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Tudo o que você precisa saber sobre implantes dentários

implantes dentários

Implantes dentários são estruturas artificiais que um cirurgião dentista insere no maxilar de uma pessoa.
Uma pessoa pode precisar de um implante se tiver perdido um ou mais dentes.

Um implante dentário é uma estrutura que substitui um dente ausente.

Com dispositivos semelhantes a parafusos, o cirurgião-dentista insere um implante no osso da mandíbula que atua como uma âncora para um dente artificial, chamado coroa.

Um dispositivo chamado pilar conecta o dente artificial ao implante dentário. A coroa é feita sob medida para caber na boca da pessoa e combinar com a cor dos dentes.

As coroas parecem, sentem e funcionam como dentes naturais.

Vantagens dos implantes sobre as dentaduras

  • se mostram mais naturais e confortáveis;
  • apresentam uma alta taxa de sucesso e satisfação do paciente;
  • melhorar da função de mastigação;
  • diminui o risco de desenvolvimento de cáries nos dentes próximos;
  • favorece a manutenção do osso no local da perda do dente;
  • causa diminuição da sensibilidade nos dentes próximos;
  • não precisa ser retirado e limpo todas as noites.

No entanto, os implantes dentários não são adequados para todos.
Os dispositivos de implantação devem se unir ao osso da mandíbula. Para isso os ossos do paciente têm de estar saudáveis antes de ser submetido à cirurgia.

Implantes dentários – tipos

Existem dois tipos de implantes dentários: endosteal e subperiosteal. Os implantes endosteais são o tipo mais comum. O cirurgião os incorpora no osso maxilar e cada um pode segurar um ou mais dentes artificiais. Um cirurgião coloca um implante subperiosteal no topo do maxilar. Os cirurgiões-dentistas escolhem essa opção para pessoas que não apresentam muita altura no maxilar.

Segurança

De acordo com a Academia Americana de Odontologia de Implantes, cerca de 3 milhões de pessoas nos Estados Unidos têm implantes dentários.

Esse número aumenta em cerca de 500.000 a cada ano.
A cirurgia de implante dentário é segura quando um cirurgião-dentista qualificado e experiente a realiza.
É também a única opção de restauração dentária que mantém a saúde do maxilar da pessoa e estimula seu crescimento.

Riscos

Algumas pessoas não são elegíveis para cirurgia de implante dentário.

Não é seguro para cirurgiões-dentistas operar pessoas com:

  • doença em fase aguda;
  • doença metabólica incontrolável osso;
  • doença ou infecção de tecidos moles

Uma vez tendo esses problemas sido resolvidos, a pessoa poderá fazer a cirurgia.

Em alguns casos, cirurgiões-dentistas evitam operar pessoas nas seguintes condições:

  • pessoas que fumam muito;
  • hábitos parafuncionais, como ranger ou apertar os dentes;
  • distúrbios comportamentais ou psiquiátricos;
  • HIV;
  • Diabetes;
  • Osteoporose;
  • AIDS.

Qualquer pessoa portadora de uma das condições acima e que forem submetidas a cirurgia de implante dentário, haverá um risco maior de falha do implante.

Os cirurgiões-dentistas também podem optar por não operar em pessoas submetidas aos seguintes tratamentos, devido ao aumento do risco de complicações nos implantes:

  • tratamento medicamentoso com bifosfonato para condições como osteopenia e osteoporose;
  • radioterapia da cabeça ou pescoço;
  • quimioterapia.

implantes dentários

Cirurgia de implante – complicações possíveis

As pessoas que se submetem a esse procedimento podem sofrer complicações durante ou depois.
Os problemas possíveis são:

  • lesão do nervo, resultando em alteração da sensação na área cirúrgica;
  • abertura da incisão após a cirurgia;
  • movimento do implante;
  • exposição do implante acima da linha da gengiva;
  • infecção do implante.

As pessoas que sofrem movimento ou exposição ao implante podem precisar se submeter a procedimentos adicionais.
Isso para melhorar a saúde dos ossos e gengivas ou remover ou substituir o implante.

Sinais e sintomas de que a colocação de um implante não teve êxito:

  • o implante é excessivamente móvel;
  • aparecimento de pus ou outras secreções no local do implante;
  • dor ao tocar no implante;
  • perda óssea rápida e progressiva.

Procedimentos

É provável que cada pessoa tenha uma experiência diferente na cirurgia de implantes dentários.
Fatores que podem influenciar:

  • o número de dentes que requerem substituição;
  • a localização dos implantes na mandíbula;
  • a qualidade e quantidade de osso no local do implante;
  • a saúde bucal e sistêmica subjacente da pessoa;

Dependendo desses fatores, procedimentos adicionais podem se tornar necessários.
Esses procedimentos incluem:

Aumento do seio maxilar

Colocar um implante no maxilar superior geralmente é difícil por causa da localização dos seios.
O cirurgião pode precisar realizar um aumento do seio. Esse é um procedimento para levantar o assoalho dos seios e permitir que mais ossos se desenvolvam. Assim aumentam as chances de que o implante seja bem-sucedido.

Modificação de cume

Algumas pessoas têm uma anormalidade no osso da mandíbula que impede o desenvolvimento do osso suficientemente para o implante.

Nesses casos, o cirurgião pode precisar realizar uma modificação na crista.
Isso envolve levantar a gengiva para expor a área do osso deformado.
O cirurgião usará um osso ou substituto ósseo para reparar e construir a área.
Isso melhora a qualidade do osso maxilar na preparação para a cirurgia de implante dentário.

Manutenção

Uma vez submetida a uma cirurgia de implante dentário o paciente deve continuar a escovar e usar fio dental regularmente.

Dentes artificiais requerem o mesmo cuidado e manutenção que os dentes comuns.

O cirurgião-dentista também deve agendar visitas de acompanhamento para monitorar os implantes. Isso para garantir que os dentes e as gengivas estejam e permaneçam saudáveis.
É importante retornar ao dentista a cada 6 meses também para uma rotina de limpeza profissional.

Custo

O custo da cirurgia de implante dentário varia e os seguintes fatores podem influenciar:

  • o número e tipos de implantes necessários;
  • a localização dos implantes na mandíbula;
  • se existe ou não a necessidade de procedimentos adicionais que antecedam a cirurgia.

O dentista pode estimar o custo da cirurgia de implante dentário durante o exame inicial.
Outras opções de substituição de dentes, como pontes, podem ser mais baratas. No entanto, as pontes são mais difíceis de manter limpas. Elas geralmente requerem substituição e reparo, aumentando o custo geral. Os implantes dentários podem fornecer benefícios a longo prazo se uma pessoa cuidar bem deles.

Se você quiser saber mais sobre pontes dentárias basta clicar aqui.

Resumindo

Implantes dentários são acessórios no osso que substituem os dentes ausentes.

Os implantes têm uma alta taxa de sucesso e podem fornecer benefícios a longo prazo.

Algumas pessoas precisam de procedimentos adicionais como preparação prévia à cirurgia.
Isso poderá impactar no custo total.
O número e o tipo de implantes necessários também podem aumentar o custo.
Tudo precisa ser muito bem conversado com o dentista responsável pelo procedimento.

Fonte: MedicalNewsToday
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Saiba tudo sobre pontes dentais

Saiba tudo sobre pontes dentais

pontes dentais

Pontes dentais substituem um ou mais dentes perdidos ou quebrados por dentes falsos.
As pontes dentais usam um ou mais dentes reais em ambos os lados da fenda para manter os dentes falsos no lugar. As pontes podem ser fixas, o que significa que são permanentes ou removíveis, o que significa que uma pessoa pode removê-los. O chamado dente falso funciona como uma espécie de ponte. Alguns profissionais se referem a uma ponte como uma “prótese parcial fixa“.

O que são pontes dentais?

Uma ponte dental pode substituir um dente ou vários dentes. Os dentes falsos nas pontes dentárias parecem e funcionam como dentes reais.

Para obtenção de uma ponte, um paciente pode consultar um periodontista ou mesmo o seu dentista de confiança. Importante é saber que existem diferentes possibilidades quando a necessidade for de preencher uma lacuna em um sorriso.

Uma opção é ter uma coroa – um dente falso preso a uma pequena porção de dente real que o dentista retificou.

Quando uma pessoa perdeu um dente ou o dentista teve que removê-lo a situação muda. Nesse caso, uma coroa sozinha não é uma opção e uma ponte dental pode ser a melhor escolha.

O termo “ponte” refere-se a uma estrutura que contém um ou mais dentes falsos. A estrutura geralmente é ancorada no lugar com uma ou mais coroas em ambos os lados do espaço na boca. Por exemplo, se uma pessoa perde vários dentes da frente, devido a lesão ou cárie, o dentista poderá usar uma ponte para preencher a lacuna.

Seja por uma questão funcional ou puramente estética, a ponte cumpre uma função muito importante na odontologia.
Quando um paciente, por exemplo, perde um dente irá necessitar de uma ponte para garantir uma mastigação adequada dos alimentos. Ou por questões estéticas, a ponte poderá preencher um espaço vazio existente na arcada dentária do paciente.

Para algumas pessoas, um implante dental permanente é uma alternativa a uma ponte.
Os implantes dentais são dentes falsos que os dentistas inserem cirurgicamente no osso da arcada dentária.

Em alguns casos, os dentistas recomendam implantes para ajudar a proteger uma ponte, principalmente se faltarem muitos dentes.

Pontes dentais – Usos

Pontes dentais podem ajudar um paciente a se sentir mais confortável com seu sorriso.
Também pode permitir que eles mastiguem normalmente. Quando uma pessoa perde um ou mais dentes, pode afetar sua mordida, causando dor ou dificuldade em comer. A substituição desses dentes evita essas complicações.

Quando um paciente pode precisar de uma ponte dental?

  • Um dente está tão cariado que cai ou um dentista o remove;
  • Um acidente ou lesão causa dano a um dente impossibilitando seu reparo;
  • No caso de cáries ou infecções graves afetando um ou mais dentes tornando inviáveis nem mesmo um tratamento de canal.

pontes dentais

Tipos de pontes dentais

  • Ponte tradicional: envolve duas coroas – às vezes chamadas de pilares – ancorando o (s) dente (s) falso (s). Este é o tipo de ponte mais popular e pode ser removível.
  • Ponte cantiléver: requer apenas uma coroa para suporte. Isso envolve um procedimento menos intensivo e pode ser uma boa opção para pessoas que não desejam danificar dentes saudáveis. No entanto, a coroa única pode atuar como uma alavanca, aumentando o risco de danos nos dentes e na mandíbula;
  • Ponte Maryland: é mais conservadora e menos invasiva do que as pontes tradicionais ou cantiléver. A ponte é ancorada por estruturas de metal ou porcelana presas às costas dos dentes em ambos os lados da lacuna. Essas pontes podem preservar dentes saudáveis, mas são menos seguras.
  • Pontes suportadas por implantes: usam implantes dentários como âncoras. Este tipo de ponte é mais caro e invasivo, mas mais segura.

Resultados

O procedimento específico depende do tipo de ponte escolhida.

Quando o paciente opta por uma ponte tradicional, o processo começa preparando os dentes dos dois lados da lacuna. O dentista irá tratar esses dentes, removendo qualquer cárie eventualmente presente.
Em seguida, ele irá preparar um molde de para possibilitar a confecção da ponte dental.

O dentista colocará uma ponte temporária nos dentes danificados para protegê-los. As pontes temporárias incluem estruturas que parecem dentes reais, mas não são permanentes. Dessa forma será fundamental retornar ao dentista dentro de algumas semanas.

Quando a ponte real estiver pronta, o dentista removerá as estruturas temporárias e irá afixar a ponte usando o adesivo adequado.

O processo é semelhante às pontes de cantiléver, embora apenas um dente precise de uma coroa. Uma ponte de Maryland requer menos preparação, pois não há coroas envolvidas. Ambas as pontes também exigem pelo menos duas consultas odontológicas.

Quando uma pessoa tem implantes para apoiar uma ponte, o processo geralmente começa com a cirurgia do implante. Posteriormente, o dentista irá obter um molde para confecção de uma ponte que se encaixe perfeitamente nos implantes.

Recuperação

A boca de um paciente pode ficar sensível e dolorida após a realização pelo dentista do desgaste das estruturas dentais. Também pode sentir dor após a colocação da ponte. As gengivas podem ficar inflamadas e sangrar. Para a maioria das pessoas, essa dor desaparece após alguns dias. No entanto, as gengivas podem precisar de algumas semanas para se recuperarem totalmente do procedimento.

Após o procedimento, o paciente poderá retornar a sua rotina de trabalho ou escola assim que se sentir bem o suficiente. Geralmente isso acontece em no máximo um dia após a consulta.
Pacientes que optem pela sedação durante a colocação da ponte não devem dirigir após o procedimento.

Cuidados com a ponte dental

  • Manter bons hábitos de higiene dental para evitar o aparecimento de cáries;
  • Consultar seu dentista duas vezes por ano para que ele possa verificar a ponte e fazer profilaxia dos dentes;
  • O paciente deve procurar se esclarecer com o dentista sobre cuidados que deve ter com certos tipos de alimentos.

Pontes dentais – Complicações

  • Falha na ponte: A ponte pode quebrar ou deslizar para fora do lugar. O paciente pode precisar de outra ponte, implantes ou outros procedimentos odontológicos;
  • Dor ou problemas de mastigação: Alguns pacientes lutam para se adaptar à mastigação com uma ponte. Isso se verifica especialmente nas semanas após o procedimento. Se a mordida não parecer correta, o paciente deverá retornar ao dentista para ajustes;
  • Infecção: Alguns pacientes desenvolvem infecções após o tratamento. Isso é mais comum dentre aqueles com cáries ou doença gengival;
  • Cárie dentária: É possível que um dente continue a se deteriorar sob a coroa que ancora a ponte. Isso é mais comum em pessoas com doenças gengivais graves ou cáries muito graves nos dentes que precisam de coroas.

Para evitar a cárie dental ao redor de uma ponte, é fundamental ter uma rotina de cuidados em casa. Isso quer dizer boa escovação e uso do fio dental.
Alguns tipos de fio dental são projetados para uso em pontes.

Buscar um profissional experiente e seguir cuidadosamente as instruções de cuidados posteriores pode reduzir o risco de complicações graves.

Concluindo

A falta de dentes pode afetar a aparência de uma pessoa. E também a capacidade de comer certos alimentos bem como a qualidade de vida.
As pontes dentais podem restaurar tanto a mordida como o sorriso.
Todas as próteses dentárias apresentam riscos e benefícios.
O importante é discutir esses aspectos e ver as diferentes alternativas com seu dentista antes da escolha por esse ou aquele procedimento.

Fontes: MedicalNewsToday, Lotus Dental Travel
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Como usar o fio dental: qual é o tipo adequado para você e como usar

saber como usar o fio dental

Fazer uso e saber como usar o fio dental é um elemento indispensável quando o assunto é higiene dental. Além da boa higiene, o uso regular e saber como usar o fio dental pode prevenir doenças, inclusive o câncer de boca.

Via de regra, a higiene dental está muito associada à escovação dental. No entanto, saber como usar o fio é fundamental. Existem muitos espaços interdentais e próximos às gengivas que podem ser alcançados apenas através do uso do fio dental.

Quando se fala sobre como usar o fio dental a impressão que fica é que existe apenas um tipo desse material ou que deva se utilizar de alguma técnica muito complexa para um resultado adequado. Quanto ao tipo de fios, o mercado dispõe de muitas e diferentes opções adaptadas às necessidades de cada indivíduo. O objetivo maior é o de obter a melhor higienização bucal possível.

O fio dental – seus diferentes tipos

Existem muitas variedades de fios dentais. Dependendo das necessidades de cada indivíduo, um tipo ou outro pode ser o mais adequado.

As características de diferenciação dos fios dentais

Fio dental de náilon ou multifilamento

É o mais comum. É um fio de náilon composto por cerca de 35 filamentos trançados. É ideal para casos em que existe pouco espaço entre os dentes. O problema desse fio é que ele tende a se desfiar com facilidade.

Fio dental de náilon com cera

Não tem grandes diferenças em relação ao fio anterior. A sua principal característica é a presença de cera. Ela auxilia no melhor deslizamento do fio dental. Torna mais facilitada a sua utilização quando a separação entre os dentes é muito reduzida.

Fio dental de politetrafluoroetileno (PTFE)

É um fio dental produzido a partir de um polímero sintético conhecido como teflon.
Ele se caracteriza por sua elevada resistência. Ao contrário do fio de náilon, é monofilamento. Isso o torna menos suscetível de se desfiar.

Fita dental

É uma boa alternativa para dentições com grandes espaços interdentários. Conta com uma maior superfície de contato com o dente. É mais larga e plana que os fios dentais. Assim como o fio de náilon, está disponível nas opções com e sem cera.

Fios dentais com aromas

Alguns tipos de fios dentais trazem um aroma de menta. São indicados para aqueles que buscam aliar a limpeza dental ao combate ao mau hálito.

Fio dental Superfloss

Especialmente indicado para aqueles que usam aparelhos ortodônticos.
É composto por três partes: uma extremidade mais rígida para os brackets, uma parte esponjosa para a placa e a secção do fio dental.

saber como usar o fio dental

Como usar o fio dental

A utilização do fio é um processo muito intuitivo. Entretanto, é importante saber como usar o fio dental corretamente. Isso para que todos os resíduos não retirados pela escova dental possam ser removidos.

O primeiro passo é realizar uma boa limpeza das mãos. O passo seguinte é partir para a escolha da técnica de uso do fio.

Técnica clássica

A primeira coisa a fazer é cortar cerca de 45 centímetros de fio. Enrolar a maior parte dele em volta dos dedos médios. Deve deixar-se apenas 3 centímetros livres entre os dois pontos de fixação. Será com este fragmento que se irá trabalhar.
Em seguida é importante deslizar o fio entre os dentes. Conforme se vá mudando de superfície dental, quando este já estiver muito desgastado.

Os dedos médios são usados para segurar o fio. Os demais dedos podem ser utilizados para mover o fio.
O mais adequado é usar os polegares para limpar os dentes superiores e os indicadores para os inferiores.

Técnica do laço

Neste método, bastará cortar 30 centímetros de fio dental e juntar as suas extremidades. Mantendo o fio tenso, faz-se um nó a uma altura aproximada de quatro dedos.

Assim o fio pode ser utilizado sem ter de o enrolar. É um bom método para os usuários principiantes . Também é válido para quem não quer sentir a pressão do fio nos dedos. Basta esticar o fio com os dedos mínimos e usar o polegar de uma mão e o indicador da outra para controlar o movimento.

Saber como usar o fio dental – passo a passo

Definida a técnica de uso do fio dental, é muito fácil realizar a limpeza. Saber como usar o fio dental não é algo complexo. Veja a seguir:

  • Introduzir o fio suavemente entre os dentes, movendo-o de forma alternada;
  • Deslizar o fio para cima e para baixo para esfregar a superfície de todo o dente;
  • Dobrar o fio em volta da base de cada dente até formar um “C”.
  • Deve-se tentar que passe por baixo das gengivas. Mas tomando o cuidados para não forçar, evitando possíveis sangramentos.
  • Não se deve esquecer de limpar a parte posterior dentes.

Outros materiais para a sua saúde oral

Além dos fios dentais citados, existem outros tipos de fios e dispositivos auxiliares:

Passadores de fio dental

Ideais para introduzir o fio em espaços de difícil acesso. Como o seu nome indica, o funcionamento consiste em enfiar o fio no dispositivo para ajudá-lo a passar pelos espaços que sejam complicados de alcançar. É especialmente indicado para pacientes com aparelhos ortodônticos, próteses e implantes.

Porta-fios dentais

Dispositivo automatizado adequado para facilitar a utilização do fio dental. O seu objetivo principal é facilitar e tornar mais cômoda a tarefa de uso do fio dental.

Irrigadores orais

Trata-se de um aparelho destinado a lançar um jato de água sob pressão. Realmente útil para higienizar os espaços interproximais após a escovação. É indicado para usuários de próteses fixas e implantes.

Escovas interproximais

São concebidas para a limpeza dos espaços interdentais de difícil acesso.
Muito recomendáveis para aparelhos ortodônticos e implantes dentais.

O fio dental tem história

Os antropólogos encontraram evidências de que os povos antigos já usavam vários implementos, como pontas pontiagudas para limpeza interdental.

Quem inventou o fio dental?

De acordo com a maioria das fontes, a invenção do fio dental como conhecemos foi de um dentista de Nova Orleans. Em 1815, ele começou a aconselhar seus pacientes a usar um fio de seda fino para realizar a limpeza entre os dentes.

Quando surgiu o fio dental?

A idéia pegou. Em 1882 uma empresa chamada Codman and Shurtleft Company, com sede em Randolph, Massachusetts, começou a comercializar um fio dental de seda. Isto foi seguido em 1896 pelo primeiro fio dental da Johnson & Johnson.

A Johnson & Johnson, sediada em New Jersey, obteve uma patente para o fio dental em 1898. Esse primeiro fio dental era feito do mesmo material de seda usado pelos médicos para realização de pontos.]

Inovações do fio dental (1940-1950)

Durante a década de 1940, o náilon substituiu a seda como o material para o fio. Sua textura consistente e resistência à trituração foi um ganho em relação às versões de seda. O uso do náilon também permitiu o desenvolvimento do fio dental encerado na década de 1940 e o desenvolvimento da fita dental na década de 1950.

Fio dental nos dias atuais

O fio dental atualmente, como já vimos, conta com outros recursos para facilitar seu uso no dia a dia para uma boa higienização dos dentes. Saber como usar o fio dental é algo essencialmente bem simples. Além da técnica correta a frequência de uso diário é fundamental.

Fontes: Dentaleader, Oral B, BDC
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Radiologia Odontológica em 3D

Quando falamos de radiologia odontológica em 3D, estamos nos referindo à tecnologia CBCT (Cone Beam Computed Tomography ou Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico). É uma tecnologia radiológica similar à TAC, constituída por uma fonte cônica de emissão de raios X que permite obter imagens tridimensionais de alta resolução.

A qualidade da imagem proporcionada pela CBCT, assim como a radiação limitada recebida pelo paciente, fazem deste tipo de ferramentas de radiologia dentária um componente muito valioso na prática odontológica. Em seguida, serão revistos alguns dos conceitos essenciais desta modalidade radiológica.

Vantagens desta tecnologia em comparação a outras opções de diagnóstico radiológico

– O paciente recebe uma dose de radiação baixa (muito inferior à que receberia quando submetido a uma TAC).

– Além disso, a duração do exame é muito curta, considerando que o tempo de exposição aos raios X também é mínimo. Dependendo do aparelho utilizado e do tipo de exame necessário, as imagens podem ser obtidas num intervalo de tempo entre apenas alguns segundos e poucos minutos.

– Maior comodidade para o paciente, visto que pode realizar o exame sentado em vez de deitado e sem necessidade de entrar numa máquina fechada. Na verdade, os aparelhos de CBCT são completamente abertos, o que evita possíveis episódios de ansiedade ou, inclusive, de claustrofobia.

– Imagens de alta qualidade. Apesar de não alcançar a resolução de uma TAC, a tecnologia CBCT permite realizar uma aquisição volumétrica de alta resolução (tamanho de voxel, por vezes, inferior 100 μm). Esta elevada qualidade permite fazer diagnósticos muito precisos e eliminar a necessidade de eventuais suposições.
Permite a obtenção de imagens isotrópicas, isto é, equivalentes nos três eixos espaciais. Consequentemente, as imagens radiológicas são isentas de distorções.

Posicionamento do paciente para o exame radiológico

Entre os princípios e as técnicas de radiologia odontológica em 3D, um dos aspectos mais relevantes é o posicionamento adequado do paciente para obtenção de imagens de qualidade.
Neste aspecto, as seguintes recomendações devem ser observadas:

– É aconselhável utilizar elementos de restrição do movimento, como correias e faixas encefálicas. Apesar de implicar um certo desconforto para o paciente, a sua utilização permite uma redução significativa das imagens de baixa qualidade. Deste modo, reduz-se a necessidade de repetir exposições e, portanto, consegue-se minimizar a radiação recebida pelo paciente.
Para evitar movimentos durante o exame, recomenda-se que o paciente permaneça de olhos fechados. Assim, evita-se que siga o movimento da máquina e, ao mesmo tempo, é possível minimizar a dose de radiação na retina.
Com a mesma finalidade de minimizar o movimento, deve-se indicar ao paciente que tente respirar com calma pelo nariz e engolir saliva antes do início do exame.

O campo de visão em radiologia dentária 3D

Em função do tipo de exame a realizar e da sua finalidade específica, serão utilizados campos de visão de tamanhos diferentes. Em caráter geral e de forma resumida, podemos indicar os seguintes:

Campo de visão setorial. Este tamanho é adequado para estudos endodônticos e periodontais quando se usa alta definição. Se for utilizada uma resolução padrão, este campo de visão é ótimo para trabalhos de ortodontia ou estudos de implantes individuais.

Campo de visão de uma arcada. Esta modalidade permite otimizar a dose de radiação em todos os casos em que é necessário visualizar apenas uma arcada.

Campo de visão médio. Neste caso, trata-se de tamanhos adequados para localizar áreas de infecção, para examinar dentes do siso ou para casos de ortodontia ou implantes que necessitem desta amplitude de campo de visão (10×10, 8×8, etc.).

Campo de visão grande. Trata-se, neste caso, de tamanhos que são utilizados para a avaliação de implantes complicados, exame ATM bilateral, maxilofacial, etc.

Planos de radiologia dentária CBCT

Em relação aos diferentes planos utilizados neste tipo de radiologia, podemos diferenciar dois grandes grupos:

1. Por um lado, os planos ortogonais, que possibilitam a realização de exames detalhados de todas as cavidades. Aqui devemos distinguir entre três tipos diferentes de plano, em função do eixo usado: plano axial (ou transversal), plano coronal (ou frontal) e plano sagital (ou lateral).

2. Por outro lado, os planos coronais curvos e oblíquos permitem um exame adequado das estruturas dentárias que dificilmente se adaptam aos cortes de tipo ortogonal. Neste sentido, os planos oblíquos possibilitam uma melhor verificação da existência de patologias ou fraturas, tornando-as visíveis em vários planos, ao mesmo tempo que permitem criar planos tangenciais às estruturas que estão sendo analisadas.

Conclusão

Em resumo, as ferramentas de radiologia odontológica em 3D permitem a realização de exames de grande qualidade e utilidade para o diagnóstico odontológico, desde que os protocolos básicos sejam adequadamente observados. Assim, as questões essenciais que não podem ser esquecidas são as seguintes:

1. Posicionamento adequado do paciente para evitar movimentos.

2.Tipo de oclusão (segundo a modalidade de tratamento): incompleta (para casos de ortodontia, endodontia ou qualquer outro que requeira uma análise dentária), oclusão PMI (Posição de Máxima Intercuspidação, para casos de implantodontia) ou oclusão RC (Relação central, também em casos de implantodontia, para analisar a relação do osso maxilar/mandíbula).

3.Escolha do campo de visão adequado, em função da finalidade do exame.

4.Seleção de plano e corte.

 

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