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Primeiros sintomas do câncer de língua

 

O tipo mais comum de câncer de língua é chamado de carcinoma de células escamosas. Células escamosas são células finas e planas que estão presentes na superfície da pele e da língua, no revestimento dos tratos digestivo e respiratório e no revestimento da boca, garganta, tireoide e laringe.

 

 

 

Os principais sintomas do câncer de língua são uma língua dolorosa e o desenvolvimento de uma ferida na língua. Sintomas adicionais podem incluir:

  • dor na mandíbula ou na garganta
  • dor ao engolir
  • sensação como se algo estivesse pegando na garganta
  • uma língua dura ou mandíbula com sinais de rigidez
  • dificuldades para engolir ou mastigar comida
  • uma mancha vermelha ou branca formando no revestimento da boca ou língua
  • uma úlcera de língua que não cura
  • dormência na boca
  • sangramento da língua sem razão
  • um caroço na língua que não desaparece

Sorrateiro no seu início

Os sintomas do câncer de língua são semelhantes aos de outros cânceres orais, e eles também podem não ser evidentes nos estágios iniciais da doença.

Também é possível que as pessoas tenham alguns desses sintomas sem ter câncer de língua ou outro tipo de câncer bucal.

As pessoas com maior risco de câncer de boca, como as que fumam ou bebem excessivamente, devem ser alertadas quanto à necessidade de ficarem atentas a quaisquer sinais precoces. Elas também devem agendar consultas regulares com seu dentista que possa examinar sua boca e identificar quaisquer problemas.

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Como detectar os primeiros sinais e sintomas de um câncer de mama

Celebrando o Outubro Rosa aqui no Dentalis damos início hoje a uma série de artigos voltados em especial à saúde da mulher e ao câncer de mama em particular.

Os sinais e sintomas do câncer podem variar, e algumas mulheres que têm câncer podem não apresentar nenhum destes sinais e sintomas. De qualquer maneira, é recomendável que a mulher conheça suas mamas, e saiba reconhecer alterações para poder alertar o seu ginecologista.

A melhor época do mês para que a mulher que ainda menstrua avalie as próprias mamas para procurar alterações é alguns dias após a menstruação, quando as mamas estão menos inchadas. Para as mulheres que já passaram a menopausa, este autoexame pode ser feito em qualquer época do mês.

Qualquer alteração que você venha a observar comunique imediatamente ao seu médico, mesmo que ela tenham aparecido pouco tempo depois da última mamografia que você realizou ou do exame clínico das mamas feito pelo profissional de saúde.

O câncer de mama pode apresentar vários sinais e sintomas, como:

  • Nódulo único endurecido.
  • Irritação ou abaulamento de uma parte da mama.
  • Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo).
  • Edema (inchaço) da pele.
  • Eritema (vermelhidão) na pele.
  • Inversão do mamilo.
  • Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas.
  • Sensação de nódulo aumentado na axila.
  • Espessamento ou retração da pele ou do mamilo.
  • Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos.
  • Inchaço do braço.
  • Dor na mama ou mamilo.

Vale a pena lembrar que na grande maioria dos casos, a vermelhidão, inchaço na pele e mesmo o aumento de tamanho dos gânglios axilares representam inflamação ou infecção (mastite, por exemplo), especialmente se acompanhados de dor.

Mas como existe uma forma rara de câncer de mama que se manifesta como inflamação, estes achados devem ser relatados ao médico da mesma maneira, e a mulher deve passar por um exame clínico, obrigatoriamente.​

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Pesquisadores identificam áreas do DNA responsáveis pela Periodontite

Uma equipe de pesquisadores da Charité Universitätsmedizin Berlin, na Alemanha, anunciou ter conseguido identificar variações de sequências de DNA que podem estar associadas a um maior risco para o desenvolvimento de doença periodontal. De acordo com os cientistas existem pelo menos duas segmentos de genes que podem estar altamente associadas à doença.

Para chegar a esta conclusão, os cientistas analisaram a relação entre as diferenças de sequenciação na informação genética e a incidência da doença em milhares de pacientes com periodontite agressiva e crônica. Depois compararam os resultados com um grupo de controle com pessoas saudáveis.

Resultados

As conclusões revelaram que existem pelo menos duas regiões dos genes que mais parecem estar associadas a um risco mais elevado para o desenvolvimento de diferentes formas de periodontite. Uma dessas regiões é responsável pela síntese dos alpha-defensins, que são produzidos pelas células imunológicas especializadas, revelam os pesquisadores. A outra região inibe a ativação destas células de defesa.

“Os nossos resultados mostram que as diferentes formas de doença gengivais compartilham uma origem genética comum. Isto significa que existem grupos de pacientes que são suscetíveis ao desenvolvimento de doenças da gengiva mas cuja suscetibilidade é independente de outros fatores de risco como o consumo de tabaco, higiene oral ou idade”, comenta Arne Schäfer, responsável pela coordenação do estudo.

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Identificados os genes associados à doença periodontal

diagrama sobre expressão genéticaPesquisadores do Centro Médico da Universidade Columbia identificaram 41 genes regulatórios que podem ser os desencadeadores da doença periodontal. O estudo é o primeiro do gênero que emprega a engenharia reversa do genoma para identificar traços dos genes que contribuem com a periodontite. A identificação dos genes representa uma etapa vital no desenvolvimento de compósitos que podem vir a ser utilizados no tratamento, objetivo e individualizado, da periodontite de grau severo.

Metodologia do estudo

Com o objetivo de reconstruir de modo mais fidedigno as interações genéticas associadas à periodontite e identificação genética individual que parece ter mais influência sob a doença, os pesquisadores do estudo reverteram a engenharia do perfil da expressão genética de um conjunto de dados. No geral, 313 amostras de tecido gengival foram obtidas de um estudo transversal de 120 pacientes com periodontite, sendo 70 saudáveis clinicamente e 243 com áreas gengivais afetada por periodontite.

Utilizando algoritmos especiais para estudar as interações entre os genes e identificar aqueles que rompem o tecido saudável e conduzem ao processo da doença, os pesquisadores foram capazes de identificar 41 deles diretamente envolvidos nesse processo, os regulons (coleções de genes) que englobam de 25 a 833 genes.

“Nossa abordagem reduz a lista de interessantes e potenciais genes regulatórios envolvidos na periodontite”, disse o Prof. Panos N. Papapanou, que liderou a equipe de pesquisa da Faculdade de Medicina Dental do Centro Médico da Universidade Columbia. “Isto nos permite focar não apenas no conjunto de RNAs, mas em alguns genes que desempenham os papéis mais importantes neste processo”.

Muitos dos genes identificados por Papapanou e sua equipe estão envolvidos nos processos imune e inflamatório, confirmando observações laboratoriais e consultórios sobre o desenvolvimento da doença periodontal.

A identificação dos genes regulatórios permitirá aos pesquisadores testar compósitos que interrompam suas ações e assim interromper o desenvolvimento da doença periodontal nos seus estágios iniciais.
“Agora é importante fazer o trabalho buscando a validação das descobertas feitas em laboratório antes de começarmos a testar estes genes em modelos experimentais”, disse Papapanou.

O estudo, intitulado “Identification of master regulator genes in human periodontitis”, foi publicado em agosto na edição da revista Journal of Dental Research.

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Saiba mais sobre Pneumonia

exemplo sobre pneumoniaA pneumonia ainda não ganhou o respeito que merece”. Essa é a frase que Orin Levine, pesquisador da Escola de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, tem na ponta da língua quando começa a falar da doença. Líder do esforço mundial por fundos para a pesquisa de vacinas, Levine lamenta que ainda persista a ideia de que se trata “apenas” de uma ameaça aos idosos. Segundo ele, isso ajudou a jogar a pneumonia para segundo plano. “A verdade é que muita gente não se dá conta de que esse é um problema de saúde global”, lamenta.

Em todo o planeta, a inflamação pulmonar é uma das principais causas de morte de milhões idosos e crianças. “A população mundial está envelhecendo, o que certamente levará ao aumento explosivo de casos. Além disso, os agentes do mal estão ficando muito resistentes e isso torna o tratamento cada vez mais difícil”, explica Keith Klugman, professor de Saúde Global da Universidade Emory, também nos Estados Unidos.

Há quem diga que a pneumonia não é uma única doença, e sim várias. Os inúmeros agentes que ocasionam a inflamação dos pulmões, a dificuldade de descobrir qual deles levou ao mal e a crescente resistência aos antibióticos são hoje os grandes desafios da Medicina frente ao problema. “Diagnosticar os sintomas é fácil. O difícil é saber qual micro-organismo é o culpado”, justifica Levine. “Não há como coletar espécimes dos pulmões. Além disso, os testes feitos nas vias aéreas superiores e no sangue falham em quase metade dos episódios.”

Para Peter Appelbaum, especialista americano em resistência a antibióticos da Pennsylvania State University, a grande dificuldade é tratar a pneumonia bacteriana. “Além do pneumococo, uma série de outras bactérias pode causar a doença. Por isso, a terapia com antibióticos muitas vezes é empírica para ser capaz de cobrir uma grande variedade de organismos”, explica.

Como a pneumonia se desenvolve

Ataque impiedoso

A infecção ataca um ou ambos os pulmões, sobretudo quando o sistema de defesa foi debilitado por outra doença, como gripe, tuberculose, alcoolismo, fumo, diabete e males do coração.

Abrigo nos alvéolos

Basta um espirro de alguém infectado para que o agente da doença — vírus, bactéria ou fungo solto no ar — chegue aos pulmões. Mas esses micro-organismos também podem se alojar ali depois de pegar carona na corrente sanguínea. Uma vez nos pulmões, encontram abrigo nos alvéolos, onde acontecem as trocas gasosas.

Muco barra o ar

Eles se reproduzem rapidamente, causando uma infecção. Em resposta, o corpo produz pus e plasma, que se acumulam dentro dos alvéolos, prejudicando a troca de gases. Daí a dificuldade para respirar, que, nos casos graves, pode levar à internação.

As bactérias se espalham

As complicações mais comuns são o derrame pleural, que é o acúmulo de líquido entre as camadas da membrana que reveste os pulmões e a cavidade torácica. Outra encrenca é a bacteremia, quando as bactérias infestam a corrente sanguínea. Aí, podem provocar a morte.

Principais sintomas

• Calafrios
• Febre alta
• Suor intenso
• Dor no peito e dificuldade para respirar
• Falta de ar
• Tosse com ou sem catarro
• Fadiga, moleza, prostração

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