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Como fidelizar seus pacientes (dicas)

No âmbito das clínicas odontológicas, a fidelização de clientes deve ser uma das prioridades máximas. Conseguir que as pessoas que vêm frequentemente a sua clínica permaneçam e a recomendem tem de ser um objetivo tão importante como atrair novos pacientes.

Um dos aspectos principais para que a sua clínica odontológica obtenha êxito será, evidentemente, a qualidade dos serviços ofertados.

Além da equipe de profissionais da clínica, que tratam os problemas de saúde dental do paciente, a tecnologia e a qualidade dos materiais utilizados são fundamentais.

Neste sentido, a satisfação dos pacientes com os cuidados recebidos é um requisito indispensável para conseguir a sua fidelização, já que se terá um paciente que não só vem regularmente à clínica odontológica, mas que também falará bem da sua clínica ou consultório nos seus círculos mais próximos.

No entanto, embora estes fatores sejam vantajosos, por vezes é necessário dedicar tempo a outros tipos de ações que darão a sua clínica o impulso de que precisa. Neste artigo são apresentadas algumas dicas que poderão ser úteis para a fidelização de seus clientes.

Cartas de boas-vindas e agradecimento

Uma boa ideia para fazer com que seus clientes permaneçam fieis é escrever uma pequena carta de boas-vindas para cada novo paciente, assim como outra de agradecimento no final de um tratamento odontológico. Pode ser tanto pela via digital (e-mail) ou carta convencional.

É um detalhe que pode surpreender, já que, atualmente, poucos dentistas dedicam tempo a este tipo de comunicação. Trata-se de um método fácil, direto e que pode ser complementado com pequenos presentes como por exemplo um bônus promocional numa próxima visita, uma foto com a equipe profissional do consultório ou um convite para uma palestra educativa sobre saúde e higiene dental.

Se preferir um presente mais convencional, pode optar por uma bolsa de viagem personalizada com a logomarca da sua clínica, que contenha uma escova, pasta de dentes e fio dental para lembrar aos seus pacientes a importância da adoção de uma rotina correta de limpeza dental.

Prestar um atendimento adequado e personalizado

Em segundo lugar, mas não menos importante, uma pessoa decidirá sempre voltar ao seu consultório se lhe for prestado um bom serviço. Como referido no início deste artigo, além da qualidade dos tratamentos, é essencial tratar os pacientes que lhe visitam com um grande sorriso e criar um ambiente agradável, no qual se sintam confortáveis.

Além disso, outro truque simples e eficaz é chamar sempre os pacientes pelo seu nome. Psicologicamente, as pessoas sentem assim que o atendimento prestado foi mais próximo e pessoal.

Outro aspecto que inspira confiança é a pontualidade. Geralmente, as pessoas detestam esperar em filas intermináveis e que o especialista não tenha organizado bem a sua agenda. Assim, cuidar da organização e levar em conta quanto tempo pode demorar uma consulta são fatores essenciais para não fazer o paciente seguinte ter de esperar demais para ser atendido. Por outro lado, para amenizar a espera, é importante dispor de revistas ou artigos de interesse na sala de espera.

Atividades para crianças

Pensando nas crianças (e nos seus pais), há também uma série de ações que poderão contribuir para que gostem da sua experiência no dentista e voltem a visitá-lo.

As crianças irão gostar de receber um diploma no final do tratamento ou de ter a opção de fazer um desenho para pendurar no gabinete e/ou publicar no Facebook. É um processo criativo com o qual irão se divertir e esquecer a imagem típica de medo associada à visita ao dentista.

Além disso, se complementarmos este diploma com pequenos decalques autocolantes ou marcadores de páginas… ficarão loucos por voltar à sua clínica! Crianças adoram esse tipo de coisas.

Presença nas redes sociais

Para uma clínica odontológica, as redes sociais possibilitam manter o contato com os pacientes ao longo do tempo, lembrando-os que podem contar com pronto atendimento na próxima vez em que necessitem dos serviços de um dentista. Além disso, os usuários podem interagir e compartilhar as publicações dos perfis sociais da clínica, o que contribui para que outras pessoas possam também conhecer o estabelecimento, seu corpo funcional e serviços prestados.

Cartões personalizados

Por último, um aspecto que os pacientes valorizam é a disponibilização de cartões com o registro de consultas futuras. É um elemento corporativo que mostra seriedade e organização. É muito importante transmitir aos pacientes a importância de fazer revisões periódicas, mesmo que ainda faltem meses para a próxima consulta.

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Dicas para fidelizar os seus pacientes

cliente felizFidelizar o paciente, este é o grande segredo do sucesso no dia a dia de um consultório odontológico.

E para que essa fidelização aconteça temos como um dos maiores problemas em várias áreas da saúde: fazer com que o paciente confie e decida optar pelo tratamento sugerido pelo clínico. Mas segundo Peter Bering, existe solução, e para tanto basta ficar atento a estes pontos:

  1. Não saber as preferências do paciente – De acordo com o especialista, além de avaliar as necessidades do paciente, é importante que se conheça qual a percepção do paciente em relação ao seu próprio estado de saúde. Se não houver uma sintonia entre estas duas perspetivas dificilmente conseguirá que o seu paciente venha aderir ao tratamento;
  2. Falta de confiança – Qualquer experiência na área da saúde deve basear-se na confiança entre o clínico e o paciente. Ora essa confiança é habitualmente influenciada por fatores como “credibilidade, confiança e um nível de interesse próprio”, informa;
  3. Preocupação em relação ao tratamento – “Cerca de 50% dos pacientes revelam algum nível de ansiedade em relação a um tratamento”, revela o especialista. Por isso é importante que tente entender quais aspetos mais preocupam o paciente;
  4. Comunicação – Comunique, comunique, comunique. Compartilhe com o seu paciente porque é que decidiu optar por determinada opção de tratamento e explique todos os processos;
  5. Faça com que o seu cliente se sinta bem – Se souber cativar o seu paciente e fazer com que este se sinta bem durante as consultas e os tratamentos terá a garantia de que ele certamente voltará à seu consultório.

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Pacientes oncológicos devem passar por avaliação odontológica antes de iniciar tratamento

dentistas tratando pacienteApós o diagnóstico de um câncer, o paciente oncológico precisa se preocupar com diversas questões que vão desde o tipo de tratamento, gastos que vai ter, quanto tempo vai demorar etc. Um ponto que muita gente esquece é a importância de consultar um dentista antes de iniciar os procedimentos.

Em entrevista ao Vencer o Câncer, o dentista Luis Marcelo Sêneda, responsável pelo departamento de Medicina Bucal do Hospital São José – Beneficência Portuguesa, explica que a recomendação de fazer uma avaliação odontológica serve para todo paciente oncológico, não somente aqueles com tumores de cabeça e pescoço.

Consulta pré-tratamento

A boca pode ser uma fonte rica em bactérias que são especialmente perigosas para quem vai entrar em tratamento contra o câncer.

“Nós, primeiramente, procuramos um possível foco de infecção, que pode ser uma doença periodontal (doença da gengiva e de todos os tecidos que dão suporte ao dente) ou cáries muito profundas. Também verificamos dentes com mobilidades e que precisam ser removidos antes de iniciar o tratamento oncológico. Isso é de extrema importância, pois os pacientes que fazem uso de quimioterápicos ficam com o sistema imunológico mais debilitado. Então uma doença periodontal, por exemplo, que estava lá crônica e a pessoa nem sabia que tinha, pode se agudizar e virar um grande problema.”

Efeitos da quimioterapia

“Algumas drogas têm a capacidade de afetar a mucosa da boca causando inflamações e feridas semelhantes a aftas, mas que são chamadas de mucosites. Muitas vezes o paciente está debilitado e ele não consegue comer por causa da mucosite, porque sente muita dor. A mucosa é uma proteção, uma barreira protetora, e quando temos a quebra dessa barreira, há maior risco de infecção por agentes oportunistas. Por isso, na fase de imunossupressão, elas têm maior probabilidade de acontecer”, adverte o dentista.

Uma das formas de prevenção da mucosite é a laserterapia de baixa intensidade. O laser é um bioestimulador que auxilia na redução do processo inflamatório, modula a dor e auxilia no processo de reparo do tecido lesado. É importante conversar com seu oncologista sobre essa possibilidade.

Xerostomia durante o tratamento

Muitas vezes, o paciente em tratamento oncológico precisa tomar remédios para dor (opiáceos) e antidepressivos. Alguns ainda tomam outros medicamentos porque possuem outras doenças associadas, como pressão alta, diabetes e doença renal. Por conta disso, é extremamente comum surgir um quadro de xerostomia.

“O meio bucal é concebido para estar úmido, não seco. Para aliviar esse sintoma, existem atualmente lubrificantes orais que servem tanto para repor quanto para melhorar a lubrificação da boca. Eles estão disponíveis na forma de gel, spray ou manipulado. A saliva não é só um lubrificante bucal, ela promove a auto-higiene dos dentes. O paciente com boca seca tem mais placas bacterianas, que acumula mais agentes ofensivos e produz mais toxinas, aumentando o risco da mucosite, uma das complicações bucais mais comuns durante o tratamento oncológico”.

Efeitos da Radioterapia

“Pacientes com câncer na região da cabeça e pescoço e que são submetidos a radioterapia precisam de cuidados maiores, porque ele vai produzir menos saliva. Além disso, como é justamente a região que inclui a boca a ser irradiada, há riscos de desenvolver um tipo de cárie com um efeito colateral tardio, denominada cárie de radiação. Atualmente você vê menos do que há alguns, por conta das radioterapias com intensidade modulada, mas ainda assim é preciso muita atenção. Esse tipo de cárie, que atinge a porção entre dentes e gengivas, se desenvolve muito rapidamente e há um enorme risco de o paciente acabar perdendo o dente.”

Recomendações a serem seguidas durante o tratamento do câncer:

Escovar os dentes com pasta contendo flúor.
Passar fio dental suavemente.
Fazer gargarejos com bicarbonato de sódio.
Remover a dentadura e fazer sua limpeza adequadamente.
Escolher alimentos que exijam pouca ou nenhuma mastigação.
Evitar alimentos ácidos, picantes, salgados e secos.

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Pacientes com mais de 50 anos exigem atenção redobrada

idoso em atendimentoAlguns dos problemas orais mais comuns começam a surgir depois dos 50 anos de idade, especialmente a perda dentária. É importante que os dentistas estejam atentos aos seus pacientes com mais de 50 anos e que os mantenham informados sobre os problemas que podem surgir com o avanço da idade.

Segundo Kátia Izola, professora da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), as cáries dentárias continuam sendo bastante comuns mesmo em pacientes mais velhos.

“É muito comum surgirem lesões de cárie em torno de velhas restaurações e até mesmo na raiz do dente que, com o passar do tempo, vai ficando mais macia e, inclusive, mais exposta”, revela.

Outro dos problemas que tem tendência a se agravar com a idade é a boca seca, que pode agravando as cáries dentárias. Com o passar dos anos, a produção diária de saliva tende a diminuir.

“Quem não produz saliva o suficiente está em risco no que diz respeito à saúde oral. Os sinais e sintomas de xerostomia variam de intensidade de pessoa para pessoa e as queixas mais comuns incluem sensação de boca seca, língua áspera, ardente e esbranquiçada, além de sede frequente. Importante ressalvar que essa condição pode contribuir para a halitose, ou mau hálito”, acrescenta.

Outros importantes cuidados

Destaque ainda para a gengivite, que começa a incomodar muitos pacientes depois dos 50 anos, assim como o risco de câncer oral, a doença oral que mais afeta pacientes com mais de 50 anos.

“O principal sintoma do câncer oral é o aparecimento de feridas que não cicatrizam dentro de uma semana. Manchas brancas, vermelhas ou pretas, além de sangramento e dificuldade para engolir alimentos também são sinais relevantes. Por isso é importante contar com um profissional de Odontologia para observar a gengiva, a mucosa das bochechas, o céu da boca e a língua” periodicamente, conclui.

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Tratamento da cárie em pacientes com Parkinson pode prevenir pneumonia

idosa em atendimentoA pneumonia é uma doença comum em pacientes com Parkinson. Um novo estudo que explorou os fatores de risco no desenvolvimento da pneumonia descobriu que pacientes que receberam tratamento da cárie tiveram o risco diminuído em comparação aos pacientes não tratados.

Metodologia do estudo

O estudo incluiu 2.001 participantes recém-diagnosticados com Parkinson entre 2000 e 2009. Durante o tempo médio de acompanhamento de 6 anos, 19 por cento dos pacientes foram hospitalizados por pneumonia. Com relação à saúde bucal, os pesquisadores observaram que doenças dentárias eram as doenças mais comuns co-relacionadas com as fatalidades. No estudo, cerca de 48 por cento dos pacientes tinham cáries e mais de 44 por cento periodontite.

Além disso, a análise dos dados mostrou que o incidente de pneumonia foi menor em pacientes que receberam tratamento da cárie. Deste modo eles concluíram que a manutenção da boa higiene bucal e o controle da formação de biofilme reduzem o número de possíveis patologias respiratórias e, portanto, diminuem o risco de pneumonia principalmente em homens idosos.

Os pesquisadores descobriram que pacientes mais velhos, homens em particular, residentes nas regiões norte, sul e leste de Taiwan, e pacientes com renda baixa tinham mais risco de desenvolver pneumonia. Por exemplo, mais de 60 por cento dos participantes do estudo que desenvolveram pneumonia eram homens. Dos pacientes internados com a doença, cerca de 95 por cento tinham uma renda mensal inferior a NT$30,000 (US$ 928).

O estudo, intitulado “Risk factors for pneumonia among patients with Parkinson’s disease: A Taiwan nationwide population-based study”, foi publicado em 27 de abril na revista Neuropsychiatric Disease and Treatment.

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Tratamento da cárie dental pode ajudar na prevenção da pneumonia em pacientes com Parkinson

idosa em atendimentoA pneumonia é uma doença desenvolvida com frequência por pacientes com doença de Parkinson, mas um estudo recentemente publicado indica que pode existir uma solução na qual até agora ainda não se tinha pensado. O estudo realizado em Taiwan mostra que os pacientes com Parkinson que se submeteram a tratamentos para as cáries dentárias tinham um risco de desenvolver pneumonia menor quando comparado àqueles pacientes não tratados.

Dados da pesquisa

A pesquisa envolveu um total de 2001 participantes diagnosticados com Parkinson entre 2000 e 2009 e revela que num período médio de seis anos após o diagnóstico, 19% dos pacientes com a doença foram hospitalizados com pneumonia.
 
Cerca de 48% dos pacientes que participaram no estudo sofriam de cáries dentárias e 44% de periodontite, mas os resultados do estudo revelaram que a incidência de pneumonia em pacientes que haviam recebido tratamentos para as cáries dentárias era inferior aqueles pacientes que não haviam recebido qualquer tipo de tratamento oral.
 
De acordo com os autores do estudo, isto mostra que a manutenção de uma boa higiene oral e o controle da formação de placa bacteriana na superfície dos dentes pode reduzir o desenvolvimento de muitos dos patógenos respiratórios, em particular aqueles de pneumonia, especialmente em homens idosos.
 

 

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Sensibilidade ao gosto amargo pode prever o resultado cirúrgico em pacientes com sinusite

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Nova pesquisa do Monell Chemical Senses Center e da Perelman School of Medicine da University of Pennsylvania na Filadélfia sugere que os médicos poderão em breve ser capazes de usar um simples teste de sabor para prever o resultado da cirurgia sinusal. A equipe de pesquisa identificou um biomarcador genético – um receptor de gosto amargo – que melhor prevê o resultado pós-cirúrgico em certos pacientes de rinossinusite crônica.
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A rinossinusite crônica (CRS) afeta mais de 35 milhões de americanos e conta com prescrições de antibióticos para um em cada cinco adultos anualmente. A cada ano, mais de meio milhão de doentes com CRS não respondem aos antibióticos ou outros medicamentos e escolhem ser submetidos à cirurgia sinusal.
 
“A cirurgia sinusal é uma cirurgia muito comumente realizada porque ajuda a grande maioria dos doentes de sinusite, mas ainda não entendemos por que razão algumas pessoas obtêm melhoras modestas, enquanto outros obtêm excepcional melhoria em seus sintomas”, disse o principal autor do estudo, Dr. Nithin D. Adappa, Professor Assistente de Otorrinolaringologia (Cirurgia de Cabeça e Pescoço) na Faculdade de Medicina Perelman. “Se pudéssemos prever o nível de melhora de cada indivíduo, baseado em uma diferença genética inata, isso iria contribuir para a definição de expectativas realistas para nossos pacientes, o que é um fator importante no aconselhamento a eles sobre cirurgia”.
 
O biomarcador genético que os pesquisadores examinaram é o sabor amargo receptor T2R38. A equipe de pesquisa já havia demonstrado que o T2R38 também é encontrado nas vias aéreas superiores, onde ele defende contra infecção bacteriana. “Este estudo surge a partir de nossos trabalhos anteriores que sugerem que as pessoas com determinadas diferenças inatas em seu código genético para T2R38 poderiam ser melhores na luta contra certos tipos de infecções respiratórias”, disse o autor do estudo Dr. Noam Cohen, Professor Associado de Otorrinolaringologia (Cirurgia de Cabeça e Pescoço) da faculdade de medicina. “Portanto nos interrogávamos se esta diferença genética específica, em ser capaz de combater a infecção, correlacionada com o grau de melhora após a cirurgia. Na verdade, isso é precisamente o que temos encontrado”.
 
O estudo atual seguiu 123 pacientes de CRS que não responderam ao tratamento médico convencional e tinham escolhido serem submetidos à cirurgia endoscópica funcional dos seios paranasais. A presença do biomarcador T2R38 foi determinada geneticamente através de sequenciamento de DNA. Além disso, os pacientes foram solicitados para saborear um determinado composto químico amargo chamado phenylthiocarbamide (PTC) e reportar suas sensações. Os pacientes que tinham o biomarcador acharam a solução de PTC altamente amarga e desagradável. Em contraste, os pacientes sem a variante genética que gera o receptor T2R38 frequentemente não podiam distinguir o PTC da água.
 
Os pesquisadores avaliaram a evolução do paciente um, três e seis meses após a cirurgia utilizando o Sino-Nasal Outcome Test, uma escala comumente usada para medir os sintomas nasais e estado geral de saúde e relacionados à qualidade de vida. Os pacientes que foram mais sensíveis ao PTC – e portanto ao gosto amargo – relataram respirar mais facilmente pelo nariz, tendo menos infecções subsequentes, e dormir mais descansados seis meses após a cirurgia do que aqueles pacientes que foram menos sensíveis, a equipe relatou.
 
“O mesmo receptor amargo que responde a um composto de sabor amargo na boca também responde às substâncias químicas secretadas por bactérias nas vias aéreas. Este impulso imune pode ajudar as pessoas mais sensíveis ao amargo a se recuperarem e se sentirem melhor pós-cirurgia,” explicou a autora do estudo Dra. Danielle Reed, uma geneticista comportamental do Monell.
 
“O próximo passo é pedir a outros otorrinolaringologistas para correlacionarem os resultados cirúrgicos ao sequenciamento de DNA de T2R38 e/ou testes de gosto amargo para confirmar nossos achados e determinar se esse efeito ocorre em pessoas em várias regiões geográficas, bem como pacientes de outros grupos raciais e étnicos, desde que nossos pacientes eram principalmente americanos de descendência européia”, Adappa concluiu.
 
O estudo intitulado “O genótipo TAS2R38 prediz o resultado cirúrgico em rinossinusite crônica nonpolypoid,” foi publicado online antes da impressão em 12 de novembro de 2015, no International Forum of Allergy & Rhinology.
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