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Ansiedade frente ao tratamento odontológico tem solução

A acupuntura pode ser um tratamento eficaz para a redução da chamada ansiedade frente ao tratamento odontológico. A conclusão é de um estudo da Universidade de York, publicado na revista científica European Journal of Integrative Medicine, que fez uma revisão de seis estudos clínicos que envolveram 800 pacientes que sofrem desse tipo de ansiedade.

30% da população mundial

De acordo com o estudo, a ansiedade frente ao tratamento odontológico afeta cerca de 30% da população adulta mundial, com sintomas que vão desde as náuseas e a dificuldade em respirar a uma sensação de tontura com a simples ideia de ter que ir ao dentista.

Acupuntura: eficiente na redução da ansiedade

O estudo agora publicado fez uma revisão de seis estudos clínicos, que no total incluem uma amostra de mais de 800 pacientes, e usou uma escala de pontos para medir a ansiedade dos pacientes. Os estudos analisados revelam que a ansiedade frente ao tratamento odontológico diminuiu em cerca de oito pontos quando os pacientes eram submetidos a acupuntura, uma redução considerada clinicamente relevante para que a acupuntura possa ser considerada uma alternativa viável para tratar a ansiedade frente ao tratamento odontológico.

Hugh MacPherson, Professor de Acupuntura no Departamento de Ciências da Saúde da Universidade de York, comenta que “existe um interesse científico crescente em relação à eficácia da acupuntura como tratamento e como tratamento complementar de medicações tradicionais.”

Conheça o estudo em detalhe aqui.

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Pacientes com medo de ir ao dentista – um estudo

As pessoas com fobia de dentistas têm maiores probabilidades de ter cáries dentárias ou de sofrer perda dentária. A conclusão é de um estudo recentemente publicado pelo King’s College London, que analisa de que forma fatores sociais e demográficos podem estar relacionados com a saúde oral e com a qualidade de vida, especialmente em pessoas com fobia de ir ao dentista em comparação com aquelas que não têm esse problema.

De acordo com o website Dentistry.co.uk, as conclusões da pesquisa mostram que as pessoas com fobia de ir a consultas com seu dentista têm maior probabilidade de vir a ter cáries dentárias ou sofrer perda dentária. Além disso, estas pessoas têm também maior probabilidade de ter uma qualidade de vida deficiente relacionada com a saúde oral mais do que aquelas que não sofrem dessa fobia.

Mais comum do que se imagina

A ansiedade e a fobia em relação a consultas odontológicas é mais comum do que se possa imaginar e tem um enorme impacto no bem-estar e saúde dos pacientes. Para avaliar esta correlação, os pesquisadores do King’s College London analisaram vários dados do Adult Dental Health Survey (2009), uma levantamento que levou em conta as condições de saúde de pessoas que sofrem dessa fobia. Entre 10.900 pacientes, 1967 foram identificados como pacientes com fobia de idas ao dentista – 344 homens e 1023 mulheres.

Os resultados da pesquisa revelaram que as pessoas com fobia tinham maior probabilidade de sofrer de cáries dentárias. Além disso, estas pessoas têm também uma maior probabilidade de terem perdas dentárias.

Por trás dessa tendência pode estar o fato dessas pessoas evitarem consultas regulares ao dentista, o que pode agravar condições orais tratáveis ou preveníveis. O estudo ressalta que as pessoas que sofrem deste tipo de fobia tendem a preferir soluções imediatistas para os seus problemas bucais, em vez de um plano de tratamento de longo prazo.

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Desenho animado pode ajudar crianças na superação do medo do dentista

desenho happy kidsEstima-se que uma a cada cinco crianças tenha medo de ir ao dentista. Segundo especialistas, isso tende a tornar o tratamento mais longo e doloroso. Para driblar o pânico (e deixar a criançada com os dentes tinindo), cientistas da Universidade Rei Saud, na Arábia Saudita, propuseram-se a descobrir estratégias para acalmar os pequenos.

Eles analisaram o comportamento de 56 crianças (com idades entre 7 e 9 anos) durante alguns procedimentos, como anestesia local e restauração dos dentes. Só que dois grupos foram formados: enquanto um usava óculos especiais para assistir a seus desenhos favoritos durante os processos, o outro não contava com qualquer distração audiovisual.

Crianças menos estressadas

Ao final do experimento, os experts notaram que as crianças que ficaram entretidas com os desenhos apresentavam níveis menores de estresse e cooperavam mais com os dentistas. Sem contar que o número de batimentos cardíacos também era bem menor em quem estava focado nas animações. Mas, segundo relato das crianças, não houve diferença na intensidade de dor que sentiram.

Apesar de ser um estudo com número limitado de participantes, os autores concluem que dá, sim, para melhorar a experiência das crianças na tão assustadora cadeira do dentista. Talvez um dispositivo eletrônico (como um celular ou tablet) dê uma força enquanto a tecnologia usada no estudo não é popularizada.

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