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Tratamento de periodontite – diretrizes baseadas em evidências

periodontite

As primeiras diretrizes internacionais de tratamento com base em evidências para periodontite – que afeta 50% de todos os adultos – foram publicadas recentemente no Journal of Clinical Periodontology.

Esta é a publicação oficial da European Federation of Periodontology (EFP).

Periodontite – atinge 50% dos adultos

A periodontite, frequentemente chamada de doença gengival, afeta cerca de metade de todos os adultos. A periodontite grave é a sexta doença mais comum em todo o mundo. Periodontites causam inflamação das gengivas, que ficam vermelhas, inchadas e podem sangrar durante a escovação.
Esta é a resposta imunológica do corpo às bactérias que se acumularam nos dentes.
Se não for tratada, a inflamação se espalha para o ligamento e osso que sustenta os dentes, causando afrouxamento e perda dos dentes.

A periodontite é uma condição devastadora que leva não apenas a dor e irritação nas gengivas.
Também leva a problemas de mastigação, mudanças desagradáveis no comprimento e na posição dos dentes.

Detecção precoce – caminho rápido de cura

E também acarreta baixa autoestima, afastamento de atividades sociais e um risco aumentado de outras condições inflamatórias, incluindo diabetes.
Essas diretrizes descrevem como lidar com essa doença. A periodontite uma vez detectada em seus estágios iniciais tem tratamento direto e as consequências são mínimas.

Periodontite – etapas fundamentais da terapia

Quatro etapas sequenciais para a terapia são recomendadas:

1. Uma boa higiene oral e um estilo de vida saudável para reduzir a inflamação são a base para uma resposta ideal ao tratamento. E também controle a longo prazo da doença.

Essa etapa também inclui a remoção profissional de bactérias (placa bacteriana e tártaro) das partes dos dentes visíveis acima das linhas da gengiva.

2. Limpeza profissional completa das superfícies radiculares abaixo da linha da gengiva e terapias adicionais, se necessário.

3. Tratamentos mais complexos, como cirurgia, podem ser necessários em alguns (não todos) pacientes.

4. Cuidados de suporte de longo prazo para prevenir recaídas, com estilos de vida saudáveis, boa higiene oral e exames gerais com limpeza.

As etapas se sobrepõem e uma boa higiene bucal é essencial em todo o processo.

A limpeza profissional só é eficaz se os pacientes já mantém uma boa higiene bucal.
A cirurgia não é recomendada para pessoas com higiene bucal deficiente.

Doença gengival – O que pode ajudar ou agravar

Um estilo de vida saudável é crucial.
A periodontite é uma doença inflamatória crônica e as condições que aumentam a inflamação no corpo a pioram.

Por exemplo, obesidade, tabagismo e a glicose sanguínea fora de controle (diabetes) tendem a agravar o problema.
Boa nutrição e atividade física podem combater a inflamação.

A doença gengival é causada por um acúmulo de bactérias orais.
Esse acúmulo desencadeia uma resposta imunológica prejudicial em vez de protetora.

O avanço desse processo destrói o osso que sustenta os dentes.
A reação imunológica mal direcionada é em parte herdada geneticamente.

Em grande parte, porém, é impulsionada por hábitos como fumar e elevada ingestão de açúcar refinado.
Isso tudo associado a hábitos de higiene bucal ruim agrava a condição.

O sucesso sustentável a longo prazo requer a melhoria da higiene bucal e dos hábitos de vida.
Raramente há necessidade de medicamentos específicos, como antibióticos.

Elementos motivadores

Um poderoso motivador para melhorar a higiene bucal é apresentar aos pacientes (evidências) visuais de sua periodontite.
Por exemplo, um raio-X de seus dentes, explicando por que eles são suscetíveis e o que pode se pode fazer.

Após o tratamento bem-sucedido, os pacientes que assumem o controle de sua saúde bucal e estilo de vida podem interromper a doença gengival mantendo a integridade de seus dentes por toda a vida.

Qual o objetivo principal da terapia?

O principal objetivo da terapia é prevenir a perda dentária.
Qualidade de vida é outra meta, o que significa ter dentes confortáveis para usar (ou seja, não muito instáveis), comer sem dor e melhorar a aparência.

O tratamento bem-sucedido transforma a vida das pessoas: elas ficam mais confiantes, sorriem e saem mais.
Também melhora a saúde geral, impedindo que as bactérias orais entrem no sangue e assim aumentem os níveis de inflamação em todo o corpo. O que comprovadamente afeta de forma negativa outras condições, como o diabetes.

O que você pode fazer para prevenir uma doença gengival

  • Escovar os dentes de forma adequada após as refeições usando uma escova de dentes manual ou elétrica;
  • Limpar entre os dentes diariamente usando uma escova interdental (ou fio dental se as lacunas forem muito apertadas);
  • Enxaguantes bucais ou cremes dentais específicos podem ser usados além da limpeza para reduzir a inflamação. Ambos, preferencialmente, indicados pelo seu dentista;
  • Não fumar, manter um peso saudável, ter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física, reduzir o estresse;
  • Se você tem diabetes, controlar o nível açúcar no sangue.

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Fonte: European Federation of Periodontology
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O que são osteomas e onde eles podem surgir?

O que são osteomas e onde eles podem surgir?

osteomas

Osteomas são tumores ósseos benignos que normalmente se formam no crânio.

Dependendo de onde eles se desenvolvem, às vezes podem causar problemas.
Complicações como dores de cabeça ou infecções dos seios nasais.

Embora essas formações tendam a se formar no crânio, eles também podem se desenvolver nos ossos longos do corpo.
Ossos como, por exemplo, aqueles da canela e da coxa.
Osteomas que ocorrem nos ossos longos do corpo são chamados osteomas osteoides.

Neste artigo abordaremos as diferentes categorias de osteoma, bem como seus sintomas, causas e possíveis tratamentos.

Osteomas e seus diferentes tipos

De acordo com uma publicação de 2013, existem três diferentes categorias de osteomas:

  • Compactos: Estes são compostos de material ósseo muito denso;
  • Esponjosos: são semelhantes ao osso normal e geralmente incluem medula óssea;
  • Combinados ou mistos: são crescimentos que apresentam características compactas e esponjosas.

Osteomas podem ocorrer em quase qualquer lugar nos ossos do crânio. Segundo o estudo de 2013, eles são comuns no maxilar e nos seios paranasais.

Sintomas

Geralmente, os osteomas não causam sintomas.
De fato, as pessoas podem não perceber a presença de crescimento. Isso até que um médico examine os seios da face ou o crânio devido a outros problemas de saúde que o indivíduo possa ter.

O tamanho e a localização dos osteomas podem contribuir para seus possíveis sintomas. Por exemplo, crescimentos menores são menos propensos a causar sintomas. Crescimentos maiores têm maior probabilidade de causar sintomas com base em sua localização.

Algumas das principais localizações dos osteomas

  • Perto dos seios nasais: um osteoma perto dos seios pode causar uma obstrução. Isso pode impedir a drenagem do muco e levar a uma infecção sinusal;
  • Próximo dos olhos: um osteoma próximo ao olho pode causar a projeção do olho. Isso é conhecido como proptose (olhos esbugalhados);
  • Testa ou crânio: um osteoma na testa ou no crânio pode causar dores de cabeça;
  • Maxilar: um osteoma no maxilar pode causar dor facial ou dor ao mover a boca;
  • Ouvidos: um osteoma no ouvido pode causar perda auditiva temporária. Isso geralmente se resolve com o tratamento adequado;
  • Ossos longos: osteomas dos ossos longos do corpo são chamados osteoides. Estes podem aparecer na tíbia (osso da canela) e no fêmur (osso da coxa);

Causas

De acordo com uma revisão de 2010 -, ainda não se conhece o que causa os osteomas.

Eles podem ser, por exemplo, o resultado da reação do corpo a doenças ou ferimentos.

Em casos raros, o osteoma está associado à síndrome de Gardner.
A síndrome de Gardner é uma condição rara que causa pólipos colorretais e diferentes categorias de tumor benigno e maligno.

Tratamento

Osteomas nem sempre requerem tratamento. De acordo com a Stanford Medicine. Quando o tratamento é necessário para um osteoma no crânio, o médico pode usar procedimentos endoscópicos. Neste caso, se referem à inserção de instrumentos especializados através da cavidade nasal do paciente.

Se o osteoma ocorrer perto da superfície da pele, os médicos geralmente podem criar pequenas incisões para remoção do crescimento. Crescimentos grandes podem exigir técnicas mais invasivas, no entanto.

Um estudo de 2017 indica que se pode recomendar ablação por radiofrequência percutânea para tratar osteomas osteoides. Essa técnica usa ondas de radiofrequência para destruir o osteoma e impedir que ele volte a crescer.

Segundo a Stanford Medicine, uma tomografia computadorizada dos ossos costuma ser suficiente para diagnosticar osteomas. Em muitos casos, uma biópsia não é necessária.

No entanto, existem várias outras maneiras de diagnosticar um osteoma, incluindo ressonância magnética e radiografias.

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Fontes: Stanford Medicine, NCBI, Atlas of Genetics, Ortho Info, CHOP
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É uma afta ou herpes? Como saber a diferença

É uma afta ou herpes? Como saber a diferença

afta ou herpes

Como saber a diferença entre uma afta ou herpes? Essa é a pergunta que iremos buscar responder neste artigo.

Afta ou herpes – Localizações mais comuns

Os especialistas ainda não sabem ao certo porque as aftas se desenvolvem. Aftas tendem a se formar dentro da boca.
Já o herpes labial resulta de uma infecção viral e é mais comum na boca ou ao redor dela.

As aftas são lesões redondas ou ovais dolorosas que se formam em tecidos moles dentro da boca. Tecidos como na língua ou nos lados internos dos lábios, ou bochechas.

As feridas do herpes são causadas pelo vírus herpes simplex.
Eles podem aparecer nos lábios ou ao redor deles, mas podem se desenvolver em outras partes do rosto ou na língua, gengivas ou garganta.

Estabelecer as diferenças entre uma lesão de afta ou herpes é fundamental. Para tanto agora vamos revisar seus diferentes sintomas e tratamentos.

Sintomas

Na busca pela identificação de uma afta ou herpes para encontrar o tratamento certo, o conhecimento dos diferentes sintomas é essencial:

afta ou herpes

Aftas

As aftas se formam nas áreas mais suaves da boca, como língua, bochechas, lábios e palato mole – localizado na parte posterior do céu da boca.

Aftas são feridas não contagiosas.
Eles são muito comuns na população em geral.

Aftas se curam sem tratamento. Podem, no entanto, reaparecer no mesmo local ou em um local diferente.

Existem três formas de aftas, conhecidas clinicamente como estomatite aftosa:

  • Estomatite aftosa menor: são feridas com menos de 1 centímetro de diâmetro. Se curam em cerca de 1 semana, sem deixar cicatrizes;
  • Estomatite aftosa maior: são feridas com mais de 1 centímetro de diâmetro. São lesões que podem durar mais de algumas semanas e podem deixar cicatrizes;
  • Estomatite aftosa herpetiforme: é o tipo menos comum. São grupos de pequenas feridas que às vezes se fundem para formar as maiores. São lesões que geralmente levam um pouco mais de uma semana para curar.

Os sintomas de uma afta seguem um padrão de três etapas:

  • Primeiro, o indivíduo pode sentir uma sensação de queimação, coceira ou picada em um local na boca, ou ao redor dela;
  • Segundo, uma bolha cheia de líquido, a ferida, se desenvolve no local;
  • Terceiro, a bolha estoura, transborda e se espalha. Isso tudo dentro de 48 horas, após as sensações iniciais de alerta.

afta ou herpes

Herpes

Durante a infância, a maioria das pessoas desenvolve uma infecção pelo vírus herpes simplex responsável pelo herpes labial.

Algumas pessoas nunca apresentam sintomas.
Se os sintomas ocorrerem logo após a infecção inicial, durante a infância, eles podem manifestar:

  • Uma sensação de queimação e, em seguida, a formação de feridas dolorosas. Feridas nos lábios, gengivas, língua ou garganta;
  • Dor de garganta;
  • Dor ao engolir;
  • Gânglios linfáticos inchados (inflamados);
  • Febre;
  • Dor;
  • Dor de cabeça;
  • Náusea.

Alguns desses sintomas podem durar mais de 1 semana.

O herpes labial pode reaparecer e os surtos geralmente se tornam menos graves ao longo do tempo.

Em pessoas saudáveis, o herpes labial geralmente desaparece dentro de 5 a 15 dias, sem causar cicatrizes. Se uma lesão de herpes durar mais de 15 dias, a pessoa deve buscar atenção profissional.

Além disso, qualquer indivíduo com lesão de herpes próxima aos olhos deve consultar um médico imediatamente.

As feridas do herpes são contagiosas.
É importante lavar bem as mãos e regularmente para evitar que elas se espalhem.

Causas

Compreender as causas subjacentes também pode ajudar na diferenciação entre essas duas categorias de lesões.

Aftas

Embora a causa exata das aftas ainda seja um mistério, a Academia Americana de Medicina Oral, explica que elas podem resultar da disfunção do sistema imunológico no revestimento dos tecidos moles da boca.

Aftas são feridas que podem se formar também como uma reação alérgica a alimentos, creme dental ou enxaguatório bucal.

Além disso, aftas podem ser um sinal de uma doença gastrointestinal.
Por esse motivo, o médico pode recomendar uma cultura ou biópsia para fins de averiguação.

Um indivíduo que tenha aftas e algum dos seguintes sintomas, deve consultar um profissional:

  • Fadiga;
  • Dor abdominal;
  • Febre;
  • Desconforto ocular;
  • Erupções cutâneas ou feridas em outros lugares.

Além disso, é importante notificar seu dentista caso mais de três surtos de aftas ocorrerem a cada mês ou quaisquer aftas não desapareçam num prazo de 10 a 14 dias.

Herpes

Uma das formas de manifestação do vírus herpes simplex é causar o herpes labial.
Uma vez que o vírus entra no corpo humano, ele nunca sai. Ou seja, ele até hoje não se conseguiu eliminá-lo do organismo. Na maior parte do tempo permanece latente.

Pessoas com herpes labial podem espalhar a infecção através de:

  • Beijos;
  • Compartilhamento de objetos (copos, talheres, etc);
  • Compartilhamento de itens pessoais, como toalhas.

Surtos de herpes podem ser desencadeados por:

  • Estresse;
  • Fadiga;
  • Doença, como um resfriado;
  • Lesão gerada em áreas onde uma vez apareceram feridas;
  • Queimaduras solares ou apenas exposição a luz solar forte;
  • Alterações hormonais.

Tratamentos

Herpes e aftas respondem a diferentes tratamentos.

Aftas

Embora não haja cura para as aftas, alguns medicamentos vendidos sem receita ou com receita médica podem fazer com que as feridas se recuperem mais rapidamente e apareçam com menos frequência.

Os tratamentos para aftas se enquadram em algumas categorias:

  • Agentes de limpeza: limpam bactérias e detritos da superfície da lesão. Um exemplo é uma solução de peróxido de hidrogênio a 3% misturada com uma quantidade igual de água.
  • Anestésicos tópicos: reduzem a dor. O anestésico mais comum para esse fim é a benzocaína, embora algumas pessoas sejam alérgicas a ele.

Às vezes, um ingrediente da pasta de dentes, chamado laurilsulfato de sódio pode desencadear surtos de aftas. Algumas pessoas podem se beneficiar ao evitar cremes dentais que o contenham.

Se as feridas forem moderadas a graves, evite a automedicação e consulte um dentista ou médico.

Herpes

Dependendo da gravidade do surto de herpes, o dentista ou médico pode prescrever medicamentos antivirais tópicos, ou de uso oral:

  • Aciclovir ou penciclovir tópico;
  • Aciclovir, fanciclovir ou valaciclovir de uso oral.

Algumas pessoas podem precisar de medicamentos para alívio da dor local, com ação anestésica tópica.

Para evitar que o herpes labial piore, a pessoa deve aplicar protetor labial com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 30.

O não tratamento do herpes labial, pode desencadear uma piora do quadro. Isso pode trazer consequências para os indivíduos afetados.

Prevenção

Nem sempre é possível impedir a formação de lesões de aftas ou herpes.
No entanto, algumas estratégias podem ajudar.

Aftas

É importante registrar o aparecimento de aftas num diário.

Isso pode ajudar o indivíduo afetado a detectar gatilhos, que podem envolver alimentos, categorias de creme dental ou enxaguatório bucal e fatores associados ao estilo de vida.

Herpes

Para evitar que as feridas apareçam, os médicos recomendam o uso de tratamento antiviral ao primeiro sinal de alerta. Esse sinal pode ser uma sensação de queimação ou ardência.

Pessoas com herpes labial geralmente podem se beneficiar de um creme prescrito à base de penciclovir. Sua aplicação ajuda a reduzir o tempo e a quantidade de feridas que aparecem na pele.

Outras condições

Outros problemas de saúde podem causar lesões que podem parecer aftas ou herpes. Dentre eles:

  • Certas categorias de bolhas;
  • Lesões diversas;
  • Doenças autoimunes;
  • Câncer oral;

Qualquer pessoa que não tenha certeza sobre o tipo ou causa de uma lesão na boca, ou ao seu redor deve conversar com seu dentista, ou médico.

Afta ou herpes – em resumo

Afta ou herpes são feridas comuns e podem ser parecidas.
No entanto, suas causas, sintomas e tratamentos são diferentes.

As aftas geralmente ocorrem em áreas moles dentro da boca. Embora as lesões do herpes também possam aparecer na língua, garganta ou gengivas, elas tendem a se formar na boca ou ao redor dela.

O vírus do herpes simplex é o causador do herpes labial. Porém, a ciência ainda não tem exata clareza sobre os causadores das aftas.

E por fim, o herpes labial requer tratamento para evitar que a infecção se espalhe. Por outro lado, as aftas geralmente desaparecem por conta própria. Seja afta ou herpes, identificar a causa da lesão já é meio caminho andado para a resolução do problema.

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Fontes: American Academy of Oral Medicine, Everyday Health, American Academy of Dermatology, DermNet NZ

 

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Acupuntura e o alívio de sintomas no tratamento do câncer

acupuntura e o alívio de sintomas

A acupuntura e o alívio dos sintomas no tratamento do câncer foi o resultado de uma pesquisa recente.

Acupuntura e o alívio de sintomas – Boca seca (xerostomia)

A boca seca pode ser um efeito colateral preocupante da radioterapia.
Porém, a acupuntura pode aliviar seus sintomas. Isso é o que um novo estudo sugere.

A pesquisa em questão foi realizada com um universo de 339 pacientes que receberam radiação para tratamento do câncer de cabeça e pescoço.
Desse total, aqueles pacientes que receberam acupuntura apresentaram menos sintomas de boca seca (xerostomia). Isso quando comparado aqueles que não receberam aplicação de acupuntura.

Os pacientes que tiveram acupuntura falsa (placebo) apresentaram o mesmo alívio que o grupo sem acupuntura, observaram os pesquisadores.

Teste placebo – como foi realizado

O tratamento com placebo utilizou uma agulha real em um ponto não indicado para xerostomia. E também agulhas reais em pontos simulados e agulhas placebo em pontos simulados. Foi o que explicaram os autores do estudo.

Acupuntura e o alívio de sintomas – no longo prazo

Um ano após o tratamento, estes foram os resultados observados:

  • 35% dos pacientes que receberam acupuntura tinham sintomas de boca seca;
  • 48% daqueles que receberam acupuntura falsa tinham sintomas de boca seca;
  • 55% daqueles que não receberam acupuntura tinham sintomas de boca seca.

O estudo – Acupuntura e o alívio de sintomas

No estudo em questão os participantes foram aleatoriamente designados para receber acupuntura real, falsa ou sem acupuntura.
Os tratamentos foram dados três vezes por semana no mesmo dia da aplicação da radioterapia.

Boca seca – problema grave para pacientes em tratamento contra o câncer

A boca seca é uma preocupação séria para os pacientes com câncer de cabeça e pescoço submetidos à radioterapia.

A condição pode afetar em 80% dos pacientes até o final do tratamento com radioterapia.

Os sintomas afetam severamente a qualidade de vida e a saúde bucal.

Uma análise mais aprofundada mostrou uma diferença significativa entre pacientes na China e nos Estados Unidos.
Os pacientes chineses tiveram pouca ou nenhuma resposta ao placebo. Já os americanos tiveram uma grande resposta ao placebo.

Mais estudos são necessários para descobrir essas diferenças. É possível que o ambiente em que a acupuntura é administrada, influências culturais ou a relação entre paciente e médico acabem tendo influência.

Acupuntura para boca seca – tratamento e prevenção de forma simples

Também são necessários mais estudos para confirmar esses achados e também entender como a acupuntura alivia a boca seca.

Enquanto isso, a acupuntura pode ser utilizada como um instrumento para controle da xerostomia (boca seca).

Esse estudo coloca a acupuntura na lista de medidas de prevenção e tratamento da xerostomia.
Segundo os pesquisadores, as diretrizes para o uso da acupuntura em tratamentos oncológicos devem ser revisadas.
O tratamento da boca seca, que tanto desconforto traz, pode ser tratado e prevenido de forma simples. Aqui no blog Dentalis já apresentamos algumas dicas simples de como tratar a boca seca.

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Fonte: Cancer.Net
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Por que chupar o polegar pode ser prejudicial para a criança?

chupar o polegar

Muitas mamães se perguntam: chupar o polegar pode fazer mal à criança?

Durante a infância, é comum os bebês explorarem o mundo usando a boca.
Esse é um instinto com o qual os bebês nascem.
E todos os pais sabem o quanto estressante isso pode ser!
O hábito de usar chupeta, polegar ou dedos é perfeitamente normal nos primeiros anos de vida, pois as crianças fazem isso para se sentirem calmas e tranquilas.

Existem no mercado chupetas desenvolvidas para evitar problemas ortodônticos em crianças como já apresentamos em um post anterior aqui no blog Dentalis.

No entanto, não é bom se o ato de chupar o polegar se prolongar além dos 5 anos.

Isso porque pode ser um indício de problema no desenvolvimento emocional ou social de uma criança.
Ajudar a criança a quebrar o hábito no momento certo é importante, caso contrário, isso pode ter alguns efeitos colaterais indesejados.

Chupar o polegar – Possíveis efeitos colaterais

Um dos principais benefícios associados ao hábito da criança de chupar o polegar é aquele é o de ajudar a adormecer e a dormir muito mais facilmente.

No entanto, começar a quebrar o hábito antes dos dentes da criança começarem a se desenvolver é realmente importante.

Caso esse hábito persista poderá vir a causar problemas no alinhamento dos dentes. Condição essa que pode tornar necessário trabalho odontológico no futuro.

Crianças com hábito de chupar o polegar ou a chupeta depois de desenvolver todos os dentes de leite pode levar a infecções do ouvido médio que, em alguns casos, podem acabar necessitando de cirurgia.

Outros efeitos colaterais de longo prazo ligados ao hábito de chupar o polegar são:

  • Desenvolvimento de má oclusão ou sobre mordida, ou trespasse vertical dos incisivos;
  • Malformação ou sensibilidade do céu da boca;
  • Efeito adverso no posicionamento da mandíbula que pode levar a um impedimento da fala;
  • Maior chance de contaminação por bactérias ou patógenos prejudiciais;
  • Problemas de pele, como unhas fracas ou deformadas;
  • Questões sociais, como serem alvo de intimidação pelos colegas.

Como acabar com o hábito de chupar o polegar

Cerca de 30% das crianças na pré-escola ainda chupam o polegar.
Os conselhos a seguir podem ajudá-lo a garantir que seu filho elimine o hábito em um momento saudável.

O mais importante é mostrar apoio e encorajamento positivo à criança enquanto ela estiver parando.
Isso ajudará a criança a construir e fortalecer a sua autoestima. E que, reduzirá a necessidade ou desejo de chupar o polegar para obtenção de conforto.

Educar as crianças sobre os motivos para parar

Seguir o caminho da punição ou recriminá-los continuamente pode causar estresse. E isso, os fará querer chupar ainda mais os polegares.

A eliminação de estressores em seu ambiente também ajudará a incentivá-los a parar.

Educar a criança sobre os riscos e os possíveis efeitos a longo prazo de continuação do hábito deixará claro para a criança as razões pelas quais ela deve parar e, com sorte, ajudará a adiá-lo.

Se a situação ainda não melhorar, existem outras possibilidades menos agradáveis que você pode adotar.
Como, por exemplo, colocar meias nas mãos do seu filho enquanto ele dorme e usar fita adesiva para mantê-las no lugar.
Outra possibilidade é o dentista prescrever um alimento com sabor amargo, e os pais colocarem a ponta da chupeta ou polegar, o que tornará muito desagradável para eles.

Como tirar o hábito de uso da chupeta por sua criança

Se o seu filho ainda estiver fazendo uso de chupeta aos 5 anos pode-se adotar ainda outro método.
Pode-se ir reduzindo gradualmente o uso da chupeta ou furar um pedaço inteiro dela.
Isso tornará a chupeta muito menos satisfatória para chupar. E, por consequência, reduzirá na criança seu desejo por ela.

Resumindo

Em resumo, há uma série de intervenções que você pode tentar.
A ideia é começar primeiro com os métodos menos invasivos e mais suaves.
Mas tenha certeza de que conseguirá encontrar pelo menos uma solução que funcione e, mesmo que seja desagradável no processo, valerá a pena no longo prazo.

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Fonte: Pediatric Dentistry, Dentistry News
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Qual relação asma e gengivite podem ter?

asma e gengivite

Aparentemente asma e gengivite, podem estar sim conectados. Isso segundo um estudo recente publicado no Journal of Periodontology.
Pessoas com asma têm um quinto a mais de chance de sofrer gengivite do que pessoas que não têm asma.
Esse número é surpreendente e caracteriza que de fato asma e gengivite tem uma conexão.

Epidemia de Asma

Cerca de 339 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de asma. Isso de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

A asma é uma doença inflamatória.
É uma condição pulmonar comum que estreita e inflama as vias aéreas. O resultado disso são sintomas como dificuldade em respirar, chiados, tosse e aperto no peito.

Geralmente começa na infância, embora também possa se desenvolver em adultos.
Afeta pessoas de todas as idades.
Algumas crianças “superam” a asma, e isso se resolve na idade adulta. Atualmente não há cura, mas o tratamento pode ajudar a controlar os sintomas.

A conexão asma e gengivite

A asma também pode causar boca seca.

Essa condição leva ao acúmulo excessivo de placa bacteriana e doenças gengivais. A xerostomia pode ser o elo que conecta a asma e gengivite.

Portanto, se você tem pacientes que sofrem de asma, é importante ajudá-los a tomar medidas para cuidar de sua saúde bucal.
Prevenir o aparecimento de placas bacterianas e da saúde das gengivas são medidas essenciais de proteção.

O problema da boca seca

Indivíduos com asma muitas vezes também sofrem com a boca seca. Essa é uma condição na qual a boca não produz saliva suficiente.
A boca seca ocorre com mais frequência em pessoas com asma, porque o fluxo de ar restrito as obriga a respirar pela boca.

Os inaladores de asma podem contribuir ainda mais para essa condição.

Isso porque o uso da “bombinha” reprime as glândulas salivares e limitando a produção de saliva.

E como todos sabemos, a saliva é essencial para a eliminação das chamadas as bactérias ruins.

Uma boca seca cria condições ideais para que bactérias nocivas saiam e formem placas.

Isso pode levar a coisas como mau hálito, cárie dentária e, se não tratada, doenças gengivais, como gengivite e periodontite.

Doença gengival em poucas palavras

Como profissional de odontologia, você sabe que existem várias formas de seus pacientes protegerem sua saúde bucal. E também de manter a doença gengival afastada, mesmo que a asma esteja presente.
Aqui estão algumas dicas que você poderá compartilhar com seus pacientes.

Estas são dicas especialmente voltadas para pacientes que fazem uso de inaladores (bombinhas):

  • Sempre lave a boca com água após o uso do inalador;
  • Procure escovar os dentes após o uso do inalador, pois pode ser ainda mais eficaz;
  • Beba água regularmente durante todo o dia para ajudar a aliviar os sintomas de boca seca.

Concluindo

Por fim, a melhor maneira para seus pacientes cuidarem de sua saúde dental é manter a higiene bucal com escovação e uso do fio dental regularmente.
E também consultar seu dentista ao menos duas vezes por ano para uma limpeza profilática.

Embora a doença gengival possa ser tratada, a prevenção é, sem dúvida, a melhor abordagem.

Ao manter-se atento e pró-ativo sobre sua saúde bucal, as pessoas com asma podem facilmente manter um sorriso bonito e saudável por toda a vida.

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Fonte: Dental News
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Como interromper a boca seca causada pelo Diabetes

boca seca

463 milhões de pessoas no mundo têm diabetes, de acordo com a International Diabetes Foundation.

Sabe-se que o diabetes aumenta o risco de certos problemas de saúde bucal, como boca seca, por exemplo.

Boca seca é muito mais do que um aborrecimento que pode dificultar um pouco a fala às vezes.

É um problema que aumenta o risco de cáries e facilita o desenvolvimento de infecções por fungos.

É importante que as pessoas com diabetes aprendam a gerenciar os sintomas de boca seca.
Isso irá lhes garantir melhor saúde bucal e qualidade de vida.

Felizmente, existem maneiras eficazes de aliviar ou eliminar a boca seca.

Por que alguns diabéticos sofrem com boca seca?

A boca seca também é conhecida tecnicamente como xerostomia.
Acredita-se que os diabéticos tendem a secar a boca devido aos altos níveis de glicose no sangue.

Outra questão é o fato de os diabéticos produzirem menos saliva do que a maioria dos não-diabéticos. Isso de acordo com um estudo publicado no Journal of Periodontology.

Problemas de xerostomia podem afetar indivíduos com ambas as formas de diabetes (Tipo 1 e Tipo 2).
Embora nem todas as pessoas com diabetes desenvolvem problemas de boca seca, é uma condição bem comum.

Quais são os sintomas relacionados à boca seca?

Problemas de xerostomia são um tanto comuns em diabéticos, porém não exclusivos deles apenas.
Dentre os sintomas característicos dessa condição são a percepção de uma boca “pegajosa”, mau hálito, feridas na boca e lábios rachados (especialmente nos cantos) e garganta seca.

Além disso, falar pode se tornar difícil. Alguns indivíduos com boca seca têm sede excessiva.

Outros sintomas a serem observados são dor de garganta, voz rouca e língua seca e inflamada.
Alguns desses sintomas ou a maioria deles podem se manifestar.

Boca seca – Tratamento

Os diabéticos estão acostumados a terem acesso a tratamentos que mantêm ou melhoram sua saúde.

Por exemplo, pessoas com diabetes podem usar meias de compressão que aliviam problemas de saúde, como inchaço e desconforto devido a trombose venosa profunda.

Muitas fazem uso de medicamentos de uso oral ou injeções de insulina para regular seus níveis sanguíneos.

Muitos também seguem dietas especiais que os ajudam na melhora da sua condição.

Quando se trata de boca seca, opções de tratamento também estão disponíveis.

Beber bastante água pura pode ser muito útil.

Pode usar colutórios, balas e gomas sem açúcar, a fim de estimular a produção de saliva.

Evitar álcool, produtos de tabaco e cafeína é aconselhável, pois eles podem agravar a condição da xerostomia.
Como se pode ver, algumas mudanças simples no estilo de vida muitas vezes já são suficientes para minimizar ou eliminar o problema.

Atendimento odontológico e médico adequados também são importantes

Consultar seu dentista ao menos duas vezes ao ano para exames e limpeza é essencial.

Alguns pacientes, no entanto, irão necessitar de uma atenção e cuidado ainda maiores por parte de seus dentistas.

Outra dica inteligente é conversar com seu médico sobre quaisquer medicamentos que você estiver fazendo uso.

Isso por que alguns medicamentos prescritos para diabéticos podem desencadear efeitos colaterais, incluindo boca seca.

É possível que seu médico possa ajustar sua medicação para tentar aliviar esse sintoma. Você poderá encontrar mais dicas de como tratar a condição da boca seca neste outro artigo aqui do blog Dentalis.

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Fonte: Dental News
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Como lidar com a dor da cárie

Como lidar com a dor da cárie

dor da cárie

A dor da cárie é um sintoma clássico na odontologia. Cáries, que os dentistas chamam de cárie dentária podem variar de tamanho pequeno a grande o suficiente para ocasionar a perda de dentes.

Em 2011-2012, 91% dos adultos nos Estados Unidos tinham cáries, mas muitos não sabiam disso. Isso ocorre porque as cáries normalmente não doem até ficarem suficientemente profundas no dente para afetar o nervo abaixo.

Cáries são um dos problemas mais corriqueiros na odontologia. De forma geral, a cárie pode ser conceituada como um processo de deterioração do dente.
As cáries podem apresentar tamanhos variados diferentes tipos.

Sintomas associados à dor da carie dentária

A dor na cárie pode variar de leve a insuportável. Uma cárie mais superficial pode provocar aumento da sensibilidade.
Principalmente ao escovar os dentes ou ao beber bebidas quentes ou frias.

Cáries que causam danos mais profundos no dente podem afetar o nervo, provocando dor intensa.

Às vezes, uma cárie pode crescer tanto que as bactérias podem penetrar nas gengivas ou até nos ossos abaixo dos dentes.
Isso pode causar dor intensa, além de infecções graves.

Alguns dos sintomas que um indivíduo pode nos casos de uma cárie em estágio inicial a intermediário:

  • sensibilidade dentária, que pode parecer uma sensação de ardência ou ardência;
  • dores de dente ocasionais que desaparecem com medicação para dor;
  • sensibilidade de um lado da boca, especialmente ao mastigar alimentos duros;
  • descoloração dos dentes, como manchas amarelas, brancas ou marrons.

Em casos avançados, quando a cárie evolui para um abscesso dentário, são comuns estes sintomas:

  • dor intensa que pode afetar apenas um único dente;
  • uma dor vaga, mas implacável;
  • dor que varia de latejante e ardente a pulsação ou queimação;
  • inchaço nas gengivas ou no rosto;
  • náusea;
  • febre;
  • dor na mandíbula, orelhas ou gengivas;
  • dor de dente severa a ponto de interferir nas atividades diárias e/ou no sono.

Às vezes, um dente com abscesso pode parar de doer por um período de tempo. Isso acontece quando o processo infeccioso já pode ter comprometido a polpa do dente como também o nervo.

Inflamação das gengivas ou ossos também podem acontecer com a progressão da cárie.

Causas da cárie dental

As bactérias que se alimentam de açúcar vivem nos dentes. Indivíduos que tenham uma dieta rica em açúcares, que não escovam os dentes ou não procuram atendimento odontológico regular tendem a ter mais bactérias na boca.

Com o tempo, essas bactérias podem corroer o esmalte dos dentes, causando cáries profundas e dolorosas.

Essas bactérias formam biofilmes que causam a placa bacteriana.
Com o tempo, as bactérias danificam a polpa e o nervo sensíveis do dente, causando dor na cárie.

Muitos fatores podem influenciar a suscetibilidade de uma pessoa a cáries. Isso inclui seu microbioma individual.
O microbioma é a colônia única de bactérias e outros micro-organismos que podem ajudar ou impedir o crescimento de bactérias nocivas na boca.

As bactérias que causam cáries são contagiosas.
Uma pessoa pode transmitir bactérias causadoras de cáries a outra pessoa beijando-as, compartilhando alimentos ou bebidas com elas ou espirrando sobre ou perto delas.

dor da cárie

Como aliviar a dor da cárie

Algumas estratégias que podem ajudar no alívio imediato da dor da cárie, destacamos as seguintes:

  • Aplicação de géis anestésicos: alguns géis vendidos em farmácia podem aliviar temporariamente a dor dental;
  • Uso de um enxaguante bucal com água salgada morna. A água salgada quente pode ajudar a eliminar bactérias e aliviar temporariamente a dor;
  • Óleo de cravo: pode ajudar a aliviar a dor dental. Alguns géis anestésicos utilizam óleo de cravo;
  • Analgésicos como o ibuprofeno e o paracetamol podem ajudar a aliviar temporariamente os sintomas dolorosos;
  • Alternância de frio e calor: alternância de uma compressa fria ou quente na parte externa da boca. Alternar essas terapias também pode ajudar no alívio da dor;
  • Escovar e usar fio dental pode remover parte da placa. Isso não vai curar a cárie, mas pode reduzir a taxa na qual as bactérias comem no dente, impedindo a dor de piorar.

São todas medidas emergenciais destinadas ao alívio da sintomatologia da dor diante da impossibilidade da busca de um atendimento odontológico.

Tratamento

A cárie dentária por si só já justifica uma visita ao dentista. A dor da cárie leva o indivíduo à busca de assistência.

Isso porque apenas um dentista pode diagnosticar a causa. Por isso é vital procurar tratamento imediato para evitar que o problema se agrave.

O tratamento depende da gravidade da cárie e de onde ela se encontra. Algumas opções de tratamento podem incluir:

  • Preenchimentos dentário: é a bem conhecida restauração dentária comum na grande maioria dos casos;
  • Tratamento de canal: para os casos de cárie em seu estágio mais avançado;
  • Infiltração por cárie em coroa dentária. Normalmente é uma cavidade estreita, de progressão lenta e quase sempre sem dor. Normalmente indicar a atividade ou não de lesões cariosas nestas infiltrações é bem difícil;
  • Antibióticos: Um indivíduo com uma infecção dentária grave, poderá ter de utilizar antibióticos. Pessoas com sistema imunológico enfraquecido, pessoas com histórico de transplantes de órgãos e pessoas submetidas a quimioterapia também podem precisar de antibióticos.
  • Cuidados ortodônticos: Às vezes, dentes apinhados ou problemas com a mordida podem aumentar o risco de cáries. A utilização de aparelhos ortodônticos pode diminuir os riscos.

Assistência odontológica na dor da cárie

Diante de um quadro de dor de dente, o indivíduo deve procurar se consultar com um dentista no menor prazo possível.
Em caso de dor intensa ou insuportável, deve buscar profissional que atenda emergências.
Uma pessoa deve agendar uma consulta com um dentista para qualquer dor de dente ou boca. Se a dor for intensa ou insuportável, eles podem entrar em contato com um dentista de emergência.

Uma pessoa pode precisar de atendimento de emergência caso não consiga marcar uma consulta nas primeiras 24 horas e apresentar algum dos seguintes sintomas:

  • Febre;
  • Dor de cabeça;
  • Inflamação no rosto ou ao redor da boca;
  • Inchaço atrás das orelhas;
  • Dor tão intensa que atrapalha o sono.

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Fonte: Medical News Today
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Tudo o que você precisa saber sobre o câncer oral

Tudo o que você precisa saber sobre o câncer oral

câncer oral

O câncer oral pode aparecer em qualquer lugar da boca. Incluindo o interior das bochechas e gengivas.
É considerado um tipo de câncer de cabeça e pescoço.

Frequentemente, o câncer oral faz parte da categoria de câncer de boca e orofaringe.
O câncer de orofaringe afeta a parte posterior da boca e o revestimento da garganta.

De acordo com a American Cancer Society (ACS), as estatísticas estimam em 53.000 o número de americanos com diagnóstico de câncer oral em 2019.

A idade média no diagnóstico é de 62 anos.
No entanto, cerca de 25% dos casos ocorrem antes dos 55 anos.
É mais comum atingir homens do que mulheres.

Câncer oral – Sintomas

Nos estágios iniciais, geralmente não há sinais evidentes.

Fumantes e alcoolistas devem fazer exames regulares com o dentista. Isso porque cigarro e o álcool em excesso são fatores de risco para o câncer oral.

O dentista é normalmente o profissional que primeiro poderá detectar sinais iniciais desse tipo de câncer.

Lesões pré-cancerosas

Sinais iniciais do câncer oral em desenvolvimento:

Leucoplasia

Leucoplasia é uma mancha ou placa branca, com bordas irregulares, firmemente aderida à mucosa da boca.
É uma lesão pré-maligna, geralmente causada pelos hábitos deletérios de fumo e etilismo.
A lesão com características proliferativa (aumenta de tamanho) possui 70 a 100% de risco de se transformar em um carcinoma de células escamosas.

Líquen Plano Oral

No líquen plano existem áreas de linhas brancas com uma borda avermelhada, possivelmente com ulceração.

Muitas lesões orais podem ser pré-cancerosas. Elas não significam necessariamente que o indivíduo terá câncer. No entanto, é importante que o paciente converse com o seu dentista sobre quaisquer alterações que ocorram na boca.

O monitoramento das alterações pode ajudar a detectar o câncer de boca nos seus estágios iniciais. E no começo, é muito mais fácil de tratar.

câncer oral

Câncer

O desenvolvimento do câncer gera o aparecimento dos seguintes sintomas:

  • Manchas no revestimento da boca ou língua. São geralmente vermelhas ou brancas;
  • Sangramento, dor ou dormência na boca;
  • Úlceras ou feridas na boca que não cicatrizam;
  • Nódulo ou espessamento das gengivas ou revestimento da boca;
  • Dentes soltos sem motivo aparente;
  • Dentaduras mal ajustadas;
  • Mandíbula inflamada;
  • Dor de garganta ou sensação de que algo está preso na garganta;
  • Voz rouca;
  • Dificuldade em mastigar ou engolir;
  • Dificuldade em mover a língua ou mandíbula.

A presença de um desses sintomas não significa necessariamente que o indivíduo tenha câncer oral. Porém, vale a pena consultar um dentista para um diagnóstico.

Câncer oral – Tratamento

O tratamento irá variar conforme algumas condições:

  • Localização, estágio e tipo do câncer;
  • O estado geral de saúde do indivíduo;
  • Preferências do paciente.

Existem muitas opções de tratamento. Como descritas a seguir.

Cirurgia

Uma cirurgia pode ser recomendada para remoção do tumor e também uma margem de tecido saudável ao seu redor.

A cirurgia pode implicar na remoção das seguintes estruturas:

  • Parte da língua;
  • Parte do maxilar;
  • Nódulos linfáticos.

Caso o procedimento cause alteração significativa da aparência da pessoa ou sua capacidade de falar ou comer, uma cirurgia reconstrutiva pode ser necessária.

Radioterapia

O câncer bucal é sensível à radioterapia. Esse tratamento utiliza raios X de alta energia ou partículas de radiação para danificar o DNA dentro das células tumorais. Isso destrói sua capacidade de reprodução.

Os efeitos adversos da radioterapia:

  • Cárie dental;
  • Aftas;
  • Sangramento gengival;
  • Rigidez da mandíbula;
  • Fadiga;
  • Reações da pele, como queimaduras.

O tratamento provavelmente será mais eficaz em pessoas que não fumam ou já deixaram de fumar.

Um indivíduo com câncer oral em estágio inicial pode ser tratado com radioterapia.
Porém, a combinação desse com outros tratamentos podem reduzir a progressão ou recorrência do câncer com mais eficiência.

Quimioterapia

Se o câncer é generalizado, o médico pode recomendar a combinação da quimioterapia com a radioterapia.

A quimioterapia envolve o uso de medicamentos poderosos que danificam o DNA das células cancerígenas. Os medicamentos minam a capacidade das células de se reproduzir e se espalhar.

Os medicamentos quimioterápicos destroem as células cancerígenas. Porém, também podem danificar tecidos saudáveis. Isso pode levar a sérios efeitos adversos.

Dentre os efeitos adversos, estão:

  • Cansaço excessivo;
  • Náusea e vômitos;
  • Queda de cabelo;
  • Diminuição da resistência imunológica;
  • Risco aumentado de infecções.

Esses efeitos geralmente desaparecem após o término do tratamento.

Terapia de hipertermia

Técnica recente onde o médico promove o aquecimento da área acima da temperatura normal para danificar e matar células cancerígenas.

Esta técnica também pode aumentar a sensibilidade das células cancerígenas à radioterapia.

Estágios

O estágio do câncer refere-se à medida do quanto ele se espalhou pelo organismo.

Nos estágios iniciais, pode haver células pré-cancerosas que podem eventualmente se tornar cancerígenas.

Às vezes, isso é chamado de câncer no estágio 0 ou carcinoma in situ.

  • O câncer localizado é aquele que afeta apenas uma área e não se espalhou para outros tecidos;
  • O câncer regional é aquele que se espalhou para os tecidos próximos.
  • O câncer distante é aquele que se espalhou para outras partes do corpo. Por exemplo, os pulmões ou o fígado.

Complicações

O câncer bucal e seu tratamento podem levar a uma série de complicações.

As complicações após a cirurgia incluem o risco de:

  • Sangramento;
  • Infecção;
  • Dor;
  • Dificuldade em comer e engolir.

A longo prazo podem surgir os seguintes problemas:

  • Estreitamento da artéria carótida: Isso pode resultar da radioterapia e pode levar a problemas cardiovasculares;
  • Problemas dentais: podem surgir se a cirurgia mudar o formato da boca e da mandíbula;
  • Disfagia ou dificuldade em engolir: Isso pode dificultar a ingestão de alimentos e aumentar o risco de inalação de alimentos e infecções como consequência;
  • Problemas na fala: alterações na língua, lábios e outras características orais podem afetar a fala;
  • Problemas de saúde mental: Depressão, irritabilidade, frustração e ansiedade podem surgir.

Participar de um grupo de apoio local ou on-line pode ser útil. Esse contato oferece a oportunidade de conhecer pessoas com experiências semelhantes.

Câncer oral – Causas

O câncer acontece a partir de uma alteração genética no organismo que resulta no crescimento de células sem controle.
À medida que essas células indesejadas continuam a crescer, elas formam um tumor.
Com o tempo, as células podem migrar para outras partes do corpo.

Cerca de 90% dos cânceres de boca são carcinoma espinocelular.
Eles têm início nas células escamosas que revestem os lábios e o interior da boca.

Fatores de risco

Não se sabe exatamente por que essas mudanças acontecem. Porém, alguns fatores de risco parecem elevar a chance para o desenvolvimento do câncer de boca.

Existem evidências de que estes são fatores que elevam o risco:

  • Hábito de fumar;
  • Consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
  • Histórico de infecções prévias por HPV, especialmente o HPV tipo 16;
  • Histórico prévio de câncer de cabeça e pescoço.

Outros fatores de risco para o câncer bucal:

  • Exposição excessiva a raios ultravioleta;
  • Refluxo gastroesofágico;
  • Radioterapia prévia para cabeça, pescoço ou ambos;
  • Exposição a certos produtos químicos, especialmente amianto, ácido sulfúrico e formaldeído;
  • Ferimentos antigos que não cicatrizam;
  • Exposição ao calor excessivo de bebidas quentes, como o chimarrão.

Dietas saudáveis com muitas frutas e legumes frescos podem reduzir o risco.

Câncer oral – Diagnóstico

Na presença de sinais indicativos de câncer oral, o que o médico pode fazer:

  • Perguntar sobre os sintomas;
  • Realizar um exame físico;
  • Saber do histórico pessoal e familiar do paciente.

Se o câncer de boca é uma possibilidade, pode-se recomendar uma biópsia. É um exame onde se coleta uma pequena amostra do tecido para verificar a existência de células cancerígenas.

Se a biópsia revelar câncer bucal, a etapa seguinte será determinar o estágio.

Testes para identificar o estágio do câncer:

  • Endoscopia: exame no qual se pode verificar se o câncer se espalhou e, em caso afirmativo, até que ponto;
  • Testes de imagem: um raio-X dos pulmões, por exemplo, mostrará se o câncer atingiu essa área.

Além do estágio do câncer, outros fatores afetam a chance de uma maior sobrevida, como:

  • Idade;
  • Estado geral da saúde do indivíduo;
  • O grau ou tipo de câncer, pois alguns são mais agressivos que outros;
  • Acesso do indivíduo a diferentes opções de tratamento.

Câncer oral – como prevenir

Para reduzir o risco de câncer de boca, as pessoas devem:

  • Evitar completamente o cigarro;
  • Evitar o consumo excessivo de álcool;
  • Ir regulamente ao dentista para exames odontológicos;
  • Ficar atento a alterações na boca e conversar com seu dentista, se notar alguma;
  • Vacinar-se preventivamente para o HPV.

Existem evidências da associação entre o HPV e o câncer de cordas vocais.

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Fontes: NHS,The Oral Ancer Foundation, American Cancer Society, National Cancer Institute, NCBI, Wikipedia
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Sinusite: conheça seus principais sintomas

sinusite

A sinusite é infecção comum e dolorosa que causa pressão e dor na cavidade nasal.

A infecção sinusal afeta pelo menos 31 milhões de norte-americanos a cada ano.
A maioria dos casos de sinusite é causada por um vírus e desaparece por conta própria. A infecção sinusal viral é contagiosa. Assim, é importante tomar medidas para evitar transmiti-la a outras pessoas.

As bactérias e, em casos raros, fungos, também podem ser responsáveis por episódios de infecção sinusal.

Muitas vezes é difícil diferenciar uma sinusite de um resfriado comum ou alergia.
Assim, conhecer os sintomas de uma infecção sinusal pode ajudar a encontrar o melhor tratamento.

Neste artigo, analisamos os sintomas e tratamentos da sinusite.
Também explicamos como diferenciar uma infecção sinusal de um resfriado.

Sintomas da sinusite

Os sintomas característicos de uma infecção sinusal incluem:

1. Dor e pressão sinusal

O líquido preso nos seios nasais pode preencher as cavidades dos seios, causando intensa dor e pressão.
Os seios nasais podem ficar sensíveis ao toque.
A pessoa pode sentir vontade de espirrar, mas não consegue fazê-lo.

A dor pode estar nas bochechas, ao redor dos olhos e nariz ou na testa.
Isso porque essas áreas são onde estão os seios.
Curvar-se pode piorar a dor.

Às vezes, a pressão e a dor são intensas o suficiente para interferir no sono.

A infecção sinusal também pode fazer o tecido que reveste o nariz inflamar.

2. Dor de cabeça

A pressão e a dor da sinusite podem causar dores na parte frontal da cabeça.
Algumas pessoas percebem que a dor pode se irradiar para outros lugares. Isso pode causar problemas mais comuns ou até mesmo dores no pescoço.

3. Escorrimento de muco

Ocorre o escorrimento de muco na garganta.
Pode causar sensação de rouquidão e congestão.
Ou também uma sensação de pressão na garganta ou na boca.

4. Congestão

A sinusite pode ser provocada por uma infecção viral, ou infecção bacteriana ou fúngica nos seios nasais.
Isso geralmente acontece onde há líquido preso nos seios nas quais vírus, bactérias ou fungos podem crescer. Há acúmulo de líquidos e inflamação. O resultado desse estado é a sensação de congestão.

5. Tosse

A sinusite pode fazer com que o muco e o líquido retornem à garganta.
Isso pode fazer com que a garganta coce ou fique inflamada.
Algumas pessoas tossem repetidamente para tentar limpar a garganta. Já outras experimentam tosse incontrolável.

6. Febre

A febre é um sinal de que o corpo está combatendo uma infecção.
Algumas pessoas desenvolvem febre pela infecção sinusal.
Outros sintomas associados à febre incluem calafrios, exaustão e dores musculares.

7. Muco de cores diversas

Vírus, bactérias ou fungos no muco podem mudar de cor.
Indivíduos com sinusite costumam expelir catarro nas cores verde ou amarelo.
Outras vezes o muco expelido pelo nariz é de uma cor brilhante.

A infecção sinusal causa muita produção de muco.
Ao ponto do indivíduo se ver incapaz de limpar os seios nasais.
Isso, independentemente da frequência com que assoe o nariz.

8. Fadiga

Combater uma sinusite exige energia do corpo. Isso gera fatiga.
Algumas pessoas se sentem exaustas porque não conseguem respirar facilmente ou pela dor que sentem.

9. Mau hálito

O muco associado a uma sinusite pode ter um odor ruim. Isso pode causar mau hálito ou mau gosto na boca.

10. Dor de dente

A pressão intensa dos seios nasais pode causar dor nas gengivas.
Isso pode ocasionar dores de dente, dor nas gengivas ou dores na boca.

11. Sinusite crônica

Algumas sinusites podem se tornar crônicas.
Pessoas que sentem dor e pressão no seio nasal que dure várias semanas e que não esteja relacionada a uma alergia ou infecção podem ter sinusite crônica.

Afinal, é sinusite ou resfriado?

Pode ser difícil estabelecer a diferença entre uma sinusite e um resfriado. Isso porque os sintomas podem ser muito semelhantes.
Infecções sinusais geralmente se desenvolvem após um resfriado.

Sinusite tende a durar mais do que um resfriado. Os sintomas do resfriado tendem a piorar cada vez mais, atingindo o pico de 3 a 5 dias e depois melhoram gradualmente.
As infecções sinusais podem durar 10 dias ou mais.

Alguns sintomas são mais característicos de uma sinusite do que um resfriado:

  • Inchaço do tecido no nariz;
  • Mau hálito;
  • Secreção verde liberada pelo nariz;
  • Rosto inchado ou sensível.

Diferentemente de um resfriado, a sinusite pode se tornar crônica.
Isso significa que pode durar mais de 3 meses.
Sinusite crônica causa inchaço e irritação nos seios nasais.
Geralmente se desenvolve após uma pessoa ter sinusite aguda.
Às vezes os sintomas desaparecem e depois voltam novamente.
Os sintomas sinusais contínuos – mesmo que melhorem e depois voltem – podem indicar sinusite crônica.

Tratamento da sinusite

As infecções sinusais geralmente desaparecem por conta própria. Ou seja, sem tratamento médico.
No entanto, existem algumas coisas que o indivíduo pode fazer em casa para aliviar os sintomas incômodos.

O que se pode fazer em casa para tratar uma sinusite:

  • Aplicar uma compressa quente nos seios nasais. Isso ameniza a dor e a pressão, soltando o líquido nos seios;
  • Fazer uso de uma solução salina para uso nasal. Ou então um spray salino nasal disponível em farmácias;
  • Uso de medicamentos anti-histamínicos para redução da inflamação nos seios da face;
  • Uso de descongestionante nasal para auxiliar na limpeza dos seios nasais e alívio da pressão.

Evite usar descongestionantes nasais por muitos dias. Isso porque eles podem piorar o congestionamento se usados por muito tempo. A isso se denomina de efeito rebote.

Quando procurar um médico

Uma pessoa com sinusite deve procurar um médico nestas circunstâncias:

  • Os sintomas se estenderem por mais de 10 dias;
  • No caso de crianças. Se a febre se manter alta por mais de um a dois dias;
  • Em caso de dor muito intensa;
  • A infecção sinusal é um indicativo de fraqueza do sistema imunológico. Isso pode ser gerado por uma condição médica, uso de medicamentos imunossupressores ou falha de órgãos.

O tratamento depende da causa. Se as bactérias causadoras da infecção e os sintomas forem graves ou durarem mais de uma semana, um profissional poderá prescrever antibióticos.
Antibióticos não funcionam para sinusite crônica ou aquela causada por por um vírus.

Corticosteroides também poderão ser prescritos para o alívio da dor e pressão.
São fármacos que podem auxiliar no alívio dos sintomas tanto para uma sinusite viral como bacteriana.
Também podem auxiliar na terapia de sinusites crônicas.

Em alguns casos, a cirurgia pode ser uma alternativa para o tratamento de casos graves de sinusite crônica. Os cirurgiões podem mover os ossos para abrir os seios nasais. Ou também podem sanar problemas com os ossos ao redor dos seios.

Algumas pessoas também podem ter pólipos nasais que causam sinusites frequentes.
Um cirurgião pode removê-las facilmente.
A maioria das cirurgias para sinusite crônica são procedimentos ambulatoriais.
Isso significa que o indivíduo pode ir para casa no mesmo dia da cirurgia.

Resumindo

Para a grande maioria dos casos de sinusite as perspectivas são boas.
As infecções dos seios nasais geralmente desaparecem por conta própria dentro de uma semana ou duas. Quando isso não acontece, a sinusite pode ser bacteriana e antibióticos podem ser necessários.

Embora raras, as sinusites causadas por fungos podem ser graves e difíceis de tratar.

Com cuidados médicos adequados, a maioria das pessoas com infecção sinusal se recupera bem.
No entanto, se a infecção não melhorar após três meses, um especialista deve ser consultado.
É esse profissional que poderá identificar e tratar a causa subjacente da sinusite crônica.

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Fontes: Manual Merck, American College of Allergy, Asthma & Immunology, CDC, healthychildren
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