relação

Doença gengival e Impotência: descoberta conexão

O estudo, publicado no Journal of Periodontology, revela que homens com doença gengival severa apresentam probabilidade duas vezes maior de sofrer de impotência em comparação aqueles com dentes e gengivas saudáveis.

O primeiro estudo desse tipo envolvendo uma população europeia examinou mais de 150 homens, e os pesquisadores foram capazes de determinar que três em cada quatro (74%) com disfunção erétil também apresentavam má saúde bucal.

Em resposta aos resultados, a Oral Health Foundation, busca enfatizar as ligações entre o avanço das doenças gengivais e problemas em outras partes do corpo e acredita que os benefícios de cuidar melhor das gengivas podem ir muito além de uma boca saudável.

O Dr. Nigel Carter OBE, CEO da Oral Health Foundation, afirma: “Por mais surpreendentes que possam ser esses resultados, pode ser um alerta para os homens começarem a prestar mais atenção a sua saúde bucal, particularmente suas gengivas.”

“Nos últimos anos, as doença gengivais têm sido associadas a condições como diabetes, derrame e doenças cardíacas, mas um risco maior de impotência pode ser a gota d’água para os homens que relutam em gastar um pouco mais de tempo cuidando suas gengivas.”

Só relembrando, a doença da gengiva acontece quando os tecidos que sustentam os dentes incham e ficam doloridos ou infectados. Não tratados nos estágios iniciais, a doença continuará a piorar e poderá resultar em perda dentária.

Sinais de alerta

Encontrar sangue na escova de dentes ou no creme dental após a escovação é um sintoma comum dessa condição. As gengivas também podem sangrar quando a pessoa se alimenta, deixando um gosto ruim na sua boca.

“Felizmente, a doença da gengiva é uma doença totalmente evitável e tratável, mas evitá-la e reduzir o risco de baixo desempenho no quarto exige uma rotina de saúde bucal eficaz e consistente”, acrescenta o Dr. Carter.

Prevenção é fundamental

“Escovar os dentes com um creme dental com flúor regularmente, realizar limpeza entre os dentes com fio dental e escovas interdentais e manter visitas regulares ao dentista é a melhor maneira de evitar ou tratar doenças gengivais.”

“É preciso um tempo relativamente pequeno para dar aos dentes e às gengivas o cuidado de que eles precisam e ficar longe de problemas que possam ser motivo de sofrimento.”

Melhora da função erétil

A pesquisa também informou que o tratamento da doença gengival, reduzindo a inflamação das gengivas, pode resultar em melhora da função erétil.

Além de ser capaz de tratar qualquer sinal de doença da gengiva antes de se tornar um problema mais grave, visitas regulares ao dentista também podem remover a placa bacteriana e o tártaro dos dentes, além de fazer a boca retornar a um estado saudável.

Fonte: Martin A, Bravo M, Arrabal M et al. (2018) Chronic periodontitis is associated with erectile dysfunction. A case-control study in European population. Wiley: Journal of Clinical Periodontology. 2018;45:791-798.
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Doença periodontal e coronariana tem a mesma origem genética

A doença periodontal pode ter a mesma base genética que a doença coronariana. A conclusão é de um estudo realizado na Universidade de Berlim, na Alemanha, e apresentado no EuroPerio9, que se realizou nas últimas semanas em Amsterdã.

Gene VAMP8

Segundo o estudo, o gene VAMP8 é significativamente mais frequente em pacientes com doença coronária e periodontite do que em pacientes saudáveis, o que indica que este gene pode estar na base de ambas as patologias.

Conheça o estudo em detalhe aqui.

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Periodontite e degeneração macular: uma enigmática Conexão

Muitos estudos clínicos ligam a periodontite crônica (PC) a vários distúrbios sistêmicos e, ultimamente, a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), uma das principais causas de perda irreversível da visão em idosos, está associada à doença periodontal.

A chave do problema pode ser um dos principais causadores da periodontite crônica, Porphyromonas gingivalis (Pg), demonstraram capacidade de invadir células epiteliais, fibroblastos e dendríticas.

“Nosso estudo foi desenhado com o objetivo de questionar o papel da Pg e sua infecção por fímbrias das células epiteliais pigmentadas da retina humana e da retina de ratos retro-orbitalmente injetados, revelando assim possíveis ligações moleculares entre a CP e a DMRI”, disse Hyun Hong. Estudante de odontologia de pré-doutorado, Programa de Pesquisa de Verão, Faculdade de Odontologia da Geórgia) e Dr. Pachiappan Arjunan, o pesquisador principal, que dirigiu este estudo (Professor Assistente do Departamento de Periodontia da Faculdade de Odontologia da Geórgia, Universidade de Augusta).

Resultados

Células epiteliais de pigmento retiniano humano foram infectadas com Pg e suas linhagens mutantes isogênicas e genes foram analisados por qPCR.

Os resultados mostraram que as células epiteliais do pigmento retiniano humano ocupam Pg381 e que a qPCR mostra um aumento significativo nos níveis de expressão dos genes, importante na imunossupressão e marcadores de angiogênese / neovascularização em comparação com o controle não infectado.

Certos genes relacionados à regulação do complemento foram regulados positivamente, enquanto outros foram reprimidos. Em um modelo animal, os efeitos relacionados à DMRI nas retinas de camundongos foram induzidos pela injeção de Pg em comparação ao grupo controle.

Conexão estabelecida

O Dr. Arjunan afirma que “Este é o primeiro estudo demonstrando a ligação entre a infecção por patobionte oral e a patogênese da DMRI e que a Pg pode invadir células epiteliais do pigmento da retina humano e elevar os genes relacionados à DMRI que podem ser as moléculas-alvo para ambas as doenças.”

Além disso, estudos sucessivos em andamento no laboratório do Dr. Arjunan em colaboração com o Dr. Christopher W Cutler (Professor e Presidente, Departamento de Periodontia, Colagem Dental da Geórgia, Augusta University), puderam distinguir o papel causal específico da Pg na patogênese da DMRI. A primeira parte deste trabalho será publicada muito em breve, acrescentou.

Este trabalho foi financiado pelo Departamento de Periodontia, da Faculdade de Odontologia da Geórgia, Augusta University e busca apoio adicional de financiamento do National Institutes of Health (NIH) para alcançar o objetivo deste estudo inovador.

Na 47ª Reunião Anual da Associação Americana de Pesquisa Odontológica (AADR), realizada em conjunto com a 42ª Reunião Anual da Associação Canadense de Pesquisa Odontológica (CADR), Hyun Hong, da Faculdade de Odontologia da Geórgia na Universidade Augusta, apresentou um pôster intitulado “Investigando a ligação enigmática entre a inflamação periodontal e a degeneração da retina”.

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Bactéria associada à doença periodontal pode ter relação com câncer de esôfago

A bactéria bucal responsável pela doença periodontal pode estar associada ao câncer de esôfago. A conclusão consta de um estudo recente publicado na revista científica Cancer Research, que depois de analisar a saúde bucal de 122 mil norte-americanos durante dez anos mostra que a presença de bactérias relacionadas com a doença periodontal pode levar a um aumento ou diminuição do risco para o desenvolvimento deste tipo de carcinoma.

De acordo com os autores do estudo, a bactéria bucal Tannerella forsythia está associada a um aumento de 21% na probabilidade de desenvolvimento de tumores no esôfago.

Anthony Starpoli, especialista em cancro do esôfago, defende que “ainda não é claro se a presença desta bactéria ou a doença periodontal resultante são responsáveis pelo desenvolvimento do câncer”.

Não são apenas noticias ruins

Importante também citar que algumas das bactérias bucais analisadas pelos pesquisadores no âmbito deste estudo foram associadas a uma diminuição do risco de desenvolvimento de câncer bucal, o que sugere que enquanto algumas bactérias podem ser responsáveis pelo desenvolvimento deste carcinoma altamente mortal, outras podem ajudar a diminuir as chances de seu desenvolvimento.

Esta não é a primeira vez que as bactérias bucais são associadas ao desenvolvimento de outras patologias, especialmente doenças oncológicas. No final do ano passado, um estudo japonês já havia relacionado as bactérias orais com o câncer de esôfago.

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O que os dentes podem contar sobre a saúde de uma pessoa

Os dentistas costumam alertar com frequência do quanto importante é manter uma boa saúde bucal para ter uma ‘saúde de ferro’.
Além do óbvio, a saúde dos dentes ainda tem muito a dizer sobre a saúde do organismo de uma forma geral. Aparentemente, mais do que se imagina!

Um artigo recentemente publicado pelo International Business Times informa que além de ser a primeira coisa em que a maioria das pessoas observa quando conhece alguém, o ‘sorriso’ oferece também várias pistas sobre o estado de saúde de um paciente.

A saúde óssea, por exemplo, é frequentemente é uma das mais afetadas por uma má saúde oral, especialmente a mandíbula, cuja erosão muitas vezes se manifesta em perda dentária e dor.

Corpo e Mente

O estado da saúde mental, por outro lado, também pode se manifestar em problemas dentários e orais. O bruxismo é um desses casos, estando associado a determinados estados mentais e características de personalidade. De acordo com vários estudos, as pessoas que sofrem da patologia tendem a ser mais agressivas, competitivas e, sobretudo, mais ansiosas, com 70% das pessoas que padecem de bruxismo a sofrerem também de stress e problemas de ansiedade.

A publicação ainda relata que o estado da saúde bucal pode permitir avaliar o risco para o desenvolvimento de demência. Por exemplo, perda dentária antes dos 35 anos pode ser considerada um fator de risco para a doença de Alzheimer.

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Relação entre aleitamento materno e cáries em crianças

Um estudo conduzido na Universidade de Adelaide tem sugerido que crianças amamentadas por no mínimo dois anos poderiam apresentar maior risco para o desenvolvimento de cáries. Os pesquisadores consideraram essa descoberta contrapondo-a ao padrão de açúcar consumido em alimentos.

O objetivo do estudo foi investigar o efeito da amamentação prolongada em crianças com dentes. A pesquisadora responsável pelo estudo, Dra. Karen Glazer Peres da Faculdade de Odontologia de Adelaide, explicou que crianças amamentadas na idade igual ou superior a 2 anos tiveram risco aumentado de desenvolver problemas odontológicos, incluindo dentes ausentes, com sinais de cáries ou com obturação.

De acordo com o estudo, o risco de terem cáries severas na primeira infância era 2,4 vezes maior comparado com as crianças amamentadas até um ano de idade. Entretanto, os pesquisadores descobriram que a amamentação até os 13–23 meses não teve efeito na incidência de cáries.

No geral, 1.129 crianças nascidas em 2004 em Pelotas/RS, uma cidade suprida com água pública fluorada, foram incluídas no estudo. Os dados da amamentação foram coletados no nascimento, quando as crianças estavam com 3 meses, 1 ano e 2 anos de idade. Adicionalmente, dados do consumo de açúcar foram coletados nas idades de 2, 4 e 5 anos.

Os pesquisadores descobriram que o consumo do açúcar só foi associado a maior risco de desenvolvimento de cárie severa na primeira infância quando as crianças o consumiam em alta quantidade, isso comparado as que consumiam menos.

Amamentação prolongada – fator de risco para cáries

Considerando o consumo de açúcar das crianças, a análise mostrou que a amamentação prolongada era um fator de risco independente para cárie e deterioração severas, dentes ausentes ou obturados.

“A amamentação é um recurso inquestionável à nutrição da criança. Os dentistas deveriam encorajar as mães a amamentar e, do mesmo modo, aconselhá-las sobre o risco. Recomendações gerais como o consumo de água fluorada e a higienização dos dentes da criança com pasta de dente com flúor antes de irem dormir podem ajudar na prevenção de cáries”, disse Peres.

O estudo, intitulado “Impact of prolonged breastfeeding on dental caries: A population-based birth cohort study”, foi publicado na edição de junho da revista Pediatrics. Ele foi conduzido com colaboração dos pesquisadores da Universidade de Pelotas e Universidade de São Paulo.

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Relação entre bruxismo e o insucesso nos implantes

Relação entre bruxismo e o insucesso nos implantes

Milhões e milhões de pessoas são afetadas pelo bruxismo mundo afora, uma perturbação comum que provoca sérios danos na dentição e nas restaurações dentárias. As conclusões de um novo estudo, realizado na Universidade de Malmö (Suécia) indicam que ranger os dentes ou cerrar o maxilar de forma excessiva pode estar associado a um risco mais elevado de insucesso no implante.

No estudo, a taxa de insucesso nos implantes se mostrou três vezes superior em pacientes com bruxismo do que em pacientes que não sofrem desta perturbação. Buscando esclarecer a associação entre bruxismo e o risco de insucesso em implantologia, os pesquisadores analisaram dados relativos a 3.549 implantes, colocados em 994 pacientes.

Análise do grupo

Neste grupo, 56 pacientes (com 185 implantes no total) sofriam de bruxismo. No total registou-se insucesso em 179 implantes. Ao comparar a taxa de insucesso entre pacientes com bruxismo e pacientes sem a patologia, os pesquisadores suecos descobriram que as taxas de insucesso eram 13,0 e 4,6 por cento, respetivamente. Assim, o risco de perder um implante era quase três vezes superior no grupo com bruxismo, conforme o atual estudo.

A análise revelou ainda que o bruxismo era mais frequente em homens e que as taxas de insucesso eram superiores em implantes curtos e grandes. Outros fatores de risco associados a taxas mais elevadas de insucesso nos implantes foram identificados: tabagismo, diabetes de tipo 2, ingestão de fármacos para o colesterol elevado e hipotiroidismo, antidepressivos e inibidores da bomba de protons.

Conclusão

Os pesquisadores concluíram que o bruxismo pode ser associado a um risco aumentado de insucesso nos implantes.
Contudo, sublinharam que a análise das causas adjacentes, outros fatores de risco, incluindo o comprimento, diâmetro e superfície do implante, hábitos como o tabagismo e a ingestão de determinados fármacos deve também ser levados em conta.

O estudo, intitulado “Bruxism and dental implant failures: A multilevel mixed effects parametric survival analysis approach” foi publicado na edição de novembro de 2017 do Journal of Oral Rehabilitation.

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Pacientes asmáticos têm maior chance de sofrer de doença periodontal

Pacientes asmáticos têm maior chance de sofrer de doença periodontal

Os pacientes que sofrem de asma têm maiores probabilidades de vir a sofrer de doenças da gengivais, revela um estudo recentemente publicado na revista científica Journal of Periodontology.

O estudo agora publicado faz a revisão científica de 21 estudos publicados sobre o tema entre 1979 e 2017 e analisa a relação entre a asma e as doenças bucaIS, confirmando que as pessoas que sofrem de asma têm 18,8% maior probabilidade de sofrer de periodontite.

Nigel Carter, CEO da Oral Health Foundation do Reino Unido, comenta que “sabemos há algum tempo que existe uma relação próxima entre as doenças bucais e as doenças sistêmicas, como as doenças cardíacas e o diabetes. Este estudo é muito significativo já que pode ajudar milhões de pacientes com asma a lidarem com outros problemas de saúde significativos”.

Amostragem representativa

A pesquisa envolveu cerca 120 mil indivíduos e conseguiu demonstrar que os pacientes com asma têm maiores chances de padecer de doenças da gengiva do que aqueles que não possuem a doença.

Esta não é a primeira vez que as doenças gengivais se mostram associadas a outras patologias, tendo já sido identificadas relações diretas com doenças como patologias cardíacas, diabetes e doença pulmonar obstrutiva crônica.

Estudos como este corroboram ainda mais a importância que a Odontologia e em particular os profissionais dentistas têm no contexto da saúde das pessoas. O organismo humano é uma coleção de diferentes sistemas, mas todos intimamente ligados.

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Cáries dentais não tem origem genética

Cáries dentais não tem origem genética

Os genes individuais não estão associados à presença das bactérias responsáveis pelo desenvolvimento de cáries dentárias, revela um estudo recentemente publicado pelo Murdoch Children’s Research Institute, na Austrália. De acordo com a pesquisa, que analisou a microbiota oral, o desenvolvimento de cáries dentárias é, sobretudo, influenciado por fatores ambientais como a dieta e os cuidados de higiene bucal dos pacientes.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores recorreram a uma amostra de vários gêmeos, com o objetivo de analisar de que forma a genética pode impactar a microbiota oral. Para isso, fizeram um perfil do microbioma da placa supra gengival de 205 pares de gêmeos geneticamente idênticos e de 280 gêmeos não idênticos entre os 5 e os 11 anos de idade.

Os cientistas analisaram amostras de saliva bem como os vários elementos da composição da microbiota oral para determinar quais são influenciados pela genética, descobrindo que as bactérias ‘herdadas’ não estão relacionadas com o desenvolvimento de cáries dentárias.

Conclusão

“Pode existir uma percepção na comunidade de que uma má saúde bucal seja geneticamente herdada. Mas esta pesquisa demonstra que os pais e as crianças podem estar no controle da sua saúde bucal”, defende Jeff Craig, um dos responsáveis pelo estudo.

O presente estudo pode ser encontrado neste link.

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Pesquisadores identificam áreas do DNA responsáveis pela Periodontite

Uma equipe de pesquisadores da Charité Universitätsmedizin Berlin, na Alemanha, anunciou ter conseguido identificar variações de sequências de DNA que podem estar associadas a um maior risco para o desenvolvimento de doença periodontal. De acordo com os cientistas existem pelo menos duas segmentos de genes que podem estar altamente associadas à doença.

Para chegar a esta conclusão, os cientistas analisaram a relação entre as diferenças de sequenciação na informação genética e a incidência da doença em milhares de pacientes com periodontite agressiva e crônica. Depois compararam os resultados com um grupo de controle com pessoas saudáveis.

Resultados

As conclusões revelaram que existem pelo menos duas regiões dos genes que mais parecem estar associadas a um risco mais elevado para o desenvolvimento de diferentes formas de periodontite. Uma dessas regiões é responsável pela síntese dos alpha-defensins, que são produzidos pelas células imunológicas especializadas, revelam os pesquisadores. A outra região inibe a ativação destas células de defesa.

“Os nossos resultados mostram que as diferentes formas de doença gengivais compartilham uma origem genética comum. Isto significa que existem grupos de pacientes que são suscetíveis ao desenvolvimento de doenças da gengiva mas cuja suscetibilidade é independente de outros fatores de risco como o consumo de tabaco, higiene oral ou idade”, comenta Arne Schäfer, responsável pela coordenação do estudo.

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