pressão arterial

Tratamento da periodontite pode auxiliar na diminuição da pressão arterial

Tratar a periodontite pode ajudar a diminuir a pressão arterial, de acordo com um estudo recentemente publicado. O estudo realizado na Universidade de Guangzhou, na China, revela que tratar as doenças periodontais pode ajudar pacientes com potencial para o desenvolvimento de quadros hipertensivos.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores partiram de uma amostragem de 107 mulheres e homens chineses com mais de 18 anos com pressão arterial no limiar mais elevado da normalidade e que foram divididos em dois grupos – um recebeu tratamentos convencionais e outro recebeu tratamentos intensivos.

O tratamento padrão incluiu instruções de higiene oral básicas e limpeza dentária com remoção da placa bacteriana subgengival. O tratamento intensivo, por sua vez, incluiu o tratamento padrão assim como uma limpeza profunda com anestesia local, tratamento com antibióticos e extrações dentárias nos casos em que foi necessário.

Resultado: números expressivos

De acordo com os autores do estudo, um mês após o tratamento, a pressão arterial sistólica estava três pontos mais baixa que inicialmente no caso dos pacientes que receberam o tratamento intensivo. Na pressão arterial diastólica não se registaram alterações. Três meses depois do tratamento, a pressão arterial sistólica tinha baixado oito pontos e a pressão arterial diastólica diminuiu quatro pontos. Seis meses depois, a diminuição da pressão arterial sistólica chegou aos 13 pontos e aos 10 pontos no caso da pressão arterial diastólica.

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Estudo: pressão arterial da mãe pode indicar o sexo do bebê

pressão sanguíneaA pressão arterial de uma mulher antes da gravidez tem uma relação estreita com a probabilidade dela dar à luz um menino ou uma menina.

A possibilidade de prever o sexo do bebê no início da gravidez tem sido um tema de fascínio público, gerando inúmeras teorias de características maternas associadas à presença de um feto masculino ou feminino. Contudo, até hoje nenhuma dessas teorias foi conclusivamente apoiada por evidências experimentais robustas.

Isto pode estar mudando agora, graças aos dados coletados pela equipe do professor Ravi Retnakaran, do Hospital Monte Sinai de Toronto (Canadá), e que acabam de ser publicados no American Journal of Hypertension.

As observações levantam a possibilidade de que pode haver diferenças subjacentes que se relacionam com a probabilidade de uma mulher dar à luz um menino ou menina.

Monitoramento

A equipe começou montando uma amostra representativa da população de 3.375 mulheres jovens que estavam planejando ter uma gravidez no futuro próximo. E então as acompanharam desde 2009, para ver quais engravidavam e qual o sexo dos seus bebês.

Além de fazer um controle para idade, escolaridade e tabagismo, a equipe monitorou uma série de indicadores de saúde das mulheres, incluindo IMC (Índice de Massa Corporal), perímetro da cintura, colesterol LDL, colesterol HDL, triglicérides e glicose e pressão arterial.

As gravidezes no grupo resultaram no nascimento de 739 meninos e 672 meninas.

A média da pressão arterial sistólica ajustada antes da gravidez foi maior nas mulheres que posteriormente tiveram um menino do que nas que deram à luz uma menina – 106,0 vs. 103,3 mm Hg.

Proporção entre sexos

Após todos os ajustes estatísticos, a equipe concluiu que uma maior pressão arterial materna antes da gravidez é um fator preditivo independente de dar à luz um menino.

“Isto sugere que a pressão arterial de uma mulher antes da gravidez é um fator previamente não reconhecido que está associado com sua probabilidade de dar à luz um menino ou uma menina. Este novo insight pode ter implicações tanto para o planejamento reprodutivo, quanto para nossa compreensão dos mecanismos fundamentais subjacentes à proporção entre sexos em humanos,” disse o professor Retnakaran.

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