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Respirar pela boca ao dormir aumenta o risco de cáries

homem dorme respirando pela bocaAs pessoas que respiram pela boca quando dormem e as que sofrem de apneia do sonho correm mais risco de ter cáries do que as que o fazem pelo nariz, segundo um estudo da Universidade de Otago, da Nova Zelândia, divulgado na última segunda-feira.

“Nossa pesquisa respalda a ideia de que respirar pela boca pode ser um fator fortuito vinculado às doenças dentais como a erosão do esmalte e as cáries”, disse a chefe da pesquisa, Joanne Choi, para a “Radio New Zealand”.

Na pesquisa foram estudados os níveis de ph oral de dez voluntários que dormiram de forma alterna com pinças no nariz que os obrigava a respirar pela boca durante o sono.

No estudo, publicado no “Journal of Oral Rehabilitation”, se descobriu que os pacientes que foram forçados a dormir com a boca aberta tinham um ph médio de acidez de 6,6 comparado com o ph neutro de 7 registrado em quem respirava pelo nariz durante o sono.

Muitas vezes o nível caiu a 3,6, que está muito abaixo do limite de 5,5 quando o esmalte começa a se desmineralizar, nos casos em que os voluntários foram forçados a respirar pela boca, acrescentou a fonte.

O ph, cujos valores normais oscilam entre 5,6 e 7,6, ajudam a proteger a integridade da mucosa, acabar com restos alimentícios e bactérias, neutralizar os ácidos e remineralizar as lesões dentárias e possui, além disso, propriedades antibacterianas.

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Novas recomendações para a duração do sono

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A importância de um sono adequado para a saúde é amplamente conhecida. No entanto, a quantidade de sono que uma pessoa precisa depende da idade, do indivíduo, etc. Um painel de especialistas multidisciplinares da Fundação Nacional do Sono dos EUA publicou novas recomendações de intervalos de sono para diferentes faixas etárias. Os intervalos recomendados foram publicados em “Sleep Health: The Official Journal of the National Sleep Foundation”.

As recomendações incluem um intervalo específico considerado ideal para cada faixa etária. Além disso, também incluem uma duração maior, o que pode ser conveniente e adequado para algumas pessoas, bem como o número de horas mínimas e máximas. Em comparação às diretrizes anteriores, o intervalo recomendado aumentou para a maioria das faixas etárias.

Em recém-nascidos (até três meses) recomenda-se uma duração do sono diária de catorze a dezessete horas, em bebês (quatro a onze meses) de doze a quinze horas e em crianças (um a dois anos) de onze a catorze horas. Na idade pré-escolar (três a cinco anos), os especialistas recomendam dez a treze horas de sono e na idade escolar (seis a treze anos) nove a onze horas. Em adolescentes, a duração do sono ideal recomendada é de oito a dez horas, e em pós-adolescentes (18 a 25) e adultos (26 a 64) de sete a nove horas. Em adultos mais velhos (acima de 65 anos) recomenda-se dormir de sete a oito horas.

“As recomendações da Fundação Nacional do Sono para a duração do sono ajudarão indivíduos a programar o sono de acordo com o intervalo saudável. Estas recomendações também servem como um ponto inicial útil para os indivíduos discutirem seu sono com seus médicos”, afirmou David Cloud, chefe da Fundação Nacional do Sono.

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