estresse

Estresse: mais um fator de risco para a doença periodontal

estresse e doença periodontalEstresse e doença periodontal podem parecer coisas complemente desconexas, mas existe uma relação forte entre elas.

Quando você lê ou ouve a palavra estresse logo lembra de algo que pode ser ruim ou prejudicial, não é mesmo?
O estresse é algo inerente à condição humana e é parte de nossas vidas. Em situações de perigo ou ameaça nosso corpo libera adrenalina e cortisol. Esse aporte hormonal aumenta o fluxo sanguíneo para o músculos e para o cérebro. É uma reação natural do corpo e fundamental a nossa sobrevivência. É uma reação do corpo nos preparando para a luta ou fuga.

Os seres humanos primitivos viviam sob condições muito mais estressantes do que nós atualmente.
A sobrevivência sua e de seu grupo era constantemente colocada em risco. Eles tinham que caçar para sobreviver e eram obrigados a lutar ou fugir. As reações geradas pelo estresse eram uma fonte de energia. Isso lhes possibilitava sobreviver em um mundo selvagem em que viviam. A energia era imediatamente canalizada para a ação.
No mundo atual, a agressão é evidentemente mais verbal e é impossível lutar ou fugir de uma prova, entrevista ou reunião com seu chefe.

Estresse bom e ruim

O estresse bom é aquele caracterizado pelo “friozinho na barriga” que aumenta a nossa concentração. Nos prepara para a prova de um concurso, uma entrevista de emprego ou um encontro importante. Se não contássemos com estresse algum para enfrentar essas situações certamente teríamos sérios problemas.

O problema não é o estresse normal, e sim o excesso dele.
Quando dá um “branco” na hora de uma prova é porque o estresse está acentuado à ponto de gerar um bloqueio mental que nos paralisa.
O estresse ruim é também aquele que se prolonga, mesmo quando o momento estressante já passou. É também aquele em que a pessoa traz para o presente situações ruins e as revive continuamente. O estresse geralmente dura mais e é mais intenso (intimidação no trabalho, por exemplo). É aqui que a patologia se torna arraigada.

Danos causados pelo estresse ruim

O estresse ruim ou crônico traz prejuízos à saúde. Pode provocar insônia, baixa da resistência imunológica, dores de cabeça constantes, dificuldades de concentração, irritabilidade, hipertensão, depressão. Em casos mais graves, até mesmo síndrome do pânico.
Quando o estresse é acentuado e se prolonga por muito tempo o corpo padece. Os níveis hormonais permanecem elevados.

O estresse em fases

O estresse pode ser dividido em três fases de acordo com as respostas fisiológicas.

Fase de alarme

É aquela quando a pessoa se vê diante de uma situação difícil. Neste momento o corpo mobiliza recursos. A glicose é liberada, a respiração se acelera e a gordura começa a ser queimada em maior intensidade. Os batimentos cardíacos aumentam. As mãos ficam suadas. Os cinco sentidos ficam mais nítidos.
A produção de saliva diminui e a digestão é interrompida. Músculos e cérebro viram prioridade para o organismo.

Fase de resistência

Acontece quando nosso organismo tenta se reequilibrar e voltar ao estado original. Aqui há uma utilização muito grande de energia. Daí surgem alguns sintomas como cansaço, mal estar generalizado, tontura, formigamento nas extremidades e também problemas com a memória. Depois de certo tempo, e pela repetição continuada do processo, o organismo fica ligado de uma vez por todas. Essa é a principal característica da fase de resistência.

Fase de exaustão

Esta condição se caracteriza pelas defesas do organismo não terem conseguido trazer o organismo de volta ao estado normal após uma situação estressante. É geralmente nesta fase que as doenças começam a aparecer.
É uma forma que o corpo utiliza para comunicar algo muito importante. Ou seja, para avisar que não está conseguindo lidar com a carga estressante.
Há exaustão física e mental, insônia, ansiedade, irritabilidade, angústia e hipersensibilidade emotiva, entre outros sintomas e doenças.

estresse e doença periodontalQual a conexão entre estresse e doença periodontal?

Estresse e doença periodontal tem uma relação próxima, embora à primeira vista pareça não haver qualquer tipo de conexão.
Uma análise histórica apresenta evidências muito fortes dessa relação.
Os soldados de Alexandre, o Grande, sofriam de doença periodontal.
Esse foi um dos primeiros registros históricos a associar estresse e doença periodontal.
Um outro relatado pela história foram mais tarde os soldados na Primeira Guerra Mundial a padecer dessa doença.
Nessa época foi apelidada de “Doença das trincheiras”.

A doença periodontal é multifatorial e inflamatória. Na periodontite necrótica, o estresse é reconhecido como um importante fator de risco.

estresse e doença periodontal

Estresse é considerado um fator predisponente?

Estresse e doença periodontal guardam uma estreita relação. São duas as principais razões que explicam tal fato. Um deles é que o estresse desencadeia uma mudança de comportamento. O outro é a consequente diminuição da resposta imunológica.

A adoção de bons hábitos de higiene bucal dependem muito do estado de saúde mental do paciente. Tem sido relatado que distúrbios psicológicos podem levar os pacientes a negligenciarem a higiene bucal. O acúmulo resultante de placa acaba sendo prejudicial ao tecido periodontal.

O tônus da musculatura lisa dos vasos sanguíneos na gengiva pode ser alterado pelas emoções. Isso como consequência do sistema nervoso autônomo. O estresse contínuo gera uma constrição constante dos vasos sanguíneos podendo alterar o suprimento de oxigênio e nutrientes para os tecidos.

Tanto o aumento quanto a diminuição do fluxo salivar, decorrente de distúrbios emocionais, podem afetar adversamente o periodonto.
A angústia emocional também pode produzir alterações no pH da saliva e na composição química, como a secreção de IgA. Esses eventos mostram que a saúde periodontal é influenciada por mudanças salivares.

A influência de fatores diversos

Como descrito anteriormente, o estresse e seus mediadores bioquímicos podem modificar a resposta imunológica. Um sistema imune forte é a melhor arma contra a doença periodontal inflamatória. Sob estresse, a liberação de adrenalina e noradrenalina pode não apenas induzir uma diminuição no fluxo sanguíneo. Também podem influir negativamente na ação as células de defesa e seus mediadores sobre as bactérias relacionadas à doença. Os glicocorticoides, liberados durante o estresse, podem prolongar essa resposta vascular.

O bruxismo é também considerado um fator predisponente à doença periodontal como já noticiado aqui no blog Dentalis.

Também já se comprovou que pacientes com depressão tendem a se alimentar mal, a consumir mais álcool, cigarros e bebidas alcoólicas. Também se cuidam menos e negligenciam a higiene dental.
O descaso com a higiene dental aumenta a quantidade de biofilme e altera a sua composição.

Deficiências nutricionais também contribuem para redução da imunidade. O tabagismo é também um conhecido fator de risco para a doença periodontal.

Esses fatores uma vez somados aumentam consideravelmente o risco do desenvolvimento de uma periodontite. Todos são elementos que corroboram a relação entre estresse e doença periodontal.

Estresse diminui a eficiência do nosso sistema de defesa

O estresse age ativando o hipotálamo. Esse libera uma substância chamada CRF (fator de produção no córtex). O CRF é um mensageiro que estimula a glândula hipófise. A hipófise então produz o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico). O principal alvo do ACTH são as glândulas suprarrenais. A partir desse estímulo as glândulas suprarrenais produzem o cortisol.
O cortisol é um hormônio fundamental na regulação do metabolismo da glicose, proteínas e lipídeos.
No fígado o ACTH age transformando o glicogênio em glicose. Essa glicose uma vez na corrente sanguínea fornece energia aos músculos para que a resposta instintiva de luta ou fuga aconteça.
Ao mesmo tempo as suprarrenais recebem diretamente do cérebro um outro estímulo. Um estímulo nervoso para a produção de adrenalina e noradrenalina. Ambas aumentam de sobremaneira a disposição e energia em todo o organismo.

Como lidar com o estresse?

Aos pacientes com estresse, devemos recomendar a busca por terapeutas especializados. Porém nossos pacientes não são os únicos a sofrer desse mal. Não podemos esquecer que a Odontologia é uma profissão muito estressante.
Adotar algumas das medidas simples e práticas a seguir pode reduzir o nível de estresse no dia a dia:

  • Praticar esportes rotineiramente. A atividade física libera a energia acumulada por situações estressantes;
  • Praticar ioga ou exercícios de meditação e relaxamento;
  • Buscar interações sociais, evitando o isolamento;
  • Parar ao menos 5 minutos por dia pra relaxar pode fazer toda a diferença.

O estresse excessivo é um sinal de alarme do nosso corpo. É importante estarmos atentos aos seus sinais.
O estresse na medida certa pode continuar sendo nosso amigo.
No entanto, se ignorarmos os sinais de alerta e não conseguirmos recuperar o equilíbrio interno, ele poderá rapidamente se tornar nosso pior inimigo. Saber controlar o estresse é sinal de inteligência emocional. Inteligência emocional é certamente o melhor remédio para quebrar o elo entre estresse e doença periodontal.

Fontes: Dental Tribune, Psicologias do Brasil, Conceito Zen, NCBI
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Estresse pode ocasionar oclusão assimétrica

Um estudo recentemente publicado associa o estresse durante a gravidez com uma maior probabilidade para o desenvolvimento da oclusão assimétrica. De acordo com os autores do estudo, da Universidade de Washington, as assimetrias na parte de baixo da face, determinadas de acordo com a assimetria da oclusão, são marcadores de estresse ambiental e da lateralização cerebral durante as fases precoces do desenvolvimento do ser humano.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores analisaram dados de 6654 adolescentes norte-americanos, obtidos entre os anos de 1966 e 1970. Os resultados agora publicados revelam que se estima que um em cada quatro adolescentes dos Estados Unidos sofram de assimetrias na parte inferior da face. Além disso, foi possível demonstrar que as assimetrias retrognáticas (17%), as mais comuns na população dos EUA, variam de forma aleatória entre a parte direita esquerda da face, o que de acordo com os autores do estudo indica estresse em fases precoces da vida.

Importante observar

No entanto, os autores indicam que é importante distinguir dentes mal alinhados, braquignatismo e prognatismo, uma vez que estas condições podem ser associadas com oclusões assimétricas e simétricas, que podem ser reflexo da genética e não do estresse ambiental.

O estudo sublinha também que é preciso aprofundar a investigação para identificar se as assimetrias na parte inferior da face podem ser indicativas de doenças crônicas nas populações da mesma forma que as assimetrias no crânio têm sido associadas com doenças degenerativas em algumas populações.​

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Estresse pode ocasionar oclusão assimétrica

olcusão assimétricaUm estudo recentemente publicado associa o estresse durante a gravidez com uma maior probabilidade para o desenvolvimento da oclusão assimétrica. De acordo com os autores do estudo, da Universidade de Washington, as assimetrias na parte de baixo da face, determinadas de acordo com a assimetria da oclusão, são marcadores de estresse ambiental e da lateralização cerebral durante as fases precoces do desenvolvimento do ser humano.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores analisaram dados de 6654 adolescentes norte-americanos, obtidos entre os anos de 1966 e 1970. Os resultados agora publicados revelam que se estima que um em cada quatro adolescentes dos Estados Unidos sofram de assimetrias na parte inferior da face. Além disso, foi possível demonstrar que as assimetrias retrognáticas (17%), as mais comuns na população dos EUA, variam de forma aleatória entre a parte direita esquerda da face, o que de acordo com os autores do estudo indica estresse em fases precoces da vida.

Importante observar

No entanto, os autores indicam que é importante distinguir dentes mal alinhados, braquignatismo e prognatismo, uma vez que estas condições podem ser associadas com oclusões assimétricas e simétricas, que podem ser reflexo da genética e não do estresse ambiental.

O estudo sublinha também que é preciso aprofundar a investigação para identificar se as assimetrias na parte inferior da face podem ser indicativas de doenças crônicas nas populações da mesma forma que as assimetrias no crânio têm sido associadas com doenças degenerativas em algumas populações.​

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A relação do estresse com a saúde bucal

mulher estressada
Nestes tempos de dificuldades econômicas, em que a taxa de desemprego vem atingindo níveis muito altos, muitos brasileiros estão sob estresse devido à ansiedade e a problemas de ordem financeira. 
Não tratado, o estresse pode afetar a mente e o corpo, inclusive a saúde bucal.
 
O estresse é definido como uma resposta fisiológica do corpo a situações ou problemas que podem afetar negativamente a atitude ou o organismo de uma pessoa. O estresse é dividido em quatro categorias: eustresse, distresse, hipoestresse e hiperestresse.
 
   * O eustresse é uma forma de estresse positivo. É um estresse motivador e permite que a pessoa conclua seu projeto ou trabalho.
   * O distresse é um estresse negativo que afeta as pessoas através do medo, frustração e, por vezes, raiva.
   * O hipostresse ocorre quando alguém não está sob estresse positivo e pode dar origem a mais problemas, produzindo tédio e desespero.
   * O hiperstresse é o resultado do estresse quando alguém esforça-se em demasia para cumprir prazos.
 
Quando o estresse ocorre, mais pessoas são afetadas por hábitos pouco saudáveis ou negativos que podem influenciar sua saúde bucal, tais como o uso do tabaco e ou álcool, como afirmou o cirurgião-dentista Dr. David Cochran, PhD, Presidente da Academia Americana de Periodontologia e professor titular do Departamento de Periodontologia do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas em San Antonio. Os fatores de risco – tabaco e álcool – podem influenciar o desenvolvimento das doenças periodontais.
 
Um estudo publicado no Journal of Periodontology em 2007 mostrou que o estresse interfere na higiene bucal. Cinquenta e seis por cento dos participantes do estudo afirmaram que o estresse havia afetado sua capacidade de escovar os dentes e usar fio dental. Além disso, o hormônio cortisol, que está presente no estresse, acumula-se em níveis crescentes e pode levar à doença periodontal.

 

O estresse pode afetar a saúde das pessoas, causando os seguintes problemas bucais:

 
   * Surgimento de aftas – Aftas são pequenas feridas na boca causadas por vírus, bactéria e deficiência do sistema imunológico.
   * ATM/Bruxismo – As pessoas sob estresse podem ter problemas que afetam a articulação temporomandibular, assim como o ranger e apertar os dentes durante o dia ou quando dormem.
   * Boca seca – O estresse pode afetar o nível de salivação. Certos medicamentos podem ter influência sobre o fluxo salivar.
   * Gengivite – Vários estudos mostram que o estresse pode afetar a capacidade de a pessoa realizar uma boa higiene bucal.
 
Estes são alguns dos problemas que podem ocorrer quando o estresse está presente.  Tentar aliviar a tensão ingerindo uma dieta nutritiva, dormindo o número de horas necessário à noite e exercitando-se para reduzir a ansiedade decorrentes do dia a dia são medidas simples que podem ser aconselhadas aos pacientes estressados que buscam atendimento odon
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Maior incidência de cáries em crianças pode estar ligada ao estresse materno

mãe estressada
Novas pesquisas têm relacionado estresse materno crônico a uma maior prevalência de cáries entre as crianças. O estudo, que foi conduzido por pesquisadores do King’s College de Londres e da Universidade de Washington, revelou ainda que os níveis de estresse crônico também influenciaram o comportamento das mães em cuidar, como aleitamento materno, visitas ao dentista, e dar café da manhã diariamente.
 
Embora este não seja o primeiro estudo a associar exposição materna ao estresse com as cáries na infância, é o primeiro a analisar a relação usando marcadores biológicos do estresse crônico, um incidente conhecido como carga alostática (AL).
 
A fim de medir o impacto do estresse materno na saúde bucal das crianças, os pesquisadores analisaram dados de 716 mães americanas de crianças de 2 a 6 anos. Os dados foram extraídos da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição 1988-1994. Os pesquisadores observaram que, apesar dos dados utilizados serem relativamente antigos, a disponibilização pública do arquivo permitiu uma oportunidade única para analisar pares mãe-filho de uma grande amostra de estudo realizada nos Estados Unidos.
 
Os achados mostraram que cáries foram mais comuns entre as crianças cujas mães tinham dois ou mais marcadores biológicos de AL em comparação com nenhum desses marcadores – 44,2 por cento contra 27,9 por cento. Além disso, eles identificaram que o AL materno foi associado com o status sócio económico, afetando comportamentos de cuidados, como aleitamento materno, visitas ao dentista, e dar o café da manhã diariamente.
 
“As mães de baixa renda foram significativamente menos prováveis em amamentar ou de terem levado seu filho ao dentista no ano anterior. Elas eram também menos prováveis de dar café da manhã ao seu filho do que as de alta renda. É importante para melhor compreender a dinâmica destas relações, para que nós possamos desenvolver programas eficazes de saúde pública e as suas intervenções,” Dr. Wael Sabbah, um professor sênior no Dental Institute no King’s College, observou.
 
No estudo, as mães que tiveram um ou mais marcadores de AL tiveram uma probabilidade significativamente menor de amamentar do que aquelas com um nível normal de AL. Este comportamento verificou o quanto afetou a prevalência da cárie dentária nas crianças, como as cavidades eram quase duas vezes mais comuns entre as crianças cujas mães não amamentaram do que aquelas cujas mães o fizeram – 62,9 por cento contra 37,1 por cento.
 
“Este estudo unicamente destaca a importância de se considerar a influência do nível socioeconômico e estresse materno na saúde bucal das crianças através da luta das mães para adotarem padrões saudáveis que são importantes preditores de cárie dentária, como escovar os dentes das crianças regularmente, manter hábitos alimentares saudáveis e fazer visitas regulares ao dentista para cuidados preventivos”, disse Erin E.. Masterson, um estudante de doutorado da Escola de Saúde Pública e Medicina Dentária da Universidade de Washington.
 
“A política que visa melhorar saúde dentária, particularmente a prevalência das cáries entre as crianças, deve incluir intervenções para melhorar a qualidade de vida das mães. Estresse materno crônico como um potencial fator de risco é algo que temos de considerar, para além das implicações mais vastas de bem-estar materno, social, e ambiente psicológico sobre a saúde dentária”, concluiu Dom Sabbah.
 
O estudo, intitulado “Carga Alostática Materna, Comportamentos de Cuidados, e Experiência de Cárie Dentária Infantil”, foi publicado on-line antes da impressão em 17 de setembro na American Journal of Public Health.
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