não produz saliva suficiente.
A boca seca ocorre com mais frequência em pessoas com asma, porque o fluxo de ar restrito as obriga a respirar pela boca.

Os inaladores de asma podem contribuir ainda mais para essa condição.

Isso porque o uso da “bombinha” reprime as glândulas salivares e limitando a produção de saliva.

E como todos sabemos, a saliva é essencial para a eliminação das chamadas as bactérias ruins.

Uma boca seca cria condições ideais para que bactérias nocivas saiam e formem placas.

Isso pode levar a coisas como mau hálito, cárie dentária e, se não tratada, doenças gengivais, como gengivite e periodontite.

Doença gengival em poucas palavras

Como profissional de odontologia, você sabe que existem várias formas de seus pacientes protegerem sua saúde bucal. E também de manter a doença gengival afastada, mesmo que a asma esteja presente.
Aqui estão algumas dicas que você poderá compartilhar com seus pacientes.

Estas são dicas especialmente voltadas para pacientes que fazem uso de inaladores (bombinhas):

  • Sempre lave a boca com água após o uso do inalador;
  • Procure escovar os dentes após o uso do inalador, pois pode ser ainda mais eficaz;
  • Beba água regularmente durante todo o dia para ajudar a aliviar os sintomas de boca seca.

Concluindo

Por fim, a melhor maneira para seus pacientes cuidarem de sua saúde dental é manter a higiene bucal com escovação e uso do fio dental regularmente.
E também consultar seu dentista ao menos duas vezes por ano para uma limpeza profilática.

Embora a doença gengival possa ser tratada, a prevenção é, sem dúvida, a melhor abordagem.

Ao manter-se atento e pró-ativo sobre sua saúde bucal, as pessoas com asma podem facilmente manter um sorriso bonito e saudável por toda a vida.

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Fonte: Dental News
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Sinusite: conheça seus principais sintomas

sinusite

A sinusite é infecção comum e dolorosa que causa pressão e dor na cavidade nasal.

A infecção sinusal afeta pelo menos 31 milhões de norte-americanos a cada ano.
A maioria dos casos de sinusite é causada por um vírus e desaparece por conta própria. A infecção sinusal viral é contagiosa. Assim, é importante tomar medidas para evitar transmiti-la a outras pessoas.

As bactérias e, em casos raros, fungos, também podem ser responsáveis por episódios de infecção sinusal.

Muitas vezes é difícil diferenciar uma sinusite de um resfriado comum ou alergia.
Assim, conhecer os sintomas de uma infecção sinusal pode ajudar a encontrar o melhor tratamento.

Neste artigo, analisamos os sintomas e tratamentos da sinusite.
Também explicamos como diferenciar uma infecção sinusal de um resfriado.

Sintomas da sinusite

Os sintomas característicos de uma infecção sinusal incluem:

1. Dor e pressão sinusal

O líquido preso nos seios nasais pode preencher as cavidades dos seios, causando intensa dor e pressão.
Os seios nasais podem ficar sensíveis ao toque.
A pessoa pode sentir vontade de espirrar, mas não consegue fazê-lo.

A dor pode estar nas bochechas, ao redor dos olhos e nariz ou na testa.
Isso porque essas áreas são onde estão os seios.
Curvar-se pode piorar a dor.

Às vezes, a pressão e a dor são intensas o suficiente para interferir no sono.

A infecção sinusal também pode fazer o tecido que reveste o nariz inflamar.

2. Dor de cabeça

A pressão e a dor da sinusite podem causar dores na parte frontal da cabeça.
Algumas pessoas percebem que a dor pode se irradiar para outros lugares. Isso pode causar problemas mais comuns ou até mesmo dores no pescoço.

3. Escorrimento de muco

Ocorre o escorrimento de muco na garganta.
Pode causar sensação de rouquidão e congestão.
Ou também uma sensação de pressão na garganta ou na boca.

4. Congestão

A sinusite pode ser provocada por uma infecção viral, ou infecção bacteriana ou fúngica nos seios nasais.
Isso geralmente acontece onde há líquido preso nos seios nas quais vírus, bactérias ou fungos podem crescer. Há acúmulo de líquidos e inflamação. O resultado desse estado é a sensação de congestão.

5. Tosse

A sinusite pode fazer com que o muco e o líquido retornem à garganta.
Isso pode fazer com que a garganta coce ou fique inflamada.
Algumas pessoas tossem repetidamente para tentar limpar a garganta. Já outras experimentam tosse incontrolável.

6. Febre

A febre é um sinal de que o corpo está combatendo uma infecção.
Algumas pessoas desenvolvem febre pela infecção sinusal.
Outros sintomas associados à febre incluem calafrios, exaustão e dores musculares.

7. Muco de cores diversas

Vírus, bactérias ou fungos no muco podem mudar de cor.
Indivíduos com sinusite costumam expelir catarro nas cores verde ou amarelo.
Outras vezes o muco expelido pelo nariz é de uma cor brilhante.

A infecção sinusal causa muita produção de muco.
Ao ponto do indivíduo se ver incapaz de limpar os seios nasais.
Isso, independentemente da frequência com que assoe o nariz.

8. Fadiga

Combater uma sinusite exige energia do corpo. Isso gera fatiga.
Algumas pessoas se sentem exaustas porque não conseguem respirar facilmente ou pela dor que sentem.

9. Mau hálito

O muco associado a uma sinusite pode ter um odor ruim. Isso pode causar mau hálito ou mau gosto na boca.

10. Dor de dente

A pressão intensa dos seios nasais pode causar dor nas gengivas.
Isso pode ocasionar dores de dente, dor nas gengivas ou dores na boca.

11. Sinusite crônica

Algumas sinusites podem se tornar crônicas.
Pessoas que sentem dor e pressão no seio nasal que dure várias semanas e que não esteja relacionada a uma alergia ou infecção podem ter sinusite crônica.

Afinal, é sinusite ou resfriado?

Pode ser difícil estabelecer a diferença entre uma sinusite e um resfriado. Isso porque os sintomas podem ser muito semelhantes.
Infecções sinusais geralmente se desenvolvem após um resfriado.

Sinusite tende a durar mais do que um resfriado. Os sintomas do resfriado tendem a piorar cada vez mais, atingindo o pico de 3 a 5 dias e depois melhoram gradualmente.
As infecções sinusais podem durar 10 dias ou mais.

Alguns sintomas são mais característicos de uma sinusite do que um resfriado:

  • Inchaço do tecido no nariz;
  • Mau hálito;
  • Secreção verde liberada pelo nariz;
  • Rosto inchado ou sensível.

Diferentemente de um resfriado, a sinusite pode se tornar crônica.
Isso significa que pode durar mais de 3 meses.
Sinusite crônica causa inchaço e irritação nos seios nasais.
Geralmente se desenvolve após uma pessoa ter sinusite aguda.
Às vezes os sintomas desaparecem e depois voltam novamente.
Os sintomas sinusais contínuos – mesmo que melhorem e depois voltem – podem indicar sinusite crônica.

Tratamento da sinusite

As infecções sinusais geralmente desaparecem por conta própria. Ou seja, sem tratamento médico.
No entanto, existem algumas coisas que o indivíduo pode fazer em casa para aliviar os sintomas incômodos.

O que se pode fazer em casa para tratar uma sinusite:

  • Aplicar uma compressa quente nos seios nasais. Isso ameniza a dor e a pressão, soltando o líquido nos seios;
  • Fazer uso de uma solução salina para uso nasal. Ou então um spray salino nasal disponível em farmácias;
  • Uso de medicamentos anti-histamínicos para redução da inflamação nos seios da face;
  • Uso de descongestionante nasal para auxiliar na limpeza dos seios nasais e alívio da pressão.

Evite usar descongestionantes nasais por muitos dias. Isso porque eles podem piorar o congestionamento se usados por muito tempo. A isso se denomina de efeito rebote.

Quando procurar um médico

Uma pessoa com sinusite deve procurar um médico nestas circunstâncias:

  • Os sintomas se estenderem por mais de 10 dias;
  • No caso de crianças. Se a febre se manter alta por mais de um a dois dias;
  • Em caso de dor muito intensa;
  • A infecção sinusal é um indicativo de fraqueza do sistema imunológico. Isso pode ser gerado por uma condição médica, uso de medicamentos imunossupressores ou falha de órgãos.

O tratamento depende da causa. Se as bactérias causadoras da infecção e os sintomas forem graves ou durarem mais de uma semana, um profissional poderá prescrever antibióticos.
Antibióticos não funcionam para sinusite crônica ou aquela causada por por um vírus.

Corticosteroides também poderão ser prescritos para o alívio da dor e pressão.
São fármacos que podem auxiliar no alívio dos sintomas tanto para uma sinusite viral como bacteriana.
Também podem auxiliar na terapia de sinusites crônicas.

Em alguns casos, a cirurgia pode ser uma alternativa para o tratamento de casos graves de sinusite crônica. Os cirurgiões podem mover os ossos para abrir os seios nasais. Ou também podem sanar problemas com os ossos ao redor dos seios.

Algumas pessoas também podem ter pólipos nasais que causam sinusites frequentes.
Um cirurgião pode removê-las facilmente.
A maioria das cirurgias para sinusite crônica são procedimentos ambulatoriais.
Isso significa que o indivíduo pode ir para casa no mesmo dia da cirurgia.

Resumindo

Para a grande maioria dos casos de sinusite as perspectivas são boas.
As infecções dos seios nasais geralmente desaparecem por conta própria dentro de uma semana ou duas. Quando isso não acontece, a sinusite pode ser bacteriana e antibióticos podem ser necessários.

Embora raras, as sinusites causadas por fungos podem ser graves e difíceis de tratar.

Com cuidados médicos adequados, a maioria das pessoas com infecção sinusal se recupera bem.
No entanto, se a infecção não melhorar após três meses, um especialista deve ser consultado.
É esse profissional que poderá identificar e tratar a causa subjacente da sinusite crônica.

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Fontes: Manual Merck, American College of Allergy, Asthma & Immunology, CDC, healthychildren
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Profilaxia com antibióticos em odontologia

profilaxia com antibióticos

Existe a necessidade de iniciar um protocolo de profilaxia com antibióticos?

Essa é uma dúvida de muitos dentistas no dia a dia de sua atividade profissional.

Antes de responder essa pergunta, precisamos rever alguns conceitos.

As infeções que ocorrem nas estruturas dentárias e periodontais geralmente são localizadas e não apresentam demasiada gravidade.

Porém, em certas circunstâncias, não de pode descartar uma disseminação secundária do foco infeccioso. Se isso acontecer pode acabar atingindo os maxilares e num processo ainda mais grave, o restante do organismo.

Bactérias e microrganismos interferem em muitas das condições relacionadas a doenças que atingem a boca.

Bacteremia

A bacteremia é uma condição caracterizada pela presença de bactérias na corrente sanguínea. Pode ser consequência de processos infecciosos iniciados em tecidos da cavidade oral.

Também pode surgir após a realização de determinados procedimentos e intervenções odontológicas.

Nesses casos a avaliação do dentista é fundamental. Caberá ao profissional, diante de um risco potencial de bacteremia, o início de uma profilaxia com antibióticos.

Profilaxia com antibióticos: o que é exatamente

A profilaxia com antibióticos em odontologia é baseada na administração de antibióticos antes ou depois de um procedimento odontológico.
A finalidade da profilaxia com antibióticos é a de prevenir processos infecciosos, sejam eles locais ou sistêmicos.

Isso preserva a saúde e o bem estar geral do paciente. Uma bacteremia pode ser mais frequente após procedimentos odontológicos ou de uma cirurgia geral. No entanto, processos aparentemente comuns do dia a dia podem esconder um grande risco. Como uma periodontite, por exemplo. A periodontite pode ser o estopim de um processo infeccioso com graves consequências.

De forma geral, a profilaxia com antibióticos é recomendada após procedimentos que envolvam tecidos da gengiva ou da zona periapical dos dentes. Também nas situações que tenham sido realizadas perfurações da mucosa bucal.

Principais tratamentos odontológicos sujeitos a profilaxia com antibióticos:

  • Cirurgias orais: na colocação de implantes dentários e extrações dentais;
  • Tratamentos periodontais: nas raspagens e alisamentos radiculares. Também na manutenção periodontal, sondagem e irrigação subgengival;
  • Endodontia: como no conhecido tratamento de canal;
  • Cirurgia periapical;
  • Intervenções prolongadas: naquelas realizadas com menos de 15 dias de intervalo.

profilaxia com antibióticos

Profilaxia com antibióticos em odontologia: quando é recomendada

De uma forma geral a profilaxia com antibióticos é recomendada nos casos em que o risco de infecção é muito grande durante uma procedimento cirúrgico.
É uma condição que pode variar conforme às peculiaridades da própria intervenção ou mesmo às características particulares do paciente.
É uma decisão que cabe ao dentista e que requer análise adequada. Deve-se levar em conta aspectos como os riscos em razão da intervenção, do dano e da possibilidade do paciente vir a sofrer esse dano.
Apesar de existirem certas situações em que se recomenda a adoção da profilaxia com antibióticos, a escolha e decisão são muito subjetivas.

Profilaxia com antibióticos – quais pacientes mais precisam ser protegidos?

A profilaxia com antibióticos visa obviamente evitar os riscos do surgimento de uma infecção bucal, ou na pior das hipóteses de uma endocardite bacteriana.

Além disso, a disseminação bacteriana também pode acontecer para outros locais do organismo. A profilaxia antibiótica é recomendada para todos os pacientes que apresentem alto risco de infecção por conta do procedimento odontológico.

Seguem alguns exemplos:

  • Aids – doentes e portadores;
  • Artrite reumatoide;
  • Cardiopatia congênita;
  • Diabetes mellitus tipo 1;
  • Endocardite bacteriana histórico de episódio anterior;
  • Imunossupressão decorrente de tratamento com radioterapia;
  • Lúpus eritematoso sistêmico;
  • Pacientes portadores de válvulas cardíacas.

Para os pacientes saudáveis

No caso de pacientes saudáveis, o médico dentista avaliará, em qualquer caso, o risco da intervenção.

A profilaxia com antibióticos, por exemplo, é recomendada nos seguintes procedimentos:

  • Cirurgia de dentes inclusos;
  • Cirurgia periapical;
  • Cirurgia maxilofacial;
  • Cirurgia de tumores benignos;
  • Enxertos ósseos;
  • Implantes dentais.

Profilaxia com antibióticos em diabéticos

Pacientes com diabetes mellitus tipo 1 apresentam riscos maiores de desenvolvimento uma infeção local ou sistêmica durante ou após intervenções odontológicas.

Assim, é importante que o dentista saiba previamente dos problemas endócrinos e metabólicos de seus pacientes. O conhecimento prévio dessas condições e dos cuidados exigidos por este grupo de pacientes também é muito importante.

Os diabéticos geralmente apresentam maior predisposição para o desenvolvimento de patologias periodontais, cárie, xerostomia ou lesões por Candida.

A gengivite e a periodontite podem afetar o controle da glicemia e agravar a doença.

Pacientes diabéticos apresentam uma circulação sanguínea mais lenta. Isso se tem reflexo sobre o transporte de oxigênio e toxinas do organismo.
Por esse motivo, estão mais vulneráveis ao desenvolvimento de um quadro de infeção gengival.

Além disso, um nível elevado de glicose no sangue pode favorecer a proliferação de bactérias. O que pode aumentar as chances de uma bacteremia.
Isso aumenta em muito as chances do aparecimento de complicações na fase posterior de um procedimento odontológico.

Profilaxia com antibióticos em crianças

A maioria das infeções odontológicas que acontecem durante a infância tendem a involuir de forma espontânea.

Os procedimentos odontológicos invasivos em crianças, na maioria dos casos, podem causar uma bacteremia transitória.

Porém, uma higiene bucal deficiente ou insuficiente, assim como o consumo excessivo de doces, podem levar a um aumento do número de bactérias presentes na boca.

Esta situação representa, por exemplo, um maior risco de bacteremia após a realização de procedimentos odontológicos.

O dentista precisa avaliar com muita cautela a indicação de profilaxia antibiótica em crianças. Para tanto, deve considerar os seguintes aspectos:

  • Para os casos de uma exodontia (extração de um dente), uma pulpotomia ou uma endodontia em peças definitivas, o dentista pode não considerar necessário o uso de antibióticos.
    Porém, para crianças imunossuprimidas ou portadoras de qualquer patologia cardíaca, pode ser importante uma profilaxia com antibióticos;
  • Tratamento de doenças periodontais pode exigir o uso de antibióticos;
  • Em pequenos e rápidos traumatismos, a profilaxia antibiótica não é recomendada.
  • Todavia, nos casos em que há danos significativos nos tecidos moles ou dento alveolares, a profilaxia é necessária para evitar uma possível infecção;
  • Para os casos em que a infecção já tenha se espalhado para os espaços faciais fora da cavidade oral. É um sinal claro de o sistema imunológico não está em condições sozinho de interromper esse crescimento.
  • Existem casos em que um procedimento de reabilitação de um dente danificado se apresenta numa região inflamada e onde o paciente relata dor e tem febre. Nesse caso, recomenda-se o uso de antibióticos de forma profilática;
  • Considerar os aspectos gravidade da infeção existente na cavidade bucal e o estado do sistema imune da criança.

Profilaxia com antibióticos em cirurgia bucal

A profilaxia com antibióticos pode ser recomendável nos procedimentos de cirurgia bucal.
A estratégia é criar uma barreira extra aos micro-organismos e assim evitar a sua proliferação e disseminação pelo organismo.
Nos procedimentos de cirurgia bucal, a incidência de infecções felizmente é baixa.
Assim, aos pacientes saudáveis pode ser dispensada a terapia antibiótica profilática.
Em todo caso, essa é uma decisão do profissional e das condições de risco para o paciente.

Na extração de dentes do siso, por exemplo, a profilaxia com antibióticos é recomendada.
Isso é feito para reduzir significativamente a possibilidade da ocorrência de complicações pós-cirúrgicas. Complicações essas como dor, dificuldade de cicatrização, ou inchaço.

No caso dos procedimentos de colocação de implantes dentais, não há evidências que recomendam ou desaconselham o uso de antibióticos. É importante salientar que nesse e em outros casos será avaliação do dentista o elemento de decisão para o início de uma antibioticoterapia preventiva.

Fonte: Dentaleader
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Dicas de como evitar o aparecimento de manchas de vinho nos dentes

Dicas de como evitar o aparecimento de manchas de vinho nos dentes

manchas de vinho nos dentes

Por que os dentes de algumas pessoas ficam manchados depois de beber vinho tinto?
E como você pode evitar a ocorrência de manchas de vinho nos dentes durante as festas de final de ano?

A natureza do vinho e o esmalte dos dentes

A resposta está na relação entre a natureza do vinho e o esmalte dos dentes.

Quando se bebe vinho tinto nos defrontamos com uma ameaça tripla à brancura dos dentes.
A começar pelas antocianinas, que são os pigmentos das uvas que dão ao vinho tinto sua cor. Depois os taninos, que ajudam a fixar o pigmento nos dentes. E, finalmente a própria acidez presente no vinho, que acaba tornando o esmalte mais poroso e mais fácil para a fixação da mancha.

As características particulares do esmalte e a tendência à formação de placas também tem tudo a ver com o grau e incidência de mancha dos dentes .

Como evitar o aparecimento de manchas de vinho nos dentes

  • Escove antes, mas não imediatamente depois, de beber o vinho.
    Como a placa pode ser afetada pela coloração do vinho, os dentes devem ser escovados 30 minutos antes de beber. Detalhe: mas não logo depois, pois a pasta de dente pode aumentar o ataque químico;
  • Não beba vinho branco antes do vinho tinto. A acidez extra do vinho branco pode exacerbar a mancha;
  •  Beba água enquanto bebe vinho. O contato da boca com água, que não é básica nem ácida, depois de beber vinho ajuda a reduzir a acidez do vinho e estimula o fluxo de saliva. Isso é fundamental no combate a bactérias nocivas e na manutenção do pH ideal na boca.
  •  Mastigar alimentos é igualmente importante porque também estimula a saliva. O queijo é ideal para acompanhar o vinho, pois estimula a saliva e reduz a acidez do vinho.
  • Realize limpezas dentárias (profilaxias) regularmente com seu dentista para a saúde do esmalte dental.
    As limpezas podem ajudar a remover a placa bacteriana, uma substância ácida, que danifica o esmalte dos dentes.
    A não remoção das placas, pode resultar em cáries.

Neste outro artigo você encontrará dicas de como evitar o aparecimento de manchas pretas nos dentes.

 

Neste outro artigo você encontrará dicas de como evitar o aparecimento de manchas pretas nos dentes.

Fonte: MedicalXpress
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Descoberta: detecção precoce do câncer em exame de sangue

detecção precoce do câncer

Você já deve ter ouvido falar sobre detecção precoce do câncer. Mas esta detecção precoce do câncer é tema desse artigo é simplesmente revolucionária.

Um novo exame de sangue em desenvolvimento mostrou capacidade de rastrear vários tipos de câncer com um alto grau de precisão.

Os pesquisadores do Instituto de Câncer Dana-Farber são os autores de uma descoberta revolucionária.
Revolucionária porque pode permitir a detecção precoce do câncer em seus estágios mais iniciais.
O resultado do trabalho por eles desenvolvido foi apresentado na Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO) 2019 .

Sequenciamento de DNA

Esse novo exame, desenvolvido pela GRAIL, usa a tecnologia de sequenciamento de DNA de última geração. Seu objetivo é pesquisar a presença de minúsculas marcas químicas (metilação) no DNA. Essas marcas determinam se os genes são ativos ou inativos.

O teste foi aplicado em um total de quase 3.600 amostras de sangue. Alguns dessas amostras eram de pacientes com câncer, outras de pessoas que não foram diagnosticadas com câncer no momento da coleta de sangue.

O teste detectou com sucesso presença de câncer nas amostras de pacientes com câncer e identificou corretamente o tecido de onde o câncer se originou.

Especificidade elevada

A especificidade do teste foi alta. Ou seja, a sua capacidade de retornar um resultado positivo somente quando o câncer está realmente presente.
Assim como sua capacidade de identificar o órgão ou tecido de origem.

O novo teste faz a busca por DNA que células cancerígenas lançam na corrente sanguínea quando morrem.

As chamadas “biópsias líquidas” detectam mutações genéticas ou outras alterações no câncer relacionadas ao câncer. Já essa nova tecnologia se concentra nas modificações do DNA conhecidas como grupos metil. Grupos metila são unidades químicas que podem ser ligadas ao DNA, em um processo chamado metilação, para controlar quais genes estão “ativados” e quais estão “desativados”.

Os padrões anormais de metilação acabam sendo, em muitos casos, mais indicativos de câncer – e qual tipo de câncer – do que as mutações.

Padrões de metilação é a chave

O novo teste concentra-se em partes do genoma, onde padrões anormais de metilação são encontrados nas células cancerígenas.

Ficou comprovado que os ensaios baseados em metilação superam as abordagens tradicionais de sequenciamento de DNA. Isso para detecção de múltiplas formas de câncer em amostras de sangue.

Os resultados do novo estudo demonstram que esses ensaios são uma maneira viável de realizar a pesquisa do câncer na população. E também colaborar para a detecção precoce do câncer.

O estudo

No estudo, os pesquisadores analisaram o DNA de forma isolada. Ou seja, o DNA que já havia sido confinado às células, mas que entrara na corrente sanguínea após a morte das mesmas em 3.583 amostras de sangue. O total analisado incluiu 1.530 amostras de pacientes diagnosticados com câncer e 2.053 de pessoas sem câncer.

As amostras de pacientes compreenderam mais de 20 tipos de câncer. Pacientes com cânceres de mama com receptor de hormônio negativo, colorretal, esôfago, vesícula biliar, estômago, cabeça e pescoço, pulmão, leucemia linfoide, mieloma múltiplo, ovário e câncer de pâncreas.

Grau de acerto

A especificidade geral foi de 99,4%, significando que apenas 0,6% dos resultados indicaram incorretamente que o câncer estava presente.

A sensibilidade do ensaio para a detecção de um câncer pré-especificado de alta mortalidade (a porcentagem de amostras de sangue desses pacientes que apresentaram resultado positivo para câncer) foi de 76%. Dentro deste grupo, a sensibilidade foi de 32% para pacientes com câncer em estágio I; 76% para aqueles com estágio II; 85% para o estágio III; e 93% para o estágio IV.

A sensibilidade em todos os tipos de câncer foi de 55%, com aumentos similares na detecção por estágio.
Para os 97% das amostras que retornaram um resultado de tecido de origem, o teste identificou corretamente o órgão ou tecido de origem em 89% dos casos.

Esperança de cura – detecção precoce do câncer

A detecção precoce do câncer é sem dúvida a melhor arma que hoje dispomos para vencer a batalha contra o câncer diante da diversidade com que ele se apresenta.
A detecção precoce do câncer pode salvar vidas uma vez que dará mais tempo para que os tratamentos disponíveis possam apresentar resultados efetivos contra essa grave doença.

detecção precoce do câncer

Prevenção do câncer – 7 medidas simples para diminuir seu risco

Você provavelmente já ouviu relatos conflitantes sobre a prevenção do câncer.
Às vezes, uma dica específica de prevenção do câncer recomendada em um estudo é desaconselhada em outro.

Muitas vezes, o que se sabe sobre a prevenção do câncer ainda está evoluindo.

No entanto, já é um consenso que as chances de desenvolver câncer são afetadas pelas escolhas de estilo de vida que você faz.
Mudanças simples no seu estilo de vida podem acabar fazendo toda a diferença.
Apresentamos aqui algumas dicas bem simples para prevenção do câncer que você pode incorporar no seu dia a dia.

1. Fuja do cigarro

O tabagismo coloca você em rota de colisão com o câncer. O hábito de fumar tem sido associado a vários tipos de câncer. São eles, os cânceres de pulmão, boca, garganta, laringe, pâncreas, bexiga, colo do útero e rim.
O hábito de mascar o tabaco tem sido associado ao câncer de boca e do pâncreas.

Mesmo que você não fume, a exposição à fumaça do cigarro (fumante passivo) pode aumentar o risco de câncer de pulmão.

Evitar o cigarro – ou decidir parar de usá-lo – é uma fundamental na prevenção do câncer.

Existem tratamentos e recursos medicamentosos para auxiliar os fumantes a abandonarem a dependência da nicotina. Muitas das vezes a busca por ajuda profissional é altamente recomendável.

2. Alimentação saudável

Embora fazer seleções saudáveis no supermercado e na hora das refeições não garanta a prevenção do câncer, isso pode reduzir o risco. Considere estas sugestões:

  • Coma muitas frutas e legumes;
  • Baseie sua dieta em frutas, legumes e outros alimentos de fontes vegetais – como grãos integrais e feijões;
  • Evite a obesidade: procure se alimentos mais leves e com baixo teor calórico. Evite açúcar refinado e gordura de origem animal.
  • Moderação com o álcool: Se for consumir álcool o faça com moderação. O risco de vários tipos de câncer – incluindo câncer de mama, cólon, pulmão, rim e fígado – aumenta com a quantidade de álcool que você bebe e com o tempo que vem sendo ingerido em excesso.
  • Limite o consumo de carnes processadas: Um relatório da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer, a agência de câncer da Organização Mundial da Saúde, concluiu que o consumo de grandes quantidades de carne processada pode aumentar o risco de certos tipos de câncer. Mulheres que seguem uma dieta mediterrânea com azeite de oliva extra virgem e castanhas podem ter um risco reduzido de câncer de mama. A dieta mediterrânea concentra-se principalmente em alimentos à base de plantas, como frutas e legumes, grãos integrais, legumes e nozes. As pessoas que seguem a dieta mediterrânea fazem escolhas saudáveis: escolhem gorduras do bem, como azeite, em vez de manteiga, e peixe, em vez de carne vermelha.

3. Mantenha um peso saudável e seja fisicamente ativo

Manter um peso saudável pode diminuir o risco de vários tipos de câncer, incluindo câncer de mama, próstata, pulmão, cólon e rim.

A atividade física também conta. Além de ajudá-lo a controlar seu peso, a atividade física por si só pode diminuir o risco de câncer de mama e câncer de cólon.

Os adultos que participam de qualquer quantidade de atividade física obtêm benefícios à saúde.

Para usufruir dos benefícios da prática de atividade física adotar uma rotina saudável é essencial. Assim, procure reservar pelo menos 150 minutos por semana para uma atividade aeróbica moderada ou 75 minutos por semana de atividade aeróbica vigorosa.

Você também pode fazer uma combinação de atividade moderada e vigorosa.
Como objetivo geral, inclua pelo menos 30 minutos de atividade física em sua rotina diária – e se você puder fazer mais, melhor ainda.

4. Proteja-se do sol

O câncer de pele é um dos tipos mais comuns de câncer – e um dos mais evitáveis. Seguem algumas dicas.

  • Evite o sol do meio-dia: Fique longe do sol entre as 10h e as 16h, quando os raios do sol são mais fortes.
  • Fique na sombra: Quando estiver ao ar livre, fique na sombra o máximo possível. Óculos de sol e um chapéu de abas largas também ajudam.
  • Cubra as áreas expostas: Use roupas largas e bem tecidas que cubram o máximo possível de sua pele. Opte por cores vivas ou escuras, que refletem mais radiação ultravioleta do que os pastéis ou o algodão branco.
  • Não economize no protetor solar: Use um filtro solar de amplo espectro com um FPS de pelo menos 30, mesmo em dias nublados. Aplique protetor solar generosamente e aplique novamente a cada duas horas – ou mais frequentemente se estiver nadando ou suando.
  • Evite o bronzeamento artificial: as câmaras de bronzeamento artificial são tão prejudiciais quanto a luz solar natural em seus horários de intensidade máxima.

5. Não esqueça de se vacinar

A prevenção do câncer inclui proteção contra certas infecções virais. Duas vacinas que não podem faltar:

  • Hepatite B: A hepatite B pode aumentar o risco do desenvolvimento do câncer de fígado. A vacina contra a hepatite B é recomendada para certos adultos de alto risco – como adultos sexualmente ativos, mas que não mantêm relações mutuamente monogâmicas, pessoas com infecções sexualmente transmissíveis, pessoas que usam drogas intravenosas, e assistência médica ou profissionais de segurança pública que possam ser expostos a sangue ou fluidos corporais infectados.
  • HPV: O HPV é um vírus sexualmente transmissível que pode levar ao câncer de colo uterino e de outros órgãos genitais, bem como a células escamosas da cabeça e pescoço. A vacina contra o HPV é recomendada para meninas e meninos. A Food and Drug Administration dos EUA aprovou recentemente o uso da vacina Gardasil 9 para homens e mulheres com idades entre 9 e 45 anos.

6. Evite comportamentos de risco

Procure evitar comportamentos de risco que podem levar a infecções que, por sua vez, podem aumentar o risco de câncer.

  • Pratique sexo seguro: Limite o número de parceiros sexuais e use camisinha ao fazer sexo. Quanto mais parceiros sexuais você tiver em sua vida, maior a probabilidade de contrair uma infecção sexualmente transmissível – como HIV ou HPV. Pessoas que têm HIV ou AIDS têm um risco maior de câncer de ânus, fígado e pulmão. O HPV é mais frequentemente associado ao câncer do colo do útero, mas também pode aumentar o risco de câncer do ânus, pênis, garganta, vulva e vagina.
  • Não compartilhe agulhas: Compartilhar agulhas com pessoas que usam drogas intravenosas pode levar ao HIV, bem como à hepatite B e hepatite C. Isso pode aumentar o risco de câncer de fígado. No caso de dependência química, recomenda-se a busca por ajuda profissional.

7. Vá ao médico e faça exames regularmente

Autoexames e exames regulares para vários tipos de câncer – como câncer de pele, cólon, colo do útero e mama – podem aumentar as chances de descoberta do câncer mais cedo. Exames são fundamentais na detecção precoce do câncer.
Como já vimos anteriormente, a detecção precoce do câncer é o melhor de todos os remédios para a sua prevenção. Isso porque as chances do tratamento ser bem sucedido passam a ser muito grandes.

Fontes: The Oral Cancer Foundation, Mayo Clinic
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Escova de dentes manual ou elétrica, qual a melhor?

escova de dentes manual ou elétrica

Escova de dentes manual ou elétrica. Qual a melhor?

Escovar os dentes é a base de bons cuidados e prevenção bucal.

Tanto a escova de dentes manual ou elétrica é eficiente na remoção da placa dental bacteriana. Essa placa é a causadora de cáries e doenças bucais. É o que assegura a American Dental Association.

A escova de dentes manual ou elétrica tem suas qualidades próprias. A ADA confere um selo de aceitação tanto para a escova de dentes elétrica ou manual. Desde que sua segurança e eficácia tenham sido comprovadas.

Escova de dentes manual ou elétrica. Afinal, qual a melhor pra você?

Conheça os prós e contras de cada uma e qual pode ser a melhor para você.

escova de dentes manual ou elétrica

Escova de dentes elétrica – Vantagens

As cerdas da escova de dentes elétrica vibram ou giram para ajudar a remover o acúmulo de placa bacteriana dos dentes e gengivas. A vibração permite mais micro-movimentos toda vez  a escova é passada pelos dentes.

Mais eficiente na remoção da placa

As escovas de dentes elétricas diminuem mais placa e gengivite do que as escovas de dentes manuais, segundo muitos trabalhos. Em testes, após três meses de uso, a placa foi reduzida em 21% e a gengivite em 11%. Escovas de dentes oscilantes (rotativas) parecem funcionar melhor do que apenas escovas vibratórias.

Facilitam o trabalho para pessoas com problemas de mobilidade

Escovas de dentes elétricas fazem a maior parte do trabalho para o indivíduo. Podem ser úteis para qualquer pessoas com mobilidade limitada. Especialmente aquelas com limitações relacionadas à artrite do túnel do carpo.

Cronometram o tempo de escovação

A escova de dentes elétrica conta com um cronômetro como parte dela. Assim, ajuda o usuário a escovar os dentes por tempo suficiente para remoção da placa bacteriana dos dentes e gengivas.

Menos desperdício

Quando a escova de dentes apresenta sinais de desgaste, basta a substituição da cabeça da escova de dentes elétrica. Isso evita ter de jogar fora uma escova de dentes inteira, como no caso da manual.

Melhora do foco durante a escovação

Pelo menos um estudo verificou que as pessoas estavam mais focadas ao escovar os dentes usando uma escova de dentes elétrica.

Isso melhorou a experiência geral das pessoas em escovar os dentes. E também poderia melhorar a limpeza dos dentes.

Divertido para crianças

Nem todas as crianças demonstram interesse em escovar os dentes. Uma escova de dentes elétrica pode ser mais atraente para uma criança. Isso pode se reverter em uma melhora da qualidade da higiene dental.

Seguro para as gengivas

Se usada corretamente, uma escova de dentes elétrica não traz nenhum prejuízo à saúde dos dentes ou gengivas. Pelo contrário, pode mesmo melhorar a qualidade da saúde bucal.

Escova de dentes elétrica – Desvantagens

Escovas de dentes elétricas são muito mais caras que as suas versões manuais. Existem vários modelos hoje sendo comercializados em nosso país com uma grande variedade de preços. As cabeças de escovação descartáveis apresentam também um valor elevado.

Encontrar as cabeças de escova de substituição certas nem sempre é tarefa fácil. Isso porque a depender do modelo de escova elétrica, nem todas as lojas irão dispor da cabeça de escovação correspondente.Por isso, sempre é bom manter ao menos uma unidade de cabeça de escovação reserva sempre com o usuário.

Em dois outros estudos – entre idosos, as escovas de dentes elétricas não removeram significativamente mais placas do que as escovas de dentes manuais.

Isso não significa que as escovas de dentes elétricas não funcionem. Porém, pode significar que elas não valham o custo extra.

Escovas elétricas podem ser um problema em viagens internacionais. Isso por conta dos diferentes padrões de tomadas de energia elétrica mundo afora. Nestes casos, uma escova de dentes manual pode ser uma melhor opção.

Escovas de dentes elétricas dependem de eletricidade ou baterias. São assim menos ecológicas que as manuais.

Nem todo mundo consegue se adaptar à da sensação de vibração produzida pelas escovas elétricas. Além disso, as escovas de dentes elétricas estimulam uma maior salivação na boca.

escova de dentes elétrica ou manual

Escova de dentes manual – Vantagens

As escovas de dente manuais existem há muito tempo. Embora não tenham os recursos das escovas elétricas, ainda são uma ferramenta eficaz para limpar os dentes e prevenir a gengivite.

Fácil de encontrar e acessível

Uma escova de dentes manual pode ser encontrada em qualquer mercado, supermercado, farmácia ou drogaria.

Uma escova de dentes manual não precisa ser conectada para funcionar. Pode ser utilizada em qualquer lugar e a qualquer momento.

Baixo preço

De forma geral, as escovas de dentes manual são muito baratas. E custam uma fração do preço de uma escova elétrica.

Escova de dentes manual – Desvantagens

Um estudo verificou que as pessoas eram mais propensas a escovar com muita força ao usarem uma escova de dentes manual quando comparada à elétrica. Escovar com muita força pode prejudicar a gengiva e os dentes.

O uso de uma escova de dentes manual também pode tornar mais difícil saber se a pessoa está escovando o tempo suficiente para cada sessão.

Isso porque não há um contador de tempo embutido.

Importante seria cronometrar o tempo de escovação dos dentes a cada nova sessão.

Para crianças pequenas

A melhor escova de dentes para uma criança é aquela que ela realmente faça uso.

Os especialistas recomendam cerdas macias e uma escova de dentes adaptada à idade da criança.

Nem uma escova de dentes manual ou elétrica é necessariamente a melhor para crianças pequenas. Os mesmos prós e contras de cada tipo que valem para os adultos também se aplicam a crianças.

Crianças pequenas podem usar com segurança uma escova de dentes elétrica por conta própria. No entanto, é recomendável supervisioná-las enquanto escovam os dentes. Isso para garantir que eles cuspam a pasta de dente e não a engulam.

Ao longo da história

As cerdas de náilon, que usamos hoje, foram desenvolvidas em 1938 por Robert Hutson, nos Estados Unidos. Com o sucesso do novo modelo, muitos formatos foram testados desde então. Hoje, sabe-se que o mais indicado é usar escova com fibras ultramacias com mais de cinco mil cerdas, o que permite que a higiene seja feita sem desgastar o esmalte dental ou machucar as gengivas.

Curiosidade

Recentemente foi anunciado o lançamento de uma escova dental que promete limpar os dentes em apenas 10 segundos.

Afinal: escolho uma escova de dentes elétrica ou manual

A questão chave é saber se você se sente mais à vontade com uma escova de dentes manual ou elétrica.

Se você se sentir mais confortável ao usar uma escova de dentes manual, continue usando uma. Mais do que o modelo escolhido, o fundamental é a frequência, tempo e qualidade da escovação dental. Isso sim fará toda a diferença.

Fontes: Healthline, Terra
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Dentista de sucesso: 12 passos para ganhar a confiança de seus pacientes

dentista de sucesso

Existem duas coisas que não podem faltar a um dentista de sucesso. O conhecimento técnico e o aspecto humano.
Saber se colocar no lugar do outro, atuar profissionalmente buscando levar em conta sempre o bem estar do paciente.
Ao invés de querer apenas ganhar mais um cliente, saber conquistar a confiança das pessoas.

Dentista de sucesso é aquele que combina profissionalismo e experiência aliada a um tratamento humano dos pacientes.

A importância da relação dentista e paciente

Sendo um profissional sociável, atendendo as pessoas com boa vontade e um sorrisso no rosto já é meio caminho andado.
As pessoas, em sua maioria, ainda sentem receio quando vão ao dentista. Muitas delas manifestam ansiedade e nervosismo.

Pacientes com medo nesse nível tendem a se sentir vulneráveis física e emocionalmente. Muitos acabam fugindo de tratamentos odontológicos ou a realização de simples exames de rotina.
E o pior, quando finalmente vão ao dentista, o problema já se encontra num estado muito adiantado. Às vezes até irreversível.

Dentista de sucesso: valoriza o aspecto humano

Os aspectos técnicos e econômicos de um consultório ou clínica odontológica são muito importantes.
Mas no final das contas o que mais importa são as pessoas.
Elas irão buscar o profissional que lhes dê a garantia de um bom atendimento. Mas que também saiba afugentar os seus medos e temores. O paciente procura e necessita de atenção e calor humano.

O paciente quer saber ser ouvido, compreendido e acolhido. Isso irá prevalecer em sua decisão de voltar a procurar o profissional que lhe atendeu. O profissional passará a ser uma referência para o paciente. E quem se torna referência, abre caminho para se tornar um dentista de sucesso.

dentista de sucesso

Protocolo de tratamento na perspetiva psicológica – 12 passos essenciais

  1. Tente evitar que o paciente falte à consulta. Atenda-o no horário previamente agendado, reduzindo o tempo de espera;
  2. Busque fazer com que seu paciente encare o atendimento da forma menos incômoda possível;
  3. Procure explicar o passo a passo do tratamento esclarecendo todas as dúvidas do paciente de forma clara e didática;
  4. Busque descobrir a causa do medo exagerado que o paciente manifesta. Ouça-o com atenção e em conjunto procure uma solução viável;
  5. Lembre-se que não só a comunicação verbal é importante. A comunicação não verbal é essencial. Seja assertivo, compreensivo e otimista;
  6. Nunca deixe o paciente sozinho – nem física nem psicologicamente.
  7. Informe o paciente sobre o andamento dos procedimentos que serão realizados. Quais materiais e instrumentos serão utilizados. Também se o paciente irá sentir algum tipo de desconforto. O fato do paciente saber o máximo possível do tratamento irá reduzir a sua ansiedade. E também irá aumentar a confiança que tem no dentista;
  8. Uma das melhores técnicas para tornar o ambiente mais descontraído é a distração. Tente falar sobre algum assunto que possa interessar ao paciente. Como por exemplo, a sua família ou o que gosta de fazer nas suas horas livres. Lance mão do bom humor e da graça sempre que possível. Isso irá certamente reduzir o nervosismo do paciente;
  9. A respiração é fundamental. Utilize técnicas de relaxamento e respiração para que o paciente fique mais relaxado. Mostre ao seu paciente como abrir a boca sem contrair os músculos. De vez em quando, faça uma pausa para que ele relaxe o pescoço, os ombros;
  10. Como seu paciente não poderá falar durante a intervenção, crie um acordo de comunicação.
    Por exemplo, diga-lhe que, se quiser parar ou necessitar de algo, levante a mão. Sabendo dessa possibilidade, o paciente irpa se sentir mais tranquilo;
  11. Faça com que o paciente tenha total confiança no seu dentista e que os objetivos serão alcançados;
  12. Técnica de afirmações positivas. Estimule seu paciente a repetir mentalmente frases de encorajamento que lhe deem ânimo.

Pacientes com ansiedade e estresse

A odontofobia é uma das principais causas que afastam as pessoas do consultório odontológico. Ela se caracteriza por um medo intenso e excessivo de ir ao dentista.
É algo muito mais frequente do que se pensa! Isto porque, muitas vezes, as intervenções e os tratamentos odontológicos são diretamente relacionados com situações incômodas, desagradáveis e dolorosas.

O temor que existe na odontofobia é fóbico. Para que um medo seja caracterizado como tal, deve incluir os aspectos:

  • Irracional;
  • Excessivo;
  • Persistente;
  • Incontrolável;
  • Tentativa de evitar a situação temida.

Envolve também uma série de sintomas como:

  • Tensão muscular;
  • Aumento dos ritmos cardíacos e respiratórios;
  • Dilatação da pupila;
  • Aumento da sudorese, dores de cabeça e/ou de estômago.

Comunicação entre dentista e paciente

O medo pode ser muito reduzido, sempre que existir uma boa comunicação entre dentista e paciente.

Algumas dicas importantes:

  • Mantenha uma atitude profissional, de proximidade e amigável em todos os momentos.
  • Mostre a sua preocupação com o bem-estar do paciente. Pergunte ao paciente como ele(a) está, se necessita de alguma coisa ou se deseja parar por um momento.
    A sua atitude é fundamental para o tranquilizar.
  • Os medos do paciente não devem, em caso algum, ser subestimados. Faça seu paciente saber que são normais e que você está ali para o ajudar.
  • Informe o paciente sobre os passos que vai seguir, sobre o procedimento completo e explique tudo de uma forma que seja compreensível.
  • Algumas pessoas com fobia dentária podem ser tratadas com ansiolíticos. A maioria, no entanto, prefere evitar esse tipo de medicamento.

O seu consultório deve ter meios destinados a criar uma atmosfera agradável para alcançar um estado de paz e relaxamento. Sabia que a música ajuda a controlar a ansiedade?
Desenvolver um bom trabalho e ter preocupações com os aspectos humanos dos seus pacientes são características de todo dentista de sucesso.

Fonte: Dentaleader
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Óxido nitroso na Odontologia – Informações importantes

Óxido nitroso na Odontologia – Informações importantes

óxido nitroso

O óxido nitroso pode ser uma ótima alternativa para reduzir aquele medo de dentista que muitas pessoas possuem. Esse medo muitas das vezes é resultado de lembranças desagradáveis da infância. Pode também ser resultado de experiências traumáticas compartilhadas por outros pacientes.

O óxido nitroso é um gás incolor e inodoro que pode reduzir a ansiedade durante procedimentos odontológicos.

As pessoas costumam se referir ao óxido nitroso como gás do riso. O óxido nitroso retarda o tempo de reação de uma pessoa e causa uma sensação de euforia. Quando uma pessoa usa óxido nitroso, não demora muito para sentir os efeitos do gás. Quando as pessoas param de usá-lo, os efeitos desaparecem rapidamente.

É um tipo de sedação gera uma pequena diminuição da atividade do córtex cerebral. Não causa depressão do centro respiratório.

O óxido nitroso é geralmente seguro para uso em procedimentos médicos e odontológicos. Usos médicos incluem procedimentos em crianças, crianças e adultos. No entanto, como acontece com qualquer droga, existe um risco de efeitos na saúde a curto e longo prazo. Também pode haver o potencial para sobredosagem.

O óxido nitroso também pode ser utilizado em cirurgias odontológicas.
A principal vantagem da anestesia com óxido nitroso é a ausência de efeitos prolongados após a sessão do tratamento. Isso porque o óxido nitroso não é metabolizado pelo nosso organismo, já que possui pouca solubilidade no sangue.

Efeitos colaterais de curto prazo

Vamos tomar um exemplo. Uma paciente mulher em um atendimento odontológico que tenha recebido óxido nitroso. Os efeitos colaterais de curto prazo que podem surgir são tontura, náusea ou vômito.

Os efeitos colaterais de curto prazo não são muito comuns, mas podem ocorrer. A razão mais usual que leva ao aparecimento desses efeitos são a inalação do gás muito rapidamente ou quando o mesmo é inalado em excesso.

Neste caso poderão surgir os efeitos:

  • tontura, náusea ou vômito;
  • fadiga;
  • dor de cabeça;
  • suor excessivo;
  • tremores.

óxido nitroso

Também é possível que uma pessoa experimente uma sensação de estar chapada quando recebe óxido nitroso. Podem ocorrer distorções na percepção de sons.

Durante ou imediatamente após a administração do gás, um profissional de saúde também pode administrar oxigênio a uma pessoa.

Quando uma pessoa recebe oxigênio após um procedimento médico, normalmente é para limpar o óxido nitroso restante do organismo do paciente. Isso ajuda o indivíduo a recuperar o estado de alerta e pode ajudar a evitar dores de cabeça.

As pessoas podem sentir-se lentas ou não alertas após a inalação de óxido nitroso. Este efeito em geral desaparece rapidamente.

Após a realização e término de um procedimento odontológico com óxido nitroso as pessoas podem se deslocar. Isso desde que elas se deem um tempo suficiente para se recuperar totalmente do efeito do gás.

Para ajudar a evitar problemas estomacais, o paciente deve ingerir uma refeição leve. Deve evitar a ingestão de uma refeição pesada por várias horas após o procedimento.

O leite e seus derivados retardam o esvaziamento gástrico, assim como carnes e gorduras, devendo os pais serem orientados a evitar a ingestão desses alimentos por parte das crianças para diminuir as chances de ocorrência de náusea e vômito.

O ideal, segundo a American Academy of Pediatric Dentistry, é que em crianças com mais de 36 meses, o jejum de leite ou sólidos deve ser de 6 a 8 horas antes do procedimento. Água pode ser ingerida até 3 horas antes.

No caso de reação alérgica ao óxido nitroso

Reações alérgicas ao gás podem acontecer e é importante estar alerta quanto a essa possibilidade. Uma reação alérgica pode acontecer se alguém estiver experimentando o óxido nitroso pela primeira vez. Como no caso de uma uma criança, por exemplo.

Os sintomas mais comuns observados em caso de reação alérgica são:

  • arrepios;
  • urticária;
  • chiado ou problemas respiratórios;
  • febre.

Caso um paciente apresente um quadro de reação alérgica ao óxido nitroso deve-se procurar atendimento médico imediato.

Efeitos colaterais de longo prazo

Há poucas evidências que sugerem que o óxido nitroso cause efeitos colaterais graves a longo prazo.

A maioria dos efeitos colaterais desaparece rapidamente após o uso do gás. O paciente deve informar seu dentista no caso de sentir algum efeito colateral incomum ou se ele durar algumas horas ou dias após o procedimento.

O paciente em geral não manifesta efeitos colaterais a longo prazo. No entanto, a exposição prolongada ou o uso indevido intencional de óxido nitroso podem causar problemas de saúde.

A exposição excessiva pode levar à anemia ou a uma deficiência de vitamina B12. O último pode trazer problemas aos nervos, o que pode ocasionar dormência nos membros ou dedos do paciente.

Em resumo, nem todo mundo é um bom candidato para receber óxido nitroso.
Em alguns casos, condições médicas preexistentes podem tornar o óxido nitroso menos seguro.

Razões pelas quais os dentistas devem evitar o uso de óxido nitroso em pacientes que:

  • apresentem deficiência de vitamina B-12;
  • tenham histórico de problemas de saúde mental;
  • estejam no primeiro trimestre da gravidez;
  • apresentem histórico de abuso de substâncias;
  • tenham diagnóstico prévio de deficiência da enzima metilenotetrahidrofolato redutase;
  • tenham uma história de doenças respiratórias pregressas.

Overdose

Embora normalmente seja muito seguro, existe a possibilidade de uma pessoa ter uma overdose de óxido nitroso. As razões mais comuns para uma sobredosagem incluem a ingestão excessiva do gás e a exposição por longo tempo.

Uma pessoa que trabalha em uma clínica que utiliza ou armazena óxido nitroso apresenta maior risco de exposição a longo prazo ou acidental.

No caso do paciente, não é provável a ocorrência de uma overdose. Isso porque a quantidade necessária para fazer uma overdose é muito maior do que aquela administrada durante um procedimento.

Sintomas característicos do uma overdose de óxido nitroso:

No caso de uma overdose, são estes os sintomas mais comuns:

  • aperto no peito;
  • irritação nos olhos, garganta e nariz;
  • dificuldade em respirar – alucinações ou psicose;
  • sensação de sufocamento;
  • tonalidade azul para os dedos dos pés, lábios ou dedos;
  • aumento da pressão arterial e risco de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral;
  • convulsões;
  • aumento da frequência cardíaca.

No caso do recebimento de óxido nitroso em excesso de uma só vez com pouco ou nenhum oxigênio, também poderão ser gerados danos cerebrais.
No caso de suspeita de overdose de óxido nitroso, o atendimento médico de urgência deve ser buscado. Caso não tratada à tempo, uma overdose dessa natureza pode resultar em coma ou morte.

O óxido nitroso é um gás, e como droga recreativa pertence à categoria dos inalantes.
De acordo com o National Institute on Drug Abuse, os adolescentes e pré-adolescentes são mais propensos ao uso de inalantes do que os mais velhos.

Como o efeito de sentir-se chapado dura apenas alguns segundos, o usuário muitas vezes inala repetidamente o gás durante vários minutos ou horas, o que pode levar a uma overdose acidental.

Em poucas palavras

O óxido nitroso é tipicamente um medicamento seguro que ajuda a sedar uma pessoa antes e durante os procedimentos odontológicos. Os efeitos da droga normalmente vêm e desaparecem rapidamente ao iniciar e interromper a administração do gás.

Se uma pessoa experimenta um efeito colateral, ela geralmente dura pouco e desaparece depois de seu uso. Se os efeitos durarem por um período mais longo ou uma pessoa experimentar sintomas de uma reação alérgica, eles devem procurar atendimento médico imediato.

Embora raro, uma overdose do gás é possível.
Aqueles que trabalham em instalações que usam ou armazenam óxido nitroso e aqueles que abusam dele estão sob maior risco.
Durante os procedimentos de rotina são poucas as chances da ocorrência de uma overdose de óxido nitroso.

Fontes: Medical News Today, RevOdonto

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