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FDA americano proíbe utilização da maioria de luvas de procedimento talcadas

luvas talcadasA Food and Drug Administration (FDA) emitiu uma regra final que proíbe a utilização da maioria das luvas de procedimentos com talco no país. A regra que entra em vigor em 18 de janeiro se aplica ao exame das luvas de pacientes, luvas cirúrgicas com talco e luvas cirúrgicas lubrificadas.

“Embora o uso de estas luvas esteja diminuindo, elas representam um razoável e substancial risco de doença ou lesão aos prestadores de cuidados de saúde e aos pacientes e outras pessoas que estão expostas a elas, que não podem ser corrigidas através de rótulos novos ou atualizados”, disse a agência quando propõe a proibição em março de 2016.

No seu resumo da regra, o FDA observou que a proibição não se aplica ao pó utilizado no processo de fabricação de luvas sem talco, onde o pó não se destina a ser parte da luva final. Além disso, declara que espera-se que luvas com acabamento sem talco incluam somente vestígios de pó residual a partir destes processos e que a agência incentiva os fabricantes a garantir que luvas com acabamento sem talco tenham tão pouco talco quanto possível.

Problemas com o talco

O talco que às vezes é adicionado a luvas de látex de borracha natural para torna-las mais fáceis de colocar e retirar pode transportar proteínas que podem causar reações alérgicas respiratórias, disse a FDA. Ela explicou que “embora luvas com talco sintético não apresentem o risco de reações alérgicas, esses dispositivos estão associados com uma extensa lista de eventos adversos potencialmente graves, incluindo a inflamação das vias aéreas, inflamação de feridas, e aderências pós-cirúrgica, que são faixas de tecido cicatricial fibroso que se formam entre os órgãos internos e tecidos. Estes efeitos colaterais têm sido atribuídos ao uso de talco de luva em todos os tipos de luvas”.

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Amálgama dentário: seu fim está cada vez mais próximo

dente tratado com amálgamaVárias organizações não-governamentais (ONGs) europeias uniram-se para apelar aos órgãos decisores europeus solicitando a retirada do mercado dos amálgamas dentários por conta do mercúrio. De acordo com estas instituições, os amálgamas representam um risco de “envenenamento secundário” e continuam sendo muito utilizados na Europa.

A Comissão Europeia, o Conselho Europeu e o Parlamento Europeu vem discutindo nos últimos o novo Regulamento Europeu sobre o Mercúrio, incluindo a sua utilização no âmbito da odontologia.

“A Europa é o maior utilizador do mundo de amálgama e as ONGs de defesa do consumidor, da saúde e do meio-ambiente, bem como muitos dentistas, pedem que a sua utilização venha a ser proibida”.

O amálgama dentário e a presença do mercúrio vem sendo tratados naquele continente como um risco de envenenamento secundário pela Comissão Científica de aconselhamento da Comissão Europeia, pois acaba entrando na cadeia alimentar humana através do consumo de pescados. Além de representar um risco para a saúde humana, o amálgama dentário apresenta um elevado impacto ambiental tanto para o ar, como para a água e solo.

O Comitê de aconselhamento da Comissão Europeia na área da saúde já recomendou que a utilização do amálgama dentário tenha seu uso proibido tanto em crianças e como em mulheres grávidas.

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